Sugestão de uma amiga e colaboradora deste blog: sites de namoro que juntam pessoas com as mesmas doenças. Tem o Prescription4love.com, que oferece opções de busca para mais de uma dúzia de problemas de saúde, incluindo artrite, câncer, surdez, diabetes, epilepsia, herpes, HIV, etc; e o PositiveSingles.com, especializado em doenças sexualmente transmissíveis. O Chicago Tribune fez matéria sobre o assunto.
Viciados em videogames rendem uma pauta de saúde, acho. Este caso aqui é exemplar: casal (ele, 25; ela, 23) joga “Dungeons & Dragons” na internet e esquece de alimentar os filhos (um de 11 meses e outro de quase dois anos). Estão sendo acusados de negligência pela Justiça. Um horror.
Um case para os jornais brasileiros noticiarem e acompanharem bem de perto: o The Washington Post lança hoje o LoudounExtra.com, site de notícias que pretende focar num jornalismo “hyperlocal”, como eles mesmo estão dizendo. Mistura reportagem tradicional com várias outras mídias e ferramentas. Com a palavra, o próprio jornal, em matéria publicada hoje: “Instead of focusing on major events, LoudounExtra will attempt to provide a comprehensive look at local news, from church schedules to high school sporting events to restaurant hours and menus. The effort highlights a problem of major newspapers in the Internet age: the need to balance national reporting with service to Web-savvy local readers. (…) The LoudounExtra is the most recent, and possibly most ambitious, example of a major metro daily newspaper altering century-old game plans and adopting tactics that might, in the past, have seemed more suited to community newspapers”.
Ótima dica enviada por uma amiga: “testes feitos pela equipe da química Inés Joekes, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mostram que xampus e condicionadores funcionam para limpar os cabelos e deixá-los mais fáceis de pentear, mas não promovem a recuperação dos fios danificados a que se propõem diversos produtos”. Em muitos caso, os cosméticos até danificam o cabelo. A reportagem está na capa da revista Pesquisa Fapesp. Excelente tema para revistas femininas e jornais. Repercutiria muito entre as leitoras, com certeza.
Conheça a turma que gosta de “nerdcore rap”, “nerdmetal”, “geekpop” e “video-game rock bands”. Taí um pessoal novo para mim. Matéria de Anthony Faiola, do Washington Post, mostra alguns detalhes dessa subcultura. Um ótimo lugar para encontrar esses caras é a PAX (Penny Arcade Expo) 2007, megaevento de games que acontece no mês que vem em Seattle (de 24 a 26 de agosto). Os organizadores estão esperando cerca de 30 mil visitantes, todos “geeks”, claro. Passar uns dois dias por lá daria uma reportagem incrível para qualquer jornal ou revista. E seria bacana ler diferentes abordagens. Fica a sugestão.
Recorrer a óvulos de outras mulheres para tentar engravidar é uma prática cada vez mais comum, segundo mostra esta extensa reportagem publicada na revista do New York Times. Por isso, algumas questões começam a aparecer na cabeça das mães. Entre elas, contar ou não para o filho qual é a origem dele? Boa pauta.
Juntar gente para falar sobre um assunto é um recurso recorrente nos jornais do mundo todo. É simples e funciona. O jornal Wall Street Journal convocou doze personalidades (o escritor Tom Wolfe e a atriz-blogueira Mia Farrow, por exemplo, estão lá) para discutir sobre blogs, aproveitando o aniversário desse tipo de mídia. Muito bom. Leia a matéria de Tunku Varadarajan.
Mais efemérides: os 100 anos de “The Road”, de Jack London. E os 50 anos de “On The Road”, de Jack Kerouac. Leia texto da The Nation. Pauta para o Eduardo “Peninha” Bueno, claro.
Frutado? Aveludado? Série de três matérias da Slate investiga a fisiologia do enófilo. “Do certain physiological traits make some wine critics better than others? (…) Mike Steinberger examines the physiology of the oenophile. In this part, he examines the age-old stoner’s question: Do you taste what I taste? In Part II, he set out to discover whether he’s a “supertaster.“ And in Part III, he examined whether being a supertaster helps you evaluate wine.” Para entender um pouco a frescura do culto ao vinho.
Pauta muito bem bolada: por que mudar um produto que é bom? Claro que é porque o mercado precisa de novidades. Mas a verdade é que muitos consumidores reclamam da pressa exagerada das empresas, que toda hora querem apresentar um modelo novo de alguma coisa (TV, celular, carro, etc) mesmo quando a versão “ultrapassada” já é ótima, como mostra esta reportagem de Allen Salkin. A matéria diz que nem sempre é ruim para o negócio insistir num produto, apesar das mudanças da moda. O exemplo é a Casio, que continua a vender milhões de relógios da série original G-Shock (foto).
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