Como o Estadão era impresso e distribuído em 1935. (Via @brancatelli)

Nesta reportagem publicada pelo jornal The New York Times, especialistas mostram como algumas estratégias de gestão de conflitos usadas no mundo dos negócios podem ser aplicadas à vida familiar.

Li na Carta do Editor, da Editora Abril:
“Ele fez sucesso como um agregador bem pessoal do conteúdo em sites e redes sociais. Agora, com sua autoproclamada versão 2.0 chegando ao mercado, o Flipboard se pretende algo maior: um editor de revistas digitais – bem pessoal. Não se fala aqui das versões adaptadas ao Flipboard já produzidas por marcas como Rolling Stone, Grazia e Vanity Fair. Agora, é o usuário quem vai montar sua publicação com notícias próprias, retiradas de outras fontes presentes no agregador ou mesmo encontradas na web. No primeiro dia de funcionamento, nada menos do que 100 mil revistas (bem pessoais) foram criadas.”

Sugestão de leitura: a reportagem sobre a revista Vice, “The bad-boy brand“, de Lizzie Widdicombe, publicada pela revista New Yorker. Na foto, a sede da Vice Media no Brooklyn, em Nova York. Seu CEO, Shane Smith (segurando o telefone), diz: “A nossa meta é ser a maior rede de jovens no mundo”.
“Aprendi a não escutar os críticos que estão certos sobre mim.”
Harry James toca, Helen Forrest canta. (Dica do meu amigo Édi, do restaurante Bolinha).
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