
Sugestão de leitura: o perfil da empresária australiana Gina Rinehart que a revista “New Yorker” publicou em sua mais recente edição. Alguma publicação brasileira deveria comprar os direitos e publicar por aqui. O autor é William Finnegan. Gina Rinehart tornou-se a mulher mais rica da Austrália em 2010, a pessoa mais rica da Austrália em 2011, e a mulher mais rica do mundo em 2012 — com um patrimônio estimado de cerca de 30 bilhões de dólares. Rinehart mora em Perth, tem 58 anos, é viúva e mãe de quatro filhos. Ela evita a imprensa e raramente aparece em público.

Sugestão de artigo (em inglês) para quem acompanha o mundo da mídia (e das novas tecnologias): “Can Social Media Sell Soap?” (Mídias Socias podem vender sabão?). Foi publicado no New York Times.

Sugestão de leitura: a matéria “The Work Long Hours, but What About Results“, publicada pelo New York Times, foi um dos textos mais lidos no site do jornal durante o fim de semana. “Muitas vezes, os profissionais são julgados pela quantidade de tempo que passam no escritório. Mas esse indicador pode estar em desacordo com a eficiência no local de trabalho”, diz o destaque do editor.

Sugestão de leitura: o texto “What Work Is Really For“, de Gary Gutting, publicado pelo New York Times. “Para a maioria de nós, o trabalho é um meio para outra coisa: a gente vive dele, mas ele não faz a nossa vida. Portanto, o lazer não deveria ser a nossa meta de vida?”.

Li na Carta do Editor, da Editora Abril:
“Ainda que precária, a recuperação da economia americana já traz benefícios para um grupo. As revistas de economia e negócios tiveram um bom primeiro semestre na publicidade. De acordo com dados do Publishers Information Bureau, Forbes cresceu 13% em anúncios, Bloomberg Businessweek ficou com 6,4% a mais e Fortune ganhou 4%.
Ninguém teve melhor desempenho que Fast Company com aumento de 19,5% na comparação com o primeiro semestre de 2011.”

O New York Times publicou uma matéria sobre sites como o ArtistsWanted.org, uma iniciativa que quer ganhar dinheiro identificando talentos no mundo das artes visuais — e conectando esses talentos com o público. A ideia: existe um mercado para os artistas fora da tradicional rede de galerias que dominam o comércio de artes e design. “Usuários e fundadores de sites como esses buscam não apenas ganhar dinheiro mas também democratizar a cultura”, informa o texto.
Sugestão de leitura: a longa e bem apurada reportagem sobre o Twitter realizada pela revista New York. A questão central de “Tweet Science“, escrita por Joe Hagan, é: “algum dia o Twitter será lucrativo?”. Copio um trecho, no original:
“(…) The intense pressure to convert Twitter into a profitable business, and before a tech bubble pops, is palpable here. And it’s happening as the company struggles with an interlocked set of existential questions, starting with the most basic one possible: What is Twitter? Initially, the idea was of a kind of adrenalized Facebook, with friends communicating with friends in short bursts—and indeed, Facebook rushed to borrow Twitter’s innovations so it wouldn’t be left behind. But as Twitter grew, it finally became clear to Twitter’s brain trust that the relevant analogy was not a social network but a broadcast system—the birth of a different sort of TV. (…)”.

Texto publicado pelo New York Times que pode interessar: “Do Happier People Work Harder?” (Pessoas felizes trabalham mais duro?). Os autores são Teresa Amabile, professora da Harvard Business School, e Steven Kramer, pesquisador independente, ambos autores do livro “The Progress Principle“.
Sugestão de leitura para os bons bebedores: “Vodka Nation — How the flavorless, colorless, odorless spirit became a billion-dollar business” (em inglês), reportagem de Victorino Matus publicada no The Weekly Standard.
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