
Para quem gosta de jornalismo e mídia, sugiro esta matéria — que está na mais recente edição da New Yorker: “Mail Supremacy — The newspaper that rules Britain“, de Lauren Collins (em inglês), que mostra como o jornal Daily Mail conquistou a Inglaterra. O Mail é, hoje, o jornal mais poderoso do Reino Unido. Alcança, todos os dias, cerca de 4,5 milhões de leitores — quatro vezes mais do que o Guardian. Em janeiro, o braço online do jornal, o site Mail Online, superou a audiência do New York Times.

Li na Carta do Editor, da Editora Abril:
“Divulgado nesta segunda, 19 de março, a edição 2012 do State of the News Media – estudo anual que mostra tendências na área de jornalismo no ano anterior – trouxe pelo menos uma certeza: vivemos a era do mobile. De acordo com a pesquisa, pelo menos um em cada cinco americanos possui smartphones e tablets, e 27% do país já consomem notícias em aparelhos móveis.
Por outro lado, a empolgação com as redes sociais recebeu um freio. Apenas 9% do tráfego dos sites de notícias sai desses serviços. Do front das receitas, empresas como Google e Facebook ficaram com 68% da verba de publicidade no digital, enquanto o impresso amargou uma queda de mais de 2 bilhões de dólares em 2011.”
Leia mais no Nieman Journalism Lab (em inglês).

Li na Carta do Editor, da Editora Abril:
“O ano ainda não acabou e os editores alemães já saíram com sua lista do que deu errado nas previsões sobre a mídia em 2011. Segundo o site especializado Meedia, foi uma temporada de mitos derrubados. Eis alguns:
- Tablets serão a salvação. Depois de uma empolgação inicial, ficou claro que o iPad e outros tablets não encontraram um público significativo
- O impresso morreu. Revistas e jornais impressos continuam como principal fonte de lucro das editoras
- Sempre haverá demanda por qualidade. A Focus, revista semanal, investiu em qualidade e credibilidade. Ninguém comprou
- Wikileaks vai revolucionar o jornalismo. Julian Assange e sua turma desapareceram tão rapidamente quanto surgiram.”
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