Vídeo raro mostra cenas de Berlim na Belle Époque, entre 1900 e 1914. Gostei.

“Russians without Russia” é um arquivo digital de revistas e de jornais produzidos por comunidades de exilados russos dos anos 1920 e 1930. Bacana.

Para quem gosta de histórias do mundo da mídia: “The Good Girl Revolt“, de Lynn Povich, é sobre como um pequeno grupo de mulheres da Newsweek que desafiou com sucesso a discriminação sexual na revista — e em todo o meio jornalístico americano. O New York Times publicou a resenha.
Sugestão de documentário: “Tonite Let’s All Make Love in London“, de Peter Whitehead, filme de 1968. Essencial para entender a ”Swinging London”. Recomendo (via @openculture)

Interessante o tema da mais recente coluna de Arthur S. Brisbane, ombudsman do jornal The New York Times. “Someone Dies. But That Is Only the Beginning” (Alguém morre. Mas isso é só o começo) trata das escolhas que os editores precisam fazer na hora de decidir se a morte de alguém vale (ou não) um obituário nas páginas do jornal. Recomendo. (Em inglês). Uma das fontes citadas por Brisbane é Marilyn Johson, autora de “The Dead Beat: Lost Souls, Lucky Stiffs, and The Perverse Pleasures of Obituaries“, livro que não conhecia — e que já encomendei.
A direção é de Maurice Capovilla, com fotografia de Thomaz Farkas e Armando Barreto. O chefe de produção foi Vladimir Herzog. Imperdível. (Dica do Jota Roberto Christianini)

No Wall Street Journal, Patrick Cook resenhou dois livros que tem o Fusca como tema: “The Extraordinary Life of Josef Ganz“, de Paul Schilperoord (a biografia de Ganz, o designer do Fusca) e “Thinking Small“, de Andrea Hiott. Dois bons lançamentos para quem gosta de design e de carros.
Rio de Janeiro, imagens coloridas de 1936. (Dica do Paulo Zocchi)

Um achado: imagens dos arquivos secretos da STASI. Tem coisas incríveis e absurdas, como a série “espiões tirando fotos de espiões“. Tiradas do contexto, “muitas das imagens encontradas pelo fotógrafo Simon Menner nos arquivos da STASI, a antiga polícia secreta da Alemanha Oriental, chegam a ser cômicas”, observa o blog Lens, especializado em fotografia. “Outras são simplesmente banais. Todas elas revelam os hábitos de espionagem disseminados pelo governo repressor”. Ah, e se você gosta de moda, não perca as fotos em “Dressup“.
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