Ben Bernanke, presidente do Fed, explica gentilmente para uma turma de recém-formados de Princeton por que a vida não é justa. Está na The Atlantic.
“Fomos ensinados que as instituições meritocráticas e a sociedade são justas. Deixando de lado o fato de que nenhum sistema, inclusive o nosso, é realmente totalmente meritocrático, a meritocracia pode ser mais justa e mais eficiente do que algumas alternativas. Mas em um sentido absoluto? Pense nisso. A meritocracia é um sistema no qual as pessoas que tiveram mais sorte em relação a saúde e herança genética, em termos de apoio da família, encorajamento e, provavelmente, de renda, mais sorte em suas oportunidades educacionais e de carreira, e mais sorte em tantas outras maneiras difícil enumerar — estas são as pessoas que colhem as maiores recompensas.”
(Dica do Flavio Simonetti).
Nesta brilhante entrevista da série Fronteiras do Pensamento, o filósofo Zygmunt Bauman fala da sociedade de consumo, da nossa busca por identidade, da internet etc… Recomendo fortemente. (Via Hypeness).
Vale a pena acompanhar o curso que o professor de filosofia Shelly Kagan dá sobre “Morte” (a única certeza que temos na vida). O curso aborda várias questões que surgem quando começamos a refletir sobre a nossa mortalidade. Algumas perguntas inescapáveis, todas contempladas no roteiro do professor Kagan. “Somos nós, em algum sentido, imortais? Será que a imortalidade é desejável? O que significa dizer que uma pessoa morreu? Que tipo de fato é isso? A morte é um mal? Como o fato de sabermos que vamos morrer deve afetar a maneira como vivemos nossas vidas?”. Neste link, um canal do YouTube dá acesso a todas as aulas. Acima, a introdução. Boa aula.
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