
Nesta reportagem publicada pelo jornal The New York Times, especialistas mostram como algumas estratégias de gestão de conflitos usadas no mundo dos negócios podem ser aplicadas à vida familiar.

O New York Times encomendou a Woody Allen um artigo sobre hipocondria. O resultado ficou ótimo. Leia: “Hypocondria — An Inside Look“. (Em inglês).

Boa essa pauta do Washingtonian: depois de alguns anos, um fotógrafo de casamento procura saber o que aconteceu com os casais que o contrataram para registrar o “grande dia”. (Em inglês).

Sugestão de leitura: a matéria “The Work Long Hours, but What About Results“, publicada pelo New York Times, foi um dos textos mais lidos no site do jornal durante o fim de semana. “Muitas vezes, os profissionais são julgados pela quantidade de tempo que passam no escritório. Mas esse indicador pode estar em desacordo com a eficiência no local de trabalho”, diz o destaque do editor.

Sugestão de leitura: o texto “Rethinking Sleep“, publicado pelo New York Times. Graças em parte à tecnologia, cerca de 41 milhões de pessoas nos Estados Unidos — cerca de um terço de todos os adultos que trabalham — dormem seis horas ou menos por noite, segundo com um relatório recente do Centro de Controle de Doenças e Prevenção. E privação de sono é um problema que atravessa as questões econômicas: cerca de 42% dos trabalhadores na indústria de mineração dizem que dormem pouco, enquanto cerca de 27% dos trabalhadores da indústria de seguros ou finanças reclamam da mesma coisa.

O New York Times publicou a resenha do livro “The End of Men — And the Rise of Women“, de Hanna Rosin. A autora argumenta que a revolução que as feministas estavam esperando há tanto tempo está acontecendo agora, diante de nossos olhos. Já encomendei o meu exemplar.

Sugestão de leitura: o texto “What Work Is Really For“, de Gary Gutting, publicado pelo New York Times. “Para a maioria de nós, o trabalho é um meio para outra coisa: a gente vive dele, mas ele não faz a nossa vida. Portanto, o lazer não deveria ser a nossa meta de vida?”.
Do blog do Michel Laub:
“Para quem cresceu na cultura televisiva dos anos 80, é visível que a internet melhorou a média dos textos. A simples prática de redigir com frequência tornou mais eficiente a comunicação. Compare as manifestações de sua timeline com uma dessas cartas de sindicato ou avisos de condomínio que chegam pelo correio, como um museu em papel de termos e formas que não existem mais: ninguém abaixo de certa idade, com o mínimo acesso à informação e que não trabalhe no STF escreve daquele jeito. Para a elite letrada, a afetação bacharelesca morreu com o modernismo do século 20. Entre um público mais amplo, com a interação virtual do 21.
Aproveitando facilidades como os corretores automáticos, a mudança também acabou com o conceito de texto bom ou ruim baseado apenas em ortografia e gramática. Ou seja, aquilo que no passado se chamava “saber escrever”. Num paralelo com a ficção, o hábito das mensagens por email, dos posts e das conversas digitais cumpre o papel dos antigos primeiros anos de um escritor, durante os quais ele saía de um nível rudimentar de prosa — despindo-se das travas e do exibicionismo típicos dessa fase — para um grau mínimo de clareza na hora de dizer o que gostaria. Mas esse é só um passo inicial. Levar a tarefa adiante com particularidade, graça e inteligência, ou com o oposto consciente disso, é outra história.”
Sugestão de documentário: “Tonite Let’s All Make Love in London“, de Peter Whitehead, filme de 1968. Essencial para entender a ”Swinging London”. Recomendo (via @openculture)

Sugestão de leitura: a resenha do livro “Teaching Your Children Well — Parenting for Authentic Success“, de Madeline Levine, publicada no suplemento dominical de livros do New York Times. O livro, segundo o texto, foi escrito por uma especialista que conhece o melhor da nossa natureza — o amor profundo dos pais e a verdadeira preocupação com seus filhos — e o pior da nossa cultura de influências competitivas e materialistas. Levine trabalha com adolescentes que estão esgotados, zangados e tristes enquanto competem por vagas num punhado de grandes faculdades, e com os pais deles que não conseguem orientá-los. “Nossa versão atual do sucesso é um fracasso”, escreve Levine. “É um preciso diagnóstico clínico”, diz o Times.
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