Uma série de entrevistas com curadores, editores e artistas produzida para a exposição “Cindy Sherman” — no MoMA até o dia 11 de junho.
Henri-Georges Clouzot: THE MYSTERY OF PICASSO (1956) from cinema.antifono on Vimeo.
Recomendo. O filme ganhou o prêmio especial do júri em Cannes (no ano de 1956).
Para quem gosta de artes visuais, mas não apenas para esses: Robert Hughes apresenta a série de documentários “O Choque do Novo” (acima, o primeiro episódio, “The Mechanical Paradise“). A série foi ao ar pela primeira vez em 1980, pela BBC. Hughes, um dos mais respeitados críticos de arte do mundo, mostra — com extremo didatismo e erudição — o progresso do modernismo nas artes visuais. A narrativa de Hughes combina humor, ótimos insights e um vocabulário de fácil acesso mesmo para aqueles que não estão familiarizados com o tema. Vale a pena perder um bom tempo nesses vídeos. Todos os episódios estão no YouTube: “The Powers That Be,” “The Landscape of Pleasure,” “Trouble in Utopia,” “The Threshold of Liberty,” “The View From the Edge,” “Culture as Nature,” “The Future That Was“. (Em inglês, sem legendas). (Via @openculture)
Até setembro, a Tate Modern apresenta uma exposição retrospectiva de Damien Hirst, um dos artistas contemporâneos mais influentes do Reino Unido (e do mundo). No vídeo acima, exibido no Channel 4, o próprio Hirst nos guia pela exposição. Ao mesmo tempo, é um bom programa de TV sobre o (polêmico) trabalho do artista. Bacana para quem gosta de artes visuais.

Mulher fotografa a obra “The Physical Impossibility of Death in the Mind of Someone Living” (1991), de Damien Hirst, durante abertura da exposição retrospectiva do artista na Tate Modern, em Londres. (Via Los Angeles Times)

Neste link, o obituário publicado pelo Guardian. Acima, um de seus trabalhos. E outros links sobre o artista.

Uma boa entrevista com o artista britânico Damien Hirst (foto) realizada por Anthony Haden-Guest, do GalleristNY. Hirst inaugurou exposições simultâneas de seus trabalhos em onze galerias Gagosian em oito cidades de três continentes. Segundo esta crítica publicada pelo New York Times na edição de hoje, “parts of it are very bad, but parts are not bad at all”. Neste outro link, uma galeria de imagens organizada pelo jornal.
Banksy’s Wall from Paul Bernays on Vimeo.
(Em inglês, sem legendas. Mas vale a pena).
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