Um livro que rende uma pauta: “Office Mate: The Employee Handbook for Finding–and Managing–Romance on the Job“, de Stephanie Losee e Helaine Olen. O Boston Globe fez uma matéria.
Peguei lá no Village Voice: “Eighth Annual Sexy Gift Guide — High-tech vibrators, anal treasures, and rock-star porn“. Tem várias dicas de produtos, com links e coisa e tal.
Uma música italiana para abrir a quinta-feira: “Torero“, com Renato Carosone. Nostálgica.
Circular: “Um grande pensador do nosso tempo disse uma vez que todo homem pode conhecer, dentro de sua casa, tudo aquilo que vale a pena conhecer. A beleza, o amor, o sentido da dor e da morte, a inocência e a culpa – cada pessoa, cada objeto, cada quarto contém o que o mundo lá fora possui. E se alguém deseja viajar por muitos lugares para aprender, talvez fosse bom lembrar antes que quem não vê o mundo inteiro no seu quarto, ou na pessoa a seu lado, não o vê em parte alguma, por mais que procure. A revelação dessa verdade simples pode ser o começo de uma grande mudança. ” (Luiz Carlos Lisboa)
Uma sugestão para os cadernos de turismo: “Top 10 Tokyo hotels — Justin McCurry recommends 10 great places to stay that won’t leave you out of pocket in Japan’s most expensive city“. Saiu no Guardian.
Boa pauta e bom presente de Natal para os amigos: “The evolution of Sinatra — who himself came to deeply influence both popular singers and jazz instrumentalists — is celebrated in a four-CD set, “Frank Sinatra: A Voice in Time,” (1939-1952), available in stores or at Amazon.com.” Leia matéria publicada hoje pelo Wall Street Journal.
Ainda não tinha visto o curta “O Destino de Miguel”, uma redublagem do filme “Shakespeare Apaixonado” que teve a participação de Lázaro Ramos, Wagner Moura e Igor Cavalera, entre outros. Caetano Veloso faz uma participação curtinha (é a voz do garçom). Se você também não viu, veja aqui.
Circular: “O problema com que se depara um jornal moderno, pressionado pela necessidade de se manter como um negócio lucrativo, é o de conquistar o interesse deste homem inferior — e, por interesse, não me refiro naturalmente à sua mera atenção passiva, mas à sua ativa cooperação emocional. Se um jornal não consegue inflamar seus sentimentos é melhor desistir de vez, porque estes sentimentos são a parte essencial do leitor e é deles que este draga as suas obscuras lealdades e aversões. Bem, e como atiçar os seus sentimentos? No fundo, é bastante simples. Primeiro, amedronte-o — e depois tranqüilize-o. Faça-o assustar-se com um bicho-tutu e corra para salvá-lo, usando um cassetete de jornal para matar o monstro. Ou seja, primeiro, engane-o — e depois engane-o de novo.” (Henry Louis Mencken em “Sobre Jornalismo”, texto de 1920 publicado em “O Livro dos Insultos”)
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