Saio de férias hoje. Volto logo. Continue acompanhando as sugestões pelo twitter @ricardolombardi. Até breve.

Sugestão de leitura (especialmente para pais): a matéria “Can You Call a 9-Year-Old a Psychopath?”, de Jennifer Kahn (em inglês), publicada na revista dominical do New York Times. Está no topo da lista das matérias mais lidas no site do jornal. Um trecho, em tradução livre:
“(…) Atualmente, não existe um teste padrão para a psicopatia em crianças, mas um número crescente de psicólogos acredita que a psicopatia, como o autismo, é uma condição neurológica distinta – que pode ser identificada em crianças de até cinco anos. (…) Em algumas crianças, as características se manifestam de maneiras óbvias. Paul Frick, um psicólogo da Universidade de New Orleans, que estudou os fatores de risco para a psicopatia em crianças por duas décadas, descreveu um garoto que usou uma faca para cortar o rabo do gato da família pouco a pouco, durante um período de semanas. O menino estava orgulhoso das amputações em série — que seus pais inicialmente não perceberam. ‘Quando nós falamos sobre isso ele disse: ‘Eu quero ser um cientista, e eu estava experimentando. Eu queria ver como o gato iria reagir.’”
Vale a pena acompanhar o curso que o professor de filosofia Shelly Kagan dá sobre “Morte” (a única certeza que temos na vida). O curso aborda várias questões que surgem quando começamos a refletir sobre a nossa mortalidade. Algumas perguntas inescapáveis, todas contempladas no roteiro do professor Kagan. “Somos nós, em algum sentido, imortais? Será que a imortalidade é desejável? O que significa dizer que uma pessoa morreu? Que tipo de fato é isso? A morte é um mal? Como o fato de sabermos que vamos morrer deve afetar a maneira como vivemos nossas vidas?”. Neste link, um canal do YouTube dá acesso a todas as aulas. Acima, a introdução. Boa aula.
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