
Sugestão de leitura: no New York Times, o escritor Hanif Kureishi (autor de “Intimidade” e “Tenho algo a te dizer“, entre outros) publicou o artigo intitulado “The Art of Distraction” (em inglês). Vale a leitura. Aproveitei e resgatei do arquivo este outro artigo de Kureishi, publicado no Estadão, sobre o ofício de escritor. Destaco um trecho: “A verdade é que os mais sãos não costumam ser os mais criativos. Como nos recordou Proust: ‘Tudo que existe de bom no mundo procede dos neuróticos. Desfrutamos mil manjares intelectuais, mas não temos ideia do preço pago por seus criadores sob a forma de noites insones, lágrimas, gargalhadas espasmódicas, erupções, asma, epilepsia e medo da morte, que é o pior de tudo.’ O que me tranquilizava era o seu entusiasmo, seu empenho no trabalho. Nossas reuniões lhe proporcionavam uma estrutura útil. Acredito que, na ausência de um professor que acompanhasse esse processo, ele teria dado penosas e intermináveis voltas, vendo-se cada vez mais isolado. Sua criação era uma das mais estranhas e imaginativas que já li, muito distante do realismo rombudo e dos convencionalismos que a maioria dos aprendizes costuma considerar um trabalho inspirado.”

Sugestão de livro: “QUIET — The Power of Introverts in a World That Can’t Stop Talking“, de Susan Cain. O New York Times publicou uma resenha.
Bom texto publicado pelo Wall Street Journal, especialmente para pais: “Why French Parents Are Superior“, de Pamela Druckerman. Algumas lições dos franceses: “Crianças devem dizer Olá, Até logo, Obrigado e Por favor. Isso os ajuda a aprender que eles não são os únicos com sentimentos e necessidades”; “Lembre-se (e lembre as crianças) quem é o chefe. Os pais franceses dizem: “Sou eu que decido”; “Não tenha medo de dizer ‘não’. Crianças precisam aprender a lidar com frustrações”. Muito útil.

Sugestão de leitura: o artigo “Facebook is using you“, artigo de Lori Andrews publicado pelo New York Times. (Em inglês).
Balance Out of Life from Wyatt Hodgson on Vimeo.
Boa sacada: acelerar o filme “Koyaanisqatsi“. (Via @openculture)
oops from Chris Beckman on Vimeo.
Realizado por Chris Beckman, “Oops” é um filme feito com trechos de vídeos do Youtube em que a câmera é derrubada acidentalmente.
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