Qual é o site da década?
- 9 de dezembro de 2009
- 17h12
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- Por Alexandre Matias
Os anos 90 até puderam escolher o melhor site da década, mas a internet mudou tanto desde então – e essas mudanças mudaram tanto o comportamento de todos – que é bem capaz que os melhores sites escolhidos há dez anos sejam meras notas de rodapé na história digital. E antes que você comece a listar sites com bons textos, furos noticiosos, boa linha editorial ou sacadas de humor espertinho, dá uma olhada na imagem abaixo.

Quando começamos a pensar na retrospectiva da década aqui no Link, pintou a dúvida: será que o Google é mais importante do que o 11 de setembro? Afinal, o impacto do site foi além do mero sistema de buscas que o consagrou. À medida em que a década foi passando, o Google foi ampliando sua atuação para todos os lados que podia – comprando empresas como se precisasse disso para sobreviver e criando ferramentas atrás de ferramentas. Mas o detalhe na imagem acima é que foi uma das primeiras vezes que a home do Google abriu espaço para algo que não fosse seu campo de busca e os links relacionados à procura.
No centro da página, uma notícia de última hora: “Ataque aos Estados Unidos”. O texto, sucinto e explícito, não aparece à toa. Logo que as torres gêmeas foram atingidas, a atenção do mundo inteiro voltou-se para Nova York e para a internet – foi o suficiente para derrubar os servidores online dos principais veículos norte-americanos. O pequeno anúncio na homepage do Google servia para avisar às pessoas o que estava acontecendo, mas mostrou uma mudança crucial na forma como a informação passou a circular nesta década: as pessoas não estavam mais esperando as notícias, queriam elas mesmas descobrir o que estava acontecendo. O Yahoo, principal buscador antes da chegada do Google, também teve de se reinventar – e a Microsoft, no fim da década, reinventou seu LiveSearch com novo nome, o Bing.
No mesmo ano, blogs já eram uma pequena febre e já se falava em “blogosfera”, mesmo que isso ainda fosse uma turma cuja população nem sequer chegava aos cinco dígitos. O Blogger, criado pelo mesmo Evan Williams que anos depois criaria o Twitter, começou a mostrar as maravilhas da autopublicação no ano anterior à virada do século. Mas a premissa dos blogs logo começou a ir para outras mídias, a princípio em fotos, depois áudio (com os podcasts) e, finalmente, vídeos. Estes sites, que permitem que qualquer um possa publicar seu conteúdo online sem ter o auxílio de especialistas, foram reunidos sob a alcunha de “web 2.0″ pelo guru digital Tim O’Reily. Sites como Flickr, Fotolog, YouTube, WordPress, o próprio Blogger, Vimeo, Odeo são alguns destes sites. Além de, claro, a Wikipedia de Jimmy Wales, talvez o mais importante da web 2.0, se analisarmos com perspectiva histórica.
E, em paralelo à web 2.0, outra tendência, que também pressupunha a participação do público tornou-se vigente à medida em que década avançava: as redes sociais. O primeiro passo foi a evolução dos sites de encontros que era o Friendster – um site que permitia que você encontrasse pessoas para serem amigas virtuais. O Friendster teve um pequeno auge no início da década, mas quando seu administradores começaram a regular as próprias diretrizes e o site caiu em popularidade. Mas a idéia já estava no ar e logo surgiram outras redes sociais, como o Orkut, criado pelo Google, que só conseguiu emplacar no Brasil e na Índia; o MySpace, voltado para produtores de conteúdo, especificamente músicos; e, finalmente, o Facebook, que hoje é a maior rede social do mundo. No final da década, uma nova rede social começou a mudar todo o jogo de novo – e hoje é difícil classificar o Twitter como sendo apenas uma rede social.
Eis nossos escolhidos, portanto:
Bing
Blogger
Flickr
Facebook
Fotolog
Google
MySpace
Orkut
Twitter
Vimeo
Wikipedia
WordPress
Yahoo
YouTube
E aí, é algum desses? É o Google mesmo? Ou tem algum que a gente esqueceu?
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Previsões furadas
- 9 de dezembro de 2009
- 15h28
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Os anos 00 começaram com uma forte candidata a ‘previsão furada da década’: o bug do milênio. Era o apocalipse, que incluiria corridas aos bancos e acidentes nucleares nos Leste Europeu. No fim, não passou de falhas pequenas, localizadas. Na Suécia, um hospital teve problemas com um eletrocardiograma. Na Coreia do Sul, o sistema de calefação foi afetado. E por aí foi. Furada.
De lá para cá, foram muitas mais as previsões furadas. Bush sozinho cuidou de várias. Por exemplo: ‘O Taleban é história’; ‘os Estados Unidos vão capturar Osama bin Laden vivo ou morto’. E mais esta, meses antes de estourar a maior crise econômica desde a Grande Depressão: ‘O mercado está em processo de auto-regulação’. Sobre esta última, porém, é preciso ressalvar que Bush não errou sozinho. A crise econômica envergonhou quase todos os oráculos e derrubou o maior deles, Alan Greenspan, que em outubro de 2007 dizia o seguinte: ‘O pior já passou’.
A crise econômica, por sua magnitude e amplidão, foi objeto de todo tipo previsão. Era o fim do liberalismo. Era o triunfo do Estado. Era o ocaso dos Estados Unidos. E aqui no Brasil, vimos Lula assumindo enorme risco ao predizer que, para o Brasil, tudo não passaria de uma ‘marolinha’. Tinha todo o jeitão de previsão furada. Mas era um bom palpite – ou um chute assustador, como queiram.
De qualquer forma Lula também tem a sua cota de previsões furadas. Podemos lembrar, por exemplo, a estranha declaração que deu sobre o mensalão, em que creditava o escândalo a um certo ‘folclore do Congresso’. O que nos leva a uma previsão furada mais, digamos, estrutural: de que seu governo promoveria uma ‘revolução moral e ética’ na política brasileira. Consta que Lula descobriu ser necessário negociar com Judas, conforme declaração bem mais recente. Para parte da torcida, foi um gol contra, para usar uma metáfora ao gosto do presidente.
E falando de futebol, nos anos 00 o Brasil conquistou uma e perdeu outra Copa do Mundo. Ganhou em 2002, quando muita gente dava por certa a derrota. E perdeu em 2006, quando muita gente… bom, quando muita gente dava por certa a derrota também. Má vontade? Talvez. O que pode estar por trás disso é mais uma previsão furada: a de que Ronaldo estava ou está acabado. É uma previsão que vem sendo reeditada ao longo da década. Em 2008, coube a Pelé fazer a sua: 1) Ronaldo não volta a jogar ‘no mesmo nível’; e 2) Ronaldo terá de perder ‘muito peso’.
Alguns prognósticos são hilários de tão furados. Como este livro do comentarista conservador Shelby Steele, de 2007: ‘Por que estamos empolgados com Obama e por que ele não conseguirá vencer’. Ou mais essa do Bush, em 2008: ‘Não sou economista, mas acredito que estamos crescendo’. Ou essa de Bernard Madoff, antes de se revelar um dos maiores fraudadores da história americana: ‘No atual ambiente regulador, é praticamente impossível violar as regras’. E ainda: O acelerador de partículas LHC, na Suíça, iria acabar com o mundo. O Iraque teria um arsenal de armas de destruição em massa. O Tietê seria navegável, limpo e não só iria transbordar uma vez a cada 100 anos. O IPod seria uma fracasso. Os spams seriam história. E etc.
Tem furo para todos os gostos. Quer comentar? Quer indicar outras previsões furadas? Use a área de comentários. Semana que vem a gente fecha essa fase das indicações e abre a votação.
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Escândalos
- 9 de dezembro de 2009
- 15h19
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A primeira década do século 21 se destacou pela quantidade e disseminação das denúncias de escândalos políticos – tanto nacionais quanto internacionais – através da internet. No Brasil, a década começou com o juiz Nicolau dos Santos Neto – popularmente conhecido como Lalau – e chegamos ao fim de 2009 com o mensalão do DEM. Elencar dez anos de escândalos no País é um trabalho hercúleo.
Podemos citar o Caso Lunus, o painel do Senado, o apagão energético do governo FHC, os mensalões petista e tucano, a crise dos aloprados durante as eleições de 2006 – além da quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo, que resultou na queda do então ministro da Fazenda Antônio Palocci.
Não esqueça da Máfia dos Sanguessugas, a Operação Satiagraha, as eternas crises do governo de Yeda Crusius no Rio Grande do Sul e os casos de corrupção nos Estados que resultaram no impeachment de vários governadores.
Os escândalos internacioais também não ficaram a dever. Quem não esquece a eleição presidencial de George W. Bush em 2000, decidida pela Suprema Corte dos Estados Unidos? Ou das armas de destruição em massa que Saddam Hussein escondeu tão bem no Iraque e que resultou na invasão daquele país pelos americanos?
Em 2004, José María Aznar enganou os espanhóis ao insistir em atribuir à ETA os ataques que deixaram 191 mortos e mais de 2 mil feridos em Madrid às vésperas das eleições gerais, mesmo depois do surgimento de claras evidências de que se tratava de uma ação de terroristas islâmicos.
Nem vamos destacar Silvio Berlusconi e seu novo status de Rock Star. É hours concours. A lista vai longe e o estadao.com.br quer saber quem você incluiria nela. Vamos discutir nos comentários aí embaixo?
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Livro da década
- 9 de dezembro de 2009
- 12h41
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- Por Teresa Ribeiro
Qual o livro da década? O livro da década para mim é um, para você é outro. Ler é um exercício tão solitário, silencioso, íntimo… mas, uma das melhores partes de um livro é justamente poder falar sobre ele com quem gosta de ler, descobrir prazeres e diferenças. Gostar ou não de um livro pode aproximar ou distanciar você de alguém, uma eleição de afinidades. Essa é a proposta, que você participe da escolha do melhor livro da década.
Eu já comecei, conversando com colegas da redação, Ubiratan Brasil, Daniel Jelin, Edmundo Leite, e concordamos mais ou menos com alguns movimentos importantes no período. Pistas para você.
O livro da década será brasileiro ou estrangeiro? Se for para escolher uma expressão de fôlego da literatura brasileira, então o romance seria ‘Dois Irmãos’ do Milton Hatoum, um nome que já começa a superar o de Machado de Assis além mar. Claro, em termos mundiais, Paulo Coelho ainda é o cara nesta década, consolidando uma posição incomparável de mais de 100 milhões de livros vendidos e de ser um dos autores mais traduzidos do mundo, mas seu momento maior foi de fato nos anos 90.
Já se o livro da década for estrangeiro, talvez ‘O Código da Vinci’, de Dan Brown feche a discussão. Com uma única obra o autor conseguiu a marca de 80 milhões de exemplares vendidos. Um livro que não só influenciou leitores como imitadores, seguidores e alavancou um gênero literário com este lançamento de 2003. Traduzido em 51 idiomas foi adaptado para o cinema em 2006, também com sucesso estrondoso.
Mas verdade seja dita, a década inteira foi ocupada com os sete volumes da saga Harry Potter, que vendeu cerca de 500 milhões de livros nesse período. Ok, Harry Potter e a Pedra Filosofal foi lançado originalmente em 1997, mas saiu no Brasil em 1. º de janeiro de 2000, marcando a entrada da década em que JK Rowling conquistou justamente aquele leitor tido como irremediavelmente perdido para as outras mídias, o jovem. O fenômeno começou com pais virando madrugadas ao lado dos filhos em filas nas ruas ou dentro de livrarias, à espera de uma nova edição, inevitavelmente pirateada na internet e traduzida em tempo recorde, apesar da tropa de choque da autora contra a pirataria. No cinema, as adaptações materializam o diálogo entre a escritora e seu público. Os fãs crescem junto com os personagens, vivenciam a infância, adolescência e juventude de Harry (Daniel Radcliffe) e seus amigos Rony (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson), além de saber perfeitamente o que se passa no universo de uma escola. Muito mais que isso. Rowling estabelece um diálogo inusitado com seu público usando habilmente as ferramentas dos internautas, com sites interativos, leituras e entrevistas pela web, blogs, games e tudo o mais. Impossível saber se seus leitores seguiram lendo mais e mais livros, mas não parece haver dúvida de que essa saga tenha sido a marca de uma geração.
Algumas listas de livros para você buscar inspiração e decidir qual o seu livro da década:
Site do Prêmio Jabuti com várias edições
Lista dos 100 melhores livros da revista Bravo!
Os mais vendidos da revista Veja
Mais vendidos na lista da Wikipedia
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Fato que alterou a história na década
- 8 de dezembro de 2009
- 23h40
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- Por Pablo Pereira
No plano nacional, a decisão do eleitorado brasileiro, em outubro de 2002, de eleger Lula para presidente da República. No plano internacional, o ataque às torres gêmeas em Nova York, em 11 de setembro de 2001.
Concordam?
Acrescentem (nos comentários) outros fatos que mudaram a história nesse período.
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Empresa da década
- 8 de dezembro de 2009
- 21h16
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- Por Renato Cruz
Qual é a empresa que mais se destacou nos últimos 10 anos? Uma resposta óbvia seria o Google, que passou de queridinho da internet a nêmesis das empresas tradicionais de comunicação. De qualquer forma, o Google representa melhor do que ninguém a revolução que a rede mundial trouxe aos mais variados setores da economia. É uma empresa que faturou US$ 21,8 bilhões no ano passado, cobrando centavos por cliques em anúncios de texto. O Google está hoje numa posição em que a Microsoft e a IBM estiveram no passado: é a empresa a ser admirada e a ser temida. É quem os concorrentes acusam de dominação de mercado. É para quem as empresas iniciantes querem ser vendidas.
Mas existem outras. A Apple poderia ter sido escolhida a empresa da década de 1970, por causa do Apple II. Ou da década de 1980, com o Macintosh. Depois deles, a computação não foi a mesma. Nesta década, ofereceu ao mundo o iPod e o iPhone, que redefiniram o consumo de música e a telefonia celular, respectivamente. Revolucionar três mercados não é pouca coisa.
Há empresas mais novas que o Google que já causaram um impacto considerável na internet. Uma delas é o Twitter, que, 140 caracteres por vez, trouxe ao mundo o pulso do momento, a capacidade de se saber o que está acontecendo neste momento. Outra é o Facebook, que lidera a febre das redes sociais no mundo (apesar de não liderá-la no Brasil). Apesar de essas duas empresas ainda terem que provar que são capazes de dar dinheiro, ocupam um espaço importante na vida de muitas pessoas.
Sei que a vida empresarial não se resume ao setor de tecnologia, mas é difícil pensar em empresas que tenham promovido mudanças tão grandes no cotidiano durante os últimos anos. Ou não. Sugestões? Que empresa você escolheria?
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Humanitário da década
- 8 de dezembro de 2009
- 19h04
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- Por Adriana Carranca
Por definição, humanitário é aquele que se interessa pela melhoria da condição humana. Desses, quero crer, há milhares entre nós. Na prática, para ter tal título, não basta ter interesse, mas trabalhar por isso. O que implica, muitas vezes, em abrir mão dos próprios interesses e de questões individuais em favor de um objetivo comum, do coletivo, de algo que beneficie a todos. É aí que a lista se encolhe.
Vivemos a era do individualismo, do carro frequentemente ocupado somente pelo motorista, dos prédios com cinco garagens para guardar o automóvel blindado de cada integrante da família, que já não se reúne; de vizinhos desconhecidos, de filhos criados por babás, de vovós esticadas e ‘botocudas’ graças a promessas de juventude express (gente, eu tenho saudade do cabelo branco e das rugas de uma vida bem vivida das antigas vovós!).
Vivemos a desconfiança mútua, de tudo e de todos. São tempos de vidro fechado, de porta trancada, de muros altos, de cerca elétrica, de criança que não brinca mais na rua, de jardins e canteiros protegidos por grades para o bem dos motoristas e moradores que olham de longe o verde passar pela janela e acham lindo, da beleza artificial acima do bem viver.
Vejam vocês que dia desses eu estive em uma nutróloga, porque ando me alimentando muito mal, e ocorreu à doutora, esticadinha que só, me dar uma dica de método natural contra o envelhecimento: não sorrir, nem chorar, nem emburrar ou tampouco se emocionar, mantendo sempre o mesmo semblante. Socorro! Se rir dá rugas, eu quero morrer parecendo uma casca de maracujá!
Enfim, o leitor deve estar se perguntando o que é que tudo isso tem a ver com o humanitário da década. A resposta é: tem tudo. Porque ser humanitário começa em participar da vida coletiva em família, no condomínio, nas reunião da associação do bairro, nas gentilezas praticadas no caminho de casa para o trabalho, no olhar para o lado e enxergar o outro, na confiança e importância do seu voto, em gastar uns minutinhos para verificar, afinal, o que anda aprontando o seu vereador, em se interessar pela vizinhança, em contribuir com uma cidade, um estado, um país melhor e daí virá um mundo melhor.
Assim, os nomes votados aqui devem servir não para criar heróis, mas para que sejam uma inspiração para o meu e o seu dia a dia. Porque a melhoria da condição humana começa com a gente!
Abraços,
Adriana
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time da década
- 8 de dezembro de 2009
- 18h42
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- Por Luiz Prosperi
Vamos eleger o time da década? Eu já tenho o meu: o Barcelona de 2005/2006, de Ronaldinho Gaúcho & cia. O nosso Ronaldinho jogou muito, encantou o mundo. E o Barça ganhou tudo na Espanha e na Europa. Vamos combinar uma coisa: o time da década só pode ser da América do Sul ou da Europa. Não se esqueçam do São Paulo, campeão mundial de 2005… Boca Juniors…
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Qual o melhor vídeo online dos últimos 10 anos?
- 8 de dezembro de 2009
- 17h57
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- Por
Não quero desmerecer as outras categorias desta Retrospectiva, mas escolher o melhor vídeo online da década é das tarefas mais difíceis e, quiça, a mais disputada deste blog. Pense comigo, caro leitor: quantos links para o YouTube você recebe por dia, seja pelo Twitter, pelo MSN ou por aquele seu tio chato, que todo dia lhe sugere por e-mail algo engraçadinho que existe na internet?
Todo dia é dia de um novo vídeo com potencial viral dentro dos YouTubes da vida. Mas como escolher um único filmete dentre os milhares que vimos desde que a revolução do vídeo atingiu a web? Para isso estou aqui, para lhes ajudar a montar uma lista com os Top 15 vídeos da década. Para, daí sim, podermos escolher o campeão.
Não basta ser apenas engraçado: um vídeo viral, é aquele que ultrapassa os limites virtuais e se torna um ícone da cultura pop. Vira estampa de camiseta, ganha funk, remix e gíria usada nas ruas. Ou que apresente uma inovação tão grande que vire modelo para todo o resto que surgir depois dele.
Deixaria uma sugestão aqui: a de evitar escolher vídeos de alguma coisa da TV – William Waack chamando Zelda Melo de Zelda “merda” no Jornal da Globo, por exemplo. Vamos focar nas produções 100% internet – que pode incluir uma websérie ou mesmo um curta feito apenas para a rede.
Fiz uma gigantesca lista de sugestões para vocês refrescarem a memória. É só dar play e depois deixar suas sugestões nos comentários!
- Dança do Quadrado: foi hit de carnaval e todo mundo já fez essa dancinha em alguma festa infantil
- Tapa na Pantera: revelou novos talentos do audiovisual brasileiro e fez de Maria Alice Vergueiro um ícone jovem. “Fuma aqui, toma um chá”
- Evolution of Dance: foi por anos o mais visto do YouTube. Em seis minutos, Jud Laipply revisita grandes danças da história
- OK Go – Here It Goes Again: ensinou as bandas como criar um videoclipe nos tempos do YouTube – basta ser simples e criativo
- Where the Hell Is Matt?: ele viajou o mundo, patrocinado por uma empresa de chicletes, apenas para ser filmado nessa dancinha. É o emprego dos sonhos
- Noah Takes a Photo: durante seis anos, Noah tirou uma foto sua todo santo dia. Depois fez uma montagem cronológica. Foi copiado a exaustão.
- David after dentist: no banco de trás do carro do pai, David é filmado logo após sair do dentista (e um pouco alterado da anestesia)
- Paródia de Festa no Apê: Rafinha Bastos, antes de ser comediante de stand-up e virar apresentador do CQC, fazia vídeos para a internet no começo da década. Esse aqui é um clássico!
- Coca Diet com Mentos: o que acontece quando se põe essa balinha dentro da garrafa do refrigerante? Todo mundo quis copiar o experimento do EepyBird
- Numa Numa: o gordinho que se filmou na webcam cantando a música que Latinou regravou como Festa No Apê foi zoado até dizer chega
- Lonelygirl15: a menina que vivia trancada no quarto e produzia um diário para a web era uma grande farsa: tratava-se de um seriado online
- Obama Girl: a garota que dizia ter uma queda pelo então pré-candidato democrata à presidência americana foi um hit imenso nos EUA
- Ruth Lemos: traída por um ponto eletrônico que tinha falha no retorno, a nutricionista criou o bordão “sanduíche-íche”
- Jeremias Muito Louco: ele é preso por dirigir embriagado e é entrevistado pela TV assim que chega na prisão. Suas declarações rendem paródias até hoje
- Confissões de um emo: o adolescente Guilherme Zaiden criou um monte de personagens para uma série de vídeos no YouTube. Nenhum bate o Bonequinho de Porcelana
- Keyboard Cat: o vídeo do falecido gato Fatso “tocando” teclado virou sinônimo para representar a trapalhada de alguém
- Cacete de agulha: no banco de sangue, o entrevistado diz à repórter que doar sangue realmente não dói nada
- Vai Tomar no…: uma das músicas mais insuportáveis do planeta. Mas não teve quem não cantou a criação de Cris Nicolotti
- Free Hugs: um homem sai às ruas com a seguinte placa “abraço grátis”. Sim, essa ideia surgiu daqui
- Star Wars Kid: um menino do Canadá se filma fazendo malabarismos com uma barra. Seu jeito atrapalhado o fez ser sacaneado no mundo inteiro
- Charlie Bit My Finger: o irmão mais velho dá o seu dedinho para o caçula morder. Pelo jeito, doeu horrores.
- Dramatic Chipmunk: a descrição do vídeo é “os melhores cinco segundos da internet”. E é mesmo!
- Biafra e o parapente: o cantor dos anos 80 está cantando o seu maior hit, Sonho de Ícaro, quando de repente…
- Ópera do Mallandro: curta musical de André Moraes, com Lázaro Ramos e Wagner Moura, que mostra a importância de Sérgio Mallandro para a cultura brasileira
- Conversas de Elevador: Felipe Reis criou uma série em que os personagens são os vizinhos do seu prédio. O cenário é o elevador do edifício.
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Mulherão da década
- 8 de dezembro de 2009
- 17h45
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Amigas e amigos,
temos aqui uma discussão sobre ‘o mulherão’ da década. Em primeiro lugar, ‘o que é um mulherão’? Não sei. Talvez você possa me dizer. Vou citar algumas representantes da categoria ‘mulherão’ e você me diz se elas são ou não são. Se tiver alguma para indicar, por favor fique à vontade. Mulherão nunca é demais. Abs, F.
Angelina Jolie
Halle Berry
Ivete Sangalo
Shakira
Cláudia Leitte
Catherine Zeta-Jones
Gisele Bündchen
Jennifer Lopez
Luciana Gimenez
Fernanda Lima
Camila Pitanga
Sabrina Sato
Britney Spears
Beyoncé
Scarlett Johansson
Lady Gaga
Madonna
Juliana Paes
Luana Piovani
Amigas e amigos,
Se a gente fosse escolher pela votação do público, ‘a minha mulher’ ganharia de goleada. Atrizes como Eva Mendes e ‘celebridades’ como Mulher Melancia também foram votadas, mas acabaram de fora por critérios subjetivos (como todos os critérios dessa categoria, aliás). Muito legal a participação de todos, um super obrigado. Agora é para valer: a votação definitiva começa na segunda-feira, 14 de dezembro. Portanto, se ninguém reclamar, a lista de 15 finalistas na categoria ‘Mulherão da Década’ ficou assim:
Angelina Jolie
Halle Berry
Shakira
Cláudia Leitte
Catherine Zeta-Jones
Gisele Bündchen
Jennifer Lopez
Ellen Roche
Sabrina Sato
Beyoncé
Scarlett Johansson
Madonna
Juliana Paes
Deborah Secco
Carla Bruni
PS. A vencedora ganhará um fim de semana em um hotel cinco estrelas com Felipe Machado.
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