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A/O líder política/o da década

Caras e caros,

Nos próximos dias os internautas escolherão a/o líder política/o desta primeira década do século XXI.

 Até esta 5afeira reuniremos os nomes de 20 candidatos a “líder política/o da década”.

Para serem candidatos, as pessoas em questão devem ser líderes na área da política, isto é, podem ser presidentes, vice-presidentes, reis, rainhas, princesas, comandantes guerrilheiros, ditadores, generais, líderes de movimentos pacifistas, parlamentares, primeiro-ministros, ministros, prefeitos, governadores, líderes partidários, entre outros cargos formais e informais.

Na 6afeira defenestraremos gentilmente cinco nomes da lista, que ficará reduzida a um grupo de 15 aspirantes ao título.

É preciso ressaltar que a categoria de “líder política/o” não depende exclusivamente de um comportamento angelical, pragmático, demoníaco, perverso, edificante ou destrutivo da pessoa em questão. Isto é: a/o líder em questão pode ter o comportamento de um escoteiro…mas também o do mais perverso torturador.

O fato de ser o “líder” do decênio em questão deve-se ao poder, influência ou capacidade de alterar – ou manter – os fatos mundiais. Para bem ou para mal, um líder que influenciou os eventos mundiais.

Também é verdade que nem sempre as ações de um líder ficam evidentes em uma década ou ano determinado. Ocasionalmente, um líder planta uma boa – ou má – semente de algo e os resultados podem frutificar posteriormente.

Alguns líderes agem na surdina. Ou, às vezes suas ações conseguem mais ibope do que as próprias figuras.

Explico, em relação à ciência (que não é nosso assunto neste caso): uma lista das 100 pessoas mais influentes da História, realizado nos EUA no final dos anos 70, colocava nessa centena crucial, junto com nomes como o de César, Maomé, Napoleão, Mao Tsé Tung, Galileu – entre outros – o nome de Gregory Goodwin Pinkus.

Quem era este senhor? Nada mais nada menos que o inventor da pílula anticoncepcional, que possibilitou em grande parte a revolução sexual do século XX.

A revista Time, que faz a lista do ‘homem do ano’ desde 1927, colocou como o ‘homem do ano’ de 1930 o líder hindu Mahatma Gandhi. Em 1936 a pessoa escolhida foi Wallis Simpson, a pivô da renúncia do rei Eduardo VIII. Em 1938 o escolhido foi Adolf Hitler. E em 1939 foi Josef Stalin (eleito novamente em 1942). Em 1940 o eleito foi Winston Churchill. Em 1979 o homem eleito foi o aiatolá Komeini. E em 2001, o prefeito de N.York, Rudolph Giuliani.

Se a revista Time tivesse existido no 452 d. C, quando Roma – capital na época do Império Romano – esteve a ponto de cair nas mãos dos Hunos, possivelmente o líder desses hooligans das estepes, o sr. Átila, teria sido na revista “Tempus”, o “Anni Homo”.

Aqui segue uma lista tentativa e incompleta dos líderes políticos da década

Nicolas P.S. Sarkozy

Vladimir Putin

Barack H. Obama

Kim Jong Il

George W. Bush

Dalai Lama

Ossama bin Laden

Hu Jintao

Hugo Chávez Frías

Omar Hasan Ahmad al-Bashir

Jiang Zemin

Luiz Inácio Lula da Silva

Saddam Hussein

Alvaro Uribe

Fernando Henrique Cardoso

Evo Morales

Cristina E. F de Kirchner

Rei Juan Carlos I

Hillary R. Clinton

Angela Merkel

Silvio Berlusconi

Hamid Karzai

Manuel ‘Tirofijo’ Marulanda

Michelle Bachelet

Mahmoud Ahmadinejad

Néstor C. Kirchner

Gordon Brown

Tony Blair

José María Aznar

José Luis Zapatero

Bento XVI (como chefe do Estado do Vaticano)

João Paulo II (idem)

Por favor, aumentem a lista à vontade.

Quem quiser apresentar seus candidatos, será bem-vindo aqui!

Podem colocar apenas o nome da pessoa, ou também o nome e os motivos que levaram a essa escolha.

Ou simplesmente, debater com os outros comentaristas sobre os nomes que sejam apresentados.

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Comentários racistas, chauvinistas, sexistas ou que coloquem a sociedade de um país como superior a de outro país, não serão publicados.

Tampouco serão publicados ataques pessoais entre leitores nem ocuparemos espaço com observações ortográficas relativas aos comentários dos participantes.
Além disso, não publicaremos palavras ou expressões de baixo calão (a não ser por questões etimológicas, como back ground antropológico). 

 

Abraços a todos,

Ariel

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