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	<title>Renato Cruz &#187; 3G</title>
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	<description>Informações sobre tecnologia</description>
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		<title>A chegada do celular 4G</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 17:07:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Cruz</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 2007, o celular de terceira geração (3G) era uma novidade no Brasil. Três anos depois, as operadoras móveis se preparam para a chegada da quarta geração (4G). A tecnologia deve ser um destaques da Futurecom, evento de telecomunicações que começa amanhã em São Paulo. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) planejava leiloar licenças de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/renato-cruz/files/2010/10/lte.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-8917" src="http://blogs.estadao.com.br/renato-cruz/files/2010/10/lte.jpg" alt="" width="420" height="280" /></a></p>
<p>Em 2007, o celular de terceira geração (3G) era uma novidade no Brasil. Três anos depois, as operadoras móveis se preparam para a chegada da quarta geração (4G). A tecnologia deve ser um destaques da <a href="http://www.futurecom.com.br/" target="_blank">Futurecom</a>, evento de telecomunicações que começa amanhã em São Paulo.</p>
<p>A <a href="http://www.anatel.gov.br/" target="_blank">Agência Nacional de Telecomunicações</a> (Anatel) planejava leiloar licenças de 4G no começo de 2012, mas já pensa em adiantar para o ano que vem, de olho na demanda que virá com a Copa de 2014. Os fornecedores de equipamentos estão animados com a aceleração do processo, mas nem todas as operadoras compartilham o sentimento.</p>
<p>“Pode haver pressão financeira num momento inadequado”, disse uma fonte do mercado. “Ninguém é contra novas tecnologias, mas os investimentos em 3G ainda estão em fase de maturação.”</p>
<p>O 4G usa uma tecnologia chamada Long Term Evolution (LTE), e precisa de uma faixa do espectro de radiofrequências diferente daquela usada pelo 3G. “A experiência para o cliente é igual a de uma rede fixa de altíssima capacidade”, afirmou Lourenço Coelho, vice-presidente da <a href="http://www.ericsson.com.br/" target="_blank">Ericsson</a>, fabricante de equipamentos. A conexão pode ser cinco vezes mais rápida que a oferecida pelas redes 3G em funcionamento no Brasil.</p>
<p>A velocidade máxima chega a 100 megabits por segundo (Mbps), acima do que as operadoras brasileiras oferecem hoje em fibra óptica. Na visão de Wilson Cardoso, diretor de tecnologia da <a href="http://br.nokiasiemensnetworks.com/" target="_blank">Nokia Siemens</a>, que produz equipamentos, a cobertura do 4G acontecerá na forma de hotspots. Ou seja, em pequenas áreas em que o tráfego é maior, como, no caso da Copa, aeroportos, hotéis e estádios.</p>
<p>Os fabricantes veem urgência na implantação do 4G. “Nas grandes áreas metropolitanas, o espectro vai saturar”, afirmou Roberto Falsarella, gerente da fabricante <a href="http://www.alcatel-lucent.com.br/" target="_blank">Alcatel-Lucent</a>. “A demanda por banda larga é maior que a oferta.”</p>
<p>A maioria dos equipamentos 4G deve funcionar também na rede 3G. Fora do Brasil, as redes estão começando a ser ativadas. A primeira operadora do mundo a lançar comercialmente foi a operadora <a href="http://www.teliasonera.com/" target="_blank">TeliaSonera</a>, na Suécia e na Noruega, há menos de um ano. Os primeiros equipamentos são modems, para serem ligados aos computadores.</p>
<p>“Até o fim do ano, devem ter 22 operações no mundo”, disse Helio Oyama, gerente de desenvolvimento de negócios da <a href="http://www.qualcomm.com.br/" target="_blank">Qualcomm</a>, que produz chips. “O LTE é uma alternativa que se desenvolve de forma paralela ao 3G.” Segundo Oyama, as novas versões do 3G, que chegam em breve ao mercado, têm desempenho parecido com o 4G.</p>
<p>Mais informações no <strong>Estado</strong> de hoje (&#8220;<a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101024/not_imp628950,0.php" target="_blank">Operadoras móveis se preparam para o 4G</a>&#8220;, p. B10).</p>
<p>Foto: Divulgação/<a href="http://www.ericsson.com/ericsson/press/photos/lte/4g_lte_h.jpg" target="_blank">Ericsson</a></p>
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		<title>GVT não quer 3G</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/renato-cruz/gvt-nao-quer-3g/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 11:20:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Cruz</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O leilão de uma licença de telefonia celular de terceira geração (3G), que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) planeja fazer até junho, corre o risco de ter somente um participante. O mercado apostava em uma disputa entre Nextel e GVT, operadora que foi comprada recentemente pela francesa Vivendi. No entanto, o presidente da GVT, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-6308" src="http://blogs.estadao.com.br/renato-cruz/files/2010/03/gvt-300x195.jpg" alt="gvt" width="300" height="195" /></p>
<p>O leilão de uma licença de telefonia celular de terceira geração (3G), que a <a href="http://www.anatel.gov.br/">Agência Nacional de Telecomunicações</a> (Anatel) planeja fazer até junho, corre o risco de ter somente um participante. O mercado apostava em uma disputa entre <a href="http://www.nextel.com.br/">Nextel</a> e <a href="http://www.gvt.com.br/">GVT</a>, operadora que foi comprada recentemente pela francesa Vivendi. No entanto, o presidente da GVT, Amos Genish, afirmou ao Estado que não tentará comprar a licença.</p>
<p>&#8220;Não vamos participar do leilão da banda H (como é chamada a licença que será colocada à venda)&#8221;, disse Genish. &#8220;Nos próximos anos, vamos nos focar em nosso negócio principal, que são telefonia fixa, banda larga e TV paga. Seria um movimento perigoso investir em celular agora.&#8221;</p>
<p>Recentemente, a <a href="http://www.vivendi.com/">Vivendi</a> anunciou que planeja entrar no mercado brasileiro de telefonia móvel, via GVT. Mas em nenhum momento as empresas haviam dito que comprariam a licença este ano. A Anatel resolveu reservar a banda H para quem ainda não tem operações nacionais de celular, o que impede, se as regras se mantiverem, que a Vivo, Claro, TIM e Oi participem do leilão.</p>
<p>&#8220;Gastaríamos bilhões sem ter como nos diferenciar das empresas que já estão no mercado&#8221;, explicou Genish, sobre seu desinteresse na banda H. &#8220;Só se resolvêssemos oferecer iPhones de graça, o que só serviria para perder dinheiro.&#8221; Segundo o executivo, a ideia é participar do leilão da quarta geração (4G) da telefonia celular, também conhecida pela sigla LTE, que deve acontecer em 2012. &#8220;Daí, vamos poder dizer que somos a única operadora totalmente 4G do mercado.&#8221;</p>
<p>Com isso, a Nextel pode se tornar a grande beneficiária da banda H. &#8220;A Nextel inflacionou o preço de todo mundo no primeiro leilão de 3G, e agora pode comprar uma licença com o preço lá embaixo&#8221;, disse Luis Minoru Shibata, diretor de Consultoria da PromonLogicalis. A Nextel participou agressivamente do leilão em que a Vivo, Claro, TIM e Oi compraram suas licenças, aumentando o ágio para todos, sem levar nenhuma delas.</p>
<p>Mais informações no <strong>Estado</strong> de hoje (&#8220;<a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100311/not_imp522534,0.php">GVT diz que não vai participar do leilão de licença de celular 3G</a>&#8221; e &#8220;<a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100311/not_imp522535,0.php">Vivendi disputou a compra da GVT com a Telefônica</a>&#8220;, p. B19).</p>
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		<title>Os planos da Nextel para o 3G</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/renato-cruz/os-planos-da-nextel-para-o-3g/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 12:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Cruz</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Banda Larga]]></category>
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		<description><![CDATA[Um dos objetivos para este ano de Sergio Chaia, presidente da Nextel Brasil, é melhorar seu futebol. O mineiro de 44 anos está treinando corrida e fazendo musculação para aperfeiçoar o preparo físico. &#8220;Eu já fui muito bom&#8221;, afirma o executivo, que torce para o Palmeiras. &#8220;Joguei no Guarani quando tinha 13 anos.&#8221; Ele acabou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6003" src="http://blogs.estadao.com.br/renato-cruz/files/2010/02/Nextel.gif" alt="Nextel" width="184" height="103" /></p>
<p>Um dos objetivos para este ano de Sergio Chaia, presidente da <a href="http://www.nextel.com.br/">Nextel Brasil</a>, é melhorar seu futebol. O mineiro de 44 anos está treinando corrida e fazendo musculação para aperfeiçoar o preparo físico. &#8220;Eu já fui muito bom&#8221;, afirma o executivo, que torce para o Palmeiras. &#8220;Joguei no Guarani quando tinha 13 anos.&#8221; Ele acabou sendo convencido pelo pai que era melhor estudar e deixar de lado os sonhos de se tornar jogador profissional. Atualmente, costuma dedicar as noites de terça-feira a partidas com funcionários da Nextel. Na última sexta, planejava participar de um jogo durante a convenção de vendas em Angra dos Reis (RJ).</p>
<p>Ao mesmo tempo em que trabalha seu futebol, Chaia prepara os músculos da Nextel para uma disputa muito mais ambiciosa. Ele quer ser o vencedor em um leilão de licenças de terceira geração (3G) da telefonia celular em abril, tornando-se o quinto operador com presença nacional e competindo em pé de igualdade com a <a href="http://www.vivo.com.br/">Vivo</a>, <a href="http://www.claro.com.br/">Claro</a>, <a href="http://www.tim.com.br/">TIM</a> e <a href="http://www.oi.com.br/">Oi</a>. A briga não será fácil.</p>
<p>A <a href="http://www.anatel.gov.br/">Agência Nacional de Telecomunicações</a> (Anatel) colocou um texto em consulta pública em que impede as operadoras que estão no mercado de participar do leilão.</p>
<p>Mesmo sem elas, o leilão da chamada banda H promete ser disputado. A expectativa do mercado é que a <a href="http://www.gvt.com.br">GVT</a>, recentemente comprada pela francesa Vivendi, apresente propostas pelas licenças. A GVT opera telefonia fixa e banda larga, e não está no mercado celular. Também falam de interesse das japonesas <a href="http://www.nttdocomo.com/">NTT DoCoMo</a> e <a href="http://www.kddi.com/english/">KDDI</a>. Em 2007, a Nextel foi a surpresa do leilão de 3G. Não levou nenhuma licença, mas elevou os ágios para todo mundo.</p>
<p>Chaia não chega a colocar a situação nesses termos, mas o futuro da Nextel Brasil depende em grande parte do sucesso no leilão. Hoje, com seu sistema de rádio, a empresa não consegue oferecer banda larga móvel, o que pode prejudicá-la na competição pelo mercado. Com a tecnologia iDEN, usada pela operadora, é possível consultar e-mails no BlackBerry ou criar sistemas de automação de força de vendas. Mas a velocidade não é suficiente para garantir uma boa navegação na rede.</p>
<p>Mais informações no <strong>Estado</strong> de hoje (&#8220;<a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100208/not_imp507908,0.php">Nextel busca seu futuro na 3G</a>&#8220;, p. N12).</p>
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		<title>Os problemas do 3G</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/renato-cruz/os-problemas-do-3g/</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 13:06:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[3G]]></category>
		<category><![CDATA[Banda Larga]]></category>

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		<description><![CDATA[A banda larga móvel, em que as pessoas usam um minimodem que liga o computador à rede de telefonia celular de terceira geração (3G), tem apresentado um crescimento explosivo. Em 18 meses, partiu de zero para chegar a 4,5 milhões de acessos no País. Essa expansão desenfreada, no entanto, não deixou de ser acompanhada por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A banda larga móvel, em que as pessoas usam um minimodem que liga o computador à rede de telefonia celular de terceira geração (3G), tem apresentado um crescimento explosivo. Em 18 meses, partiu de zero para chegar a 4,5 milhões de acessos no País. Essa expansão desenfreada, no entanto, não deixou de ser acompanhada por problemas. O acesso nem sempre funciona, e tudo fica pior fora das capitais.</p>
<p>O que, pensando bem, é um contrassenso. A grande vantagem da tecnologia é a mobilidade, mas não foram poucos os consumidores decepcionados ao perceber que o acesso não funciona na casa de campo ou na praia. Ou seja, ainda falta mobilidade à banda larga móvel. &#8220;Fizemos uma pesquisa no ano passado que mostrou que o cliente avalia bem a cobertura, mas considera ruim o roaming (<em>capacidade de usar o serviço fora da cidade em que foi contratado</em>)&#8221;, aponta o analista Júlio Püschel, da consultoria <a href="http://www.yankeegroup.com/home.do">Yankee Group</a>.</p>
<p>Foi o caso de Cristiana Cardoso, funcionária pública, que usa a banda larga da <a href="http://www.claro.com.br/">Claro</a> na capital de São Paulo e viajou com seu notebook para Mococa (SP) durante as festas de fim de ano. &#8220;Fiquei quatro ou cinco dias sem usar e só tive assistência quando voltei&#8221;, reclama Cristiana. A Claro não tem 3G em Mococa e o atendente explicou que ela teria de reconfigurar o modem. Cristiana não chegou a testar o serviço depois da reconfiguração.</p>
<p>Sobre o seu caso, a operadora explica, em comunicado: &#8220;A Claro entrou em contato com a sra. Cristiana no dia 8 de janeiro e esclareceu que a cidade de Mococa possui apenas tecnologia GSM e ainda não tem cobertura 3G&#8221;. A operadora ressalta que o modem vem configurado com a opção de rede automática, conectando-se à rede disponível na localidade.</p>
<p>O caso de Renato Pires da Silva Filho é diferente, mas também mostra como a cobertura ainda deixa a desejar no interior. Ele comprou um minimodem da <a href="http://www.tim.com.br/">TIM</a> em Ribeirão Preto (SP), com velocidade de até 600 quilobits por segundo (Kbps). Nos melhores momentos, conseguia menos de 10% da velocidade prometida, o que é próximo de uma linha discada. &#8220;Havia dias em que a velocidade de baixar arquivos era de 7,2 kbps&#8221;, reclama Silva Filho, que trabalha na prefeitura. &#8220;Lentidão total.&#8221;</p>
<p>Depois de quase um ano de briga, conseguiu cancelar o serviço sem ter de pagar a multa contratual. &#8220;Cada hora era uma desculpa diferente&#8221;, diz ele. &#8220;A empresa vem com desculpa esfarrapada e fica te enrolando, enquanto você paga pelo serviço.&#8221; Ele acabou contratando o serviço de outra empresa.</p>
<p>Segundo a TIM, &#8220;não constava nenhuma irregularidade com a conexão do plano TIM Web do cliente&#8221;. A empresa afirmou ainda, em comunicado, que &#8220;investe constantemente na ampliação e melhoria da capacidade de sua rede para tráfego de dados em todo o Brasil e que a velocidade de conexão pode sofrer oscilações em razão de fatores externos que possam vir a interferir no sinal&#8221;.</p>
<p>Mais informações no <strong>Estado</strong> de hoje (&#8220;<a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100207/not_imp507502,0.php">No Brasil, internet móvel quase não tem mobilidade</a>&#8220;, p. B17).</p>
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