SEÇÕES
TAMANHO DO TEXTO

Renato cruz
  • Twitter
  • DIGG

O crescimento do mercado de PCs

  • Por Renato Cruz

Positivo

Com vendas de 10,7 milhões de unidades, o mercado brasileiro de computadores fechou o ano passado como quinto maior do mundo. E, segundo a consultoria IDC, o País deve alcançar o terceiro lugar até o fim de 2010. O maior mercado do mundo são os Estados Unidos, com 64 milhões de PCs por ano, seguido da China (36 milhões), Japão (13 milhões) e Reino Unido (11,2 milhões). A brasileira Positivo Informática (foto), líder no mercado local, vendeu 1,389 milhão de PCs em 2007. Foi a primeira vez que uma fabricante ultrapassou 1 milhão de unidades vendidas em um ano no País.

O mercado de computadores vive um momento favorável, que combina queda de preços (causada pelo câmbio favorável, corte de impostos e aumento da escala de produção) e melhora nas condições de financiamento no varejo. ‘Houve ainda a oferta de pacotes promocionais com operadoras de telefonia para incluir banda larga, o que ajudou a ativar as vendas’, disse, em comunicado, Reinaldo Sakis, analista-sênior da IDC. O Brasil representa 47,3% de todo o volume de microcomputadores vendidos na América Latina. O México, que está em segundo lugar, responde por apenas 19,5% do total.

Mais informações no Estado de hoje, 20/2 (”Brasil já é o quinto maior mercado de PCs do mundo“, para assinantes, p. B12).

Tópicos relacionados

27 Comentários Comente também
  • 20/02/2008 - 17:07
    Enviado por: Chi Qo

    Tá certo que muita gente está comprando seu primeiro computador…
    Mas, deve ter gente trocando de máquina e gerando mais lixo tecnológico.
    Será que não seria o caso de aproveitarmos melhor o potencial de nossos equipamentos? Incrementar softwares livres, estudar mais o funcionamento dos processadores…

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 20/02/2008 - 19:31
    Enviado por: Kuki

    Na minha opiniao deveria haver uma obrigatoriedade dos fabricantes aceitarem de volta seus micros antigos e darem um destino correto aos mesmos, como ja é feito com baterias por exemplo. Este lixo tecnologico tambem vai ocorrer com as TVs convencionais e como tudo no Brasil, so depois que estes lixos comecarem a criar problemas ambientais e de saude publica é que o governo (incluso ai nossos parlamentares) é que vão se mexer.

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 20/02/2008 - 19:32
    Enviado por: frederico cunha

    chi qo
    você está coberto de razão.

    fred6694

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 20/02/2008 - 22:01
    Enviado por: Marcelo

    Isso vcs tem razão, so que tem poucos países que fazem esse recolhimento do lixo tecnológico. O Brasil por tradição não o fará. Os Pneus que por lei tem q recolher em tese não recolhem, muito mal aqui nas principais capitais. O das Baterias so recolhem se o cliente a levar na loja. Senão também… É além das leis, tem que ter educação o povo.

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 21/02/2008 - 04:44
    Enviado por: Eli

    Muito bem!

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 21/02/2008 - 06:52
    Enviado por: Ubiratã

    Existe só dois probleminhas perceptível não na matéria mas sim nos comentários anteriores. Um é não perceber o grau realista de sentido otimista na matéria em ternos econômicos, sociais, educacionais, culturais e porque não ambientais. Pois uma população que consome mais tecnologia de informática, o próprio nome já define uma maior quantidade de informação a essa população. E uma maior quantidade de informação disseminada numa sociedade, é a probabilidade favorável de evolução cultural dessa sociedade. Daí em diante é uma tese inteira se for escrever.
    O segundo probleminha, é que vcs, os que comentaram acima e antes de mim, falam de lixo tecnológico, mas não percebem que na industria de informática, existe um baixo índice de irreversibilidade do produto final. Ou seja, é uma questão termodinâmica. Mais de 90 por cento do material usado em um micro computador é reciclável no ambito da transformção químico-metalurgico. Ou melhor. se derreter tudo separadamente, dá de novo o mesmo material prontinho para se usar, com baixo grau de toxidade. Exemplo o alumínio, que uma vez derretido tem-se uma chapa de alumínio com o mesmo grau de pureza. A parte plástica, terá um aumento de toxidade mas ainda assim poderá ser usado nas partes menos diretas ao consumidor, como por exemplo se tornar uma “roela” de parafuso de poliester, de dentro de uma HD.
    E isso sem contar que um computador, só deverá se tornar um monte de material para ser fundido, porque principalmente chegou a ponto máximo de exaustão ao obsoleto. E vai ser difícil, pois tem gente que ainda dá uso nos XTs de 8 bits. Consegue-se hoje ver plantações inteiras de Canabis Sativa por satélite Landsat Americano, e este ainda tem processadores de 8bits.
    Se vcs observarem na matéria, vcs verão que tanto no Brasil quanto no resto dos países citados, que não aparece a ainda existente cultura da compra do computador self-service, ou os franksteins, que não entram nas cifras apontadas. Mas geram bilhões de dólares, só a Intel teve se não me engano sem parcimônia na casa das dezenas de bilhões em capital movimentado a anos atrás. Duvido que esse capital está ligado diretamente ás montadoras de micros que compram suas peças! Com certeza grande parte desse movimento está na mãos dos revendedores de peças ao consumidor final.
    Isso ainda vai gerar uma expectativa sadia a todos, e principalmente aos governos, no que tange ICMs e IPI. E no final (se não houver desvio) o repasse ao consumidor em educação, saude, transportes, seguranças e etc será muito bom.
    Melhor repensar, o aviso é positivo.
    Na década de 80 por exemplo, o cobre estava sendo condenado como o estanho dez anos antes, por causa do alumínio o substituindo nos enlatados de produtos perecíveis, países inteiros tiveram que se readaptar a falta de demanda do estanho.No caso do cobre com isso, ou seja, a substituição do cobre no mercado eletro-eletrônico pelo alumínio cidades e estados de países fornecedores de cobre estavam virando cidades fantasmas, vide algumas no R.G.Sul. Com a Intel na década de 90 declarando que iria retroceder na construção de seus chips com circuitos a base de alumínio, para chips a base de cobre nos circuitos, levou uma modificação sensível ao cobre como um todo. Reaqueceu tudo ao seu redor direta e indiretamente. (a partir dos Pentiums 2).
    A notícia é boa e um bom aviso aos navegantes da economia formal e até informal.
    Abraços Benedito Ubiratã

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 21/02/2008 - 06:54
    Enviado por: Ubiratã

    por favor que se leia “perceptíveis” em vez de perceptível. E o resto dos erros… Aconteceram!

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 21/02/2008 - 08:04
    Enviado por: Marcelo

    Essag questão de que a população terá acesso a mais informação e bla bla bla eu discordo um pouco. Tiro pela classe C e D. Trabalho na area e sempre vejo essas pessoas ao invez de ter o habito de como vc disse, ter acesso a informação lendo jornais, pesquisando em enciclipedias e assim vai, eles usufruem o computador unicamente para fins de diversão, jogos online, sites de relacionamento, msn. Para pesquisa escolar os alunos procuram trabalhos prontos a pesquisar numa enciclopedia, não é atoa que pesquisa feita por uma Universidade ai de São paulo citou que, o projeto de levar os computadores pra todos alunos das escolar iria ser um fracasso. A população não tem noção do uso ideal da ferramente computador. É uma questão de cultura/educação.

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 21/02/2008 - 08:36
    Enviado por: Lucila

    … se cada UM fizer a sua parte já é um começo. “Sejamos os exemplos e façamos á diferença”.

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 21/02/2008 - 09:25
    Enviado por: Zeca

    E’ isso ai

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 21/02/2008 - 11:24
    Enviado por: Carlos Henrique Schincariol Tavares

    Concordo com a Lucila.
    Eu mesmo antes de comprar meu novo computador, pesquisei se seria possível negociar minha antiga máquina para ter desconto com a nova.
    O problema do Brasileiro é achar que tudo, alguém tem que fazer por ele, temos de ser mais autosuficientes, porque já sabemos a séculos que se dependermos dos nossos políticos…a coisa não anda.
    Mais a notícia em si, é muito animadora, pelo menos estamos no caminho certo.
    Já somos autosustentáveis em alguns mercados, que esse seja o próximo.
    Um bom dia a todos!!!

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 21/02/2008 - 12:12
    Enviado por: Fabio Seiji

    Digam adeus a pipas, bolinha de gude, pião, etc… agora é nova era…era virtual !!!

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 21/02/2008 - 16:21
    Enviado por: Emerson

    Essa noticia seria muito melhor se o pais oferecesse condições adequadas à fabricação de componentes eletrônicos de alta tecnologia .

    80 % dos componentes usados nesses computadores são importados ou seja mais da metade do custo do computador vai para fora do pais .

    As condições necessárias que mencionei seriam :

    - Inflação baixa (já temos)
    - Imposto baixo (não temos)
    - Mão de obra especializada ( temos parcialmente)
    - Pesquisa cientifica em eletronica (não temos)
    - Pesquisa cientifica em Software
    - Atração de fábricas dos grandes nomes da informatica(não temos)

    Teríamos com tudo isso o triplo de empregos gerados nesse setor , pirataria minima , exportação altissima e arrecadação alta de impostos justos .

    Não é a toa que a Asia tem se beneficiado continuamente com a expansão da industria eletronica fina .

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 21/02/2008 - 19:30
    Enviado por: Ed

    Concordo com o Emerson. Quase tudo em um computador vem de fora e isto faz o País crescer muito, mas muito abaixo das expectativas.
    Deveria estimular-se as empresas que produzem os componentes, a montar fábricas no Brasil…ou Brazil ?

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 21/02/2008 - 21:25
    Enviado por: Dominique

    O Brasil, como um país que atingirá o mercado mundial em tecnologia está a caminho de novas etapas, o único problema é o alto custo de equipamentos de informática, pois as melhores opções são de alto custo, que torna difícil aquisição. Temos ótimos profissionais neste ramo.
    E teremos em breve esta qualificação!! Obrigado.

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 22/02/2008 - 00:33
    Enviado por: Domingo Inostroza

    Ubirata pra que compania voce trabalha?
    o probleema nao e o aceceso a informaa Hoje en dia e o que se faz con ela, a preocupacao com o mei ambiente e valida y a industria do aluminio e uma das mas nocivas para a sociedade y para o ser humano.

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 22/02/2008 - 06:35
    Enviado por: Ubiratã

    Eu não trabalho, sou mendingo. Prefiri me tornar um, do que ser um desempregado qualificado, e desqualificado para o mercado. Rssss.
    Em 29 dizia meu avô, que quem era mendingo, era tido como nobre. Pois estes eram os unicos que não se sentiram mal com a crise mundial. Pois estes não tinham dívidas.
    Esse fato aprendi quando muito criança diante dos ensinos dados pelo meu simples avô, um maquinista aposentado da Mogiana.
    Mais tarde cresci, e li alguns autores, e os regionalistas do mundo inteiro confirmou o que o velhinho me ensinará. Um deles fez até um romance famoso “O fio da navalha” por Maughman na década de 20.
    O protagonista era um mendingo que se deu bem no final.
    Tento ser assim.
    Ganhei com o cobre na década de 90. O bastante para poder viajar nesse Brasilzão a fora, e comprar um gol quadradão melhor que meu chevette na época.
    Porém aprendi uma coisa com esse ganho que estabelece o seguinte.
    A informação ainda é importante e ter acesso a ela ainda é difícil. E se tendo o acesso a ela se deve fazer alguma coisa com ela, isso chama-se cobrança. E cobrança não percebem as transições existentes por aí a fora.
    Na época dei essa rebolada, na frente de professores PHDs de diversas áreas, que sustentavam e sustentam a minha fonte de informação.
    Apenas não fazendo nada com o acesso que tinha, e fazendo alguma coisa quando os meus braços da inteligência tinham condições para se fazer algo.
    Eu era aluno na USP, e trabalhava para a Marinha no Projeto do Submarino. Eu apenas atendia ordens e seguia normas científicas. Nada mais do que ver tabelas e conferir se os dados atendiam o que mandava a teoria.
    Não adianta cobrarmos da juventude, ou até mesmo da nossa geração atitude com a informacionalidade dos tempos atuais.
    A minha experiência mostrou-me e duramente que só com condições se pode fazer algo com a informação recebida.
    Muitas vezes se ter informação livre de impedimentos só levanta tristeza, e psicoapatia. Por tanta impotência.
    Lendo a Gazeta Mercantil numa nota de Tecnologia numa segunda feira o jornal de sábado na biblioteca, é que percebi a chamada da Intel, IBM, e Cirix (pois a AMD ainda não tinha força na época pois ainda brigava no mercado com o seu 586) que tudo poderia ser diferente, poderia nessa informação que me lembro de apenas 15 linhas, sem foto, num grande jornal, eu poder fazer alguma coisa. Apenas com o que eu tinha na poupança com minhas aulas particulares de AutoCAD (meados de 95) que ninguém sabia mexer na época, e banco de dados Access.
    Era pouquinho, mas no preço do grama do Cobre dava para investir.
    Mas amigo, eu tinha informação do Titânio, do Ouro então nem se fala, do lixo plástico vindo da Europa, ou do lixo plástico das grandes cidades brasileiras, que hj gera um mercado violento com sacolinhas plásticas recicladas e super-tóxicas e sem aviso às donas de casa que plástico reciclado não é bom pra enrolar carne no Freezer.
    Fora isso… Meu Deus, se ele existe um peso gigantesco de informações em editoriais do Estadão, que tenho contato desde do ínicio da década de 90 quando o Portal do Estado era apenas uma BBS.
    Logo tinha informação em 93 na Bitnet depois na Internet pela FApesp e Estadão.
    Não dá!
    Vcs tem que perceber, precisam perceber que devem parar de castigar com críticas a nossa população.
    Somos imbuídos de alguma proteína que regiamente o DNA humano produz nos brasileiros, que é a proteína que deve estar no cérebro gerando tanta criatividade e percepção para “fumaça”, que sempre sinaliza fogo em algum lugar.
    Somos bons.
    Mas somos impotentes, por uma oligarquia, falida de pessoas que primeiro dominaram, por serem fidalgos, depois os mais novos perceberam que ser filho de algo, levava um sobrenome, então essa oligarquia se deixou dominar por aqueles que tinha “nome”, depois para aqueles que sofreram a transição mundial da nobreza e o legado dos títulos e nomes, pelo legado burgues. Depois essa oligarquia, se prendeu a arranjar alguma situação para serem sempre por cima, e descobriram que ter informação era o feixe de luz arrasador na terra de cegos com milhões de pessoas com um olho só. Afinal depois de Jarbas Passarinho fazer Faculdade era apenas necessário pagar os anos que tinha que estudar em qq faculdade que esteja vizinha aos fundos de sua casa.
    Logo muitos tinham um olho, mas poucos tinham acesso a informação.
    Agora que todos tem. Os que tem um olho dizem que os que não tem nenhum, que eles devem saber o que fazer com o volante da Ferrari que eles tem. Sendo que ela não tem farol e está numa escuridão de dar dó, numa estrada sem acostamento e com precipicios nas marginais.
    Precipicios estes, que só quem lida com informática a muito tempo, sabe que é o vício ao ócio que computador pode gerar. E isso leva a uma improdutividade sem tamanho. Vicia mesmo.
    Ou seja, somos especialistas em repetir o que se fez com os negros, libertaram, mas os deixaram sem subsídios, depois trouxeram os italianos e os enganaram hipocritamente e friamente nos interiores dos estados agrícolas. Depois foi indo e indo, e hoje a oligarquia que agoniza com a certeza de que a “informação” poderá ser o tiro de misericórdia a sua necessidade de ser tutora dos fracos e oprimidos. E utiliza indiscriminadamente Freud.
    Ordenando s tudo e a todos que os futuros poderosos, deveram ser pelo menos, resistentes e vencedores da opressora “cobrança a ineficiência informativa”. Sem que esses resistentes sejam pelo menos preparados e educados para poderem utilizar a ferramenta que poderiam não levar a alguns serem poderosos, mas a maioria.
    Porém a maioria ofusca uma sociedade acostumada não a ter dinheiro no banco, mas sentar no banco da praça, ou na mesa de casa e dizer que ainda está por cima com seu Status Quo de insubistítuível. Regra essa de insubistituição já derrubada pelas regras de Adam smtih no liberalismo pós-revolução industrial, de que insubistituíveis gera perigo ao investidor e ao administrador. Hj isso nem é regra administrativa, pois já estamos no Nmeo-liberalismo que não adianta chorar, não volta mais de onde veio, dos papéis em forma de papers, das melhores universidades do mundo e daqui. E quem a sustenta sabe, dá dinheiro! Seguir a risca o protocolo desses papers.
    E a oligarquia brasileira sente que os mais novos poderiam fazer uma contra-cultura, não para derrubar o neoliberal, mas para pelo menos melhor se adaptar. Só que isso faria que os poucos se tornassem qualquer um.
    A informação deve estar aí sim, por um tempo ilimitado sem que se haja necessidade de consequências paupáveis. Porém deve estar para um momento, em que se tenha condições de fazer algo paupável. E isso não se pode ter cobrança.
    Assim funciona com Ciência, que vive da informação, que ela mesmo faz e sem cobrança, para que de repente um dia alguém “detone ” numa grande idéia, ou teoria numa visão suscinta de tudo que foi feito por ela.
    Assim será com nossos jovens. E talvez daqui a 50 anos teremos resultados. E pasme, teremos resultados. Para agora…
    É só ter a certeza de que se terá informação nos próximos 50 anos sem censura, de nós a Oligarquia falida.

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 22/02/2008 - 06:49
    Enviado por: Ubiratã

    de novo!!!!!
    Se virem os erros…
    – Não sou jornalista.
    Aconteceram.

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 22/02/2008 - 08:41
    Enviado por: PROF ÉDER

    Graças a Deus que ficou tudo barato, o conhecimento tem que ser disseminado, a imformatização tem que ser para todos, isso de criar perspectiva de onde colocar lixo eletronico é para pessoas que tem sentido de visão curto. Eu posso afirmar que já vi televisões jogadas aos cantos de ruas, mas informo que não são muitas, e dificilmente vejo. Lixo eletronico de info. muito dificil, visto que os k6 porretas estão na ativa ate hoje e conheço muita gente que gostaria de ter um e não tem condições financeiras. Informo que de vez em quando vejo na rua, gabinetes velhos… mas são os antigos mesmo, abaixo do pentium 200. Até eu tenho um pentium 200 e não quero jogar ele fora, é minha relíquia. Paguei nele 600 reais em 2003. FICO MUITO FELIZ QUE TODOS TENHAM SEU PC, isso foi meu sonho a 5 anos atras. E outra, as barreiras de importaçao de algumas peças de info tinham que ser zeradas, tipo de placa mae, memo, proc, placa de video, são componetes que nunca sairão da China, ou melhor, sairam dos eua para a china para não mais retornar. Ter informatica e um povo com capacidade tecnologica é um tesouro, conhecimento não regride. A parte de construção de hardware foi para a China, a contrução dos softwares ficaram nos Eua, a entrada de capital nos Eua de valores vindo de softwares é maior do que muitos PIBS de paises latino americanos… isso é conhecimento sendo vendido. Todo ano na China formam 4 milhoes de jovem nas áreas tecnologicas em nível superio ( programadores, construtores de sofwares e sistemas tecnologicos etc ) aqui no brasil não formam 10 mil. Temos que melhorar muito e todos com pcs em casa já vai ajudar bem. Temos que atrair tecnologia e não barreirar. Estamos chegando pertode um preço bom. Um pc na China custa 350 dolares, mais ou menos 600 reais. Se já chegar um pc basico a 700 reais é formidável. Sucesso para todos !!!

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 22/02/2008 - 10:02
    Enviado por: Lucila

    Nossa essa conversa ta dando texto hein?? Legal !!!
    Vou imprimir e encadernar rsrsr

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 22/02/2008 - 10:05
    Enviado por: Lucila

    Pra quê Orkut? Aqui a gente conhece pessoas se informa e ainda fica atualizado… rsrs

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 22/02/2008 - 11:43
    Enviado por: Zeh

    Virou bate papo hahaha.
    qual eh o seu orkut lucila?

    Seguinte… deixando minha opiniao.
    Essa eh uma otima noticia pro Brasil.
    Por favor, nao vamos soh enchergar defeito, procurando falar mal. Nao sei porque mas sinto que nos brasileiros nos menospresamos.
    Nos somos tao bom quanto ou melhores que qualquer um!
    bom dia!

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 22/02/2008 - 14:43
    Enviado por: Kenji

    Concordo com o Zeh. Mas acho que esse costume de nos menospresarmos não vai mudar tão cedo.

    Esse assunto já até rendeu matéria pra um jornalista inglês que, percebendo a nossa ingenuidade, relata seu ponto de vista com relação a nós, Brasileiros.

    Confira a matéria na íntegra no link acima

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 22/02/2008 - 22:29
    Enviado por: Rodrigo

    Os jornalistas estão aparecendo rsrsr

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 24/02/2008 - 10:58
    Enviado por: julio silva

    Estamos ainda distante dos países mais avançados e ricos (E.U.A e JAPÃO).Mesmo comprando mais pcs,ainda não temos conexão banda larga de qualidade a preços acessíveis como ocorre no Japão. Muitos,no Brasil,ainda acessam a web com o velho modem de 56k (linha discada) pelo fato de a banda larga ser caríssima no nosso país comparado ao salário miseravel da maioria da população.

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 24/02/2008 - 19:31
    Enviado por: Ronaldo Ferreira

    Só para citar: a indústria de circuitos eletrônicos (CI) movimentou 240 bilhoes de dolares em 2006. O governo brasileiro está dando os primeiros passos para criar uma indústria desse tipo no brasil. A primeira jogada foi a criação do CEITEC em porto alegre, que será capaz de produzir CI de 8 bits. É um começo.

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 29/02/2008 - 11:26
    Enviado por: Cassio Martins

    Ao invés de virar lixo tecnologico, faça uma doação do seu pc antigo para uma familia carente

    responder este comentáriodenunciar abuso

Deixe um comentário: