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A morte do jornal no século 19

  • Por Renato Cruz

Telégrafo

Com o surgimento do telégrafo elétrico, no final da década de 1830, um jornalista americano chegou a prever o fim do jornal impresso, como “transportador rápido e indispensável das inteligências comercial, política e outras”. Em seu livro The infomation, James Gleick reproduz um parágrafo da previsão:

“Para esse propósito os jornais vão se tornar enfaticamente inúteis. Antecipados a todo momento pelas asas de relâmpago do telégrafo, eles podem somente tratar de ‘itens’ locais ou especulações abstratas. Seu poder de criar sensações, mesmo durante campanhas eleitorais, será bastante reduzido – pois o infalível telégrafo vai contradizer suas falsidades tão rápido quanto eles forem capazes de publicá-las”.

Leia mais: O declínio dos jornais

Foto: Zacatecnik / Creative Commons

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