A coleção de discos de US$ 3 milhões
- 23 de fevereiro de 2008|
- 15h42|
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- Por Renato Cruz

Paul Mawhinney (foto), dono da loja Record Rama, vendeu sua coleção de discos, que ele chama de a maior do mundo, por US$ 3.002.150,00 no site de leilões eBay. São mais de 3 milhões de discos de vinil e 300 mil CDs. Em entrevista à Mojo (em inglês), ele disse que decidiu vender sua coleção porque irá completar 69 anos, tem três filhos e cinco netos, é considerado legalmente cego e chegou a hora de desacelerar e curtir a vida.
O colecionador criticou a revolução do MP3, e defendeu o vinil:
“Escute, o vinil vai viver por muito, muito tempo. Também vou te dizer uma coisa negativa sobre o MP3. A qualidade da música é terrível. Eles cortam a parte de cima e a parte de baixo (do som) e comprimem o que está no meio. O vinil soa dez vezes melhor que qualquer CD e todo mundo que entende de gravações se liga nisso. Além disso, os garotos estão se interessando de novo pelo vinil, e existem grupos que começaram a lançar suas coisas em vinil de novo, em alguns casos exclusivamente.”
O vencedor do leilão mora na Irlanda, fez o depósito inicial de US$ 300 mil e apresentou uma garantia do banco de que tem dinheiro suficiente para pagar pela coleção.
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24/02/2008 - 07:36 Enviado por: Jonas Paulo Negreiros
O personagem da história exagera um pouco; o som do vinil das melhores gravações é tecnicamente três a seis vezes superior em dinâmica e duas vezes superior em resposta em frequência. Só perde para o CD em distorção harmônica. (Isso não é subjetividade!).
O MP3 é mais um exemplo de quando a qualidade cede lugar à comodidade.
O refinamento sonoro do extinto disco de vinil foi o resultado de mais de cem anos de aperfeiçoamentos sobre um mesmo conceito: gravação com agulha.
A ultima gravadora de discos de vinil brasileira fechou as suas portas no ano passado.
O centenário cinescópio é outro exemplo análogo e terá futuro semelhante: as imagens em telas planas devem decretar o fim dos TVs de tubos em poucos anos.
Comodidade versus qualidade…
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24/02/2008 - 14:58 Enviado por: Chi Qo
3 Mi em discos? Ual!!!
Tem gente que pode… -
25/02/2008 - 11:36 Enviado por: Zé Brega
Estou vendendo a minha vasta coleção de discos de vinil, contendo todos os discos gravador por:
- Waldick Soriano
- Lindomar Castilho
- Nelson Ned
- Adilson Ramos
- Agnaldo Timóteo
- Amado Batista
- Almir Rogério
- Odair José
- Sidney Magal
- Reginaldo Rossi
- Wando
- Wanderlei CardosoPreço?
R$ 338.457,00 !!! (estudo propostas)
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25/02/2008 - 12:20 Enviado por: antonio ponce jr
Gastar?!?!?! Quem tem paga quem não tem critica, meu pai tem aproximadamente 120 discos de vinil, todos em sua maioria de 1970 pra frente, avaliados em 300.000, raridades discos de 78 rotações.
Viva o vinil, ninguem que conhece de verdade a musica por criticar e deixa-lo morrer, morte a esses Djs que esquecem do vinil e usam mp3 (bem mais facil né) e computadores para mixar sons… Claro a tecnologia é tudo, imprevisivelmente necessaria, mas venhamos e convenhamos. Musica é musica, boa musica existem poucas, mas musica de verdade, o vinil é tudo.
Pelo menos pra mim
[]‘s
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25/02/2008 - 12:49 Enviado por: Leoneves
Eu daria, se tivesse, esses mesmos três milhões pela coleção do finado Carlos Conde, que enrriqueceu a qualidade musical da FM paulistana com o inesquecível Linha Imaginária, irradiado nas madrugadas de sexta e sábado pela Cultura FM. Eu me lembro de amigos discutindo sobre a estupenda seleção que o Conde havia tocado numa certa madrugada. Não eram poucos que o ouviam.
Que Deus o tenho, Carlos.
Nada consegue aplacar essa saudade! -
25/02/2008 - 13:43 Enviado por: Joao da Mata Costa
Achei baratíssimo o preço vendido. A coleção vale muito mais
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25/02/2008 - 13:48 Enviado por: Daniel
bem menos de 1 dolar por cada peça!
bom negocio para ambos!
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25/02/2008 - 14:52 Enviado por: dmilan
Que pena ficar sabendo só agora, tava louco
para comprar ou trocar pela minha coleção de
tampinhas de garrafa!!!Dmilan
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25/02/2008 - 14:57 Enviado por: Anônimo
Quando o assunto envolve subjetividade e emoção, não adianta ficar discutindo qual é a melhor mídia.Se você ouve um vinil bem gravado, na intimidade de uma sala,com um bom equipamento hi-fi ele continua insuperável.
O mp3 também é bom mas tem as suas restrições,tem a vantagem da mobilidade -
25/02/2008 - 15:03 Enviado por: Fábio André
É incrivel esta coleção de discos e cd´s, eu também tenho minha “simpática” coleção de vinil o qual usava quando curtia meus momentos de como DJ. Sem dúvidas a qualidade do vinil é indiscutível, por mais que tente convencer as pessoas disso, elas nos olham criticamente como se fossemos lunáticos.Nem os agudos remasterizados nos cd´s são iguais aos do vinil, fica lastimável mesmo.É só perguntar a qualquer um fã de house music por exemplo…
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25/02/2008 - 16:47 Enviado por: Ruberval
Na época do vinil não havia pirataria explícita como existe hoje. Tentem lembrar-se do Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Wando, Chitãozinho e Xororó, etc….. reclamando das cópias não-autorizadas.
CD´s, DVD´s, MP3, etc…….. significam evolução e modernidade mas também significam enriquecimento ilícito de alguns chineses e brasileiros que se apossam do trabalho de compositores de músicas sem desembolsarem um único centavo. -
25/02/2008 - 16:56 Enviado por: Tasso
Infelizmente nossa sociedade não tem mais cultura para essa coleção.
Vejam o que aconteceu com a Scalla fm.
e mais!
Lembram da Eldorado?? quero comentar alguns de seu programas c/ seu respectivos prefixos:
Concerto do meio dia (Pedro e o Lobo)
Noite de Jazz (harlen nocturne e depois walk on the wild side c/jimmy smith)
Boca da Noite (Boca da noite c/ paulinho nogueira)
Um piano ao cair da tarde(night train c/ oscar peterson)
Músicas de cinema (Helena de Troia c/ Les Baxter e sua orquestra)
e muito mais!Parece impossível, mas isso era tocado na Eldorado!!
Um deleite p/ os ouvidos, mas hoje infelizmente a demanda foi p/ outro segmento, dentre eles o sertanejo, funk etc, e a boas rádios tiveram que se adequar c/ outras programações.
Quem ouviu, ouviu…
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25/02/2008 - 18:14 Enviado por: Bernardino
Sobre musica brasileira de qualidade visitem
abraços
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25/02/2008 - 18:26 Enviado por: PSB
Talvez o disco de vinil tenha de fato qualidade superior a do CD, mas me pergunto se o ouvido humano consegue detecta-la. CIto duas coisas:
Alguns anos atras reuniram leigos e profissionais na area de musica e pediram que ouvissem varias musicas – algumas gravadas em CD, outras lidas diretamente do vinil. NINGUEM conseguiu distinguir uma de outra.Anos atras conheci um rapaz que cursava musica na universidade, tocava violino. Nao era um grande violinista, mas tinha obitdo com anos e anos de pratica um ouvio afinado – afinal, tocava em uma orquestra filarmonica e isso seria o minimo necessario. Perguntei-lhe se percebia diferenca entre o CD e o vinil. Respondeu-me que, embora seus professores afirmassem haver, ele mesmo nao percebia.
Bem, penso, portanto, que essa qualidade superior nao seja geralmente perceptivel pelo ser humano.
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25/02/2008 - 18:57 Enviado por: Sabino
Acho que depende muito da época do lançamento em CD… nos primórdios dos Cds, Led, Hendrix e Black Sabbath, por exemplo, sempre soaram piores do que os LPs, para mim…
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26/02/2008 - 18:31 Enviado por: ludico
nada tira o prazer de :
pegar a capa
tirar o disco com o plastico
tiras o disco do plastico
abrir a pickup
virar o disco uma ou duas vezes, passar o limpador no disco pra tirar aquela poerinha que s´´o voce vê
colocar o disco na vitrola
(duas opções
selecionar uma musica manualmente, levando a agulha com cuidado até a trilha ou
botar no automatico e deixar o disco tocar inteiro
sentar na poltrona em frente e ouvir aquele disco tantas vezes ouvido, com seus pequenos chiados.em uma certa analogia :
com cd vc ouve a musica
com vinil voce ve a musica…
o balanço da agulha
o chiadinhoviva o vinil
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27/02/2008 - 08:24 Enviado por: roberto
TANTA GENTE NO MUNDO PASSANDO FOME E UM BANANA COLECIONANDO TRANQUEIRA E OUTRO BANANA COMPRANDO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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27/02/2008 - 10:34 Enviado por: fernando
TANTA GENTE NO MUNDO PASSANDO FOME E UM BANANA COLECIONANDO TRANQUEIRA E OUTRO BANANA COMPRANDO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!, como gostaria de ser o banana que comprou a coleção de discos, quanto aos bananas que estao passando fome (essa é para vc roberto), pegue sua casa, seu salario e faça doação seu banana…
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27/02/2008 - 14:18 Enviado por: José Carlos Marques'
Temos discos ainda em acetato antigos tipo Nelson Gonçalves, Chico Alves e outros. Se há interessados entre em contato com meu E-mail.
Obrigado.-
21/02/2010 - 02:00 Enviado por: Miguel
Olá,
gostaria de saber se você possui discos de 78 rotações disponíveis para troca ou venda.
Grato,Miguel.
responder este comentário denunciar abuso
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27/02/2008 - 21:08 Enviado por: Breno Peck
Aos defensores intransigentes do vinil: experimentem sair na rua com sua pequena coleçãozinha de bolachões, pegar um ônibus, entrar num shopping, essas coisas comuns.
O MP3 e os outros formatos de compressão têm sua razão de ser. Criticar por purismo ou saudosismo é burrice.
O dia que o meu iPod tiver 20tb de capacidade, eu compro vinil na hora: pra converter e guardar tudo dentro do HD. Antes disso, é AAC a 192 kbps e paciência.
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28/02/2008 - 08:46 Enviado por: .thiaguinhu
Notável o nível de apreciação da boa musica aqui…mas pergunto: Quem de vocês realmente percebeu a diferença entre vinil e CD?
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01/03/2008 - 10:45 Enviado por: Atos
Avisa ao Breno Peck,que êle entende só de mochila nas costas,de música nada!Parabéns Paul por ter salvo algumas raridades!Aproveite bem a grana saúde e paz!
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02/03/2008 - 18:01 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
Não exagerou em nada; a gravação digital é uma cópia imperfeita e sempre será, mesmo com o DSD – Digital Stream Digital, de 282244 Mhz a 1 bit. A questão é que a onda senoidal que está dentro do LP, com estalinho ou não, ela está intacta, sem nenhuma adulteração física o que é impossível quando se fala em conversão digital (“fatiamento do sinal sonoro”). E a consequencia disso é que o vinil fica com os graves preservados e todos os HARMÔNICOS dos Compostos de Fourier, necessários a reprodução fiel e exata do som e dos formantes de certos instrumentos diferentes entre si. Fora que o vinil é mais do que isso: É Fotografia e Textos, principalmente sobre a música popular Brasileira. Abraços, Joaquim, do blog ‘vinilnaveia’.
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02/03/2008 - 18:07 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
E mais: só não percebe a brutal diferença sonora entre um som de vinil e de CD, HD AAC,
SAC, Blue Ray, etc. QUEM NÃO TEM APARELHAGEM DE QUALIDADE PARA TOCAR AMBOS ou sofre de uma infeliz doença chamada AMUSIA, que muitos não percebem que possam estar tendo e ainda não foi detectada. -
02/03/2008 - 18:18 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
Breno Peck, música é para ouvir, não é para transportar. Se v. quer transportar, coloque seu currículo numa empresa transportadora e poderá ser contratado. A invenção Mídia+tocador de mídia foi DESTINADA aos OUVIDOS, e não às mãos ou às costas. Um piano de cauda só se escuta lá, onde ele está, afinadinho. Repito: O trabalho dos engenheiros em 60 anos de som teve como objetivo O OUVIDO HUMANO, e não as MÃOS. Ou as COSTAS. Então a melhor opção de escuta será em casa mesmo, numa boa sala, com um bom set. Carro não tem acústica e nem nunca terá (problemas insuperáveis…) e som de iPod é pra quem não sabe o que é som ou periga ser atropelado na rua, ou roubado mesmo a mão armada.
Outra: Vinis gravados hoje em DMM são como vinho Português… -
02/03/2008 - 18:42 Enviado por: José Augusto
Breno Peck,
Prefiro ouvir a ótima qualidade sonora do LP no conforto e silêncio de minha casa a ouvir “amostra grátis de música” (MP3) no barulhento e desconfortável ônibus. -
02/03/2008 - 19:15 Enviado por: José Augusto
PSB,
Vários testes cegos, onde as pessoas não sabem qual é a mídia que está tocando, mostram que a maioria prefere o analógico ao digital. -
03/03/2008 - 12:36 Enviado por: ptlap
se não existisse o som digital, minhas filhas não conheceriam todos os sons que conhecem, não saberiam quem foram Frank Zappa, Uriah Heep, BTO e PFM, por exemplo
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03/03/2008 - 23:44 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
Primeiro, não existe “som digital”, ninguém ouve zeros e uns – seres humanos são analógicos! O que existe é som analógico digitalizado, ou seja, estragado, principalmente pra quem não tem referência sonora (bom set em casa). Agora suas filha não cpnhecem Frank Zappa e Uriah Heep e BTO porque você pai, não tratou de manter em sua casa um bom set analógico para educá-las musical e culturalmente. Aliás, o que elas conhecem desses citados provavelmente é só a música e olhe lá, porque mp3 não vem com encarte e nem textos que expliquem a história da banda ou narrem a elaboração da obra-álbum. Hoje em dia está se vivendo uma AINTI-CULTURA que está simplesmente sendo proporcionada por pais que estão deixando seus jovens ao Deus dará. Ninguém lê mais nada! É comum presentes de celulares, máquinas digitais e outros trecos de massa do que bons livros, que, esses sim, estariam a serviço de legar uma boa estrutura psicológica e moral pros filhos.
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04/03/2008 - 00:07 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
E mais: Onde se lê “se não existisse o digital”, leia-se: – PIRATARIA, furto de direito autoral, download de programas peer-to peer (KaZaA, Emule, etc. ou cópias…) não sei como é que muitos pais permitem que seus filhos cometam esses furtos “naturalmente” e ensinem omissivamente que isso é “normal”, é moderno. Porque não se vai á loja de CD e se compra o CD do Uriah Heep do álbum antigo? Ou porque não se pede pra um desses caras aí do Mercado Livre que vendem LP’s pela internete o LP do Uriah Heep? Ou porque não o procuram em sebos em último caso? Esse é o exemplo de retidão que é dado hoje. Donwload sem pagar é FURTO, é furtar fonograma, é lesar o direito autoral do cantor/banda.
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04/03/2008 - 16:34 Enviado por: Ale
Vamos utilizar fogão a lenha, geladeira a gás, velas ao invés de lâmpadas…. Vinil, OK, é legal para quem gosta de curtir velharia.. agora falar que é melhor e blá blá blá… sorry, nasce denovo em 1950 e vai andar de carro de boi.
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04/03/2008 - 22:00 Enviado por: Marcelo
Desde a época da transição do lp pra cd, vejo que as gravadoras sempre desprezaram os colecionadores de discos. Poucos relançamentos (catalogo desprezivel), adaptações graficas ridiculas, som de péssima qualidade (remasterização), diversas coletãneas com as mesmas músicas. Discos importantes de artistas nacionais e internacionais sempre estão fora de catalogo. Quem nos salvou foram o Marcelo Fróes e o Charles Gavin, que batalharam nas gravadoras ótimas reedições. Os LPs, são para poucos, nem todos tem ouvido para música, sinto muito por todos vcs que não sabem ouvir.
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05/03/2008 - 07:34 Enviado por: ptlap
Joaquim, acho que você não sabe quem foram os músicos citados. Quem falou que as minhas músicas estão em MP-3, ou ainda, quem falou em cópias ilegais? São 20 mil CD´s de músicas que eu gosto e que, na época em que foram lançados, eu não tinha dinheiro para comprá-los.
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05/03/2008 - 07:49 Enviado por: ptlap
Quero corrigir, na época em que foram lançados em vinil, eu não tinha dinheiro para comprar e, certamente não permaneceriam em catálogo tanto tempo e não seriam relançados, por falta de interesse que justificasse. Som digital, digitalizado ou outro nome qualquer que você coloque, não interessa, o que importa é que Geantle Giant, Slade, Led Zeppelin, Captain Beyond, Cat stevens, Paul Anka, Guess Who, If e muitos brasileiros que fazem música boa, estaria esquecidos, em nome de um purismo que eu respeito e também curto, pois quando posso, ouço discos de vinil em meu pick-up Thorens, com cápsula shure V-15 type IV. Valeu Joaquim.
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05/03/2008 - 12:46 Enviado por: Fabio
99% dos sons que eu escuto (os sons da natureza, da cidade, de um piano ou violão ao vivo) são totalmente analógicos e com qualidade muito superior à de um vinil. Ainda assim a qualidade deles não me deixa extasiado, portanto não será a de um vinil que irá fazê-lo.
Muito poucas pessoas são capazes de distinguir digital de analógico, e somente por meio de um equipamento caríssimo. Ou seja, esqueçam.
Toda mídia é uma representação limitada da realidade. TV, fotografia, vídeo, música. Ninguém aqui discorda de que uma imagem de cinema é muito inferior ao que os nossos olhos vêem no mundo real. Mas o que importa é que o nosso cérebro tem essa capacidade maravilhosa de abstrair, preencher as lacunas e simplesmente apreciar a mídia a ponto de aceitar aquilo como real.
Essas pessoas que se dizem “apreciadoras” de música, que passam a vida obcecadas com juntar o melhor equipamento de som possível… receiver valvulado isso, caixas de som aquilo, agulha ninja para a vitrola… são justamente as pessoas que menos conseguem apreciar de fato uma música. Sempre descobrem uma nova micro falha no seu som e lá vão eles atrás de estabilizador de linha, cabos com plugue de ouro… rsrs. Não tem fim.
E chamam isso de apreciar! Pra mim, um jovem ouvindo um mp3 na rua, cantando e batucando… isso sim é apreciar um som. Talvez o cérebro dessas pessoas tenha dificuldade de fazer justamente essa abstração, de preencher as lacunas e simplesmente viajar no que estão escutando. Fica se preocupando com o timbre, o SNR, etc. Agora, aquela emoção que sentimos quando ouvimos algo que nos toca – ainda que com qualidade ruim, como num som de carro via FM – isso eles não têm.
Agora uma polêmica pra vocês.
Somos constantemente adestrados para ver a pirataria como algo ruim. A própria palavra “pirataria” já assumiu uma conotação terrível.
Pois pra mim essa “pirataria” nada mais é do que o motor de uma mudança que há muito devia ter acontecido. Uma mudança que em última instância vai determinar o fim desse modelo podre de música através de gravadoras.
Um CD comprado por 25 reais hoje não rende para o artista nem 2 reais. O resto fica com a gravadora, distribuidora, lojista, shopping center, etc. Defender o status quo é defender um modelo onde o artista – que é a única coisa que me leva a comprar um disco! – fica com uma parcela pífia do dinheiro que eu desembolso.
Eu quero comprar uma música e quero que o artista fique com 70% do meu dinheiro, e não 2%. Eu quero pagar 3 dólares pelo download de um disco de uma banda japonesa ao invés de pagar R$ 120,00 por um CD importado. Há 30 anos isso seria impossível, mas hoje é possível de fazer, sim.
Quem ganha mantendo as coisas como estão? As gravadoras parasitas e os seus agregados. E quem ganha com a mudança? Nós todos. E os artistas.
Para os interessados, alguns exemplos. Vejam o caso do último Álbum do Radiohead. Para um exemplo mais “low profile” dêem uma olhada no site Magnatune.
E finalmente comentando a notícia… legal.. o cara devia ter feito isso muito antes. rsrs.
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06/03/2008 - 11:22 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
Fábio, essa toda sua argumentação é apenas para justificar a falta de ouvido que v. tem! V. não tem ouvido cara, então pare de ofender quem tem. Temos uma área do cérebro, relativa a percepção dos sons, mais desenvolvida que a sua. V. está querendo se colocar como parâmetro! Que isso! Diferença tem, E MUITA! Por exemplo, uma fotografia batida numa Nikon FM2 é um espetáculo em tudo; numa Nikon Digital, ela se mostrará “achatada”, não terá a profundidade de campo! Páre de tentar nivelar a todos com suas limitações físico-intelectuais! Se você tiver DESEJO de aprender, conseguirá um dia perceber o que todos percebemos com a maior facilidade.
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06/03/2008 - 11:28 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
Outra coisa: quem disse que uma pessoa não pode se emocionar com uma coisa ruim? Pode, pode escutar uma mésica péssima feita por um sujeito que nem português sabe falar e amar aquilo, vibrar com aquilo!!! Por exemplo, um bandido adora quando mata alguém que ele diz que não presta… Tudo é representação, mas NEM TUDO É SELEÇÃO! Refinamento depende de cultura (sentido estrito) e de inteligência, coisa que pouquíssimas pessoas tem hoje.
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06/03/2008 - 11:34 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
Obrigado ptlap. Agora estamos entendidos. Marcelo, é isso aí que v. falou: Há pessoas que NÃO TEM OUVIDO e querem NIVELAR TODO MUNDO POR BAIXO… E ainda tem a questão médica da AMUSIA, que é uma espécie de escala de mais para menos para se perceber diferença entre sons. Quem sofre de uma doença chamada Amusia, não consegue diferenciar o som de um piano de um toque de um sino, por exemplo. Abcs ptlap e Marcelo. Joaquim.
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06/03/2008 - 12:25 Enviado por: ptlap
Joaquim, você está certo, mas não adianta discutir, aproveite seu tempo para ouvir suas músicas, e como você, assim como eu, não pode, como determinadas pessoas, ouvir apenas sons de instrumentos, nem tem interesse de ficar ouvindo ruídos, sim porque os sons da natureza tudo bem, mas os da cidade, não dá para aceitar, então ouça o que você gosta, da melhor maneira possível. Abraço, decibéis e qualidade.
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07/03/2008 - 07:34 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
Ale, andar de carro de boi é ótimo!!! É romântico!! Principalmente onde nenhuma Ranger anda ou abastece. Agora se vc acha que curtir vinis é velharia, comece por você: Deixe de curtir invenções velhas: Não assista mais televisão, não escute mais FM; não curta mais o seu sofá, não fale mais ao telefone nem ao celular; não escreva mais com caneta, não pegue mais ônibus e nem passe pela velha roleta, não assista mais cinema, não sente mais no sofá da sua sala, aliás, deixe de morar em casa ou apartamento – são invenções velhas, more num tubo hi-tec, não beba mais água em copo e nem use mais lâmina de barbear. Aliás, aproveite e veja se consegue um download aí de um novo cérebro pra você… porque o seu, meu caro, já tá “velho”…
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07/03/2008 - 07:40 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
Nada é velho ou obsoleto. Tecnologias são adequadas ou inadequadas para isto ou aquilo. E de resto, apreciar isto ou aquilo sempre vai depender da cultura do indivíduo. Cultura, coisa que está cada vez mais difícil de se encontrar hoje em dia em alguém.
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07/03/2008 - 07:46 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
PSB, só não percebe a diferença em superioridade entre um LP e um CD quem:
- Ou não tem ouvido;
- Ou não tem um equipamento bom.
- Ou sofre de amusia. -
10/03/2008 - 20:35 Enviado por: Marcelo
A falta de cultura do povão é tanta, que os classicos da música brasileira (mpb,rock,jovem-guarda,bossa nova, samba,regional etc) estão desaparecidos das prateleiras, provavelmente estão todos nos sebos japoneses! Sim, eles entendem mais de mpb que nós!
Por que será que esse povo ainda cultua o lp? Por que será que na Inglaterra, Alemanha, América ainda se prensa vinil? Um abraço aos amigos da bolacha!!! -
11/03/2008 - 05:37 Enviado por: Joaquim
Marcelo, impressionante simplesmente o seu comentário aí acima! O povão está decaindo de nível cultural, principalmente essa garotada aí que curte esse funk e rap vazio e pornográfico e sem nível nenhum. Aceito qualquer música, desde que com Letra, Melodia, Harmonia e Ritmo (em letras maísculas mesmo!) E mais: não sabem o que é ÁUDIO, som como deve ser: está sendo vendidos por aí caixas e systems que só reproduzem bem aqueles graves SUB e nada mais. Uma bela porcaria e o sujeito acha que está comprando um sonzão… Fui almoçar ontem num shopping e a comida quase não desceu direito, escutando (sujando meus ouvidos) com aquele grave repetitivo (sim, aquele BOM BOM que se escuta nesses carros de playboy com mala cheia de “besteiro-audio”. E v. tem toda a razão: Porque é que os Japoneses e os outros povos estão sugando a nossa MBrasileira? Porque eles tem MASSA CINZENTA, tem algo na cabeça. E porque será que lá fora LPs e tocadiscos (e decks!) nunca deixaram de serem fabricados? Pela mesmíssima razão! O Brasil é a África do Áudio… (e do Sul…). Abraços nos vinileiros e porque não, nos de outras mídias que sabem curtir música que preste, principalmente a nossa MB dos anos 68,69 70 e 80. Joaquim Cutrim.
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11/03/2008 - 05:44 Enviado por: Joaquim
Claro, O Brasil é a África do NORTE do Áudio, e não do Sul… ha ha ha. Uma pena essa incultura manifesta. O Brasil é suicida, avacalha o que tem de bom (principalmente certas novelas, por exemplo) avacalha produtos culturais que nascem aqui com total criatividade (O Axé, mesmo comercial, é um exemplo) porque tem uma elite que tem medo de se identificar com o que diz ser vulgar. O Brasil é culturalmente suicida também na medida que joga no lixo todo o passado da nossa bossa nova e MB (MPB foi uma sigla preconceituosa, criada pela elite que a rejeitava) pelo que se vê aí dessa garotada que só curte a vazia música eletrônica (batecum eletrônico) (eu disse SÓ curte isso) e essas letras CATÁRTICAS de um nível psicológico nível de primata.
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13/03/2008 - 19:18 Enviado por: Fabio
Joaquim, você está enganado.
A profundidade de campo depende exclusivamente da abertura do diafragma da lente – nada mais. Não faz diferença alguma se a lente está projetando a imagem sobre um negativo ou sobre um sensor CCD ou CMOS.
Como eu disse anteriormente, “99% dos sons que eu escuto (os sons da natureza, da cidade, de um piano ou violão ao vivo) são totalmente analógicos e com qualidade muito superior à de um vinil. Ainda assim a qualidade deles não me deixa extasiado, portanto não será a de um vinil que irá fazê-lo.”
A minha opinião não tem a ver com uma possível amusia da minha parte. Ela é válida, independentemente da sensibilidade dos meus ouvidos. O fato é que por mais perfeito que seja, o vinil apenas reproduz a realidade. E se estou totalmente acostumado a essa realidade – que é perfeita – não será a reprodução que me deixará encantado, por mais perfeita que seja.
Aliás, você deveria aprender o significado da palavra amusia antes de usá-la. Essa doença está relacionada a dificuldade com ritmos e tons e não tem nada a ver com a sensibilidade do ouvido a frequencias. Uma pessoa que não distingue o vinil do CD ou o CD de um FM não sofre de amusia. A amusia é um distúrbio grave, que afeta uma parcela minúscula da população.
O que você está fazendo é o mesmo que chamar uma pessoa que não consegue diferenciar duas cores praticamente idênticas de daltônica ou cega.
Uma nota final: está claro que a sua relação com o vinil e com as coisas analógicas é muito mais emocional do que racional. Isso fica ainda mais transparente através dos seus textos cheios de maiúsculas e comentários preconceituosos (“de um nível psicológico nível [sic] de primata”). Você deveria procurar escrever um texto mais equilibrado e respeitoso… senão também não será respeitado!
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14/03/2008 - 13:03 Enviado por: Ale
Concordo com você fabio. Esse negócio de que Vinil é melhor que CD é pura questão de gosto, e isto não se discute. Agora, com relação aos aspectos técnicos certamente para aqueles que ouvem musica com osciloscópio pode fazer alguma diferença, tem doido para tudo, acho ótimo pois é mais um mercado, um nixo para ser explorado.
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16/03/2008 - 20:42 Enviado por: Joaquim
Fábio, ha, vc não entende de Fotografia. Não vou nem discutir. A perda de definição molecular inexistente na pixealixação digital acaba com a profundidade natural de uma foto simplesmente porfalta de detalhes de sombras coloridas, em nível molecular – estamos falando aqui de 60 milhões de pontos, num simples filme de 100 ASA. Vc definitivamente não sabe NADA sobre fotografia. Fim de papo.
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16/03/2008 - 20:50 Enviado por: Joaquim
E sobre gravação analógica e digital, vc também não entende nada. Por favor, leia a pesquisa mais completa do Brasil sobre o assunto, ( http://vinilnaveia.blogspot.com) inclusive falando sobre eletrônica digital aplicada à informática – tipo modulação sigma delta em áudio que v. não sabe nem para onde vai isso, falando sobre os componentes de Fourier, sobre testes cegos, senóide, “reta” infinita, buracos no espectro da guitarra, enfim, leia, estude antes de falar comigo que pesquiso há 04 anos o assunto, já tendo inclusive sendo procurado para dar entrevista em jornal. V. pelo visto não conhece o mundo global da audiofilia, um mundo à parte, fora daqui do Brasil. Coisas que v. nem sonha. Bom estude, estude e poderemos conversar. Agora repito. Quem não consegue perceber a diferença entre um CD e um vinil num set analógico de primeira tá péssimo de ouvido ou simplesmente não tem área cerebral estimulada e educada para isso. Estude, pesquise antes de falar coisas vagas.
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16/03/2008 - 21:03 Enviado por: Joaquim
É sim de primata esse funk pornográfico que rola por aí, isso é unanimidade e o óbvio do óbvio, além de um som todo capado de ferqüências. Que isso! acorde e reaja, saia do muro… é por isso é que esse mundo tá tomando esse rumo, as pessoas não tem mais coragem de dar opinião, todo mundo só fica “politicamente correto” em cima do muro. É pior do que primata, é de ameba.
Tem um (Funk) aí que diz “eu vou te comer em pé…” isso é o baixo do baixo do baixo e abaixo do nível… -
16/03/2008 - 21:15 Enviado por: Joaquim
Música eletrônica tipo batecum é igual á transe de tambores… ha ha é coisa de primata mesmo, primitiva, só provoca reações catárticas no ser humano, irracionais, medulares, nada melhora o espírito de um ser, nada acrescenta ao cérebro… amigo, nem todos os seres humanos atingirão evolução nessa terra…
Mas há exceções belíssimas de música eletrônica, mas são ilhas, obras raras..
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17/03/2008 - 14:02 Enviado por: Rafael
Caros, eu gosto muito de vinil e de CD.
Quem tem som melhor?
O vinil. E o CD. Pesquiso e estudo isso a 20 anos desde que o CD foi lançado. Entendo muito bem de análise de Fourier.
A diferença são duas: a qualidade da remasterização feita das fitas originais do vinil para o CD e, principalmente, a qualidade do aparelho que toca.
Tenho em casa um DVD player e um CD player no mesmo som, e ouvir CD no DVD player é um horror.
Tenho vários ‘bolachões’, fitas cassete, cd e dvd, gosto de todos. Meu toca disco é mediano, mas a cápsula é de primeira. Reproduz sons acima de 30 Khz. Mas meus simples ouvidos sá vão a 20Khz, então não adianta muito. Por isso fico com todos.
Mas bolachões e fitas cassete tem vida limitada. O CD, dura mais.
Gravar sons no micro e depois fazer um CD tem qualidade melhor que gravar em fita, mas gravar uma fita num deck, se é fita de boa qualidade, e o deck permite ajustes de volume, é obra de arte.
Infelizmete os ‘systems’ substituiram os conjuntos modulares e os gravadores desses ‘systems’ são muito ruins e sem recursos. -
17/03/2008 - 22:41 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
Rafael, sinto muito: Nenhuma indústria de CD gravável dá mais de 10 anos de garantia de vida para um CD. Isso é fato comprovado por revendedores. E quanto ao CD industrializado, perfurado por Mother Glass, o chamado CD-WORM (Write once, ready many), este também tem vida incerta. Você sabia que a reflective layer de um CD é feita de alumínio? Pois é. Ele vai fatalmente sofrer corrosão, pois o Policarbonato que o recobre, seja o do tipo Cianina, Phtalocianina, Azo Mettalic (Cd’s azuis) ou Formazan são materiais porosos ao oxigênio e sofrerão obrigatoriamente sua penetração. Pelo Red Book da Philips, as fábricas que ainda o seguem, a quantidade de erros admissível é apenas de 200 Bler (200 block error) (200 erros de bloco). Bloco, como v. sabe, são setores de bytes, sejam de 16 ou 24 ou os do Sistema Sigma Delta, de 1 bit a 28224 Mhz. Acima de 200 blocos defeituosos, o conversor DAC não consegue mais samplear ou interpolar. Isso resulta em um CD que irá pular aquela faixa ou simplesmente não vai tocar mais. E a oxidação é certa, inevitável. Outros problemas de durabilidade de CD são fungos no processo de fabricação, que irão criar corrosão na reflective layer, e ultrapassado o limite, não abre mais o CD e o problema das “costas” do CD, onde não existe policarbonato, apenas um verniz fino. É mais até por ali que a oxidação começa. Então CD é mídia durável? Creio que seja preciso mais literatura sobre CD.
Agora o PVC de que é construído um vinil tem durabilidade indefinida, até hoje por fabricantes. O PVC é um material inerte quimicamente, não sofre oxidação e desde que mantido longe da incidência direta de raios solares (UVA e UVB), jamais empenarão ou terão o policloreto de vinila deteriorado, rachado. Tanto que estão aí com 60 aos e tocando, e muitos muito bem, já que uma agulha usada até 500 horas não desgasta o sulco e também pelo fato de que elas nunca tocam exatamente no mesmo lugar no sulco. )Engenheiros da Stanton magnetics já testaram agulhas em sulcos em 80 mil ciclos na mesma faixa e nada foi constatado de desgaste em MEV – Microscópio Eletrônico de Varredura). Então quem é mais durável, em condições normais? O PVC do disco de vinil, em condições normais de temperatura e pressão e luminosidade ou o CD, que não pode escapar do oxigênio e das contaminações de outras naturezas? Me responda. -
17/03/2008 - 22:59 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
Mas se v. quiser um CD que não sofra oxidação, existe: São os CD’s com layer de ouro de 24 quilates, de audiófilo. V. compra na Elusivedisc. Agora o processo por fungo nem o ouro garante, mas certamente essas indústrias tem um ar quase 100% puro.
Fitas magnéticas: Duram muito sim. E de 30 anos para cá, a partícula mudou. O óxido de ferro agora é tratado quimicamente e atinge freqüências que antes só as dióxido de cromo atingiam. Como o Brasil está parado 30 anos em relação a vinil e fita, diferente da Europa, Japão, Estados Unidos, etc… Aqui quase ninguém sabe disso. Lá nada disso deixou de ser fabricado e evoluído. tanto que os cientistas abandonaram as mídias digitais por perda absoluta de confiabilidade e criaram uma fita magnética de 8 terabytes de dados para a guarda de dados sigilosos, justamente por não confiarem mais em nada que seja digital. E a partícula é outra, não é ferrosa. HD’s, Memórias Flash (os iPOd), CD’s Worm, CD-R, RW; todos são instáveis e inseguros, seja por estrutura, seja pelo complexo sistema de leitura, vez que as leitoras e os sistemas Flip-Flop (chaves internas das memórias) também são falhos e imprevisíveis. Nova tecnologia nem sempre representa avanço. A indústria “vende” um sucesso que simplesmente não existe como se planta. (Fita de 8 terabytes – Procure no Site Inovação Tecnológica). (Também procure um CD que está sendo desenvolvido SEM reflective layer de alumínio, justamente para evitar o problema da oxidação inevitável). (Veja também o substituto do CD e SACD, XRCD, e Blue-Ray: O HD AAC. Um novo codec que roda a 24 bits e 96 a.s (ou como erroneamante dizem, 96 “Khz”). Mas tudo isso é digital, e digital tem o problema da morte súbita, como já expliquei. Nos meus 3 blogs (como o 1º acima), dou mais informações, pesquisadas e referenciadas internacionalmente. Abcs Joaquim.
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17/03/2008 - 23:13 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
E pra finalizar, para todos aqui prestarem atenção: Um set digital, do CD ao Tocador (Ledora ótica), são descartáveis (não duram) e sofrerão obsolência e abandono pela indústria que viu nisso um nicho de lucro: a descartabilidade. Agora v. não pode dizer o mesmo de um toca-discos (Uma MK, por exemplo ou Numark TTUSB), uma cápsula de 200 dólares (Benz, Grado, Audiotéchnica, Sumiko etc.) e um Vinil, ou um antigo bem conservado e limpo, ou um de vanguarda, fabricado pelo recente método DMM – Direct Metal Mastering, usado pela Pauler Acoustics, do Engº Gunter Pauler. Analógico é para sempre, não existe a palavra descartabilidade. (Conheça também o Toca Vinil a laser, da ELP Corporation Japan).
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18/03/2008 - 08:31 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
É tanta coisa que falta dizer: Não é o intervalo de freqüências ou o seu limite – 20hz – a 20khz (do CD…), é a qualidade dessas freqüências, q-u-a-l-i-d-a-d-e… Pois os harmônicos de Fourier ou Compostos de Fourier que são as “fatias” do sanduíche de CADA nota musical (no mínimo 10, sem controvérsia) é que são dramaticamente prejudicados, falsificados, sintetizados imperfeitamente pela quantização imperfeita que é problema de TODA digitalização, inclusive as das imagens, sejam elas de fotos ou imagens em movimento. Cor é pior, se nota com mais facilidade. Mas voltando a SOM: Ainda tem o problema, grande Rafael, dos FORMANTES… Nenhum computador por mais perfeito que seja conseguiu replicar ou reproduzir os Formantes de um Stradivárius digitalmente. Nenhum. Nenhum. Outra coisa que discordo. O Vinil tem mais “Bandwith”. Ou seja, atinge, sem distorcer (porque o pobre do CD já agoniza nos 20 khz), tranquilamente 7 hertz (pesquisa comprovada – pós-graduação) a 60 khz!!!! Isso, 7 hz a 60 khz, essa é a banda do vinil, amigo. E isso, se ouve? Talvez não os 60, mas v. tem quentos sentidos? Um? Ou 5 como eu? Isso que quero dizer, o corpo humano tem capacidade de SENTIR os sons de outra forma que não somente pelos nossos ouvidos, muitas das vezes encerados. E a sua pesquisa de 20 anos? Cadê ela escrita? Eu quero Lê-la. Agora a minha de 4 anos, está na WEB, para todo mundo ver. Agora a durabilidade, volto porque essa doeu… V. conhece algum CD de 60 anos tocando? Uma Ledora de pelo menos 10 anos tocando? Agora vinis de 20, 30, 40, 50 e 60 anos estão aí, com seus sulcos preservadíssimos pelos seus colecionadores, intactos, produzindo música integral, sem fatiamento do sinal de áudio.
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18/03/2008 - 08:55 Enviado por: Joaquim.
Fita cassette? Vida limitada? E as fitas de 25 anos que eu tenho tocando aqui, perfeitamete, exatamente como foram fabricadas? V. sabia que as gravações ditas totalmente digitais são uma falácia, uma grande parte delas? Elas simplesmente são “esquentadas” (esse é o termo geral) pelos magníficos Gravadores de Rolo de 12 polegadas de Carretel, fita de 2 polegadas, rodando a 30 i.p.s antes de serem repassadas para digital. Todos os estúdios do mundo sabem disso, Rafa! Sim, é a propriedade maravilhosa que elas tem de poderem ir até +6 dB sem distorcer, controladamente, dando mais dinâmica e calor às gravações digitais e evitando o achatamento perto dos 20 Khz que é a “prisão” das gravações digitais, que clipam se passarem dos 20 khz, são obrigadas a ficarem achatadas (até o sinal no ociloscópio mostra isso). Pois é, veja, isso ninguém fala, a indústria digital fica “caladinha”. Todos os engenheiros de áudio respeitados sabem disso, o privilégio único que tem as cabeças de gravação de terem uma saturação controlada, perfeita, até +6 decibéis. Pesquise isso. Mas aviso: Só em sites de estúdios estrangeiros ou de engenheiros de áudio do mesmo modo.
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18/03/2008 - 08:58 Enviado por: Joaquim
Ia esquecendo de informar: Gravação digital não pode ultrapassar 0 decibel. É achatamento da dinâmica na certa e o fenômeno da clipagem ou clipping.
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18/03/2008 - 12:21 Enviado por: Joaquim
É preciso questionar se toda mudança de tecnologia é avanço… Se toda tecnologia nova realmente produziu uma mudança na nossa felicidade… É preciso questionar se essa mudança que a indústria propõe e vende como felicidade, serve para cada um de nós i-n-d-i-v-i-d-u-a-l-m-e-n-t-e! Querem ver uma coisa? Para se obter uma impressão num papel, sem a menor possibilidade de falha ou necessidade de outros recursos como energia ou aparelhos complexos, como processador (CPU), cabos, monitor, nada superou ainda a máquina de escrever!!!! Pensem racionalmente! Ela não tem pressa, mas garante que vai ser impresso o que v. quer, esteja v. no meio do deserto do Saara! E ninguém vê isso! Claro que a impressora trouxe perfeição e velocidade e possibilidade de edição do erro, sem uso das borrachas (mas nem precisava, basta colocar “onde digo, digo”… e tá tudo certo – o papel não é comunicar?). É preciso parar de ASSOCIAR OBRIGATORIAMENTE propostas tecnológicas com felicidade e mudanças de qualidade de vida. Enfim, tecnologia nova não quer dizer mudança de qualidade de vida em tudo; sempre haverá uma perda, uma desvantagem. Essa tentativa de lavagem cerebral é sempre o papel da indústria, ávida por lucros e números $$. O melhor exemplo do que falo é o Carro Elétrico, perfeito para o problema do aquecimento Global. Mas o que fez a GM? Não o vendeu, apenas contratou aos interessados em “leasing” e depois como viu que ele ameaçaria toda uma indústria em volta do Petróleo e peças, recolheu-os e os destruiu, os picotou literalmente. Quem quiser assistir a esse DVD, basta ir na seção de documentários de qualquer boa locadora de vídeos.
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27/03/2008 - 19:44 Enviado por: Marcelo
Joaquim, quero lhe dar os parabéns pelo seu estudo sobre audio analógico x digital, considero importantissimo que haja pessoas, que valorizem esse segmento, estudando e contribuindo com dados sérios e cientificos, tão raros no Brasil, cada vez mais as pessoas vão se “esquecendo” do passado, e se “perdendo” no presente.
Eu tenho um toca discos simples desses baratos e domésticos, meus discos são 99% prensados no Brasil (lp ,compactos, 10″ e 78 rotações), alguns até estão chiados, mas mesmo assim eu tenho um enorme prazer em tirar o disco da capa, colocar na “vitrola”, olhar aquele selo colorido com os nomes das músicas e dos compositores, o ano em que foi lançado, ve-lo girar, pegar a capa ficar lendo aquelas histórias maravilhosas, que vinham na contra-capa ou no encarte, as letras das canções pra gente cantar junto, capas duplas, capas triplas, ver o nome assinado na capa (lps de 2º mão) ou no selo e ficar pensando quem era tal pessoa que comprou o disco na época, até etiquetas de lojas que já não existem mais, adoro lava-los quando chego em casa com a sacola cheias deles vindo direto dos sebos, eu sei que tudo isso é romantismo de um tempo que se foi, mas afinal quem não tem passado, nunca terá um futuro. Abraços a todos! -
30/03/2008 - 21:23 Enviado por: Joaquim
Marcelo, eu adoro pesquisar em sebos também e lavar LPs que as vezes estão parados mais de 30 anos, sem tocar, com a capa interna esfarinhada; aí a gente que tem um olho clínico, vê que o LP não tem nenhum arranhão, nem micros! E depois de duas lavagens pelo método meu descrito no meu blog http://limpezadevinis.blogspot.com, eu me maravilho COMO O LP AGÜENTA TANTO ATAQUE DE BACTÉRIA POR TANTO TEMPO e depois de uma lavagem ou duas, ele toca com a pureza e fidelidade de som, indo do começo ao fim da faixa final SEM SUJAR A AGULHA! Uma dádiva! Médios cheios, agudos firmes e graves, estes nem precisa comentar: Maravilhosos os graves de um LP. Duradouros, não rápidos como os de um CD. E com +3dB ou + 6dB acima de qualquer mídia digital e isso não é só grave alto: É dinâmica em todas as outras freqüências! Abcs e não esqueça de aderir à campanha. Mandar seu email. O voto é questão privada sua.
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12/04/2008 - 11:21 Enviado por: Breno Peck
Como eu disse antes, formatos de compressão digital de músicas têm sua razão de ser. Alguns puristas aqui não deveriam sequer escutar música que não fosse tocada ao vivo em um “equipamento de qualidade”. Afinal, a gravação acaba por tirar a autenticidade do material, e ele jamais reproduzirá o som exato que se escutava na hora em que foi gravado, nem mesmo o vinil. Só estando lá pra ouvir.
Aos que têm tempo, dinheiro e disposição pra gastar com agulhas, vinis inencontráveis e com disposição pra relevar que novos lançamentos e relançamentos não saem em formato bolachão, meus parabéns.
As pessoas normais, como eu, que podem prescindir de uma limitação ou outra para escutar música, ficarão com o iPod.
Os masters ainda estão nas gravadoras. Protestem pra que lancem formato de música em alta definição, então. Só não me venham pedir estalinho, ok?
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14/04/2008 - 18:49 Enviado por: Joaquim
Bruno Peck… quer dizer que ser normal é não ter ouvido e apuração musical? Bruno, melhore seu ouvido, sugiro a escola Paulista do Fernando Andrette, acho que v. vai escutar algumas freqüências a mais… rs rs. Ah, e comprar ao “vivo e em cores” som de vinil e CD no mesmo padrão de equipamento e aceitar a dura verdade: Digital é perda de som e de beleza de som. Joaquim Martins Cutrim. Pesquisador há 4 anos em gravação digital e analógica.
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14/04/2008 - 18:58 Enviado por: Joaquim
Bruno Peck, acho bom v. ler isto para se atualizar sobre o que fala sobre a não volta do vinil…
“FOLHA DE PERNAMBUCO – 2/23/2007
Indies promovem a volta do vinil
Movidas pelo saudosismo, algumas gravadoras promovem a reabilitação da mídiaSite:
http://www.folhape.com.br/folhape/materia.asp?data_edicao=23/02/2007&mat=31997SÃO PAULO (Folhapress) – Nos últimos anos, restrito ao universo dos sebos e da música eletrônica, o disco de vinil está dando a volta por cima. E, por ironia, justamente devido à falência precoce do seu antigo algoz, o CD, produto que vai perdendo sua razão de ser nesses dias de downloads. Movidos por saudosismo, selos independentes ligados ao rock, como o carioca Gravadora Discos e o goiano Monstro Discos, estão promovendo a reabilitação do vinil. Um dos casos mais simbólicos é o da Reco-Head, de São Paulo. Há poucas semanas, a gravadora lançou um pacote de bons três CDs, que serão seus derradeiros. São eles “Jam Jolie Orquestra” (que também ganha edição em vinil), do dono da gravadora, Arthur Joly; “Druques”, da banda homônima de Bragança Paulista (SP), e “Sol no Escuro”, de Fabio Góes. “Hoje é muito difícil fazer as pessoas comprarem CDs”, diz Joly. A idéia da gravadora é comercializar música em duas frentes: download pago de faixas avulsas e discos de vinil. Segundo Joly, um disco em vinil custa R$ 19 (ao sair da fábrica); um CD completo sai por R$ 5. Além disso, a quantidade do bolachão encomendada é menor (300 unidades). “Vinil é mais caro. Só tem uma fábrica no Brasil que ainda o produz [Poly Som, em Belford Roxo, Rio]. Mas é tão suicida comercialmente quanto fazer um CD”, diz Fabrício Nobre, um dos sócios da Monstro. “Ninguém mais coleciona CD, nem a molecada. Hoje, o CD é mais antigo e demodê do que o vinil.” “Fazemos porque gostamos do formato”, diz Joly.Nobre conta que a tendência é mundial. “Fui no Festival de Roskilde [na Holanda] e todas as bandas tinham compacto em vinil, de Primal Scream a Raconteurs”, conta. Para ele, o revival acontece por causa de um fetiche de quem gosta de rock. “Sabe aqueles adultos que colecionam bonecos e brinquedos? Com o vinil é a mesma coisa: um monte de adultos querendo colecionar discos de vinil.”
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16/04/2008 - 06:02 Enviado por: Joaquim
O Curso do Fernando Andrette de percepção musical em áudio pode ser obtido o enderêço na Revista Clube do Áudio, da CAVI.
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21/04/2008 - 00:50 Enviado por: Breno Peck
Bem, se a minha percepção musical não está muito apurada, segundo a opinião de alguns membros do Talibã dos Vinis, pelo menos a visual está, ao menos comparado ao de certas pessoas.
Porque confundir BrEno com BrUno, e ainda mais em um TEXTO?
Bem, novamente percebo que os fundamentalistas do som puro não entenderam o que eu quis dizer, talvez por pura implicância, talvez por puro recalque, talvez por simples insanidade.
Senhores, quando eu saio do meu trabalho às 18h e pego o trânsito de ruas pequenas e motoristas mal-educados de Belém, eu não quero saber da pureza do som. Eu quero saber de Beethoven nas caixas de som do meu carro. Quando eu me exercito, corro ou caminho, eu pouco me importo com as freqüências que sobram eu me importo em saber que o Sepultura faz o meu tímpano vibrar. Quando eu estou pesquisando música e preciso ter acesso a conteúdo um tantinho mais raro, como Sylvain Luc e seu violão maravilhoso, eu não quero nem saber do infra-som que o meu estômago não vai sentir. EU SIMPLESMENTE QUERO OUVIR MÚSICA.
Quando chegar o dia em que eu tiver dinheiro e tempo pra pesquisar vinis interessantes em sebos escondidos em galerias e puder adquirir um toca discos com uma agulha Audio Technica que vai ser instalado em uma sala especialmente preparada que vai existir no meu três-suítes-mais-gabinete de 200m² (eu chego lá), aí sim, AÍ SIM, eu posso me dar ao luxo — repetindo, LUXO — de escutar as freqüências perdidas.
Mas mesmo assim jamais vou abdicar de Beethoven depois do trabalho, mesmo que seja em MP3 na porcaria do som do meu carro.
Não me entendam mal. Eu NÃO ACHO o CD superior ao vinil. Eu NÃO ACHO a mídia digital superior à analógica. Eu QUERO poder escutar o som de vinil. Eu QUERO poder ter acesso a fidelidade sonora. Mas… simplesmente não dá. Não é pra todo mundo, não é pra toda hora. Entendam isso.
Respeitar as idéias diferentes das de vocês é um bom começo pra podermos discutir esse assunto como pessoas inteligentes. Ou será que o infra-som destrói neurônios?
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23/04/2008 - 14:17 Enviado por: Rafael
Caro Joaquim,
quando escrevi queria apoiá-lo, com relação ao som analógico, por causa desta geração que só conhece som ‘system’ e não sabe o que é ouvir música num equipamento modular, comprado um a um numa loja especializada.
Mas a maneira que me respondeu não pode passar em branco.
Você perguntou sobre minha pesquisa: eu não pretendo e nem tenho tempo de compilar para publicar. Mesmo porque ela comete um grande erro: se basea em testes de equipamentos e opiniões de técnicos de audio, mas ignora os engenheiros que projetaram os equipamentos e os critérios de projeto usados. E pelos dados que você apresenta, sua pesquisa comete o mesmo erro. Veja.
1) Resistência à saturação de fita e clipping de gravação analógica em fita magnética: depende da regulagem de bias (imagino que você saiba o que é isso) do seu gravador. Se as tensões de bias forem abaixo da requerida pela fita, ela satura com intendidade de son abaixo de 0 Db. Se for mais alta, não satura mesmo que atinja o limite do aparelho.
2) Duração do CD: tenho CD com mais de quinze anos que tocam como novos. Meus CD players tem a mesma leitora ótica pelo mesmo período e não dão sinal de desgaste. A propósito, você deixaria suas crianças de um ano e de oito anos, e também a babá delas, tocarem vinil o dia todo no seu pick-up?
3) Você deveria se informar melhor sobre como o alumínio se oxida. O Al se oxida logo ao sair do alto forno, mas diferente do ferro, o oxido de alumínio forma uma camada que protege o metal de corrosões. Na verdade todo alumínio seja de que uso for já é oxidado. Ésse é um dos motivos para ser usado na indústria aeronáutica.
4) Os computadores reproduzem qq instrumento musical que você queira, a qualidade do som depende da sua placa de som e do programa ‘player’ usado.
5) Os Cd’s musicais reproduzem sons até 20Khz somente porque as empresas que os fabricam quizeram assim. Na verdade os CD´s de dados contém freqüências bem acima disso. Os equipamentos digitais reproduzem qq freqüencia que seja requerida na aplicação. P. ex, máquinas de ultra som (são digitais) usados na manutenção aeronáutica trabalham com freqüencias até 900 Mhz.
Por fim, a qualidade do som reproduzido depende do equipamento que você tem, e não se é analógico ou digital. mesmo o MP3. Ou você vai me convencer que os toca-discos dos aparelhos tres-em-um tem som melhor que CD.
Você deve mostrar as qualidades do som analógico, mas não tente menosprezar o digital, este veio para ficar, e está apenas começando, enquanto o analógico já tem mais de 100 anos de desenvolvimento. -
27/04/2008 - 00:35 Enviado por: Joaquim
Breno, desculpe errar seu nome…
Não somos fundamentalistas. Isso seria uma injúria a nós todos. Apenas somos apaixonados, é bem diferente. Não atacamos ninguém na rua e nem explodimos cercados de vinis…
O que queremos dizer é que optamos por musicalidade, e não praticidade. Não suportamos barulho de trânsito atrapalhando o som ruim que qualquer carro tem – lataria não é item acústico – somos audiófilos de carteirinha e sofá. Apenas somos diferentes e queremos que todos conheçam o que soa melhor, para agradar mais aos ouvidos de de todos. Perceba que isso é um msilencioso movimento de educação musical, o nosso ouvido é sujo de ouvir poluição sonora. Te convidar para uma sala, seja com CD ou vinil, é te chamar a atenção que v. está pondo a praticiade como prioridade em relação à musicalidade, o que é um absurdo. Eu escuto CD e fita dentro do meu carro também, mas é um Horror, é melhor quando estaciono e tem pouca graça, já que é um som capado e que não emociona. Apenas leva a cantarolar. Chamado você e outros como v. para descobrir o que é um espectro musical completo, é querer seu bem e não competir com v. ou menosprezá-lo. E não é verdade que montar uma sala de som é caro. Pode me consultar que terei o maior prazer em instruí-lo, seja o som que v. prferir: mp3, CD, SACD, XRCD, Buy-Ray ou Vinil, de preferência, de 180 gramas em cápsulas moving magnet importadas ou moving coil. É só isso, queremos que v. descubra coisas que não conhece, que nunca escutou. Só isso. Não vamos mas insistir. Perdõe-nos, não vamos mais incomodá-lo. Abraços de um educador musical, que criou 5 blogs sobre música de áudio para tentar educar o Brasil em escuta caseira. Abcs Joaquim.
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27/04/2008 - 01:21 Enviado por: Joaquim
Rafael, por partes:
1. Eu nunca falei em saturaçao e clipping de fita (!!!!!) Isso nem existe. Me prove onde está escrito isso no meu blog, v. deve ter entendido errado.
O que existe é saturaçaõ controla da até + 5 decibéis e os efeitos wooding and silking. O arredondamento da onda quadrada digital. Esquentar gravações digitais, coisa que se faz pelo mundo inteiro.
2. A informaçao de que CD’s duram 10 anos não é minha, eu ponho a fonte. O Link no meu blog. Agora vários lotes são prensados. Uns tem mais sorte de não sofrerem contaminação. E a oxidação é um fato, desde que se abre um CD e não existe CD de 60 anos. Lá, saberemos. O CD é uma mídia de construção complexa (3 elementos diferentes) e o alumínio não dura para sempre, jamais. Mesmo em cima de um policarbonato. Aranhões fazem mais estragos num CD que num LP: No LP, v. conserta o defeito ou segue para a faixa da frente. O CD simplesmente PÁRA. Principalmente se o arranhão é no índice, já que ele roda do centro para a periferia. O verniz das suas costas ou pintura é fraquíssimo, uma vez arranhado perde-se a mídia. E quem escuta LP na minha casa são os donos da casa, e não babás. Para a babá aí sim, eu dou um CD ou uma fita copiada, já que serão descartáveis. Curtir LP é curtir uma cultura. Somos diferentes Rafael, apenas isso. Valorizamos a musicalidade em prol da “praticidade” fútil e capitalista em relação à música. Música não tem meio termo: Ou é bem escutada ou não é bem escutada.3. No item 3 v. está errado. É claro que quase tudo no mundo oxida, com raras exceções. É o famoso REDOX. As porosidades de qualquer matéria, como no caso o policarbonato e o verniz se encarregarão disso. Não confie: CD morre de enfarto e não tem jeito de ressuscitar. V. escuta um LP arranhado e sujo de 30 anos, duvido que v. faça isso com um CD nas mesmas condições.
Item 4: Não é verdade: Formantes já foram tentados serem reproduzidos em computador e o máximo que se chegou foram 5.000 formantes, se não me engano na exatidão. Eram 8.000. Isso é pesquisa. O digital não consegue reproduzir os formantes de um stradivaruis, por exemplo, ele soará como um violino comum. Coisas de 0 e 1.
5. Não é verdade: a limitação é produzida melos miseráveis 16 bits a 44.1 Hhz. As ondas mais agudas chegam achatadas no “botton”, no teto, na parte onde a dinâmica requer liberdade. Leia John Vestaman, por favor. Um CD não passa me miseráveis 20 Khz, uma agulha Grado Blue chega a impressionantes 66 Khz. Isso: de 7 hz a 66 Khz a + 6 decibéis. Essa é a vantagem do Vinil, que tem a senóide completa, sem compressão ou com amostragem infinita. Isso sem falar nas MC – moving coils. No LP, o corpo humano sente o Grave, não os ouvidos. E as freqüências altas, embora não escutadas, são percebidas. Creia. O Original é melhor que a cópia. CD é cópia de vinil, é cópia de analógico. JAMAIS poderia ser melhor. Apneas tem uma pureza, confusa e sem palco, sem equilíbrio tonal. Falei?
Outra coisa: Não confunda digital empregado para outros fins com digital empregado em áudio. O buraco é mais embaixo.
O CD morreu, Rafael. E o digital está com os dias contados em termos de áudio. V. sabia que toca-cd vibra? E isso interfere na qualidade? E esse negócio de 3-em-1 eum respondo: E os minysistems cujos graves são os famosos “graves que vendem, na ferqüência de 60 a 80 hz para impessionar o leigo: Isso é uma propaganda enganosa, posso dizer isso como Advogado de Defesa do Consumidor. saiu até matéria no fantático sobre isso. Isso sim, é enganar o povo com PMPO – potência musical para otários – o cliche não é meu, já caiu na boca do povo. Nesse item, os 3-em-1 são mais honestos, pois não capam frequencia propositadamente para enganar e nem dão potências de trio elétrico nas suas propagandas (600 watts PMPO…!!! que que isso!)5. Equívoco completo. Coisa de quem precisa ler muito sobre áudio. nem vou comentar o absurdo.]
Testes cegos já foram feitos em palco com CD, SACD e Vinil para uma população que não sabia de onde vinha o som e o Vinil ganhou e os Japoneses sairam caladinhos com o rabo entre as pernas. Rafael, a Indústria já esta redescobrindo o vinil, não tem volta. Já tem banda que lançou seu último trabalho só em vinil. Mande-me seu email que eu te mando a a mtéria do Jornal Destak.6. O digital chegou a seu limite. Daí não passa. Só quando inventarem o código nonário, abandonando o binário. Aí sim, cópia perfeita. Mesmo assim, eu não confio em memórias flip-flop e nem em conversores sampleando erros. Quero estalinho, mas estalinho de energia estática ou outro, com a senóide inteira, completa, não fatiada, não roubada nos seus harmônicos.
7. Pois é: 100 anos de desenvolvimento de cápsulas e braços (Tonearm). Não poderia ser diferente. Toca-discos a vácuo… com preço de apartamento de 150 milhões de reais… esse é o topo dos toca-discos, sem falar no vinil com leitura a laser da ELP Corporation. O Mundo é analógico Rafael, v. e seus ouvidos são analógicos, e é por isso que o analógico com analógico se entendem melhor.
Nos só queremos ajudar. Mas fiquem com seus mp3 e CD’s de 16 ou 24 bits software, como o HAAC.
Um abraço e repeitando as diferenças, mas querendo esclarecer a verdade da coisa, ok? -
27/04/2008 - 01:34 Enviado por: Joaquim
Audio-técnica é uma boa cápsula, mas tem melhores com faixa de frequencia até 66 Khz, como a Grado Blue, Red, Silver e a Gold. E são cápsulas baratas, em torno de 200 reais por causa do imposto de importação que totaliza 78% do valor. Eu tenho no orkut uma comunidade http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=11342140490640155618 contra a taxação dos discos de vinil… participe. Ajude o povo a perder menos dinheiro com impostos…
E a matéria é essa: boa de ler.
http://www.destakjornal.com.br/noticia.asp?ref=23426 -
27/04/2008 - 01:35 Enviado por: Joaquim
Não deixe de visitar esse site:
Lá v. encontra agulhas barata e top de linha. Fabricação: 2008.
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27/04/2008 - 08:27 Enviado por: Joaquim
Ôoopaaa! Estamos falando em CD de áudio e não de dados. Mesmo assim, o aumento de freqüências em CD de dados de 24 bits a 96 a.s, como é o novíssimo HD AAC, não pode atingir freqüências de uma cápsula por uma razão simples: Bandwith. A banda do CD é menor e o seu tempo para amostragem também é fica menor resultando em uma menor taxa de bits para essas freqüências. Isso sem falar no “Erro de Dithering”, que diz o seguinte: Quanto mais v. quantiza, quanto maior é a amostragem, maior terá que ser a distribuição aleatória de erros pelo conversor na parte final para analógico (DAC), pois isso é regra: Cada quantização gera um erro. Porque? Porque a onda é quadrada… Então a parte alta do nível, tudo bem, chegou lá, fêz a seqüência da senóide, e a parte de baixo, o cavaco? Ali é que está o erro, que tem que ser “escondido”, misturado. Então à medida que v. sobe a amostragem, mais erros, mais ruído v. insere na música. E esse ruído vem em forma de metalização. É por isso que dizem, com razão, que CD tem um sm metalizado demais, péssimo para equipamentos acústicos, como violão, viola, violino, piano… Entendeu Breno? Agora leia o que um amigo colaborador escreveu (brilhante) no meu blog Vinilnaveia (eu tenho o vinilnaveia2 e o vinilnaveia3 que v. deveria ler, tem muita coisa sobre digitalização, sobre gravação em CD):
Textos de Rafael.Luk
Gostaria de meter a colher no assunto. Antes de mais nada, o CD-DA chega a 22KHz a 0dB, enquanto vinil chega a 45KHz a -3dB, e está ai (!) a vantagem do disco vinil em relação ao CD. Porque? Como o CD-DA é limitado a 22KHz, veremos que as freqüências de 20K(audíveis) serão as mais difíceis para a quantização, pois seu tempo para amostragem é menor, resultando em uma menor taxa de bits para essas freqüências. Já o disco vinil, com resposta em freqüência até 45KHz, vemos que o vinil possui uma maior banda para o registro de informação, fazendo com que as freqüências audíveis de 20KHz sejam registradas em um espaço maior, dando maior fidelidade aos agudos. No CD conhecemos o tamanho dessa banda, que é de aproximadamente 650Mb; já a do vinil é um pouco maior que a do CD-DA, mas não é ilimitada como muitos pensam: é limitada a 45Khz a 33rpm… As tentativas de se criar um novo formato, SACD e DVD-A foram para evitar a compressão e aumentar o tamanho da banda, para maior amostragem; a resposta em freqüência é proporcional ao tamanho da banda. Já é um fenômeno perceptível em vídeo: Quanto maior o tamanho, melhor a qualidade. Na minha opinião (!) não escutamos além dos 20KHz e muito menos o cérebro percebe essas freqüências, pois o ouvido as atenua fortemente para não ocorrer danos e precisaríamos de muita potência para escutar alguma coisa (e com o risco de ficarmos surdos!). Para os tweeters é o mesmo principio: Quanto maior a resposta em freqüência, maior a facilidade e a fidelidade em reproduzir estas freqüências (as de 20KHz). Para Pré-amplificadores e Amplificadores, uma maior facilidade em modular os 20KHz e também menor distorção (mas ai já é outra estória!). Rafael.Luk, em comentário feito em um forum sobre áudio. -
27/04/2008 - 08:43 Enviado por: Joaquim
Eu só faço uma pequena explicação: Essa banda de 22 Khz para o CD e 45 Khz para o Vinil nada tem a ver com freqüência musical. É ESPAÇO DE BANDA GRAVÁVEL. Daí, bandwith. Um cápsula de qualidade chega a agudos na ordem de 66 Khz e a tensão de saída de uma cápsula em milivolts nem se compara com a tensão linear de saída de uma Ledora óptica.
Em tempo: V. disse que tem um toca-CD com 15 anos sem trocar a leitora… V. devia noticiar isso no Guiness Book, pois as leitoras ópticas não passam de 5, 6 anos. Porque? Pelo enfraquecimento do sistema mecânico do foco. Uns tem pequenas molas que perdem a força e conseqüentemente o foco. E ainda tem o problema do fungo nas lentes, impossível de remover sem causar difração e imprestabilidade imediata da leitora, ou ledora. E se sua leitora ainda toca, deve estar no máximo do sampleamento, pois deve estar com o foco bastante prejudicado. E v. não acha outra igual se quiser trocar. Toca-discos não morrem: Basta trocar a agulha (500 horas de duração ótima, sem virar estilete para estragar o sulco) já que uma cápsula tem durabilidade indeterminada. Mas mesmo assim troca-se por razões de tecnologia, as do século 21 são bem melhores, a nanotecnologia ajudou muito. Visite meus blogs: http://vinilnaveia.blogspot.com; o http://vinilnaveia2.blogspot.com e o http://vinilnaveia.blogspot3.com
Um grande abraço, Breno. -
27/04/2008 - 09:15 Enviado por: Joaquim
Bela foi esta lição do professor Alberto, num forum no orkut, sobre Vinil:
VINIL x CD x (DVD-A e SACD)
Esse é um assunto muito polêmico.Na teoria, o Vinil tem largura de faixa infinita, por ser analógico, na prática, um vinil novo, bem prensado, tem largura de aproximadamente 100 Khz.
Já o CD, tem uma “taxa de amostragem” de 44100 Hz, o que dá uma largura de faixa aproximada de 22 Khz segundo o teorema de Niquist.Os críticos do CD argumentam que com uma amostragem de aproximadamente 44 Khz, um som analógico, senoidal de 8 Khz, terá apenas 5 ou 6 amostragens, tornando-o uma escada de sinais “quadrados”. Outro problema do CD é a quantidade de níveis em amplitude, pois usa tecnologia de 16 bits, o que dá 65536 níveis em amplitude.
Para corrigir isso, existem hoje duas novas tecnologias digitais, o DVD-Audio e o SACD (Super Audio CD).
O DVD-Audio tem amostragem de até 192 Khz (96 Khz de largura de banda) por 24 bits em amplitude (16777216 niveis em amplitude).
O SACD é da Sony e trabalha com conversores Digitais Analógicos diferenciais, que usam tecnologia de 1 bit por frequências de amostragem de 1,98 Mhz.
Ambas as tecnologias se propõe a dar a mesma qualidade do Vinil.Para ouvir bem um Vinil você tem que dispor dos seguintes recursos:
- Um VINIL de boa procedência e bem conservado.
- Um toca discos Hi-Fi (Muitos consideram os Direct Drive com controle estroboscópico os melhores).
- Uma cápsula de diamante de boa procedência. (Aqui uma ligeira correção: Cápsulas não são de diamante, agulhas sim. Cápsulas são as de magneto móvel e as de bobina móvel (MC), as melhores.
- Um amplificador ou receiver com boa resposta em frequência.
- Caixas acústicas também com boa resposta em frequência.Veja que todos esses items dão margem a discussão, o assunto é extremamente extenso. Se você quiser continuar a conversar a respeito, me envie um SCRAP e eu volto a este tópico.
Tenho estudado o assunto e feito comparações, muitos são os fatores envolvidos, como ruído, qualidade da gravação, qualidade da masterização em CD, e outros. No geral, em igualdade de condições a qualidade do VINIL é superior.
Prof. Alberto. -
27/04/2008 - 09:24 Enviado por: Joaquim
V. viu, não fui em quem disse, foi um professor da área de física e informática. O Vinil é superior, sua senóide não é fatiada, é inteira, integral, comporta-se como uma reta infinita cujos valores estão infinitamente próximos, não há descontinuidade entre uma crista de freqüência e a outra, ok? Essa descontinuidade existe no digital e se chama amostragem, tiram amostras do original para gerar um onda sintética, que não é a original.
Nota: Eu até escuto CD quando a música que quero escutar não tem em vinil (LP – prefiro esse nome, que é da minha época, tenho 48). Mas ponho os botões do Receiver assim: Os médios e agudos em “Flat” (0) e o grave no máximo, para ficar mais agradável, mais quente e menos metalizado. Duvido: Quem tiver em casa os dois equipamentos, com o mesmo nível de qualidade, pelo tempo, acaba preferindo o Vinil. Afinal, são até + 6 decibéis de grave na masterização o que dá mais graves pro vinil acoplados a todas as freqüências que tem grave aderido. Um som mais emadeirado, mais aveludado, o mais próximo ao som real. -
04/05/2008 - 13:16 Enviado por: fe e ge
temos raridades o ac dc, pink floyd, black sabbath…entre outros do genero…e estamos deixando de colecionar por motivo de espaço…interassados enviar email…
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21/05/2008 - 21:03 Enviado por: Fabio
meu deus…
Joaquim, acho que você deveria procurar tratamento médico. De verdade. Você é uma pessoa amarga e agressiva.. ofende todo mundo que discorda de você… além de ser assustadoramente obcecado por certos assuntos, como evidenciam com clareza suas dezenas de blogs. Esses posts consecutivos frenéticos, descontrolados… bixo, isso não é normal… é doença.
“A perda de definição molecular inexistente na pixealixação digital… detalhes de sombras coloridas, em nível molecular… 60 milhões de pontos, num simples filme de 100 ASA”
Nossa… que diarréia mental-verborrágica. Mas que exibição afobada de termos técnicos difíceis que seus posts se tornaram! Até parece que você compreende alguma coisa do que diz..
Putz… vou até recomendar uns livros: “Eram os Deuses Astronautas” e “O despertar dos Mágicos” de Jacques Bergier… você vai se apaixonar, juro.
“Ser professor não é tanto saber, é um tanto de atitude.”
Impossível uma citação mais apropriada para você, querido! Você acertou em cheio! A sua atitude é realmente impressionante. Assusta um pouco, é verdade, mas passa mesmo a imagem de um “professor”. Já no quesito “saber”…
Fico imaginando o tempo e a energia que você desperdiça nesses blogs loucos. Bixo, arruma um Golden Retriever, uma bicicleta, uma namorada, sei lá. E um psicanalista. Rápido.
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23/05/2008 - 03:02 Enviado por: Fabio
“É preciso questionar se toda mudança de tecnologia é avanço (…) Essa tentativa de lavagem cerebral é sempre o papel da indústria, ávida por lucros e números $$.”
O que você não consegue entender, Joaquim, é que essas tecnologias antigas que você idolatra – vinil, máq. de escrever, fotografia analógica – TAMBÉM foram inventadas por indústrias tão ávidas de lucros quanto as atuais. Apenas fizeram isso no passado.
A máquina de escrever foi inventada para substituir a tipografia ou a própria escrita manual. As empresas que as criaram tinham todo interesse em derrubar as “tecnologias” anteriores para encher o rabo de dinheiro.
O mesmo se aplica às máquinas fotográficas. Quando inventado o filme 35mm foi um golpe duríssimo nos formatos 120mm e formato grande, formatos estes notoriamente muito superiores ao 35mm. O objetivo da invenção do 35mm? Lucro. E de preferência derrubando de vez as tecnologias anteriores.
O vinil, claro, não é diferente – foi inventado para substituir os cilindros de fonógrafos. Seria você ingênuo o suficiente para achar que as empresas que inventaram o vinil nos idos de 1900 estavam interessadas em alguma coisa além do lucro? Além de criar um novo padrão e faturar horrores com ele? Você não percebe que elas “lavaram o cérebro” de toda uma geração acostumada ao fonógrafo oferecendo a “modernidade” na forma de vinil? Se o Joaquim tivesse vivido em 1920 ele desprezaria com todas as forças o vinil e a sua indústria e defenderia com unhas e dentes o fonógrafo, a fotografia 120mm, etc. etc..
“Enfim, tecnologia nova não quer dizer mudança de qualidade de vida em tudo”
Certamente que não. Os mundo seria igualmente feliz sem essas tecnologias – maq. de escrever, vinil, rádio, foto 35mm, etc… tecnologias que foram introduzidas por indústrias inescrupulosas e definitivamente desesperadas por lucros. Ou você é ingênuo de pensar que naquela época o lucro não era o objetivo das empresas?
Você também parece não compreender a relação de qualidade vs. popularização que a tecnologia traz consigo.
A fotografia 35mm que você acha tão maravilhosa é um verdadeiro lixo quando comparada ao formato grande. Se você tivesse vivido na época da fotografia de formato grande você ia vomitar só de pensar em fotografar com 35mm – a perda de qualidade é brutal. No entanto foi um “avanço” tecnológico que popularizou – ou seja, barateou – a fotografia como nunca.
O mesmo vale para muitas outras tecnologias… DVD vs. VHS é um exemplo. E CD vs. vinil é outro. A enorme redução da qualidade da fotografia na introdução do formato 35mm foi considerada aceitavel pelas indústrias em nome de lucros maiores. O CD não trouxe nem de longe uma redução de qualidade tão grande, mas foi sim o movimento da indústria na direção de maior popularização e maiores lucros. Hoje é necessário um poder aquisitivo muito menor para se ter acesso à música do que há 50 anos.
Você vive em um mundo capitalista e se comporta como um capitalista, Joaquim. Aliás, provavelmente defenderia o capitalismo com a própria vida, como 99% dos capitalistas fariam. Por isso não espere de qualquer indústria atitudes não capitalistas.
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20/06/2008 - 18:14 Enviado por: Joaquim Martins Cutrim
Te respondendo, Fábio:
1. Bom, se você acha que defender uma causa ou melhor, uma pesquisa com ardor e convicção é loucura, então, amigo, quem está precisando de médico psicanalista é você. Isso sem contar com as injúrias publicadas aqui que te rederiam já um processo por injúria.
2. Quem é v. para dizer que sou amargo e agressivo? Acho que você está falando de você! por ESTAS palavras é que são amargas e agressivas, as que v. posta PESSOALMENTE para mim. Eu não me dirigi pessoalmente a ninguém neste blog.
3. Obcecado… sou eu obcecado ou v. é um sujeito vazio, que tem inveja da minha pujança por saber, por informação e pesquisa? O que v. escreve? Cadê seus livros virtuais?
4. Diarréia mental verborrágica… sofisma puro. tentativa de enganar os outros com esses clichê baratos e agressivos. O que v. tem pra contestar, com fundamento científico? Nada. V. não pesquisa nada, deve ser um indolente mental.
5. Exibição afobada de termos técnicos difíceis… Afobada? São 4 anos de pesquisa bem fundamentada e reconhecida por esse Brasil inteiro. V. está por fora do que andam falando de mim cara. Lamentavelmente tenho que perder a modéstia: Meu Blog já saiu em Jornal de Estado desse País.
6. Se eu compreendo o que digo? Eu ensino todos os dias. Até para v., se quiser. Se sair do seu pedestal narcísico de nada.
7. Me diga o que v. escreve? O que v. devolve ao povo? Me diga? V. só combate com argumentos vazios e vulgares, sem fundamentação científica nenhuma.
8. Dispenso seus livros vulgares. Leio Sociologia e faço Mestrado.
9. Quem é você para julgar-me como professor? Meus alunos de Processo Civil sim. ok? E você já ensinou em Universidade?
10. Nem português v. sabe: Bicho não é com “x”, e sim com ch. Isso já demonstra que v. não lê nada!
11. Recomenda-me uma namorada, cães violentos (como a sua personalidade)… v. é que é um doente, Fábio. Um narcisista que não agüentou ver suas idéias estremecidas por alguém autêntico como eu que corajosamente escreve o que pesquisa. SEJA AUTÊNTICO e escreva, ao invés de criticar sem base científica o que os outros escrevem. E respeite, se v. pelo menos sabe o que é a boa dialética científica.
12. Claro que sei que a indústria “enrrola” o povo desde o vapor de Watson. Desde o Carro elétrico, que foi destruído e banido para não ameaçar a indústria do petróleo. Sei de tantas da indústria… Esse conhecimento não é privilégio seu, Fábio.
(continua) > -
20/06/2008 - 18:25 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
13. Formatos de negativos… v. não vai querer me ensinar isso, né? Deixe isso com a minha turma de veteranos da Fotografia.
14. Lucro sim, mas desenvolveram o LIVING STEREO E O DYNAGROOVE. Tinham também interesse em qualidade, embora o LIVING STEREO fosse superior. Então não como v. fala, mais uma vez sem fundamento nenhum. Cadê as suas fontes? As minhas estão nas minhas obras.
15. A película (esse é o termo, aliás, o que v. quis dizer e não soube, Fábio).
16. MEU BLOGS. Amigo, tem mais gente pra elogiar do que para destruir como você, que deve ser uma pessoa vazia e que não sabe escrever nada porque não tem conteúdo e nem procura. Gurado todos os emails de elogios e já fui entrevistado pelo Diário Catarinense, que gostou das minhas autênticas idéias sobre o vinil. E da minha paixão por ele. Agora v. deve estar falando isso porque não se apaixona por nada nesta vida!
17. Ingênuo? Não, não sou ingênuo. Sou apenas corajoso em escrever o que muitos gostariam mas não tem coragem. E sou autêntico no que escrevo, e transparente nos meus sentimentos. V. Deve ser um senso-comunzão da vida que não admite ler algo que vá de encontro a seus paradigmas e crenças. Crie coragem. E escreva o que é seu.
18. Não pareço compreender a relação de qualidade vs. popularidade? Bom, V. é que precisa saber que essa comparação é vulgar do ponto de vista científico e o que existe é INDÚSTRIA DE MASSA, que só piora o que v. compra. Não há durabilidade, quase tudo é descartável e lixo para o meio ambiente.
19.A fotografia 35 mm batida em uma Nikon FM2, por exemplo, é uma perfeição! V. quis se referir aos plotters que plotam cartazes gigantes (outdoors); isso sim, concordo, foi um avanço. Ficou mais fácil e mais perfeita a reprodução de imagens gigantes. Mas só isso. Cartazes são destruídos depois para substituição por outros. E isso é do campo da publicidade, e não da Fotografia pura. Eu falo aqui de Fotografia com “F” maísculo e de áudio com “A” maísculo.
20. Popularização quase sempre é sinônimo de perda de qualidade (fotos achatadas, sem profundidade). Isso é notório e pacífico, unânime entre quem sabe. tanto em Foto como em Áudio. Aliás, popularização é cultura de massa!
21. De onde v. tirou essa idéia de que me comporto como um capitalista? Se eu o fosse, não perderia meu tempo escrevendo CONTRA A CORRENTE! Sou pela durabilidade, e não pela cultura da descartabilidade. Que significa lixo. E lixo é tudo que precisamos combater. Isso é capitalismo Fábio? Então esse pensamento é capitalista? Se eu fosse capitalista estaria defendendo a explosão das máquinas compactas digitais e outras invenções enganosas de hoje! Infelizmente pegam o brasileiro, mas não pegam o europeu, o americano, por exemplo, porque são mais bem informados e procuram por essa informação.
22. Fábio, acabe com o vazio de idéias de sua vida e esse comportamento senso comum e pare de ler livros de MASSA. Faça um mestrado em sociologia e descubra o tanto que v. é uma CÓPIA perfeita daquilo que o “estabilishment” quer. daquilço que o mundo periférico moderno quer que cada nº (ser humano) seja.
23. Fábio, sou da geração 70. Uma geração que não tinha medo de dizer o que pensava – embora não pudesse falar tudo (ditadura). Uma geração autêntica, que tinha bandeiras. Que tinha lutas. E não uma geração vazia, que hoje fica no muro. Eu me acostumei com isso. Não sei qual é a sua geração.Agora, da próxima vez que se dirigir a mim, não me injurie por favor. Posso tomar providências que vão te atrapalhar. faça o bom diálogo, contestador. mas cortez. Urbano. Combata o bom combate. Abraços, Joaquim.
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04/07/2008 - 21:33 Enviado por: Breno Peck
Caro Joaquim,
desculpe-me mas o seu mea culpa não é sincero. O tom da crítica de vocês à minha opinião foi agressivo, com ar de superioridade intelectual, esnobe demais. Chegar e pedir desculpas porque eu aumentei o tom das críticas não vai adiantar.
Mas isso é bobagem, e estou disposto a continuar o debate, desde que as diferentes opiniões aqui sejam tratadas com respeito. Pelo que vi, acompanhando o debate, existe uma soberba muito grande por aqui, o que não advoga em favor do vinil.
Joaquim, não existe trocar praticidade por sonoridade. O problema é que simplesmente não existe a opção da sonoridade. Não para quem não tenha a audiofilia como um hobby ou como profissão. Veja bem. Sou advogado, fotógrafo e já fui músico (de banda de baile, diga-se de passagem). O dia só tem 24h e o orçamento no fim do mês é apertado.
Para comprar um equipamento de áudio com fidelidade, precisarei de tempo, disposição e dinheiro. Tempo pra pesquisar, disposição pra procurar equipamento e mídia, dinheiro pra gastar em tecnologia, sobre a qual incidirão impostos de importação e frete, porque na minha cidade não vende esse tipo de hardware. Em outras palavras, eu simplesmente não encontro equipamento analógico de qualidade em qualquer shopping center ou comércio do centro da cidade (e ainda tem a questão do preço). Mas digital, sim.
Simplesmente — e infelizmente — a audiofilia é um projeto ao qual eu e muita gente não pode se dar ao luxo de se dedicar. Mas os formatos digitais dão a esse tipo de público uma liberdade e uma capacidade de armazenamento extremamente. Sem eles eu não conheceria metade da música que eu conheço e gosto. Músicas, diga-se de passagem, de qualidade, mas isso é subjetivo.
Logo, pra quem não tem condições de dinheiro, de tempo e de espaço pra investir em um hobby como esse, palmas, eu os invejo.
Em casos como o meu, só me resta fazer o que posso, que é escutar MP3.
Espero que um dia os tecnólogos de plantão possam reproduzir digitalmente e com fidelidade o som analógico. Pode ser que hoje isso não exista, mas simplesmente não acredito que a tecnologia não será capaz de resolver esse problema.
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05/07/2008 - 00:40 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
Breno Peck, v. está equivocado! Ainda bem!
Quer saber qual é o meu equipamento?
1. Toca-discos polyvox TD6000, custou 200 reais.
2.Cápsula Grado Blue, custou 220 reais (importada).
3. Receiver Gradiente 1360, custou 200 reais.
4. Par de caixas de 3 canais, 50 de frente, por 39 de fundo e 89 de altura,
com 1 altofalante Novik de 200 watts RMS (R$200 cada),
1 médium Selenium M220 de 150 watts, custou na época 150 reais cada,
e 1 tweeter piezo, de 12 reais, cada. Madeira compensada de 20 mm.
Divisores: custaram 70 reais cada, 3 canais, 3 bobinas de núcleo de ar.
Total das caixas: Como foi eu quem fiz, acho que gastei uns 1.000 a 1.500 no máximo.
Some tudo isso e veja que foi barato, não foi? E o som é excelente graças a um equipamento
honesto como o gradiente 1360, o Polyvox TD 6000 de 8 pólos direc-drive e a cápsula (ah, essa eu não abro mão que seja importada e bem selecionada porque ela é o coração de tudo!
Você Vê: Tudo de 2ª mão e barato, com exceção da cápsula e das caixas, onde tudo foi material novo! E agora? V. vai me dizer que isso é mais caro que um minisystem de 2.500,00, que ou v. paga à vista ou só leva se tiver crédito?
E outra coisa: Hoje v. tem como comprar vinis a 1 real, conservados e brilhando como um espelho e com uma selação de músicas que v. JAMAIS conhecerá em CD!
Quem tem mais vantagem? ABRAÇOS, Breno Peck amigo! -
05/07/2008 - 00:55 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
Detalhe: A caixa, v. pode fazer pequena… nada impede e depois partir pra uma grande, se quiser ouvir Graves de 20hz a 100 hz, com intensidade.
Onde v. encontra CD a 1 real? Com capa perfeita e mídia perfeita: Me diga?
Joaquim, abraços.
PS.
1. LP’s que jamais sairão em CD.
2. Os que saírem, a remasterização vai fazer cortes lamentáveis. Ex: Raul Seixas e Karen carpenter, onde retiraram 1 compasso de certa música.
3. Nos LP’s você DESCOBRE um mundo de muúsicas que nunca imaginou existir e que jamais sairão em CD porque é impossível a indústria de CD gravar o acervo de 50 anos de existência da música brasileira, em LP, é claro!
4. Se sai um CD, por exemplo, da Carmem Miranda, ele é uma coletânea apenas… No LP, v. tem acesso ao LP original com as músicas cortadas no CD.
5.Enfim… curtir LP Breno, é descobrir a Música Brasileira nos seus 50 anos de existência (em LP, é claro (na realidade, 58 anos de M. Brasileira!)
Obs: E v. começa montando devagarinho um set analógico: 1º compra o TD, depois o Receiver, depois uma boa cápsula e depois monta 2 caixas… fácil e barato! E sai por aí feito Indiana Jones dos Sebos que vendem LP a 1 real. E perfeitos!!!!
Curta seus CD’s… mas não perca de descobrir o mundo que o LP te reserva!
Joaquim. -
05/07/2008 - 01:07 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
E depois Breno, v. compra o Sony USB que já vende aqui no Brasil e converte esses LP’s para CD (arrghhh) para escutar no seu carro, não é demais!!!!
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29/07/2008 - 01:52 Enviado por: Fabio
Joaquim,
Você compreendeu quando eu disse que a substituiçao do formato médio pelo 35mm foi uma enorme involução em termos de qualidade (ainda que trazendo praticidade e popularização)?
Como você interpreta isso, considerando que você é um fervoroso defensor do filme 35mm?
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06/08/2008 - 08:13 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
Obvio que foi. A película 6 x 6 das Hasselblad, das Semflex, enfim, das twin lens reflex dava uma foo muito melhor, assim como os gigantes negativos para estúdio. Popularização necessariamente não deveria corresponder a involução, mas é o que ocorre – massificação desonesta da qualidade. Mesmo assim, meeeeessssmo assim, uma foto de filme, ou seja, uma foto REVELADA será infinitamente melhor do que uma PINTADA, proveniente de máquinas digitais. Falta profundidade, resolução e principalmente fidelidade de cores. É só comparar: Bata a mesma foto com Duas Nikon: Uma FM2 (tenho uma) e uma Nikon equivalente digital. Veja o resultado. Dê uma olhada no que falam as revistas de fotografia sobre a diferença de cores entre máquinas digitais… Coisas que jamais aconteceriam entre analógicas, usando a mesma LENTE. Os fabricantes de máquinas não conseguem unanimidade entre si, a qualidade varia… Por causa dos dois tipos de processadores o CCD e o CMOS e de diferentes fabricantes desses processadores. Igual a computador… Quem joga sabe. Enfim, popularização não justifica esculhambação da qualidade.
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06/08/2008 - 08:23 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
E mais: V. faz confusão: Não sou defensor “fervoroso” (fora a ironia) do filme 35mm: Sou defensor do sistema de revelação fotográfica com haletos de prata, entendeu? Não importa o tamanho do cromo. Claro que quanto maior a chapa (negativo), melhor. Sou defensor sim, das pessoas ingênuas que caem no canto da sereia, ou melhor, no conto da indústria ou quem sabe, “do vigário”. 60 milhões de pontos de uma revelação serão infinitamente superiores aos míseros 200 mil pontos interpolados da maioria das impressoras digitais profissionais. E mesmo que fossem o limite: 5.600 pontos. Infinitamente inferior a 60 milhões de pontos bem focalizados.
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07/08/2008 - 12:09 Enviado por: Fabio
Legal, então nós dois concordamos que para que tenha acontecido a popularização, em um certo momento a foto 6×6 virou um 35mm de muito menor qualidade e essa pior qualidade é suficiente para te satisfazer (você usa 35mm, não usa?).
Se eu fosse um Joaquim da fotografia eu ficaria aqui dizendo que você caiu no conto do vigário, que foto 35mm é um lixo, etc. Mas claro, eu não sou.
O fato de alguém aceitar a porcaria do CD não faz dessa pessoa uma retardada ou uma surda ou portatora de amusia, assim como o fato de você aceitar a porcaria do 35mm (comparado com o maravilhoso 6×6) não faz de você um retardado ou um cego ou um daltônico.
É tudo uma questão do que cada indivíduo precisa para se sentir satisfeito.
Mas isso, querido, é uma coisa que você nunca vai entender. Muito menos aprender a respeitar.
PS. seria muito divertido se fizéssemos juntos o teste da fotografia 35mm vs. digital. Sair por aí clicando as duas imagens nas duas câmeras e comparando depois. Mas não dá muita vontade, não.
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08/08/2008 - 19:52 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
V. está muito agressivo…inexplicavelmente! Assim não poderemos continuar.
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08/08/2008 - 22:06 Enviado por: Joaquim
Bom, só quero dizer p’ra você que a PRINCIPAL diferença entre foto digital e foto analógica não é o tamanho da película, é o sistema de uma e o sistema da outra. A foto digital é pintada num papel numa resolução pobre (5.600 dpi). E a foto analógica é uma REAÇÃO MOLECULAR, uma coisa muito mais perfeita, que, mesmo tendo havido uma redução de 6×6 para 35 mm, ainda assim é muito superior. Não se compara, Fábio, uma gota de tinta, por menor que seja, com uma molécula.
E quanto à porcaria que o CD é em relação ao LP, eu FIRMO e fim de papo (É uma opinião minha, ora bolas!). O LP é um loop infinito de sinal, se é que v. consegue entender essa linguagem eletrônica.
Amusia é uma dificuldade real. Outra coisa que deve ser considerada é que a maioria das pessoas nunca teve um set analógico bom para fazer a comparação, já que pick-ups e cápsulas são muitíssimo mais caras que um já muito bom tocador digital, já que entre eles não há muita diferença porque não há muito o que evoluir. -
08/08/2008 - 22:08 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
Bom, só quero dizer p’ra você que a PRINCIPAL diferença entre foto digital e foto analógica não é o tamanho da película, é o sistema de uma e o sistema da outra. A foto digital é pintada num papel numa resolução pobre (300 a 5.600 dpi). E a foto analógica é uma REAÇÃO MOLECULAR, uma coisa muito mais perfeita, que, mesmo tendo havido uma redução de 6×6 para 35 mm, ainda assim é muito superior. Não se compara, Fábio, uma gota de tinta, por menor que seja, com uma molécula.
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08/08/2008 - 22:12 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
A diferença entre foto digital e a de filme é que uma é gota de tinta e a outra é molécula…
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08/08/2008 - 22:23 Enviado por: Vinilnveia
Não consigo mais postar nada!!! Porque???
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08/08/2008 - 23:28 Enviado por: Joaquim M. Cutrim
35 mm é uma excelente película. Nada de porcaria como v. fala, pois conviveu com ou outros formatos maiores que ainda existem (Em estúdios internacionais). Mesmo que menor de que um 6 x 6. O sistema é molecular. E eu tinha consciência dessa troca. Mas ainda existem grandes negativos – no campo profissional, não pense que o surgimento acabou com outros formatos totalmente. Um abraço, Joaquim.
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11/08/2008 - 13:59 Enviado por: Fabio
Joaquim, eu não estou falando de digital aqui, quem insiste em martelar essa tecla é você.
Eu estou falando exclusivamente de filme, 35mm vs. 6×6. Deixemos o digital de lado, ok?
Perto do 6×6 o 35mm é uma porcaria, sim… não tem grau de comparação! Uma ampliação de 6×6 não se compara a uma de 35mm. Se você já viu as duas, sabe bem do que eu estou falando. E claro, os formatos grandes deixam o 6×6 no chinelo.
“Mas ainda existem grandes negativos…” – existem, mas você não usa. Neste momento estou falando das suas escolhas, apenas.
(“(…) pois conviveu com os outros formatos maiores que ainda existem (em estúdios internacionais)” – frase boba essa! Não quer dizer nada e você sabe disso.)
No momento em que você optou pelo 35mm, Joaquim, você aceitou uma perda de qualidade em troca de praticidade – isso é um fato (“E eu tinha consciência dessa troca”). Outras pessoas mais criteriosas com relação à fotografia certamente acham (ou acharam) essa troca inaceitável. Como eu disse, é tudo uma questão do que cada um precisa para se satisfazer. Misture a isso o hobby/paixão e pronto, o que é vital para você não passa de uma bobagem para outra pessoa – e vice-versa! Tem gosto pra tudo.
(a propósito, caso você não saiba, o formato natimorto de filme chamado APS – Advanced Photo System – era simplesmente a redução do 35mm para um formato ainda menor, dessa vez 24mm)
“eu FIRMO e fim de papo (É uma opinião minha, ora bolas!)”
Pronto! Pela primeira vez você está colocando a sua opinião e respeitando a opinião alheia. Isso sim é uma discussão madura: ouvir, compreender e respeitar a opinião dos outros, ao invés de simplesmente querer impor a sua. Por mais “correta” que a sua opinião esteja, existe sempre o contexto de cada um.
Note que em nenhum momento eu disse que acho o CD igual ou melhor que o vinil! Apesar de nunca ter tentado notar a diferença, eu acredito que o vinil seja melhor, sim. Mas como milhões de outras pessoas, eu troquei um pouco de qualidade por praticidade – assim como você, ao adotar o 35mm. (Sim, eu compreendi que o 35mm ainda é filme enquanto o CD já entra no digital… mas não importa: nos dois casos há perda de qualidade de alguma natureza.)
Eu não bati de frente com você por achar que você está errado, mas por causa da sua intolerância com as pessoas que trocam um pouco de qualidade por praticidade. E se ainda por cima elas não conseguem perceber a diferença (o que pode inclusive ser o meu caso), tanto melhor! Sorte a nossa! Já pensou se eu me sentisse incomodado a ponto de não conseguir ouvir um mp3? Acho que eu pirava.
Bom… como você é o especialista, vou levantar então uma outra bola pra você comentar: quando o vinil mudou de 78 rotações para 45, não houve também perda de qualidade?
Outro abraço!
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11/09/2008 - 15:49 Enviado por: Breno Peck
Caro Joaquim, eis meu equipamento:
- iPod Video 5.5G (R$ 800,00 no Mercado Livre, comprado zero km)
- Fone de ouvido Audio Technica CK-52 (importado, R$ 112,00).Acabou. Mas vou acrescentar mais algumas coisas pra ver se eu alcanço o teu orçamento (2,5 mil reais?).
- Home theater “all-in-one” Philips LX3600D, toca CD, DVD, MP3, JPEG, MPEG-2, rádio AM e FM, e tem entrada auxiliar (R$ 800,00)
- Som automotivo JVC KD-PDR39UR com entrada auxiliar para iPod (R$ 500,00)
- Kit duas-vias automotivo Bravoxx (R$ 250)Some tudo e vê que dá mais ou menos uns 2,5 mil mesmo. Com a diferença que eu posso ouvir em tudo quanto é lugar.
Não se engane comigo, Joaquim. Ainda vou ter um equipamento analógico, é um sonho de consumo meu. Confesso sem pudores. Mas… sejamos realistas, né? Uma caneta bico-de-pena pode escrever muito bonito, mas não escreve de cabeça-pra-baixo como uma Bic Cristal de supermercado. É por aí.
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29/10/2008 - 00:45 Enviado por: Joaquim Martins Cutrim
Filme de rolo 6×6 e 35 mm: Eu não escolhi nada e nem optei por praticidade, não ponha palavras na minha boca… – Fui forçado pela indústria corrupta e captalista, não tive escolha. Minha SEMFLEX foi furtada. Não sou preguiçoso e nem tenho ojeriza em me levantar para apertar botões longe de mim, longe do sofá.
Estúdio internacionais com chapas grandes de negativo: Existem, no muno dos fotógrafos ricos.
Tem gosto pra tudo: CONVERSA! Gosto é umapalavra pobre demais para ser levada em conta… Nem todo gosto é consciente… Tem gente que gosta de matar, de fazer maldade… Não estamos falando de conhecimento VULGAR, e sim científico. Povo leigo tem conhecimento vulgar e isso pra mim não conta – pode contar para o mercado vil. Eu tenho uma ideologia que não de globaliza.
Cnontexto de “cada um” não conta em perícia científica, em análise científica, em verdade científica… Povo só produz conhecimento vulgar. Povo pode gostar de comida gordurosa e morrer de AVC… Isso não me diz respeito e nem ao meu foco de discussão. Uso metodologia científica e parâmetros científicos. Conhecimento vulgar prático não conta, meu caro.
CD e 35mm são perdas incomparáveis quanto à sua intrinsecasidade. Cad tipo de perda tem uma qualidade diferente e um peso diferente. Não me venha com sofismas. Música é o objetivo do CD – que não cumpre. Prata bem focada é o objetivo do filme 35mm.
Eu Já tive máquina de 6X6… Ótimas. Infelizmente me furtaram como já disse.
Fábio, eu não abro mão da minha educação musical a que dirijo para o público desse Brasil obtuso em termos se ouvido (não são todos, mas é a maioria) e encerremos essa conversa. Praticidade fica para outras coisas que envolvam ergonometricidade. Música é para os ouvidos, e não para as mãos ou comodismo burguês. Me deixe em paz com a minha bandeira. Aliás, V. tem alguma? P’ro Brasil?
Joaquim, do blog http://joaquimcutrimblogs.blogspot.com -
03/11/2008 - 10:01 Enviado por: Joaquim Martins Cutrim
E quem disse que caneta alguma (cristal ou não) escreve de cabeça para baixo? V. tá louco? Rs rs… Isso só reafirma o que digo: Há inventos antigos que serão sempre insubstituíveis. como o garfo e a faca, o fogão, a geladeira, a casa, a velha calça jeans, etc… Veja como v. deu um tiro no pé: Quem escreve sim de cabeça para baixo é o lápis, que é um invento bem mais antigo que a caneta… ha ha ha.
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10/12/2008 - 23:20 Enviado por: Fabio
Joaquim,
Sinto que a sua 6×6 tenha sido roubada… uma perda e tanto, sem dúvida.
Mas não entendi o seu comentário. Máquinas formato médio estão por aí. Ainda que não estivessem sendo fabricadas por diversas marcas até hoje, o mercado de 6×6 usadas está repleto de opções (e bem acessíveis!). Se depois de roubarem a sua Semflex você migrou para o 35mm, ao menos seja honesto e explique o motivo verdadeiro. “Fui forçado pela indústria corrupta e captalista, não tive escolha”. Não fique se vitimizando, Joaquim, esse dramalhão não convence. Ninguém te forçou a nada, assim como ninguém foi forçado a migrar do vinil para o CD – fez quem o quis, e você é a prova disso. Teoricamente você deveria ter comprado outra 6×6, ou até aproveitado para partir para o formato grande, dos “fotógrafos ricos”, rs.
Talvez você tenha aceitado a perda de qualidade inerente à substituição do 6×6 pelo 35mm por causa da conveniência – afinal compra-se e revela-se filme 35mm em qualquer esquina. Talvez porque vc não tem dinheiro pra comprar uma 6×6, que via de regra é mais cara que uma 35mm. Talvez porque você GOSTE mais de música do que de fotografia (ops, desculpe – você não acredita em GOSTO. Você gosta igualmente de tudo?)
Mas certamente não foi porque te forçaram! Hoje é tão fácil achar uma boa 6×6 quanto um bom toca discos. O fato é que você abriu mão de uma qualidade que está ao seu alcance na fotografia e não abriu na música.
Mas com essa crítica tão categórica à qualidade da fotografia digital, dizendo que ela é tão pior que o filme assim como o CD é pior que o vinil, vou lhe fazer uma pergunta nada mais do que justa agora. Suponho que só de dar um vislumbre numa foto te salta aos olhos se ela é digital ou analógica. A diferença deve ser gritante para você. Se eu lhe mostrar uma porção de fotografias você vai facilmente identificar as analógicas e digitais, não? Você nos daria essa belíssima demonstração de olho clínico, de erudição técnica?
Se eu carrego alguma bandeira? Sim! A do diálogo equilibrado, são, racional e tolerante. Sem preconceitos, fanatismos ou emoções à flor da pele.
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03/03/2009 - 17:32 Enviado por: HENRIQUE VIEIRA LEITE
O que nos diferencia dos outros animais? A cultura: a capacidade de simbolizar e a linguagem. Musica é cultura. Vinil é música bem reproduzida, é bom para nós, nos educa e nos eleva acima da animalidade e deve ser uma herança cultural das gerações futuras. O que é o CD? Um tiro no pé, tem som de lata e faliu os artistas, músicos e plásticos (e as gravadoras também ). O que é a banana, apenas uma boa fruta para nós e um banquete para os macacos. Por que deixar de preservar uma coleção de LPs raros e só distribuir bananas para o povo com o dinheiro? Ou uma cuia de farinha mensal?! Isso é o que prega o materialismo visceral: menos cérebro, mais estômago, menos vinil, mais flatulência. Eu não estou falando de coleção de chaveiros, de penguins de geladeira ou de tampas de cerveja. Estou falando de obras-primas. Em vinil, claro. E só!
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06/03/2009 - 01:09 Enviado por: Fabio
Pra mim a arte e a cultura estão na música e não a mídia que a carrega. Não me faz qualquer diferença se é vinil, CD, fita cassete, FM, mp3, DAT, VHF, UHF, DVD, Bluray, videolaser ou som ao vivo.
Só lhe interessa o vinil? bacana, seja feliz.
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12/04/2009 - 01:25 Enviado por: Joaquim
Fábio, v. é um tolo! Fala, fala e diz muito pouco. É um dramaturgo cafona. Se v. quer forçar uma satiasfação, lhe dou: Adquiri uma Pentax 6×7 e compro filme na Rua da Carioca aqui no Rio e revelo na ABAF. Tá satisfeito? Agora fica aí com a tua porcaria de foto digital chapada que é apenas uma pintura e me larga de mão.
E mais: Curta teus CD’s com som de lata, eles são cópia do vinil, cópia do que é analogico, e cópia ruim, limitada a 0dB, achatada na dinâmica.
Eu gosto de prata, e v. de pixel e pintura de impressora. Tá certo? Fui. Bye. -
26/04/2009 - 06:01 Enviado por: Joaquim
E ainda esquece que Foto é cultura e Texto é cultura, ambos contidos no LP de forma exuberante, não econômica. Entenda que o LP é um produto composto e cultura não é só som ou registro.
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16/02/2010 - 21:49 Enviado por: José Carlos Kayser
Coleciono discos de vinil e CDs. Convivo bem com as duas tecnologias. Sobre a venda, bem, é só mais um maluco entregando nossa memória musical. E quanto ao comprador, deve ser um laranja da Sony Music.
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19/09/2010 - 22:42 Enviado por: Joselito N. Otílio
Oi amigos tenho uma quantidade expressiva de disco de vinil e estou abrindo mão… Os interessados favor responder este e-mail. Tenho desde Elvis Presley, Poul Macartney, Beatles, festivais de verão da globo, as novelas antigas da globo dentre outros milhares. Aguardo respostas dos interessados! Abraço!
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15/01/2011 - 20:06 Enviado por: marcosomag
Pessoal, o problema do vinil não está no disco, mas sim no toca-discos. A agulha arranha e desgasta o vinil, o motor do toca-discos tem variação na rotação (wow and flutter) distorcendo o som e nos aparelhos que aboliram a correia (direct drive) existe o problema da vibração do motor. Com os toca-discos a laser tudo isso será resolvido e poderemos de novo apreciar a qualidade de som que só o vinil proporcionava.
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17/05/2011 - 00:48 Enviado por: Lindalva42
tenho uma coleção de LPs de Bossa Nova. +ou- 800. Vendo por 120.000,00.
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