Diga não à inflação
18 de abril de 2013 | 22h16
Cley Scholz

17 de outubro de 2012 | 0h12
Cley Scholz
“Uma boa ideia faz uma fortuna. Sugestões de efeito seguro e absolutamente originais para anúncios ilustrados, procurem a Agência Moderna de Publicações”.
1 de julho de 1930. Confira a edição no Acervo Estadão.
Mais reclames de publicidade AQUI.
10 de agosto de 2012 | 23h16
Cley Scholz

Hoje o anúncio seria inadequado. O garotinho está no banco da frente do carro e ainda sem cinto de segurança. E veja o que diz o texto: “Não adianta querer competir com quem dirige um DKW-Vemag. O motor adora estrada. Mantém o mesmo regime de velocidade por tempo indeterminado…Você só corre um risco: o de ficar vaidoso”.
Anúncio publicado dia 13 de abril de 1965. Confira a edição no Acervo Estadão.
Campanha de venda de ações da Vemag nos anos 60:
Mais anúncios de veículos AQUI.
Confira outros reclames que hoje seriam incorretos AQUI.
24 de junho de 2012 | 23h19
Cley Scholz
“Empresa Paulista de Informações. Tudo indaga, tudo sabe, tudo informa”.
8 de agosto de 1915. Veja a página no Acervo Estadão.
Mais publicidade de antigamente AQUI.
Pesquise anúncios por tema, palavra ou ano nos Reclames do Estadão.
8 de abril de 2012 | 22h19
Cley Scholz

Anúncio da agência “A Eclética”, a primeira empresa de publicidade brasileira, fundada em 1914 por João Castaldi e Jocelyn Benaton, agenciadores de anúncios impressos especialmente no jornal O Estado de S.Paulo:
“Reflita antes de por em execução o seu plano de propaganda. A propaganda é eficaz quando bem feita e distribuída com critério, evitando gastos inúteis. É preciso ter sempre em vista a tiragem do jornal, meio em que circula, modo de confeccionar o anúncio, disposição de lugares em que o produto possa ser lançado”.
Publicado em 26 de fevereiro de 1925.
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28 de março de 2012 | 10h43
Cley Scholz

“Porque os ovos de galinha são mais procurados, se os ovos das patas são maiores e mais nutrientes? É que as galinhas cantam, anunciando cada ovo que põem, tornando-o artigo procurado. A todo industrial ou comerciante que não anuncia, acontece o mesmo que aos patos, pois a propaganda é o incentivo da procura e o prestígio da mercadoria”.
Anúncio da Associação Paulista de Propaganda publicado dia 10 de setembro de 1947.
Mais propaganda AQUI.
Mais anúncios de 1947 AQUI.
10 de março de 2011 | 11h41
Cley Scholz

“A aposentadoria de um anúncio chega na hora em que ele é visto…mas não é notado. Muitas vezes, a indiferença do público é apenas a sua reação frente a uma propaganda excessivamente repetida, monótona, antiga. É comum o anunciante esquecer que o mercado consumidor sofre continuamente anterações profundas – obrigando a publicidade a se adaptar às novas condições surgidas. Aquilo que foi bom ontem, pode não ser bom hoje. Todas essas atitudes do consumidor precisam ser consideradas sempre com o mais apurado critério profissional – para que o investimento em publicidade renda os dividendos que dele se espera. Inter-Americana de Publicidade S/A. Fundada em 1929 – Rio – São Paulo – Porto Alegre”.
11 de março de 1961
Outros de publicidade AQUI.
25 de novembro de 2010 | 7h51
Cley Scholz

“Assim como o farol ajuda os vapores para o porto, anúncios atrativos em jornais e revistas fazem progredir o comércio moderno. Valentina A. Harris & Cia. A mais antiga agência de publicidade de São Paulo“.
Publicado em 17 de novembro de 1929.
Outros reclames de publicidade AQUI.
16 de novembro de 2010 | 10h49
Cley Scholz

A agência Lincoln de Propaganda promete: “Anúncios para serem vistos, anúncios que levam o freguês à sua porta”. Publicado em 9 de novembro de 1947.
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25 de outubro de 2010 | 12h41
Cley Scholz

Anúncio em nome da classe dos pulicitários elogia o presidente da República general Emílio Garrastazu Médici no Dia Panamericano da Propaganda, em 4 de dezembro de 1970: “Homens de meu País. Neste momento eu sou a oferta e a aceitação. Com estas palavras, iniciava o Presidente Médici o seu discurso de posse, a 19 de outubro do ano passado. E iniciava, também, uma trajetória de governante caracterizada pelo propósito de estabelecer com os seus governados um estreito laço de comunicação. Desde então, até hoje, o Presidente Médici tem dado – aula após aula – verdadeiro curso de como chegar à intimidade dos sentimentos de cem milhões de brasileiros. E tem conseguido, sem concessões à vulgaridade e à demagogia, identificar-se com o povo na sua paixão futebolística, na sua vocação patriótica e nacionalista e no seu anseio pelo desenvolvimento econômico. Através desta identificação, cada ato seu é uma oferta, não uma imposição, cada ato surge como o fruto da aceitação de uma realidade de que o próprio povo participa. É uma integração que nós, publicitários, aspiramos alcançar em cada mensagem que elaboramos. Está certo o presidente: governar não é apenas decidir, mas principalmente comunicar. As entidades publicitárias, ao assinalarem festivamente o Dia Panaericano da Propaganda, tributam merecida homenagem a essa grata revelação de estadista que, em pouco mais de um ano, granjeou prestígio inegável, uma popularidade rara e tão rapidamente conquistada – graças ao seu extraordiário poder de comunicação: o Presidente Médici”.
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