“O conhecimento perfeito e grande prática de datilografia e taquigrafia constitui uma profissão de futuro. A Escola Remington mantém cursos especiais destas matérias. Rua Quinze, 26 – Palacete Mappin”. 1 de março de 1918.
Abaixo, filme de 1943 da Biblioteca do Congresso americano sobre datilografia e máquinas de escrever:
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“Amarradas noite e dia à sua mesa de trabalho acham-se muitas pessoas dignas de melhor sorte. Os pequenos detalhes do negócio, combinados com a falta de perfeito sistema, são a causa única dessa escravidão, tão fácil de ser resolvida por meio de modernos aparelhos e métodos simplificados. Das muitas horas que Vossa Senhoria está perdendo todos os dias inutilmente, aproveite alguns minutos para uma visita à Casa Pratt, onde sem compromisso algum de compra, poderá examinar os modernos aparelhos que lhe economizarão muito tempo, dinheiro e dissabores. É sempre conveniente conhecer a vantagem dos seguintes aparelhos: caixas registradoras National, Máquinas de escrever Remington, de calcular Triumphator, de somar Burroughs, duplicadores Ronco, arquivos de aço para cartas e muitas outras especialidades”.
“Na linguagem popular, ‘o silêncio é ouro!’ teve grande época. Agora tem uma significação mais ampla em geral e mais precisa nas máquinas de escrever. Com efeito, todas as indústrias procuram eliminar o barulho de seus maquinismos embora tenham de funcionar em recintos apropriados e distantes, ou ao ar livre, como os trens e os autos. Mas, o tac-tac das máquinas de escrever se produz juntinho a nós, provocando o sono nas pessoas de gênio pacato e irritando as de temperamento nervoso. Equipe o seu escritório com Remington Noiseless. Mesmo no meio de cem máquinas ficará tranquilo, transformando em ouro o sossego do seu trabalho – base da sua prosperidade”.
“Cinco erros em quatro linhas, e ela tem diploma de datilografia! Porque esse enorme coeficiente de erros? A má iluminação responde eloquentemente a essa pergunta”.
O anúncio da Light é do dia 4 de janeiro de 1949.
Veja como era uma uma aula de datilografia em 1943:
“Remington portátil, a máquina de escrever dos fazendeiros. Seu uso é tão simples que está ao alcance de todos, independentemente de instruções especiais”.
Anúncio publicado na revista A fazenda Moderna, em janeiro de 1927. Reproduzida do livro ‘A imprensa rural no Brasil – histórias da agricultura e da propaganda agrícola’ (Dias, João Castanho;Editora Barleus, 2011).
Anúncio da máquina de escrever Halda, publicado em 16 de março de 1952.
O homem de chapéus com asas é uma referência ao personagem Mercúrio da mitologia romana (associado ao deus grego Hermes). Mercúrio era um mensageiro e deus do comércio. Seu nome é relacionado à palavra latina merx (mercadoria). Era o deus romano encarregado de levar as mensagens de Júpiter, por isso sua imagem é associada também à imprensa. A palavra mercurial é geralmente usada para se referir a algo ou alguém errático, volátil ou instável, derivado da rapidez dos vôos de Mercúrio de um lugar a outro.
“Uma máquina esplêndida Remington modelo 1912 com justiça considerada a melhor máquina de escrever do mundo. Uma sólida mesa paulista, própria para máquinas de escrever, e uma cadeira de mola”.
8 de dezembro de 1912. Veja a página original no Acervo Estadão AQUI.