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15 de Abril de 2010

 

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Sutiã: 100 anos de resistência à Lei da Gravidade

12 de abril de 2013 | 0h40

Cley Scholz

Sonhado há milênios por mulheres preocupadas com a lei da gravidade, o sutiã está completando 100 anos. O produto foi patenteado por Mary Phelps Jacob, nos Estados Unidos, em 1913. O invento foi vendido para a Warner Bross por US$ 1.550,00. Em três décadas, o lucro da empresa  foi de US$ 15 milhões.

Como o Estadão nasceu bem antes, a história do produto pode ser contada pelos anúncios de diferentes marcas publicados no jornal desde os seus primórdios. Veja abaixo alguns exemplos do substituto do espartilho, que nos anos 60 era queimado em praça pública como símbolo da opressão masculina.

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Um dos primeiros anúncios, na edição de 7 de março de 1913

 

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Soutien-Gosges no Mappin-Stores: 1 de setembro de 1918

 

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Cintas Rejane: 13 de outubro de 1927


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O verdadeiro primeiro Valisére: 25 de fevereiro de 1930


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Um busco incomparável: 7 de janeiro de 1956

 

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Morisco ponta firme: 15 de agosto de 1957

 

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Prático e elegante: 11 de novembro de 1960


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Símbolo da opressão masculina: 23 de novembro de 1969

 

 

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Veja abaixo o anúncio ‘O primeiro Valisére a gente nunca esquece’, criado pelo publicitário Washington Olivetto em 1987.

Mais anúncios femininos AQUI.

Espartilho AQUI.

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Maconha à vista

24 de junho de 2012 | 17h31

Cley Scholz

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maconhanapraia

Reportagem do Jornal do Brasil do dia 26 de setembro de 1987. Com ilustração de Sérgio Magalhães.

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submaconhas

Mais notícias curiosas AQUI.

Mais anúncios de 1987 AQUI.

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O primeiro Valisére

3 de outubro de 2011 | 18h54

Cley Scholz

valisere

“O primeiro Valisére a gente nunca esquece”.

Criação de Washington Olivetto de 1987.

Segundo o crítico Sérgio Augusto, do Estadão, hoje o publicitário correria o risco de ser acusado de estimular a pedofilia. O comentário, em tom irônico, foi feito em artigo sobre as críticas da Secretaria de Políticas para Mulheres à campanha da Hope estrelada pela modelo Gisele Bundchen. Leia AQUI.

Mais reclames que hoje poderiam ser considerados incorretos AQUI.

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Bolsa de Valores nas páginas do Estado

23 de agosto de 2010 | 19h34

Cley Scholz

 

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Bolsa de Valores de São Paulo em 26 de setembro de 1965.

Em comemoração aos seus 120 anos, a BM&FBovespa organizou uma exposição de fotos e reportagens publicadas no jornal O Estado de S. Paulo que apresentam os fatos históricos que marcaram sua trajetória. Os 30 painéis reproduzem as capas mais importantes do jornal desde a fundação da Bolsa Livre de São Paulo. Os acontecimentos em destaque na exposição vão desde a Proclamação da República, em 1889, até a crise mundial de 2008, passando por duas guerras mundiais, a crise econômica americana de 1929, os embates do petróleo e o pânico de 1987 na Bolsa de Nova York. Em 23 de agosto de 1890 foi fundada a Bolsa Livre de São Paulo. Quinze anos antes, em 1875, começava a circular o jornal A Província de São Paulo, que mais tarde passaria a se chamar O Estado de S. Paulo e se transformou em um dos jornais mais importantes do Brasil. Tanto o jornal como a bolsa nasceram do idealismo de dois irmãos: Francisco e Emílio Rangel Pestana. Em pleno Império, Francisco criou o jornal para defender ideais republicanos e foi redator-chefe até 1891 – em 1885, Júlio Mesquita ingressa no jornal como redator e, em 1902, tornou-se o único proprietário. Emílio era comerciante, corretor, defensor da iniciativa privada e lançou as bases da instituição que se transformou na maior bolsa de valores da América Latina.

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Operadores da Bolsa em 4 de setembro de 1971.
 
Exposição: BM&FBovespa nas páginas da história
Local:
Espaço BM&FBovespa, Rua XV de Novembro, 275/Centro
Até 27 de outubro, das 10 às 17 horas, de segunda a sexta-feira
 
Outros reclames de finanças aqui.
 
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