“Viva um Carvaval que só deixe saudades. Momo está aí, com seu reinado efêmero e glorioso. É a febre que chega, empolgando, arrastando a todos! Lembre-se, porém, de que o Carnaval vai passar. E prepare-se para um quarta-feira de cinzas calma, serena, bem humorada, escolhendo o chope que vai tomar nestes dias ardentes. O Brahma chope, engarrafado ou de barril, é o chope que pode ser bebido sem cuidados, porque, além de idealmente refrigerante e delicioso, é de extrema, de absoluta pureza. Faz bem. Faça o seu Carnaval com Brahma chope e este Carnaval só deixará saudades…”
“Aproveite o mais possível esses dias felizes porque passam depressa e só voltam daqui a um ano. Se amanhecer cansado, com dor de cabeça. lembre-se de que Cafiaspirina é excelente contra esse horrível abatimento que invade o corpo e o espírito no dia seguinte a uma noite de farra!”
“Carnaval! Só há um pensamento: divertir-se! Risos… fantasias… corso… Ocasião inoportuna para preocupações com meios de transporte! O corso, sobretudo no Carnaval, exige um carro de qualidade excepcionais! Que não ferva, de manejo fácil, de marcha suave, de freios seguros e, principalmente econômico. Veja como se diverte despreocupadamente o proprietário de um Chevrolet de seis cilindros”.
‘Hollywood, o sucesso!’. A campanha da marca de cigarros procurava associar o consumo do cigarro aos esportes radicais no início dos anos 90. No anúncio acima, os jet skis fazem belas manobras, mas o cigarro não aparece em nenhum momento.
“Todos precisam de um check-up”, dizia o anúncio da General Motors produzido pela agência McCann-Erikson em 2003. As enfermeiras não gostaram. O Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo reclamou ao Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária (Conar). Alegou que o anúncio ‘externa imagem não condizente com a realidade, traduzindo uma falsa ideia acerca da profissão, além de desrespeitar a moral e os bons costumes”. O anúncio saiu do ar.
A ilustração do livro ‘Conar 25 anos – Ética na prática’, de Ari Schneider (Editora Terceiro Nome, 2005)
Anúncio de página inteira na capa do Estadão do dia 12 de janeiro de 1929: “O perfumador Vlan é o preferido para os folguedos carnavalescos…Vlan é o lança-perfume escolhido não só pela sua esmerada confecção como, especialmente, pelas suas finas e inebriantes essências. Não irrita a pele e não ofende a vista. Para reveillons, bailes, batalhas etc, somente Vlan, o perfumador da elite”.
“Rei Momo, o absoluto, já chegou, estabelecendo o reinado da alegria! Agora, toca a pular, cantar, tomando conta das ruas e dos salões, sem sair de casa! É só ligar o seu Philco na onda carnavalesca que impera em toda parte!”