Escreva sem pressão
30 de maio de 2012 | 13h14
Cley Scholz
30 de maio de 2012 | 13h14
Cley Scholz
29 de maio de 2012 | 15h54
Cley Scholz
28 de maio de 2012 | 11h54
Cley Scholz

Os anúncios de imóveis nas páginas antigas do Estadão mostram como a cidade de São Paulo evoluiu ao longo dos últimos 137 anos. Nos primeiros anos, ainda nos tempos em que o jornal se chamava ‘A Província de São Paulo’, é possível localizar ofertas de chácaras em pleno centro ou na região da Avenida Paulista. O anúncio acima, do dia 1º de setembro de 1929, oferecia ‘vida de campo’ em áreas como o Jardim América, Pacaembu e Anhangabaú. “Usufruem-se plenamente as delícias da vida de campo, tranquila e sadia, em plena capital e com todo o conforto das grandes metrópoles, no inconfudível bairro modelo Jardim América ou em qualquer outro bairro da Companhia City”. O anúncio oferecia áreas com 124 mil metros quadrados, o equivalente a 5 alqueires. “Proporcionam o maior bem para a formação sadia da nova geração paulista – espaços livres e ar puro para as crianças, num ambiente de conforto e alegria.”
Veja o anúncio na página do dia 1 de setembro de 1929 AQUI.
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28 de maio de 2012 | 8h29
Cley Scholz

“Grande Hotel da Paz. Excelentes aposentos, aceio, cozinha de primeira ordem, prontidão no serviço, comida a toda hora. Carros e bonde para todos os trens da estrada de ferro desde 4 horas da manhã até a noite. Ceia depois dos espetáculos. Preços muito moderados. Rua de São Bento, 39.
Publicado dia 10 de outubro de 1878. Veja a página inteira aqui no Acervo Estadão.
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26 de maio de 2012 | 11h53
Cley Scholz
“Usai Veedol para economizar peças sobressalentes e conservar vosso carro. O novo automóvel que deixastes de comprar está prestando, a essa hora, um concurso vital para a vitória. Podeis, portanto, estar desvanecido da vossa indireta contribuição. Mantende o vosso carro em bom estado. Tereis assim concorrido para que se chegue mais cedo à restauração da paz”.
16 de julho de 1943. Veja a página inteira AQUI.
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25 de maio de 2012 | 22h09
Cley Scholz
O jornalista Ethevaldo Siqueira, que escreve para o Estadão desde os anos 70, revelou esta semana que deve a sua existência a um anúncio publicado nos classificados do próprio Estadão. Seu pai, Bento Siqueira, viúvo, publicou em agosto de 1930 uma oferta de vagas para caseiros e babá que o ajudassem a cuidar da casa e dos quatro filhos. O Sr. Bento acabou casando com a filha do casal contratado e então nasceu Ethevaldo Siqueira, um dos maiores especialistas em tecnologia da imprensa brasileira. Leia o artigo onde Ethevaldo conta a sua história AQUI.
Veja a página inteira no Acervo Estadão AQUI.
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24 de maio de 2012 | 12h10
Cley Scholz
“O que resta da vida são as memórias. Olhe para seus filhos: eles começam hoje a reunir as suas recordações para o futuro… assim como aconteceu com você, lembra-se? Pois torne as suas noites mais duradouras na memória levando para casa um receptor de televisão G-E. Crie este ambiente de família unida, que a TV proporciona”.
23 de fevereiro de 1952. Veja a página original no Acervo Estadão AQUI.
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21 de maio de 2012 | 22h07
Cley Scholz
“Vejo jornais antigos e me delicio. Não só pelos fatos históricos, mas também pelos anúncios de remédios e de produtos que existiram, vejo a forma narrativa, aspectos gráficos, é tudo muito interessante”.
Alberto Dines, 60 de jornalismo.
A ilustração acima é da edição do dia 25 de janeiro de 1925. Veja a página original AQUI.
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19 de maio de 2012 | 21h24
Cley Scholz
O primeiro anúncio de venda de telefone de São Paulo foi publicado na edição do dia 18 de agosto de 1878, pelo representante do inventor Grahm Bell, Leaon Rhode, que apresentava-se aos paulistas como ‘grande mágico’. O texto do anúncio dizia:
“Único agente do inventor do TELEPHONO Sr. Grahm Bell, fundador da primeira casa de eletricidade do Brazil, iniciador e primeiro introdutor dos Tympanos elétricos e do TELEPHONO na América do Sul, com estabelecimento de eletricidade na corte à rua do Ouvidor, número 107, tem a honra de participar ao respeitável e ilustrado público desta capital, que desejando sempre tornar-se útil a todas as pessoas que se interessam pelo progresso das ciências e artes, que acaba de chegar da corte trazendo consigo os recentes resultados das locubrações científicas do Século XIX, como sejam o Telephono, o Phonógrafo, o Microfone e o Despertador vocal, aparelhos estes que a popularidade que tem adquirido em todo o mundo basta para a sua garantia. Assim, pois, participa ainda mais ao público, que achando-se apenas de passagem por esta cidade, ficará à disposição das pessoas que o quiserem honrar com as suas encomendas para colocação do Telephono e Tympanos elétricos, tanto em casas particulares como em hotéis, colégios, fazendas, etc. Sendo bem conhecidas as vantagens que oferecem os Telephonos e Tympanos elétricos, tando pela prontidão nos chamados como pela simplicidade dos mesmos, e a grande vantagem do Telephono para transmissão de palavras e reconhecimento da voz de quem fala a qualquer distância, o anunciante julga desnecessário pomposos anúncios e limita-se apenas a oferecer seus serviços às pessoas que são apreciadoras da comodidade e presteza, e a dar provas verdadeiras e práticas de todos os seus aparelhos. O Sr. Leon Rodde é encontrado em S. Paulo, à rua de S. Bento, número 87, casa do Sr. Jules Martin”
Clique no anúncio para ver a página inteira.
Ps.: Jules Martin, citado no anúncio, é o arquiteto que desenhou o Viaduto do Chá. Mais informações sobre ele AQUI.
Outros anúncios que contam a história do telefone e das telecomunicações AQUI.
18 de maio de 2012 | 19h55
Cley Scholz
“- O senhor presidente faz mal em servir-se novamente de lagostas, pois ainda tem jantar de gala esta noite!
- Não se inquiete, meu caro, tenho Carvão de Belloc para digerir”
Para anunciar o remédio milagroso para o estômago, o fabricante usava um desenho do presidente da República Veceslau Brás (1868-1966), que governou o País de 1914 a 1918.
Publicado na edição de 21 de fevereiro de 1916. Veja a página original no Acervo Estadão AQUI.
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