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Samsung é campeã em publicidade de smartphones nos Estados Unidos

13 de março de 2013 | 13h09

Mariana Congo

‘MISTÉRIO’: PRIMEIRA IMAGEM OFICIAL DO GALAXY S4, QUE SERÁ LANÇADO NESTA QUINTA-FEIRA, 14

No segmento de smartphones, a Samsung foi a companhia que mais gastou com publicidade e marketing nos Estados Unidos em 2012. Segundo dados da consultoria e empresa de pesquisa Kantar Media (citados pelo Wall Street Journal ontem), a sul-coreana gastou US$ 401 milhões com propaganda no ano passado, contra US$ 333 milhões da rival Apple.

Nem sempre foi assim. Em 2011, a Apple gastou três vezes mais que a Samsung com publicidade (US$ 253 milhões, da Apple, contra US$ 78 milhões da Samsung). A resposta da sul-coreana foi mais investimento em marketing – em todo tipo de mídia (televisão, outdoors, internet e impressos).

À medida que a diferença tecnológica entre o Galaxy e o iPhone diminui, o marketing passa a ter mais influência na escolha dos consumidores, diz a matéria do Wall Street JournalEsse cenário justificaria por que a Samsung está gastando mais.

Apesar disso, com o iPhone 5 a Apple ultrapassou a Samsung em vendas nos Estados Unidos pela primeira vez no quarto trimestre de 2012, segundo dados da ComScore.

O iPhone também é a marca de telefone mais forte nos Estados Unidos, segundo a empresa de análise de publicidade Ace Metrix. A Samsung está em segundo lugar. Já no segmento tecnologia, a sul-coreana aparece como a marca mais forte.

O novo Galaxy vem aí

Amanhã a Samsung fará o lançamento do novo smartphone da família Galaxy – o S4 – em um evento em Nova York. A campanha de marketing prévia está forte.

No dia 25 de fevereiro a empresa fez a divulgação da data do evento e desde então está tentando criar mistério com uma série de vídeos sobre o Galaxy S4. Nos vídeos (veja abaixo), o personagem Jeremy é um menino encarregado de guardar a caixa que traz o novo Galaxy e seus segredos. Até agora, o primeiro tem 2,7 milhões de visualizações no YouTube. O segundo, 718 mil.

Segundo reportagem da Reuters, com a intensa campanha de marketing que precede o lançamento do novo Galaxy, a Samsung corre o risco de ter exagerado na promoção de seu novo modelo, alertam analistas. A tese: os consumidores podem se decepcionar se o S4 oferecer melhorias pontuais e não novos recursos deslumbrantes. Um dos rumores do novo aparelho é a função que acompanha o movimento do olho humano para rolar a tela.

Fabricantes

Reuters também diz que o sucesso do novo aparelho depende da capacidade da Samsung de evitar falhas na produção. O texto cita uma situação vivida pela empresa depois do lançamento do Galaxy S III, em maio passado:  um problema de produção dos invólucros do smartphone fez a Samsung perder dois milhões de unidades em vendas.

“Pode ser que volte a haver gargalos de suprimento devido à escassez de componentes, mas creio que qualquer interrupção venha a ser muito breve, porque a Samsung está apostando mais no S4 do que apostou no predecessor, e tem um plano de segurança para evitar imprevistos desse tipo”, disse Greg Noh, analista da HMC Investment and Securities, à Reuters. Analistas preveem que o novo modelo venda 10 milhões de unidades em 30 dias.

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LINK: Galaxy S4: o que mostram as primeiras imagens

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Facebook prepara estratégia de publicidade móvel baseada no uso de apps

6 de julho de 2012 | 21h34

Nayara Fraga

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O Facebook está preparando uma ferramenta publicitária baseada no uso de aplicativos no celular, informa o Wall Street Journal em reportagem publicada nesta sexta-feira, 6. O jornal conta que a rede social está rastreando os apps (apelido para aplicativos) que as pessoas usam por meio do Facebook Connect. Esse recurso permite o acesso a milhares de sites e aplicativos — como Amazon, LinkedIn e Pinterest — com o login e senha usados para entrar no Facebook. Desse modo, a companhia tem condições de direcionar propagandas de acordo com a navegação dos usuários nesses ambientes.

Pessoas familiares ao assunto disseram ao Journal que a rede social poderá rastrear o que as pessoas fazem nos apps. “Os novos anúncios podem gerar preocupações a respeito da privacidade, porque permitem que o Facebook dê um passo a mais que seu negócio de publicidade móvel, que rastreia os anúncios clicados na web pelo celular”, diz o jornal.

O Business Insider, no entanto, se opõe à visão de que a nova estratégia seja preocupante. Usar os aplicativos instalados pelos usuários para direcionar a publicidade já é algo feito quando o acesso ocorre em PCs, segundo o site de tecnologia. A Disney ou a Electronic Arts podem pagar por anúncios que se dirijam especificamente para jogadores do FarmVille, exemplifica o BI. “Não há nada novo ou abominável nisso.”

Levar novas formas de gerar receita ao aplicativo móvel da rede social é crucial para o Facebook. Em março de 2012, 488 milhões de seus 901 milhões usuários acessaram a rede por meio de celulares. Por isso, oferecer às empresas uma maneira mais direta de alcançar a crescente parcela de pessoas que usam smartphone representa uma chance de incremento na receita — e de acalmar a ansiedade de investidores que compraram ações na decepcionante abertura de capital da companhia, em maio. O Facebook obteve faturamento de US$ 3,7 bilhões em 2011. A maior parte desse montante veio de anunciantes.

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Yahoo e Facebook fecham acordo e encerram disputa de patentes

Facebook e GM voltam a conversar sobre publicidade na rede social, diz ‘WSJ’

3 de julho de 2012 | 14h57

Nayara Fraga

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Depois de desistir de anunciar no Facebook, às vésperas da abertura de capital da rede social, a General Motors (GM) retoma as conversas com a empresa acerca da publicidade no site, segundo o Wall Street Journal. O diário conta que a diretora de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, tratou do assunto recentemente com o presidente da GM, Daniel Akerson, e que executivos das companhias também têm discutido a reaproximação.

O diretor global de marketing da GM, Joel Ewanick, deixou o Facebook em situação embaraçosa quando disse, em maio, que os anúncios pagos na rede social tinham pouco impacto na decisão de compra dos consumidores, lembra o WSJ. No dia da oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), e nos seguintes, o anúncio da desistência de anunciar no site aparecia na lista das razões para a estreia do Facebook em bolsa ter  sido um fracasso. A empresa fechou o primeiro dia de pregão em alta de apenas 0,61% e, nas semanas seguintes, amargou queda de mais de 20%.

Ewanick e a diretora de vendas globais, Carolyn Everson, se encontraram pela primeira vez desde o polêmico anúncio da GM, em Cannes (França), em junho, segundo pessoas familiares ao assunto informaram ao WSJ.  Ela disse, de acordo com essas fontes, que o Facebook está disposto a mostrar como a GM pode transformar a publicidade feita na rede social em dólares — sem tratamento especial.

Até agora, no entanto, a GM ainda não se comprometeu a voltar para o Facebook como anunciante, segundo o jornal. A montadora gastou cerca de US$ 10 milhões em publicidade na rede social em 2011 — uma fração do US$ 1,8 bilhão gasto em publicidade nos Estados Unidos. A receita obtida pelo Facebook no ano passado foi de US$ 3,7 bilhões. A maior parte veio de anunciantes.

GM vai parar de anunciar no Facebook, diz ‘WSJ’

15 de maio de 2012 | 17h52

Bianca Pinto Lima

Por Nayara Fraga

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Grátis. Empresa deve investir apenas na página como ferramenta de marketing no Facebook

Às vésperas da oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) do Facebook, o Wall Street Journal publica reportagem que revela o plano da General Motors de desistir de anunciar no Facebook. Os executivos de marketing da companhia — a maior montadora de veículos dos Estados Unidos — concluíram que os anúncios pagos na rede social tiveram pouco impacto nos consumidores, segundo informou uma fonte da GM ao jornal.

A empresa gastaria US$ 40 milhões com publicidade no Facebook por ano. Desse montante, US$ 10 milhões seriam pagos apenas ao site e o resto seria usado para cobrir os custos com o conteúdo criado para o site, com agências que administram o conteúdo e com a manutenção diária da página que ela mantém na rede. Esta, de acordo com as pessoas ouvidas pelo Journal, continuará a ser usada pela GM como uma ferramenta de marketing. Assim como os perfis para usuários comuns, esse recurso é grátis.

A GM começou a reavaliar sua presença no Facebook no início deste ano, depois de a equipe de marketing começar a questionar a eficiência dos anúncios, segundo o jornal. Executivos da montadora teriam, aliás, se reunido com gerentes da rede social para falar sobre essas preocupações. Eles teriam saído da reunião sem a certeza de que o investimento valia a pena.

“O recuo da GM vem no momento em que os anunciantes têm questionado cada vez mais a publicidade paga no Facebook”, diz o Wall Street Journal. A reportagem não detalha como o departamento de marketing da GM mediu a ineficiência de seus anúncios no Facebook.

Enquanto isso, notícias sobre como o Facebook ajuda marcas a se fortalecerem surgem a todo momento. O infográfico abaixo (em inglês), da empresa de pesquisa Socialbakers, mostra como marcas globais estão usando a rede social para conquistar fãs afora de seus países de origem. São dados relacionados apenas às páginas de empresas, o recurso gratuito. A Coca-Cola lidera o ranking de fãs, com 416 milhões, seguida de Starbucks, Converse, Red Bull e Oreo. Veja quais marcas são mais fortes de acordo com o país.

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