Vem do Japão a tecnologia que revela como um smartphone pode ser útil no tratamento da acne. A Fujitsu Laboratories criou um aplicativo que, usado junto com uma pequena moldura colorida em forma circular, pode avaliar a pele do rosto, incluindo poros e espinhas.
A executiva de planejamento estratégico da companhia, Myeongok Lee, explica no vídeo acima que a moldura serve para compensar o efeito que lâmpadas, como incandescentes e fluorescentes, causam na pele. Com ela, a avaliação dos problemas da face se torna mais precisa.
Para ter a pele avaliada, a pessoa deve tirar, por meio do aplicativo, quatro fotos: em volta das maçãs do rosto, do lado do nariz, do lado da bochecha e em volta da boca. Depois, é preciso pressionar o botão que gera a análise, a qual aparece em forma de pontuação.
O aplicativo, por enquanto, é destinado apenas a mulheres japonesas. Mas pode ser que ele seja estendidos a mulheres de outras partes do mundo.
Myeongok Lee sugere que essa ideia pode ser usada por fabricantes de comésticos na hora da entrega da amostra grátis, por exemplo. Assim, os clientes poderiam checar, periodicamente, se o produto está contribuindo para a melhora da pele.
A segurança das informações de clientes em sistemas bancários foi, mais uma vez, afetada. A filial japonesa do banco Citibank anunciou que dados pessoais de 92,4 mil clientes foram roubados e vendidos a outra pessoa.
O código de segurança dos cartões de crédito não foi obtido, mas vazaram nome, número de conta, endereço, telefone, data de nascimento, data de abertura da conta e sexo do correntista, segundo o “The Wall Street Journal”. Pessoas próximas ao caso teriam dito que o autor do roubo foi um funcionário de empresa terceirizada à qual seria liberado o acesso ao sistema interno do Citibank.
O diário americano afirma que o banco, cuja sede está em Nova York, comunicou o roubo à polícia logo após ser alertado do problema por um cliente. O Citibank está entrando em contato com os correntistas e vai emitir novos cartões, caso o cliente queira, de acordo com o “Journal”. O banco teria enfatizado que transações fraudulentas nessas contas não serão de responsabilidade do correntista.
O desastre ocorrido no Japão deve afetar a produção mundial de iPad 2.
Segundo a iSuppli, diversos componentes eletrônicos eram produzido no país asiático e tiveram a produção interrompida ou problemas de logística.
Entre os componentes estão:
- painel usado na tela touchscreen;
- memória RAM;
- módulos de memória NAND flash (produzidos pela Toshiba);
- bussola eletrônica;
- bateria (desenvolvida pela Apple no Japão).
Especialistas dizem que a Apple tem condições de obter esses materiais em outros países. Os prazos de entrega, no entanto, ficariam comprometidos.