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União Europeia faz queixa formal à Motorola Mobility por disputa de patente com a Apple

6 de maio de 2013 | 10h36

Agência Estado

MotorolaMobility_NathanWeberNYT.jpg

Foto: Nathan Weber/ NYT

Sergio Caldas, da Agência Estado

BRUXELAS – A Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia, emitiu hoje uma queixa formal à Motorola Mobility, uma unidade do Google, com o argumento de que a tentativa da empresa de obter uma liminar contra a Apple na Alemanha foi abuso de posição dominante.

Segundo a comissão, a Motorola Mobility violou as regras antitruste da UE ao ignorar que um licenciado em potencial estava disposto a negociar termos justos de licenciamento.

A queixa foi feita após reguladores da UE iniciarem uma investigação sobre o caso, em abril de 2012. Se for considerada culpada, a Motorola Mobility poderá ser condenada a pagar multa equivalente a 10% de seu faturamento global anual.

“Penso que as empresas deveriam passar o tempo inovando e competindo com base nos méritos dos produtos que oferecem – e não usando seus direitos de propriedade intelectual para obstruir concorrentes, em detrimento da inovação e da escolha do consumidor”, disse em comunicado Joaquín Almunia, comissário europeu para a concorrência.

As informações são da Dow Jones. 

Apple vence caso nos EUA sobre infração de patente aberto pelo Google

23 de abril de 2013 | 14h22

Agência Estado

Clarissa Mangueira, da Agência Estado

NOVA YORK – A Apple obteve um vitória em um caso de patente contra o Google aberto em uma agência comercial dos EUA, que confirmou as conclusões de um dos juízes da agência.

Um painel de juízes da Comissão Internacional de Comércio (ITC) – que tem o poder de proibir importações de produtos que infringiram a lei de patentes – disse que a Apple argumentou com sucesso que uma patente detida pela divisão Motorola Mobility do Google era inválida.

A patente do Google descrevia sensores que, entre outras coisas, incapacitam as entradas de toque quando o produto é colocado perto de uma pessoa. A tecnologia é projetada para evitar o aperto inadvertido do botão quando um telefone é encostado na cabeça de uma pessoa. “Nós estamos desapontados com o resultado e estão avaliando nossas opções”, afirmou um porta-voz do Google.

A decisão da ITC na segunda-feira é a vitória mais recente da Apple, que vem travando disputas com os concorrentes em tribunais em todo o mundo sobre infração de patentes de ambos os lados. As informações são da Dow Jones. 

Reguladores europeus investigam práticas de privacidade do Google

2 de abril de 2013 | 19h22

Agência Estado

Stefânia Akel

Seis reguladores europeus privados iniciaram investigações paralelas sobre a forma com que o Google lida com os dados pessoais de seus usuários. A ação pode levar a milhões de dólares em multas para a companhia.

Reguladores da França, Alemanha, Itália, Holanda, Reino Unido e Espanha já abriram investigações. Na França, as multas podem chegar a 300 mil euros (US$ 385 mil); no Reino Unido, a 500 mil libras esterlinas (US$ 758 mil); e na Itália, a multa máxima é de 1,2 milhão de euros.

Uma porta-voz do Google afirmou que a política de privacidade da companhia “respeita a lei europeia” e acrescentou que a empresa está “completamente engajada” com a proteção de dados e continuará assim.

(As informações são da Dow Jones)

Acredita? Google lança busca com cheiro, o ‘Google Nose’

1 de abril de 2013 | 12h03

Mariana Congo


GOOGLE NOSE COMBINA FÓTONS E ONDAS INFRASSOM PARA PRODUZIR CHEIROS

O Google anunciou hoje uma nova função para sua ferramenta de buscas que permite sentir cheiros, batizada de “Google Nose” (Google olfato).  A base de dados, diz o Google, é de mais de 15 terabytes, com aromas do mundo todo, como cheiro de livro e de carro novo. Assim, nasce o botão “cheirar” na tela do buscador.

Como isso é possível? Segundo o vídeo, o Google Nose combina fótons emitidos pela tela do computador com ondas de infrassom (vibrações sonoras que não podem ser ouvidas por humanos) para produzir partículas de cheiro perceptíveis pelo usuário. Os aparelhos Android também serão capazes de captar cheiros dos ambientes. E o Street Sense permite que veículos aspirem cheiros pelas ruas e estradas.

É verdade que o Google é conhecido pela inovação. Mas o Google Nose não passa de um trote de 1º de abril.

Experimente

Algumas buscas com cheiro estão disponíveis para reforçar a piada, basta entrar no site https://www.google.com/intl/pt-BR/landing/nose/ e clicar em “Experimentar o Google Nose Beta”. Depois, aperte o botão “cheirar” e, então, “começar a cheirar”.


(Imagens: Reprodução)

Veja o vídeo que apresenta o Google Nose (em inglês):

Relembre

O dia da mentira é levado a sério pelo gigante de buscas, que ano a ano inventa um produto irreal para apresentar nesta data.

No ano passado, um dos trotes de 1º de abril do Google apresentava o “YouTube Collection”, uma coleção de DVDs com todos os vídeos postados no YouTube. A piada mostra o quão seria absurdo inverter a lógica do YouTube, que nasceu na internet, para o meio físico do DVD. Assista (legendado):

O Google Maps 8-bits para videogames da Nintendo também foi outra piada do ano passado. Os mapas são mostrados com uma resolução de jogos antigos:

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Google vai cortar mais 1.200 empregos na Motorola Mobility

8 de março de 2013 | 11h13

Economia&Negócios

(Foto: Reuters/Christian Hartmann)

A Motorola Mobility vai cortar mais 1.200 empregos, equivalente a 10% de sua força de trabalho, como parte da tentativa da fabricante de celulares de recuperar rentabilidade, anunciou o Google, controlador da empresa, nesta sexta-feira, 8.

As demissões foram anunciadas após o corte de outros 4 mil postos na Motorola Mobility em agosto, ao mesmo tempo em que o Google busca produzir mais smartphones e menos aparelhos mais simples.

“Esses cortes são uma continuação das reduções que anunciamos ano passado”, disse a porta-voz Niki Fenwick à Reuters. “É obviamente duro para os empregados afetados e estamos comprometidos a ajudá-los a atravessar essa difícil transição”, acrescentou.

Segundo o jornal Wall Street Journal, os cortes vão afetar trabalhadores nos Estados Unidos, China e Índia. “Nossos custos são muito altos, operamos em mercados em que não somos competitivos estamos perdendo dinheiro”, afirmou a empresa em comunicado obtido pelo jornal.

Compra

O Google comprou a fabricante de celulares Motorola Mobility deficitária no ano passado por US$ 12,5 bilhões, em sua maior aquisição até o momento, no intuito de se valer do arsenal de patentes da fabricante para afastar os ataques legais à plataforma Android e, ao mesmo tempo, expandir sua atuação para além dos negócios com software.

(Reuters)

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Como é usar um Google Glass? Veja o vídeo

20 de fevereiro de 2013 | 12h23

Mariana Congo

O Google publicou hoje um vídeo inteiramente filmado com o Google Glass, os óculos inteligentes. O aparelho tira fotos, filma, faz buscas, ligações, mostra localização e mapas. O produto deve chegar ao mercado ainda neste ano.

O vídeo mostra as funcionalidades do “smartphone-óculos”. Para tirar uma foto, a pessoa diz “Ok, Glass, tire uma foto”. A mesma lógica vale para gravar um vídeo.

Se quer fazer uma busca, o usuário apenas fala “Google” e o dispositivo faz a procura com base no que a pessoa está vendo naquele momento. E mostra o resultado na telinha dos óculos.

Veja o vídeo:

Como ter um Google Glass?

Juntamente com o lançamento do vídeo hoje, o Google está convidando pessoas comuns para testarem o Google Glass. Primeiro, é preciso morar nos Estados Unidos. Depois, ter mais de 18 anos e ser “criativo e ousado”.

Além dos pré-requisitos acima, é necessário dizer – em uma postagem no Google+ ou no Twitter – o que você faria se tivesse um Google Glass, usando a hashtag #ifihadglass (se te eu tivesse óculos). A justificativa deve ser publicada até 27 de fevereiro e pode conter um texto de até 50 palavras, 5 fotos ou também um vídeo de até 15 segundos.

Mas não basta ter uma boa ideia: nada disso é de graça. Os escolhidos – o Google não divulgou o número de pessoas que receberão os óculos – terão que desembolsar US$ 1.500 (mais impostos) para comprar a versão de teste do Google Glass, além de comparecer a um evento em Nova York, São Francisco ou Los Angeles.

O site do Google Glass mostra o produto disponível em cinco cores batizadas de carvão, tangerina, pedra, algodão e céu.

O projeto

Em abril do ano passado, o primeiro vídeo publicado sobre o projeto do Google Glass dava uma ideia do protótipo, com o mesmo conceito do divulgado hoje, mas com algumas funções diferentes:

Mercado

O Google Glass deve chegar ao mercado ainda este ano e custar entre US$ 500 e US$ 1.000. Nesta semana, rumores de que o Google abriria lojas nos Estados Unidos estão relacionados ao lançamento da novidade. O objetivo: permitir que potenciais consumidores testem os óculos inteligentes.

Ontem, as ações do Google atingiram valor recorde desde que a empresa estreou na bolsa de valores Nasdaq, em 2004. Os papéis chegaram a ser negociados a US$ 807.

Hoje, por volta das 12h20 (horário de Brasília), as ações do gigante de buscas estavam em queda de 0,26%, cotadas a US$ 804,78.

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Google planeja inaugurar lojas nos Estados Unidos, diz fonte

18 de fevereiro de 2013 | 13h27

Mariana Congo

Sergey Brin, cofundador do Google, demonstra o Google Glass / Foto: REUTERS/Stephen Lam

O Google tem planos de abrir lojas físicas nas maiores regiões metropolitanas dos Estados Unidos ainda neste ano. A informação foi dada por uma fonte “extremamente confiável” ao site 9to5Google.

Mas por que uma empresa que nasceu na internet teria interesse de ir para o mundo do varejo tradicional?

Segundo a publicação, o objetivo do Google é oferecer aos clientes a oportunidade de conhecer e testar os produtos em mãos antes da compra.

O Google já tem tablets e smartphones Nexus e os Chromebooks (notebooks que usam o sistema operacional Chrome OS) no mercado. Mas a principal função das lojas físicas seria a de apresentar novidades como o Google Glass, óculos de realidade aumentada (uma espécie de “smartphone-óculos”) que deve ser lançado ainda neste ano e custar entre U$S 500 e U$S 1.000.

No caso de um produto como o Google Glass, que pretende ser revolucionário, o 9to5Google avalia que (fora os aficionados por tecnologia) poucas pessoas estariam dispostas a comprar o gadget sem antes testar. Por isso a importância da estratégica das lojas.

Alguma experiência no varejo tradicional o Google já tem. São centenas quiosques em lojas da varejista de eletrônicos Best Buy, nos Estados Unidos, e em 50 unidades da PC World, no Reino Unido. Nesses espaços, funcionários demonstram as funções dos Chromebooks e tiram dúvidas de consumidores.

Ideia maluca?

Um artigo da Forbes comenta a notícia e aborda alguns pontos que justificam por que a ideia de uma loja do Google não é maluca. Um deles: as lojas ajudariam a expandir o alcance da marca do gigante de buscas, hoje atrelada somente à internet. Mesmo que a palavra Google tenha tanta força a ponto de virar um verbo (sinônimo de buscas na internet), a marca ainda pode se expandir para outras áreas e vender de roupas a novos gadgets.

Outro ponto abordado pela Forbes: não importa o quão inovador e barato um produto seja, as pessoas sempre vão querer testá-lo antes de gastar seu precioso dinheiro. O texto diz que as lojas não precisam ser um centro de custo grande dentro da empresa, mas devem conseguir agregar valor para o cliente, como faz a Apple Store. Com 400 lojas pelo mundo, a Apple tem o maior ganho por metro quadrado em todo o varejo norte-americano – prova de que o segmento é rentável.

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Conheça o novo escritório do Google em São Paulo

16 de janeiro de 2013 | 16h57

Mariana Congo

O Google Brasil está com escritório novo em São Paulo. A nova sede fica na Avenida Faria Lima, um dos principais centros empresariais da capital paulista, e foi inaugurada em dezembro, mas alguns espaços ainda estão recebendo os retoques finais.

A antiga sede também era na Avenida Faria Lima. Segundo um funcionário, a empresa cresceu e, com novas contratações, as áreas livres acabaram ocupadas por novas pessoas e o espaço ficou apertado.

Dentro do Google

O novo escritório paulista pode abrigar entre 300 e 400 pessoas. A maioria é da área de vendas (em Belo Horizonte (MG), outro escritório é focado na área de desenvolvimento e engenharia).

A sede paulista ocupa dois andares e meio do prédio (9.000 m²). O espaço é grande, por isso, em breve os funcionários terão patinetes disponíveis como meio de locomoção.

No último andar, o restaurante, que serve café da manhã e almoço (com capacidade para mil refeições por dia), dá acesso a uma ampla varanda com vista para o Itaim Bibi, região sul de São Paulo. As salas de reuniões, espaços de convivência e cafés têm nomes relacionados a regiões de São Paulo e ao Brasil.

O ar-condicionado, as persianas e a luz das salas são controlados automaticamente, assim, temperatura e luz ambiente se adequam para o mínimo consumo de energia.

Visita

O auditório ‘Maracanã’:

As quatro microkitchens (microcozinhas) são áreas de convivência, onde se pode tomar um café, comer, beber algo. Logo na entrada da sede, a microkitchen tem o nome ‘Baixo Augusta’, com mesa de sinuca:

Microkitchen ‘Bixiga’:

A ‘Feira livre’ tem frutas à disposição:

Sala de jogos:

A sala de descanso tem quatro redes:

O ‘Tech Shop’ é um lugar onde os funcionários podem levar seus aparelhos eletrônicos para pedir ajuda ou reparos:

Microkitchen ‘Liberdade’:

Restaurante:

Fotos: Cláudio Pepper/Divulgação Google

Experiência ampliada com o ‘Google Earth’, logo na entrada da sede:

Foto: Mariana Congo/Estadão

 

Alguns números do Google em 2012

100 bilhões de buscas por mês
25 bilhões de aplicativos baixados no Google Play
4 bilhões de horas de vídeos postados no YouTube por mês

Na próxima terça-feira, dia 22, o Google divulga os resultados globais da empresa no quarto trimestre de 2012.

Facebook ‘rouba’ chef de cozinha do Google

8 de novembro de 2012 | 13h06

Economia&Negócios

Murilo Roncolato* 

Foto:  Clayton de Souza/Estadão

Já faz mais de quatro anos que Josef Desimone (foto) não lava roupa em casa. Desde que virou o chef de cozinha do Facebook, ele recebe as roupas lavadas na sede da empresa, onde também corta o cabelo e troca os pneus do carro. É prática comum no Vale do Silício, região do oeste americano que concentra boa parte das empresas de tecnologia do mundo, que as empresas façam tudo pelos funcionários. E a parte mais central dessa estratégia está, é claro, na cozinha.

O Facebook tem quase 4 mil empregados no mundo (em cidades como Londres, Tóquio, Hong Kong, Cingapura). Mais da metade está na sede, na Califórnia. Ali, as grandes cozinhas servem três refeições diárias; e as microkitchens quebram o galho na hora do lanche.

Um sistema semelhante foi implementado no Google dez anos antes. Na época, chefs foram convidados a conduzir a experiência de fazer pratos complexos para uma multidão. Um desses chefs era Josef Desimone. Depois de cinco anos de Google, ele foi chamado pelo Facebook.

Neto de cozinheira italiana e filho de fazendeiros, Desimone cresceu circulando pela cozinha e se fez um chef muito rigoroso quanto à origem dos alimentos. Só compra frutas, legumes e verduras de fornecedores que estejam a até 20 km. “Somos globais pensando local”, fraseia. “Se não temos tomates locais maduros, não servimos tomate. Não quero servir um tomate que veio do Chile, foi tirado do pé ainda verde e viajou de navio até aqui.”

Rígido também foi o chefe do chef. Em 2011, Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, decidiu que passaria um ano comendo apenas a carne de animais que ele mesmo matasse. Para ele, as pessoas não devem ignorar a origem do que comem, devem ter a consciência do animal e, com isso, adquirir respeito e gratidão pelo que comem. Segundo Desimone, Zuckerberg matou lagostas, galinhas e porcos. Mas, por causa disso, 80% de suas refeições passaram a ser vegetarianas.

“As pessoas não associam a carne de carneiro ao carneiro. Na fazenda dos meus pais, matávamos uma vaca e dividíamos com o vizinho para aproveitar tudo”, conta. “Se todos fizessem isso, haveria mais vegetarianos e mais respeito pela comida.” Desimone não dispensa carne na sua dieta, mas é adepto do movimento farm-to-table (da fazenda para a mesa). “Vou à fazenda, pego ovos, depeno perus, uso as penas e como a carne. Encorajo as pessoas a tentarem esse estilo”.

Paçoquinha

Desimone desembarcou no Brasil na semana passada para definir os padrões da cozinha do novo escritório do Facebook, no Itaim Bibi, São Paulo. Como trabalham ali apenas 40 pessoas, determinou-se a instalação de uma microkitchen, com um micro-ondas e uma chapa. No cardápio, cerveja, energético, água de coco e frutas como banana, maçã, manga, jabuticaba e kiwi; além de paçoquinha, cupcakes, salgadinho de batata frita, castanhas e barras de cereal.

O chef viaja para a maioria dos países onde o Facebook está presente com escritórios. Quando chega a seu destino, ele procura conversar com fornecedores e chefs, estuda a história do país (“entendendo a história, entendo a comida; entendendo a comida, entendo a história”), come em restaurantes “de esquina” e, enfim, elabora um cardápio local. Por aqui, destacou a feijoada e se disse surpreso com duas coisas. “A enorme população asiática que existe aqui, não imaginava… E além disso, eu imaginava que a comida fosse muito mais apimentada.”

*Matéria originalmente publicada no caderno Paladar de O Estado de S. Paulo no dia 08/11/2012

Google anuncia tablet de 10 polegadas a US$ 399

29 de outubro de 2012 | 15h34

Agência Estado

Sergio Caldas

NOVA YORK – O gigante da internet Google anunciou hoje um novo tablet, de 10 polegadas e rodando seu sistema operacional Android, em mais um lance de sua estratégia para tomar mercado da Apple e de outros concorrentes.

O Nexus 10, fabricado pela Samsung, custará US$ 399,00. Na configuração básica, o iPad, da Apple, custa a partir de US$ 499,00.

O Google também anunciou que o Nexus 7, lançado em julho apenas na versão Wi-Fi, passará a ser vendido também com a possibilidade de conexão celular da AT&T nos EUA. As informações são da Dow Jones.

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