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Facebook e GM voltam a conversar sobre publicidade na rede social, diz ‘WSJ’

3 de julho de 2012 | 14h57

Nayara Fraga

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Depois de desistir de anunciar no Facebook, às vésperas da abertura de capital da rede social, a General Motors (GM) retoma as conversas com a empresa acerca da publicidade no site, segundo o Wall Street Journal. O diário conta que a diretora de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, tratou do assunto recentemente com o presidente da GM, Daniel Akerson, e que executivos das companhias também têm discutido a reaproximação.

O diretor global de marketing da GM, Joel Ewanick, deixou o Facebook em situação embaraçosa quando disse, em maio, que os anúncios pagos na rede social tinham pouco impacto na decisão de compra dos consumidores, lembra o WSJ. No dia da oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), e nos seguintes, o anúncio da desistência de anunciar no site aparecia na lista das razões para a estreia do Facebook em bolsa ter  sido um fracasso. A empresa fechou o primeiro dia de pregão em alta de apenas 0,61% e, nas semanas seguintes, amargou queda de mais de 20%.

Ewanick e a diretora de vendas globais, Carolyn Everson, se encontraram pela primeira vez desde o polêmico anúncio da GM, em Cannes (França), em junho, segundo pessoas familiares ao assunto informaram ao WSJ.  Ela disse, de acordo com essas fontes, que o Facebook está disposto a mostrar como a GM pode transformar a publicidade feita na rede social em dólares — sem tratamento especial.

Até agora, no entanto, a GM ainda não se comprometeu a voltar para o Facebook como anunciante, segundo o jornal. A montadora gastou cerca de US$ 10 milhões em publicidade na rede social em 2011 — uma fração do US$ 1,8 bilhão gasto em publicidade nos Estados Unidos. A receita obtida pelo Facebook no ano passado foi de US$ 3,7 bilhões. A maior parte veio de anunciantes.

GM vai parar de anunciar no Facebook, diz ‘WSJ’

15 de maio de 2012 | 17h52

Bianca Pinto Lima

Por Nayara Fraga

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Grátis. Empresa deve investir apenas na página como ferramenta de marketing no Facebook

Às vésperas da oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) do Facebook, o Wall Street Journal publica reportagem que revela o plano da General Motors de desistir de anunciar no Facebook. Os executivos de marketing da companhia — a maior montadora de veículos dos Estados Unidos — concluíram que os anúncios pagos na rede social tiveram pouco impacto nos consumidores, segundo informou uma fonte da GM ao jornal.

A empresa gastaria US$ 40 milhões com publicidade no Facebook por ano. Desse montante, US$ 10 milhões seriam pagos apenas ao site e o resto seria usado para cobrir os custos com o conteúdo criado para o site, com agências que administram o conteúdo e com a manutenção diária da página que ela mantém na rede. Esta, de acordo com as pessoas ouvidas pelo Journal, continuará a ser usada pela GM como uma ferramenta de marketing. Assim como os perfis para usuários comuns, esse recurso é grátis.

A GM começou a reavaliar sua presença no Facebook no início deste ano, depois de a equipe de marketing começar a questionar a eficiência dos anúncios, segundo o jornal. Executivos da montadora teriam, aliás, se reunido com gerentes da rede social para falar sobre essas preocupações. Eles teriam saído da reunião sem a certeza de que o investimento valia a pena.

“O recuo da GM vem no momento em que os anunciantes têm questionado cada vez mais a publicidade paga no Facebook”, diz o Wall Street Journal. A reportagem não detalha como o departamento de marketing da GM mediu a ineficiência de seus anúncios no Facebook.

Enquanto isso, notícias sobre como o Facebook ajuda marcas a se fortalecerem surgem a todo momento. O infográfico abaixo (em inglês), da empresa de pesquisa Socialbakers, mostra como marcas globais estão usando a rede social para conquistar fãs afora de seus países de origem. São dados relacionados apenas às páginas de empresas, o recurso gratuito. A Coca-Cola lidera o ranking de fãs, com 416 milhões, seguida de Starbucks, Converse, Red Bull e Oreo. Veja quais marcas são mais fortes de acordo com o país.

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