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Depois de mudar política de garantia, Apple pede desculpas a clientes chineses

1 de abril de 2013 | 13h45

Agência Estado

Álvaro Campos

A Apple divulgou nesta segunda-feira, 1º, um pedido de desculpa assinado pelo executivo-chefe da empresa, Tim Cook, que prometeu reformular alguns aspectos das políticas de serviços aos clientes na China, após críticas feitas pela imprensa estatal no país. Por volta das 13h45 (horário de Brasília) as ações da Apple perdiam 2% na Bolsa de Nova York.

Em uma carta escrita em chinês e postada no site chinês da Apple hoje, Cook disse que a empresa refletiu profundamente sobre “comentários” recentes em relação às suas políticas de garantia e pediu desculpas por desentendimentos criados pela comunicação pobre com os clientes. O pedido de desculpa reflete o desejo da empresa de encerrar a propaganda negativa na China, que é o seu segundo maior mercado, perdendo apenas para os EUA.


TIM COOK PEDE DESCULPAS: APPLE VAI REFORMULAR GARANTIA DO IPHONE 4 E 4S (Foto: Jim Wilson/The New York Times)

No mês passado a imprensa estatal chinesa acusou a Apple de encurtar os períodos de garantia, adotando políticas que descriminam os clientes chineses, além de formular respostas inadequadas e arrogantes para as críticas.

Na carta divulgada hoje, Cook disse que a Apple vai reformular suas políticas de garantias para o iPhone 4 e 4S, simplificar a comunicação com os clientes e aprimorar o treinamento de seus revendedores. “Nós estamos cientes de que um problema de comunicação levou à percepção de que a atitude da Apple foi arrogante e que nós não nos importamos com o retorno dado pelos clientes. Nós pedimos sinceras desculpas por quaisquer receios ou desentendimentos que isso causou”, escreveu Cook.

Na semana passada uma autoridade reguladora chinesa disse que vai aumentar a fiscalização sobre as políticas de direitos dos consumidores implementadas pela Apple e outras fabricantes de produtos eletrônicos, no primeiro sinal público de que o governo vai adotar ações concretas em resposta às críticas feitas pela imprensa. Entretanto, o governo não deu mais detalhes sobre o assunto. As informações são da Dow Jones.

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Maior operadora do mundo, China Mobile pode começar a oferecer iPhone

10 de janeiro de 2013 | 14h02

Agência Estado

Foto: Reuters/Carlos Barria

O executivo-chefe da Apple, Tim Cook, e o presidente do conselho da China Mobile, Xi Guohua, se reuniram nesta quinta-feira, 10. O encontro alimenta esperanças de que a maior operadora móvel do mundo logo comece a oferecer o iPhone a seus milhões de clientes.

Segundo a China Mobile, a reunião ocorreu em sua sede, em Pequim, durante a visita de Cook ao país, a segunda em menos de um ano. A operadora, no entanto, não divulgou detalhes do encontro, citando um “acordo de confidencialidade”. O porta-voz da Apple na capital chinesa não pôde ser localizado para fazer comentários.

Ganhar acesso aos mais de 700 milhões de assinantes da China Mobile seria um grande passo nos esforços da Apple de se expandir na China, o maior mercado de smartphones do mundo.

No quarto trimestre fiscal, encerrado em setembro, as vendas da Apple na China totalizaram US$ 5,7 bilhões, representando cerca de 16% do resultado global da empresa. No mês passado, as vendas do iPhone 5, a última versão do smartphone da Apple, ultrapassaram 2 milhões de unidades no fim de semana de seu lançamento na China. As informações são da Dow Jones.

China condena Apple a pagar multa para escritores locais

28 de dezembro de 2012 | 13h31

Agência Estado

Álvaro Campos

Um tribunal de Pequim ordenou ontem que a Apple pague 1,03 milhão de yuans (cerca de US$ 165 mil) para um grupo de escritores locais que alegam que a empresa norte-americana vendeu cópias online de seus livros sem a licença adequada.

Segundo a agência estatal de notícias Xinhua, o Tribunal do Povo Intermediário nº 2 de Pequim ordenou que a Apple pague esse dinheiro a oito escritores e duas companhias, por violar seus direitos de propriedade intelectual.

Em comunicado, a Apple disse que seus empregados “levam queixas de violação de direitos autorais muito a sério” e afirmou que está receptiva às reclamações feitas pelos escritores chineses. “Nós estamos sempre atualizando nossos serviços para auxiliar melhor proprietários de conteúdos a protegeram seus direitos”, declarou a empresa.

Essa é a segunda decisão contra a Apple na China em quatro meses. A companhia está apelando de uma decisão do mesmo tribunal que determinou o pagamento de 520 mil yuans à editora de uma enciclopédia chinesa por violação de direitos autorais.

A China tem se tornado um mercado significativo para a Apple. No trimestre fiscal terminado em setembro as vendas da companhia no país somaram US$ 5,7 bilhões, quase 16% do total global. As informações são da Dow Jones.

Apple paga US$ 60 milhões para usar marca iPad na China

2 de julho de 2012 | 12h53

Nayara Fraga

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A Apple concordou em pagar US$ 60 milhões à Proview Technology da cidade de Shenzhen, China, para ter o direito de usar a marca iPad no país. O fim da disputa judicial foi anunciado nesta segunda-feira, 2, pelo Superior Tribunal Popular da Província de Guangdong, segundo a agência de notícias chinesa Xinhua.

O nome do tablet foi motivo para processos movidos na Justiça chinesa e na americana. A Proview alegava que a Apple havia agido de má-fé durante a compra da marca e definia a aquisição como uma fraude. Em dezembro de 2009, a empresa fundada por Steve Jobs (1955-2011) usou uma companhia chamada IP Application Development, cujas iniciais formariam a sigla Ipad, para comprar a marca de propriedade da Proview por US$ 55 mil e poder usá-la em vários países. (Veja mais em Como a Apple teria enganado a Proview para comprar a marca iPad.)

A venda do nome foi fechada pela filial da empresa em Taiwan. No entanto, o uso da marca na China não fazia parte do acordo, segundo a Proview de Shenzhen. Com o sucesso do iPad no mercado, a companhia, então, denunciou a violação da marca.

O acordo final é visto por analistas como um passo estratégico da Apple para levar o novo iPad aos ansiosos consumidores chineses, diz a Xinhua. Lançamentos de produtos da marca americana, como iPhone, costumam gerar filas de muitas pessoas nas portas das lojas.

“Nós acreditamos que a marca iPad vale mais do que o montante que a Apple vai pagar. Não é satisfatório, mas é aceitável”, diz o advogado da Proview de Shenzhen, Xie Xianghui, segundo a agência Xinhua. A Proview está em processo de recuperação judicial.

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Disputa pela marca iPad vai para os EUA

Tribunal de Xangai rejeita proibição de venda de iPad

Polícia chinesa confisca “fogão iphone”

27 de fevereiro de 2012 | 14h39

Nayara Fraga

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Atualizado às 14h14

E uma empresa chinesa quer que seus clientes cozinhem com o fogão portátil “iphone”. Isso mesmo. O produto tem uma boca, pode ser levado para qualquer lugar e ainda vem com a maçã mordida, logo da Apple (veja imagem acima). Os detalhes podem ser vistos em fotos divulgadas pelo site M.I.C . Gadget, que conta que a polícia da China confiscou 681 deles na cidade de Wuhan.

O blog diz que os fogões foram apreendidos depois de descoberto que eles não eram reais produtos da Apple. O jornal International Herald Tribune pondera que a apreensão ocorreu, “aparentemente”, porque os fogareiros eram “inseguros”, e não porque violavam a marca da empresa fundada por Steve Jobs.

Essa é só mais uma história na indústria de falsificações de produtos da Apple na China. Entre as mercadorias que vêm com a marca da Maçã estão caixas de som, tênis, capa para iPad, iPhone 5 (produto ainda não lançado) e hub USB, como mostra o M.I.C. Gadget. Isso sem contar as Apple Stores falsificadas (veja mais em Duas lojas falsificadas da Apple são fechadas na China).

Faz-se de tudo para que o produto pareça genuíno. O fogão iPhone vem até com uma etiqueta de certificação que diz “Apple China Limited”, segundo o M.I.C . Gadget.  O blog veicula notícias relacionadas à China e, nesse post, cita como fonte um site chinês popular chamado NetEase.

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Tribunal de Xangai rejeita proibição de venda de iPad

23 de fevereiro de 2012 | 15h08

Nayara Fraga

A confusão em torno da marca iPad na China teve mais um capítulo encerrado nesta quinta-feira, 23. Um tribunal de Xangai rejeitou o pedido de suspensão temporária das vendas do tablet mais famoso do mundo. A solicitação era da Proview Technology, fabricante asiática de telas de cristal líquido que afirma ter direito sobre o nome do produto.

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VEJA NO LINK: Tribunal deve autorizar iPad em Xangai
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A empresa fundada por Steve Jobs afirma ter comprado, em 2009, o direito de usar o nome iPad da Proview, segundo a agência de notícias Dow Jones. A empresa chinesa, para Apple, estaria se recusando “a honrar o compromisso”. Reportagens anteriores, no entanto, informam que o desentendimento começou quando a filial da Proview em Taiwan vendeu a marca a uma empresa britânica chamada IP Application Development, que a teria, então, vendido à Apple. (Veja em Apple não pode chamar iPad de iPad na China.)

Em dezembro, a Proview teria entrado com processo contra a Apple exigindo US$ 1,6 bilhão para compensar o uso indevido da marca na China. Desde então, o conflito judicial passa por outros tribunais e recebe novas solicitações da parte da Apple e da Proview.

Fica definido, com essa última decisão do tribunal de Xangai, que os procedimentos relacionados a esse processo estão suspensos até um tribunal da província de Cantão julgar recurso também relacionado à disputa pelo nome iPad, segundo a Dow Jones. A conferir quando a novela termina de vez.

(Com informações da Agência Estado)

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VEJA TAMBÉM: Apple pode enfrentar multa de US$ 38 milhões por usar marca ‘iPad’ na China
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Apple pode enfrentar multa de US$ 38 milhões por usar marca ‘iPad’ na China

7 de fevereiro de 2012 | 18h32

Nayara Fraga

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O conflito judicial em torno do nome iPad na China continua.  A empresa Proview Technology, da cidade de Shenzhen, disse nesta semana que está movendo uma decisão judicial para tentar impedir a Apple de usar a nomenclatura iPad na China, informa o Wall Street Journal.

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ENTENDA: Apple não pode chamar iPad de iPad na China
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O presidente do conselho da Proview em Shenzhen, Yang Rongshan, disse ao jornal que é preciso admitir que o iPad é um grande produto do qual a Apple tira proveito. “Mas isso não é razão para apoiar sua prática irregular aqui (China)”.

E a multa pelo uso do nome iPad no país pode ser alta. Um advogado da Proview disse que um tribunal de Pequim pretenderia multar a Apple em US$ 38 milhões pelo uso da nomenclatura, segundo o site de tecnologia Mashable, que cita o The Global Times. A multa teria sido suspensa depois de a Apple protestar.

A companhia asiática (que fabrica telas de cristal líquido) entrou com processo contra a Apple em dezembro, exigindo US$ 1,6 bilhão para compensar o uso indevido da marca na China. Mas a empresa de Steve Jobs estaria recorrendo da decisão.

Se a Apple não conseguir contornar a situação, o tablet mais famoso do mundo terá de ser chamado de outra forma na China.

Confusão

A unidade da Proview International Holdings em Shenzhen registrou legalmente a marca iPad, para uso na China e em outros países, em 2000. Seis anos depois, a filial da companhia baseada em Taiwan vendeu a marca para a britânica IP Application Development, por US$ 55 mil — segundo a FoxNews, que cita a imprensa chinesa. Essa empresa teria transferido, mais tarde, o registro do nome iPad à Apple.

Mas a Proview Technology de Shenzhen afirma que o registro da marca para uso no mercado chinês não estava incluso no acordo feito com a IP Application Development. Isso porque a Proview de Taiwan, naquela época, não tinha direito sobre a marca iPad na China, diz a FoxNews.

Por que a Apple fabrica o iPhone na China

23 de janeiro de 2012 | 16h21

Nayara Fraga

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Agilidade. Custo de produção da Apple com iPhone fabricado na Foxconn seria de US$ 8

Quase todos os 70 milhões de iPhones e 30 milhões de iPads vendidos em 2011 foram fabricados fora dos Estados Unidos, principalmente na China. O porquê disso tem conexão com a mão de obra chinesa mais barata, sim. Mas há outros motivos para grandes companhias como a Apple preferirem fabricar seus produtos em outro lugar que não o território americano, como mostra reportagem publicada pelo New York Times.

Um deles é o fato de a maioria dos fornecedores da empresa de Steve Jobs estar localizada na China. Trazer a produção dos aparelhos da Apple para os Estados Unidos criaria grandes desafios na logística — como tornar viável a fabricação de aparelhos em uma cidade americana se quase todos os seus componentes estão a meio mundo de distância? Isso seria também um empecilho para a troca de fornecedores chineses, o que a empresa hoje faz com certa flexibilidade na China.

O porte das fábricas chinesas, hoje maiores e bem mais ágeis que as americanas, é outro motivo para continuar a produção fora de casa. Um ex-executivo da Apple conta que, poucas semanas antes de o iPhone ir para as prateleiras, em 2007, a companhia redesenhou a tela do dispositivo, forçando a revisão da montagem do aparelho, segundo o NYT. Assim, na China, o chefe dos operários teria acordado 8 mil deles, que dormiam em seus quartos dentro da fábrica.

“Cada empregado recebeu um biscoito e uma xícara de chá, foi conduzido à estação de trabalho e, em menos de 30 minutos, eles começaram um turno de 12 horas, encaixando as telas de vidro no aparelho”, relata o jornal. Em 96 horas, a planta produziu no ritmo de 10 mil iPhones por dia.

A grande agilidade se soma à habilidade técnica de engenheiros chineses, a qual satisfaz a montagem complexa dos aparelhos, mas não é tão qualificada a ponto de justificar um alto salário.

O movimento da produção em direção ao exterior preocupa os Estados Unidos, segundo economistas ouvidos pelo NYT. Afinal, essa seria uma causa da dificuldade que o país enfrenta para criar postos de trabalho para a classe média.

Custo

Fabricar um iPhone nos Estados Unidos custaria US$ 65 a mais que na China, onde a estimativa de custo de produção é de US$ 8. Isso minimizaria o lucro da Apple, apesar de não eliminá-lo. (O preço médio de venda do iPhone é de US$ 600, o que rende margem bruta de cerca de 40% à Apple, calcula o Business Insider. Assim, o lucro bruto da Apple com cada iPhone é de aproximadamente US$ 250, segundo o site.)

Veja a reportagem do New York Times, em inglês.

Apple não pode chamar iPad de iPad na China

7 de dezembro de 2011 | 13h13

Nayara Fraga

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A Apple perdeu a disputa pelo registro da marca iPad na China. A empresa de Steve Jobs acusava a companhia Proview Technology, da cidade de Shenzhen, de uso impróprio do nome iPad, segundo o MarketWatch.

A história dá voltas. Para rejeitar o processo movido pela Apple, o tribunal chinês argumentou que a Proview (unidade da Proview International Holdings) registrou legalmente a marca iPad para uso na China e em outros países, em 2000. Ocorre que, seis anos depois, a filial da companhia baseada em Taiwan vendeu a marca para a britânica IP Application Development por US$ 55 mil, explica a FoxNews, citando a imprensa chinesa. Essa empresa teria transferido, então, o registro do nome iPad à Apple.

Mas a Proview Technology da cidade de Shenzhen afirma que o registro da marca para uso no mercado chinês não estava incluso no acordo feito com a IP Application Development. Isso porque a Proview de Taiwan, naquela época, não tinha direito sobre a marca iPad na China, diz a FoxNews.

Portanto, ficou dito que a Proview Technology baseada em Shenzhen é dona da marca iPad, nome do tablet de maior sucesso no mundo hoje. A chinesa ainda quer US$ 1 bilhão da Apple para compensar o uso indevido da marca na China.

Se a Apple não conseguir virar o jogo de alguma forma, terão de dar outro nome ao iPad na China.

Censurada, China cria suas próprias redes sociais na web [INFOGRÁFICO]

1 de dezembro de 2011 | 21h44

Nayara Fraga

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Clique na imagem para ver o infográfico completo

A China tem quase 500 milhões de usuários, seis vezes mais que o Brasil. Mas, se é censurado o acesso a sites como Google, Facebook, Twitter ou YouTube, quais páginas os chineses usam para interagirem uns com os outros? As criadas por eles mesmos.

Renren.com, por exemplo, é uma rede social com 31 milhões de usuários que pretende levantar US$ 584 milhões em sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). Kaixin001.com é uma plataforma para criar blogs, subir fotos e baixar jogos estilo FarmVille, como Happy Farm e Friends for Sale. Além desses, Weibo faz as vezes do Twitter. Youku.com é um YouTube. E Jiepang é o FourSquare.

“A internet é muito mais influente na China em comparação com os Estados Unidos e outros países. As mídias sociais são um importante canal… Consumidores chineses confiam mais numa marca se ela é mencionada em um blog”, diz o presidente da empresa de marketing chinesa Dragon Trail, Jens Thraenhart, no infográfico acima, do Gplus.

Veja como ocorre a evolução das redes sociais na China clicando na imagem acima.