25 de julho de 2011 | 17h54
Nayara Fraga

Concorrência. Sites lançam promoções semelhantes (Foto: Divulgação)
Atualizado às 19h48
A partir de 0h desta terça-feira, 26, o site de compras coletivas Groupon vai vender o carro MINI One, da BMW, pela metade do preço pelo qual ele é vendido nas concessionárias, R$ 69.950. Com o de desconto de 50%, o valor do automóvel ficará entre R$ 34 mil e R$ 35 mil.
O ClickOn, concorrente do Groupon, também divulgou que fará oferta semelhante. A empresa colocará em sua página no Facebook um link que levará o usuário a uma página para compra do mesmo carro. A diferença é que o automóvel será vendido por R$ 29.999,99, 57% de desconto em relação ao preço original.
Só verá o link quem “curtir” a página do ClickOn no Facebook. A empresa afirma que a promoção pode ser divulgada “a qualquer momento”.
Tanto na promoção do Groupon quanto na do ClickOn, apenas uma unidade será vendida. Leva o carro quem der o primeiro clique.
2 de junho de 2011 | 16h55
Nayara Fraga
O site de compras coletivas Groupon vai mesmo abrir capital em bolsa de valores. Nesta quinta-feira, 2, a empresa registrou na SEC (comissão de valores mobiliários dos Estados Unidos) pedido de oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) para levantar US$ 750 milhões.
A chegada do Groupon ao mercado financeiro reafirma o valor de mercado que empresas com negócios baseados na internet estão ganhando. Em maio, a rede social para conexões profissionais LinkedIn impressionou com sua estreia na Bolsa de Valores de Nova York, levantando US$ 352,8 milhões (veja aqui).
Facebook e Twitter, que são avaliados em muitos bilhões de dólares, são ansiosamente esperados pelos investidores que apostam em redes sociais. Analistas do mercado, no entanto, questionam se tais avaliações não estariam superestimadas.
Groupon em números:
- 83 milhões de e-mails cadastrados;
- 30 milhões de cupons vendidos em 2010 e 28 milhões nos três primeiros meses de 2011;
- US$ 645 milhões foi a receita do primeiro trimestre deste ano;
- US$ 713 milhões foi a receita total de 2010;
- US$ 241,5 milhões e US$ 179,9 milhões foram gastos (no 1º trimestre de 2010 e no 1º trimestre de 2011, respectivamente) com iniciativas de marketing online voltadas para a conquista de assinantes
(Fonte: Business Insider)
23 de março de 2011 | 11h28

Rob Solomon
(Foto: Divulgação)
O presidente e chefe operacional (COO) da Groupon, Rob Solomon, anunciou no final da terça-feira (22) que está deixando a empresa. A saída acontece em meio a um surpreendente crescimento da startup, pioneira no ramo de compras coletivas.
Em comunicado por email na manhã desta quarta (23), o CEO da empresa Andrew Mason informa que a saída de Solomon está relacionada aos desejos de sua família, que há tempos pretendia sair de Chicago e retornar à Woodside, uma cidadezinha de 5.352 habitantes na Califórnia.
Segundo o site All Thing Digital, no entanto, a saída do presidente – que também foi executivo do Yahoo – também está relacionada ao novo patamar da empresa, que se prepara para fazer uma oferta pública de ações (IPO).
“A Groupon precisa de alguém do tipo ‘Sheryl Sandberg’ para essa nova fase”, teria dito uma fonte interna da empresa. Sheryl Sandberg é atual COO do Facebook, após também ter trabalhado em cargos de peso no Google.
Na sua gestão, que durou um ano, a empresa:
- rejeitou a oferta de US$ 6 bilhões do Google;
- ampliou sua abrangência de 1 para 44 países;
- aumentou o número de funcionários de 200 para 6.500;
- cresceu em número de assinantes de 3 milhões para 70 milhões.
A Groupon, que valia US$ 780 milhões quando começou a funcionar, em 2008, foi recentemente avaliada em US$ 25 bilhões pelo banco de investimentos Goldman&Sachs.
18 de março de 2011 | 13h00
O banco de investimentos Goldman&Sachs avaliou a Groupon em US$ 25 bilhões. É o que reporta a agência de notícias Bloomberg, citando fontes próximas às negociações.
No caso do Facebook, a avaliação era de US$ 14 bi em Janeiro de 2010. Ao ser avaliada pela Goldman&Sachs, em Janeiro de 2011, seu valor de mercado subiu para US$ 50 bi.
No caso do Groupon, o crescimento foi de US$ 1,3 bi (em Abril de 2010) para US$ 25 bi, nesta sexta-feira (18)
Comparado ao Google
Groupon é um site pioneiro em compras coletivas no mundo que ficou ainda mais famoso ao recusar uma oferta de aquisição por parte do Google no valor de US$ 6 bilhões.
Em Janeiro, começaram a surgir rumores de que a empresa estaria se preparando para fazer uma oferta pública de ações (IPO), na Bolsa de Valores.
Se isso realmente acontecer, e este valor seja confirmado, a startup fundada em 2008 entrará no mercado de ações com um valor maior do que o próprio Google, que entrou no mercado em Agosto de 2004, valendo US$ 23 bi.
27 de janeiro de 2011 | 18h51

Groupon é um site pioneiro em compras coletivas. E deu tanto certo que se deu ao luxo de recusar a oferta do Google (R$ 6 bilhões) e nem abrir capital. Afinal, não tinha dificuldade em obter capital por meio de grupos de investidores. Até agora.
Na semana passada, o Google divulgou que estava criando um site de compras coletivas – o Google Offers – e, nesta quarta-feira (27), foi a vez do Facebook fazer o anúncio do “Buy with friends”.
Segundo a diretora de produtos, Deb Liu, será uma opção de compra coletiva dentro da rede social, com créditos do próprio site e sem um número mínimo de pessoas para obter o desconto.
Aqui no Brasil, o primeiro a fazer sucesso foi o Peixe Urbano, que nasceu em março de 2010. De lá para cá, 400 novos sites de compras coletivas foram criados.
11 de janeiro de 2011 | 13h19
Obter investidores tem sido uma tarefa fácil para o site de compras coletivas Groupon. Um mês depois de ter recusado a oferta do Google – que queria adquirir a companhia por US$ 6 bilhões –, o grupo obteve os US$ 950 milhões em investimentos que tinha planejado.
Em dezembro, a Groupon anunciou que pretendia entrar na Bolsa de Valores em 2011 para levantar tal valor. Não foi necessário. Obteve a quantia por meio de uma rodada com um grupo de investidores.
Lançado em 2008, o site oferece cupons com até 50% aos seus usuários. Em dois anos, subiu de 1 (EUA) para 35 países (incluindo o Brasil), saiu de 2 milhões para 50 milhões de assinantes. Não por acaso, obteve cerca de US$ 4,8 milhões de investimento em apenas três anos.
No comunicado divulgado à imprensa, a companhia disse que utilizará os novos recursos para ampliar sua expansão global, investir em tecnologia e obter liquidez para pagamento de funcionários e investidores mais antigos.