LinkedIn alcança 7 milhões de usuários no Brasil
10 de fevereiro de 2012 | 17h55
Nayara Fraga

Depois de abrir um escritório no País, na cidade de São Paulo, o site para conexões profissionais LinkedIn anuncia nesta sexta-feira, 10, que alcançou 7 milhões de usuários no Brasil. A capital paulista lidera o ranking das principais cidades presentes na rede, com 1,5 milhão de usuários. Rio de Janeiro e Belo Horizonte aparecem em segundo e terceiro lugares, respectivamente, com 492 mil e 215 mil usuários. Veja o ranking divulgado pela empresa:
-
Usuários por capital:
São Paulo – mais de 1,5 milhão
Rio de Janeiro – mais de 492 mil
Belo Horizonte – mais de 215 mil
Porto Alegre – mais de 170 mil
Curitiba – mais de 155 mil
Brasília – mais de 114 mil
Manaus – 35 mil
-
Os brasileiros representam quase 5% do total de usuários do LinkedIn, que hoje soma 150 milhões em todo o mundo. Dois meses atrás, a participação do País era de 4%.
O crescimento da rede no Brasil ficou mais evidente no segundo semestre de 2011. O número de usuários saltou de 4 milhões em agosto de 2011 para 6 milhões em novembro — ritmo bem mais acelerado do que o verificado no ano anterior. Para ganhar 1 milhão de novos usuários em 2010, a empresa levou sete meses (de abril, quando o site foi traduzido para o português, a outubro, segundo números divulgados pela companhia).
Estratégia
O escritório do LinkedIn no Brasil, anunciado em novembro de 2011, tem no comando o brasileiro Osvaldo Barbosa de Oliveira, executivo que trabalhou por mais de 20 anos na Microsoft. Ele recebeu a missão de exibir melhor os produtos da empresa a recrutadoras e mostrar aos brasileiros que há mais que possibilidade de emprego no LinkedIn.
A idéia é que a capital paulista seja a representante da empresa na América Latina. Quando o LinkedIn decidir ir para outros países da região, a expansão partirá de São Paulo, disse Oliveira durante o lançamento do escritório.
Mundialmente, a quantidade de usuários do LinkedIn cresceu de 135 milhões em novembro de 2011 para 150 milhões em fevereiro de 2012. A liderança da rede é incontestável no setor de conexões profissionais online. Mas pequenos aplicativos baseados no Facebook, como BranchOut e BeKnown, incomodam.
Quando lançado o BranchOut, era possível importar o currículo do LinkedIn para o aplicativo. Depois, o LinkedIn cortou essa possibilidade. “Essa proibição, para muitas pessoas, é sinal de que o LinkedIn nos vê como ameaça”, disse o CEO do BranchOut, Rick Marini, ao Radar Tecnológico, em julho de 2011. Para ele, o LinkedIn é a Coca e o BranchOut, a Pepsi.
-
Veja também
-
LinkedIn anuncia abertura de escritório no Brasil







