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Uso da internet cresce mais rápido na América Latina

23 de maio de 2013 | 17h29

Mariana Congo

O crescimento do número de pessoas que usam a internet foi maior na América Latina em 2012, na comparação entre as cinco regiões globais.


(Foto: StockXchng)

De acordo com dados da empresa de pesquisa ComScore,  o crescimento foi de 12% na comparação de 2012 com o ano anterior. Foram 147 milhões de visitantes únicos online na América Latina em março deste ano.

Redes sociais

Os internautas latino-americanos gastam, em média, 10 horas conectados a redes sociais por mês. Isso representa o dobro da média mundial. A região concentra 5 dos 10 maiores mercados consumidores de redes sociais do mundo.

Propaganda online

A publicidade online cresceu 97% no Brasil no ano passado, segundo a ComScore. Em março deste ano, foram 130 bilhões de anúncios exibidos. O serviço de streaming de vídeo Netflix foi o maior anunciante online no País, com 2,7 bilhões de anúncios veiculados em março.

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Facebook completa um ano na bolsa de valores sem convencer os investidores

17 de maio de 2013 | 16h18

Economia&Negócios

Hugo Passarelli e Mariana Congo

Texto atualizado às 21h30

Há um ano, Mark Zuckerberg transformava os bits de sua rede social, o Facebook, em ações. A euforia que antecedeu a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) foi substituída por uma descrença dos investidores, apesar das receitas crescentes.

A cotação do papel nunca recuperou o valor alcançado no IPO. Com a precificação de US$ 38, a ação do Facebook encerrou o primeiro dia com alta de 0,61%, a US$ 38,23. Um ano depois, o papel acumula desvalorização de 31%, cotado a US$ 26,21 no fechamento de ontem.

A ação do Facebook alcançou seu menor nível em setembro de 2012 (US$ 17,73), quando expirou o prazo do primeiro bloqueio de venda de papéis, geralmente imposto a investidores iniciais. Mas, nos últimos meses, recuperou parte das perdas na bolsa e teve alta de mais de 50%.

Apesar do resultado fraco na bolsa, o Facebook tem receitas saudáveis. O faturamento bruto do primeiro trimestre deste ano foi 38% maior que o do mesmo período de 2012.

Há quem mostre entusiasmo com o crescimento da receita da companhia, principalmente por meio da publicidade em aplicativos, um dos pontos que eram considerados mais críticos pelos analistas no IPO.

Em outubro, apenas cinco meses depois da estreia na bolsa, o Facebook surpreendeu ao informar uma alta de 14% em sua receita proveniente de celulares – na época do IPO, a cifra era zero. No primeiro trimestre deste ano, a receita com dispositivo móvel já equivalia a um terço do total obtido com propaganda na rede.

Segundo o último relatório da empresa, o uso da rede social em dispositivos móveis cresceu 54% em um ano, para 751 milhões usuários mensais. A rede de Zuckerberg continua a investir no nicho móvel. No início de abril, lançou o Facebook Home, plataforma que integra a rede social a smartphones Android.

Na avaliação de Karsten Weide, analista da IDC citada pelo site MarketWatch, o fato surpreendente não é o Facebook ir bem na publicidade para o celular, mas a velocidade com que a rede social conseguiu avançar nesse segmento mobile.

Relevância. Já os receosos com o futuro da companhia enxergam problemas no crescimento do número de usuários e a possibilidade de a rede perder relevância. O empresário Rupert Murdoch publicou em sua conta no Twitter nesta semana uma crítica ao Facebook. Ele diz que a quantidade de horas que os usuários gastam na rede social tem caído de forma preocupante e que o Facebook poderia se tornar o próximo MySpace, rede comprada pelo conglomerado de mídia de Murdoch em 2005. O MySpace chegou a ter 230 milhões de usuários pelo mundo, mas perdeu relevância ao longo do tempo, o que resultou em prejuízo para Murdoch.

 


Da euforia no dia do IPO à decepção: ações do Facebook até hoje não se valorizaram acima da cotação inicial (Foto: AP Photo)

Outra preocupação, nota o Financial Times, é o temor de que a audiência mais jovem da rede social esteja minguando. Segundo o diário britânico, ainda não há muitos dados sobre o assunto, mas uma boa parte dos investidores está certa de que usuários com menos de 25 anos estão com “fadiga” do Facebook e preferindo outras redes e serviços, como Twitter, WhatsApp e Snapchat. Um dos motivos é a perda de interesse dos jovens à medida que parentes mais velhos criam perfis na rede social.

Uma pesquisa do Pew Research Center mostra que quase 40% dos usuários norte-americanos de 18 a 29 anos pretendem passar menos tempo utilizando o Facebook em 2013.

O Facebook admite que os mais jovens estão usando outros serviços similares à rede social e muitas vezes substituindo o seu uso. Mas o site cita apenas um exemplo de substituto: o Instagram, adquirido por ele no ano passado por US$ 1 bilhão.

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França estuda impor novos impostos sobre smartphones

13 de maio de 2013 | 15h46

Agência Estado

Renan Carreira, da Agência Estado

PARIS – O governo da França estuda impor uma nova taxa sobre smartphones e ampliar impostos para abranger companhias estrangeiras de transmissão de vídeos, enquanto busca meios de manter o financiamento de seus cinemas, músicas e literatura na era digital.

Um painel do governo francês, criado no último outono (Hemisfério Norte) para recomendar atualizações no que diz respeito aos impostos e ajudas culturais no país, publicou nesta segunda-feira um relatório de 700 páginas cujas recomendações, entre outros pontos, miram fabricantes de eletrônicos como Apple e Samsung, bem como grandes fornecedores de vídeos online, como o YouTube, do Google.

As recomendações vêm à tona no momento em que a França está considerando meios de como proteger recursos para suas indústrias culturais, em uma época em que filmes, músicas e livros são cada vez mais distribuídos via novos canais.

A indústria cinematográfica da França, por exemplo, foi apoiada, no ano passado, por mais de 700 milhões de euros advindos de impostos sobre propaganda na televisão, assinaturas de TV paga e ingressos de cinema e teatro. No entanto, esses impostos não se aplicam a serviços de vídeo online, cada vez mais significativos, e lojas com conteúdo estrangeiro, como o iTunes, da Apple. As informações são da Dow Jones.

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Microsoft confirma que prepara atualização do Windows 8 para este ano

7 de maio de 2013 | 11h14

Agência Estado

Álvaro Campos, da Agência Estado

NOVA YORK – Após meses de rumores, a Microsoft confirmou hoje que está preparando o lançamento de uma atualização do Windows 8 para este ano. Batizado de Windows Blue, o sistema operacional será compatível com um número maior de aparelhos, incluindo tablets com tela menor.

Em uma mensagem divulgada em seu blog, a Microsoft disse que a atualização vai responder a críticas feitas para o Windows 8 e o Windows RT, mas não deu detalhes. “Windows Blue é um codinome para uma atualização que será disponibilizada este ano, avançando com a ousada visão estabelecida com o Windows 8 para entregar a próxima geração de tablets e computadores pessoais”.

A Microsoft também afirmou que o Windows 8 superou 100 milhões de downloads e, apesar das críticas, a empresa está satisfeita com o programa. “O Windows 8 é uma mudança grande, ambiciosa. Embora nós saibamos que mudanças levam tempo, nós apreciamos o progresso alcançado desde o lançamento, incluindo o que conseguimos com o ‘ecosistema’ e a reação dos clientes”.

Por volta das 10h40 (de Brasília) as ações da Microsoft caíam 0,21% na Bolsa de Nova York. As informações são da Dow Jones. 

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União Europeia faz queixa formal à Motorola Mobility por disputa de patente com a Apple

6 de maio de 2013 | 10h36

Agência Estado

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Foto: Nathan Weber/ NYT

Sergio Caldas, da Agência Estado

BRUXELAS – A Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia, emitiu hoje uma queixa formal à Motorola Mobility, uma unidade do Google, com o argumento de que a tentativa da empresa de obter uma liminar contra a Apple na Alemanha foi abuso de posição dominante.

Segundo a comissão, a Motorola Mobility violou as regras antitruste da UE ao ignorar que um licenciado em potencial estava disposto a negociar termos justos de licenciamento.

A queixa foi feita após reguladores da UE iniciarem uma investigação sobre o caso, em abril de 2012. Se for considerada culpada, a Motorola Mobility poderá ser condenada a pagar multa equivalente a 10% de seu faturamento global anual.

“Penso que as empresas deveriam passar o tempo inovando e competindo com base nos méritos dos produtos que oferecem – e não usando seus direitos de propriedade intelectual para obstruir concorrentes, em detrimento da inovação e da escolha do consumidor”, disse em comunicado Joaquín Almunia, comissário europeu para a concorrência.

As informações são da Dow Jones. 

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BB quer trocar dívida da Gradiente por ‘iphone’

24 de abril de 2013 | 21h39

Economia&Negócios

Nayara Fraga e Filipe Serrano, de O Estado de S. Paulo

A disputa pela marca iPhone no Brasil ganhou novo capítulo. Depois do lançamento do “iphone” de dois chips da Gradiente em dezembro – e de uma possível negociação entre a Apple e a empresa brasileira -, a história agora envolve o Banco do Brasil. A instituição financeira pediu o arresto (espécie de penhora) da marca iPhone por conta de uma dívida de R$ 947 mil que a fabricante de eletrônicos tem com o banco, disputada na Justiça.

O pedido veio à tona nesta quarta-feira, quando o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) publicou um despacho da 27ª Vara Cível da Comarca de São Paulo que mostrava a decisão de um juiz sobre o arresto da marca G Gradiente Iphone. Na prática, a IGB (dona da Gradiente) não pode passar a marca a terceiros. A empresa continua a ter direitos sobre ela, mas as negociações com a Apple ou qualquer outra companhia ficam impossibilitadas. A decisão do juiz ocorreu em fevereiro.

A Gradiente disse por meio de sua assessoria que recorreu da decisão e conseguiu o efeito suspensivo. O caso está agora na segunda instância – o tribunal pode cancelar o arresto ou manter a decisão do juiz. Se ela for deferida, e a IGB não quitar a dívida, a marca pode ir à leilão. O Banco do Brasil não comenta.

A fabricante de eletrônicos diz estar confiante, já que o débito com a instituição financeira “se encontra amplamente garantido com bens que superam os valores em discussão”.

História. Por trás do iPhone da Gradiente, há uma história de falência. A IGB suspendeu suas atividades em 2007 por causa de dificuldades financeiras. A solução encontrada para se reerguer foi a criação de uma nova empresa em janeiro de 2012, a Companhia Brasileira de Tecnologia Digital (CBTD), com novos investidores.

Foi apenas nesse momento que a empresa concluiu um projeto pensado em 2000 – quando foi feito o pedido de registro da marca G Gradiente Iphone. “A intenção, desde aquela época, era fazer uma linha de smartphones com acesso à internet. Não era realidade, mas a gente sabia que viria a ser”, disse ao Estado, em dezembro, Eugênio Staub, dono da Gradiente e presidente do conselho de administração da CBTD. Apesar de a marca da Apple e a da Gradiente não serem idênticas, o uso de “IPhone” em parte do nome torna incompatível o registro da marca pela Apple.

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Apple vence caso nos EUA sobre infração de patente aberto pelo Google

23 de abril de 2013 | 14h22

Agência Estado

Clarissa Mangueira, da Agência Estado

NOVA YORK – A Apple obteve um vitória em um caso de patente contra o Google aberto em uma agência comercial dos EUA, que confirmou as conclusões de um dos juízes da agência.

Um painel de juízes da Comissão Internacional de Comércio (ITC) – que tem o poder de proibir importações de produtos que infringiram a lei de patentes – disse que a Apple argumentou com sucesso que uma patente detida pela divisão Motorola Mobility do Google era inválida.

A patente do Google descrevia sensores que, entre outras coisas, incapacitam as entradas de toque quando o produto é colocado perto de uma pessoa. A tecnologia é projetada para evitar o aperto inadvertido do botão quando um telefone é encostado na cabeça de uma pessoa. “Nós estamos desapontados com o resultado e estão avaliando nossas opções”, afirmou um porta-voz do Google.

A decisão da ITC na segunda-feira é a vitória mais recente da Apple, que vem travando disputas com os concorrentes em tribunais em todo o mundo sobre infração de patentes de ambos os lados. As informações são da Dow Jones. 

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Alemanha multa Google por violação de privacidade

22 de abril de 2013 | 11h56

Agência Estado

Sergio Caldas, da Agência Estado

HAMBURGO – Autoridades na Alemanha anunciaram hoje que multaram o Google por ter coletado ilegalmente uma enorme quantidade de dados pessoais, incluindo e-mails, senhas e fotos, enquanto captava imagens para o serviço conhecido como Street View.

O escritório de proteção de dados, em Hamburgo, multou o gigante da internet em 145 mil euros (US$ 189 mil) por violação de privacidade numa escala descrita como inédita.

Segundo o escritório, veículos do Google usados para registrar imagens da cidade entre 2008 e 2010 para o Street View, que alimenta o serviço de mapas da empresa, também recolheram dados de redes sem fio desprotegidas.

“Na minha opinião, este caso constitui uma das maiores violações de dados protegidos da história”, comentou Johannes Caspar, chefe do escritório.

O Google, que cooperou com a investigação, também recebeu a ordem de apagar os dados coletados imediatamente. Em Nova York, a ação da empresa caía 1,47% às 11h38 (de Brasília).

Caspar queixou-se de não pode aplicar uma multa maior à multinacional norte-americana, visto que a lei alemã estipula uma punição máxima de 150 mil euros por violação acidental. As informações são da Dow Jones. 

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Brasil terá um computador por habitante até 2016, diz FGV

18 de abril de 2013 | 12h11

Agência Estado

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Foto: Morgue File

Dayanne Sousa, da Agência Estado

O Brasil deve contar com um computador por habitante até 2016 segundo a 24ª Pesquisa Anual de Uso de TI, divulgada hoje pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A previsão foi adiantada em um ano. Pesquisa anterior estimava que a média de um computador por habitante seria alcançada apenas em 2017, mas o crescimento da venda de tablets provocou a aceleração do processo.

Em 2013, a pesquisa calcula que o Brasil tenha 118 milhões de computadores em uso, o que equivale a três equipamentos a cada cinco habitantes. Até 2014, a FGV estima que serão duas máquinas para cada três habitantes

“Estamos antecipando em um ano o que previmos no ano passado por conta do crescimento maior de unidades vendidas e o principal motivo são os tablets”, afirmou o coordenador da pesquisa, Fernando Meirelles.

A pesquisa consultou um universo de mais de 5 mil empresas médias e grandes para analisar a utilização de tecnologia nas companhias.

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Média diária de ataques cibernéticos cresce 42% no mundo em 2012

17 de abril de 2013 | 13h37

Economia&Negócios

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Foto: Morgue File

Luís Lima, da Agência Estado

A média diária mundial de ataques cibernéticos cresceu 42% em 2012 em relação a 2011, passando de 82 para 116. A conclusão é do relatório “Ameaças à Segurança na Internet”, divulgado nesta terça-feira pela empresa de segurança da informação Symantec. O resultado contabiliza apenas ataques direcionados, ou seja, aqueles em que o invasor sabe a identidade da vítima – o que geralmente acontece em ações de espionagem industrial e de roubo de informações confidenciais.

O setor mais afetado por esse tipo de crime foi o de manufatura, com 24%; em segundo lugar ficou a categoria que engloba os segmentos financeiro, de seguro e imobiliário, com 19%; serviços não tradicionais ficaram em terceiro, com 17%; o governo somou 12%; energia sofreu 10% dos ataques; e outros totalizaram 15%.

Segundo André Carraretto, estrategista da Symantec, o que explica o primeiro lugar ocupado pelo setor de manufatura é o fato de o segmento possuir muitas informações que podem ser estratégicas para outros países, como, por exemplo, dados sobre tecnologias específicas, projetos e pesquisas. O fato de o mercado financeiro ocupar o segundo lugar é justificado pelo grande interesse de criminosos em obter acesso a bancos para realizar operações fraudulentas.

As pequenas e médias empresas foram as mais afetadas pelos ataques. Elas foram alvo de 31% dos ataques em 2012 – em 2011, a proporção era de 18% dos casos registrados. “Pequenas empresas fazem menos investimentos em segurança da informação e têm menos pessoas do que as grandes para tratar desses problemas”, afirma Carraretto. “Além disso, existe a percepção de que esse segmento não é alvo de ataques.”

O estudo revelou que o Brasil manteve, em 2012, a quarta posição no ranking mundial de ameaças de ataques virtuais e também o primeiro lugar na América Latina. A popularização de plataformas móveis, como tablets e smartphones, é um dos motivos que explica a posição ocupada pelo País. Como o acesso à internet por meio dessas plataformas não é totalmente seguro, elas estão cada vez mais mira dos criminosos virtuais, afirma Carraretto. “A sensação de que não existe problemas nessas plataformas não é real.”

Para Rony Vainzof, sócio da Opice Blum Advogados Associados, a aprovação da lei nº 12.737, que classifica como crime diversas ações na internet como interceptação de dados ou acesso indevido a extratos bancários, facilitou o combate a crimes virtuais. A lei entrou em vigor no último dia 2 de abril e protege também o tráfego de informações em dispositivos móveis.

 

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