
Você tem feito muitas horas extras? Tome cuidado: o hábito de esticar algumas horas de trabalho pode provocar sérios danos à saúde. Um estudo da Universidade de Londres e do Instituto da Saúde Ocupacional da Finlândia acompanhou a rotina de 2000 trabalhadores e, dentre eles, os que ficam mais tempo trabalhando têm mais propensão à depressão severa.
A organizadora do estudo, Mariana Virtanen, alertou que embora as horas a mais possam beneficiar a carreira pessoal, os riscos de um problema de saúde também aumentam vigorosamente. E você, o que prefere? Cuidar mais da saúde ou do trabalho?
(via Metro)

Pode parecer estranho, mas duas pesquisas, uma da Universidade de Columbia, nos EUA, e outra do site CareerBliss, apontam que os profissionais mais felizes são aqueles que ganham salários menores. E os mais infelizes, aqueles que ganham maiores.
Os pesquisadores fizeram dois rankings, um das profissões que trazem maior felicidade e outro das que trazem infelicidade. Nesta segunda, estão os mais bem pagos. Veja:
Mais felizes:
1 – Clérigos
2 – Bombeiros
3 – Fisioterapeutas
4 – Escritores
5 – Professores de educação especial
6 – Professores
7 – Artistas
8 – Psicólogos
9 – Vendedores de serviços financeiros
10 – Engenheiros de operação
Mais infelizes:
1 – Diretor de tecnologia da informação
2 – Diretor de vendas e marketing
3 – Gerente de produto
4 – Desenvolvedor web sênior
5 – Especialista técnico
6 – Técnico em eletrônica
7 – Secretário judicial
8 – Analista de suporte técnico
9 – Operador de CNC
10 – Gerente de marketing
Via Superinteressante e Forbes

Você fica com sono após o almoço? Então lá vai um argumento para convencer seu chefe a lhe dar um tempo para cochilar. Uma pesquisa da Nasa aponta que 26 minutos de sono durante o dia aumenta a produtividade em até 1/3 e a capacidade de atenção em até 54%. Outro levantamento, este da revista Nature Neuroscience, aponta que a “sesta” contribui para a memória recente.
“Temos dois cliques de sono durante o dia, um entre meio-dia e 14h e outro entre 20h e 22h. Se pudéssemos respeitar esses momentos em que o corpo pede descanso, teríamos uma qualidade de vida melhor e um sono muito mais saudável. A produtividade intelectual realmente sofre um forte impacto positivo com a sesta”. explica Luiz Massad, gestor médico da Torres Associados, empresa que atua na área de gestão de políticas de benefícios, ao O Globo.