A cidade de Itatiaia, no Rio de Janeiro, também cancelou o investimento no carnaval para aplicar o dinheiro em Saúde e Infraestrutura. A exemplo de outros municípios, como Petrópolis, a prefeitura resolveu destinar cerca de R$ 300 mil em outras áreas.
Com isso, Itatiaia terá duas novas ambulâncias e construirá uma creche, segundo informa O Globo. Eventos de carnaval, porém, ainda ocorrerão na cidade: a Casa da Cultura fará a matinê e o Baile da Melhor Idade, por exemplo.
A prefeitura de Petrópolis anunciou há alguns dias que o R$ 1 milhão que seria usado nos desfiles de escolas de samba do município serão destinados para a Saúde neste ano. Os blocos de rua, no entanto, não foram afetados e ainda deverão fazer folia na cidade.
Dois terços das mulheres mentem em relação ao peso, ‘tirando’ em média 4 quilos do valor mostrado pela balança ao falar sobre isso com os companheiros, amigos e até mesmo suas mães. O resultado disso é que muitas ficam confusas sobre o próprio corpo, comprando roupas que não condizem com suas silhuetas. Em outras palavras: acabam acreditando na mentira que contam.
A pesquisa, realizada com 2 mil mulheres, também mostra que elas ‘diminuem’ os números do vestido, sutiã e até mesmo do tamanho do sapato. Para ficar ainda pior, 17% das mulheres entrevistadas afirmam que chegam a cortar as etiquetas das roupas para que ninguém veja qual é o número que elas usam.
(Via Daily Mail)
Você tem feito muitas horas extras? Tome cuidado: o hábito de esticar algumas horas de trabalho pode provocar sérios danos à saúde. Um estudo da Universidade de Londres e do Instituto da Saúde Ocupacional da Finlândia acompanhou a rotina de 2000 trabalhadores e, dentre eles, os que ficam mais tempo trabalhando têm mais propensão à depressão severa.
A organizadora do estudo, Mariana Virtanen, alertou que embora as horas a mais possam beneficiar a carreira pessoal, os riscos de um problema de saúde também aumentam vigorosamente. E você, o que prefere? Cuidar mais da saúde ou do trabalho?
(via Metro)
É melhor pegar leve na cervejinha. Um estudo da Universidade de Leeds, no Reino Unido, aponta que o estilo de vida do homem moderno está contribuindo para que eles desenvolvam câncer de mama, segundo o jornal O Globo.
Apesar de ser comum nas mulheres, entre os homens a doença é rara, mas o número de casos aumenta. Todos os anos, 340 homens são diagnosticados com câncer de mama, e 70 acabam morrendo. Em 1986, eram 185 casos, de acordo com a pesquisa.
“O estilo de vida mudou ao longo das últimas décadas do século XX, levando a um aumento da obesidade, sedentarismo e ao desenvolvimento de uma cultura em torno da bebida, que podem ser fatores que colaboram”, disse a pesquisadora Valerie Speirs.
Você é um solteirão convicto, sem planos de ter uma criança? Cuidado. Um estudo feito na Universidade de Stanford, da Califórnia, aponta que as chances de um homem sem filhos ser vítima de um ataque cardíaco é 17% maior do que aqueles que são pais, segundo a Fox News.
A pesquisa, que considerou apenas homens casados, sugere que a infertilidade é um fator de risco para doenças cardiovasculares. Mas os médicos acreditam que alguma característica em ser pai que protege o coração.
“Talvez ter crianças faz com os homens tenham um comportamento mais saudável”, disse o pesquisador Michael Eisenberg.
Vale a pena reconsiderar a paternidade?
Você deixaria seu médico ouvir um álbum do Black Sabbath na mesa de operação? Se sua resposta foi não, pense de novo. Em um estudo da Universidade Estadual de Nova York em Buffalo, cirurgiões que ouviam música escolhida por eles próprios (no caso, rock) conseguiram raciocionar mais rápido do que aqueles que ouviam clássicos do compositor alemão Johann Pachelbel, informou o jornal britânico The Guardian.
Mas vale dizer: mesmo os que foram de clássicos encontraram benefícios. Segundo os pesquisadores, é melhor para os cirurgiões ouvir alguma música na hora da operação do que não ouvir nada. Eles ficam menos estressados e o trabalho melhora.
E o que os médicos curtem? Uma pesquisa do Reino Unido aponta que 90% deles colocam alguma música para tocar no centro cirúrgico. Quase metade escolhe rocks agitados, enquanto 17% preferem pop e apenas 11% ficam com música clássica.
O urologista londrino Ben Challacombe, de 38 anos, disse ao Guardian: “Gostamos de algo mais contemporâneo e agitado. Killers, Kings Of Leon e Coldplay, talvez.”
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