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Radar Pop


Restart faz ‘rock pauleira’ inspirado em Foo Fighters e Aerosmith, diz Pe Lu

O Restart está aumentando a lista de bandas nas quais diz se inspirar. Depois de afirmar que tem influências de Black SabbathBeatles, Guns N’ Roses, Aerosmith e Blink 182, o grupo colorido – que agora veste mais preto – afirma que Foo Fighters foi inspiração para um “rock pauleira” do novo disco, Geração Z.

Segundo Pe Lu, integrante da banda, a música Nosso Rock é a mais pesada da nova safra, contou ao G1. “Acho que é a nossa mais ‘paulera’ mesmo. Como diz o nome, é o nosso jeito de fazer rock. Gosto muito dela pois mostra uma faceta da banda que não é todo mundo que conhece”, diz ele, que lista o que eles estavam ouvindo quando compuseram. “Aerosmith, Guns, Oasis, White Stripes, Blink 182 e Foo Fighters.”

O garoto também diz não se importar com o fato de o grupo ser mais famoso pelas roupas com cores berrantes do que pela música. “Temos uma imagem forte e isso é muito bacana. Os grandes artistas de rock sempre fizeram história com sua música e sua cara. Damos a cara, e naturalmente vão falar. Com respeito, vale tudo.”

Ouça abaixo Nosso Rock. O que você acha da ‘pauleira’?



Restart agora quer se vestir como Beatles

Beatles está na mira do Restart. Depois de afirmar que a lendária banda britânica será inspiração para seu primeiro longa-metragem, o grupo colorido agora quer se vestir parecido com os músicos de Liverpool para o novo disco, Geração Z, que será lançado neste mês. É o que informa a Folha, que entrevistou os garotos e sua estilista, Malena Russo.

Segundo ela, as camisas e os casacos dos integrantes agora terão inspiração militar e nos Beatles. As calças serão menos “skinny”. Em vez de amarelo berrante, entra o dourado. A ideia é utilizar “tom pastel” e “colorido diagramado” com muito couro com cortes mais clássicos.

Por que a mudança? ”Crescemos e amadurecemos”, diz Pe Lanza. “Mas ainda somos ‘happy rock’, afinal inventamos o termo.” No início do mês, o grupo chamou atenção por postar na web a foto acima, com roupas menos coloridas e tons de preto.

A ideia, dizem, é provar que não são uma moda passageira. ”Quando vaiaram (No VMB de 2010), vimos que ainda havia muito para conquistar”, diz Lanza. “Muitos disseram: é uma banda que subiu muito rápido e vai cair na mesma intensidade. Temos que provar que não.”



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