Você deixaria seu médico ouvir um álbum do Black Sabbath na mesa de operação? Se sua resposta foi não, pense de novo. Em um estudo da Universidade Estadual de Nova York em Buffalo, cirurgiões que ouviam música escolhida por eles próprios (no caso, rock) conseguiram raciocionar mais rápido do que aqueles que ouviam clássicos do compositor alemão Johann Pachelbel, informou o jornal britânico The Guardian.
Mas vale dizer: mesmo os que foram de clássicos encontraram benefícios. Segundo os pesquisadores, é melhor para os cirurgiões ouvir alguma música na hora da operação do que não ouvir nada. Eles ficam menos estressados e o trabalho melhora.
E o que os médicos curtem? Uma pesquisa do Reino Unido aponta que 90% deles colocam alguma música para tocar no centro cirúrgico. Quase metade escolhe rocks agitados, enquanto 17% preferem pop e apenas 11% ficam com música clássica.
O urologista londrino Ben Challacombe, de 38 anos, disse ao Guardian: “Gostamos de algo mais contemporâneo e agitado. Killers, Kings Of Leon e Coldplay, talvez.”
Segundo pesquisas é o contrário, musica calma é que ajuda mais.
A música reflete de acordo com sua personalidade…eu sou agitada e me acalmo ouvindo Motörhead,eu sentiria sono ouvindo Mozart!A reportagem só peca associando a medicina, pois todas as profissões seriam interessantes serem acompanhadas por músicas…
responder este comentário denunciar abusomas vc não está vendo que essa matéria é tbem sobre uma pesquisa feita????
responder este comentário denunciar abusoO título está ERRADO mais uma vez.
O Rock aqui nos Eua nos Hospitais é diferente. Não é heavy metal.
É estilo Elvis Presley.
a matéria fala de hospitais ingleses…
responder este comentário denunciar abusoHoje em dia se pesquisa e se publica qualquer coisa. Daqui a pouco vão dizer que coachar de sapo previne acidentes cardiovasculares.
Isso não se limita à medicina. Sou engenheiro e há tempos percebi que consigo resolver problemas mais rapidamente quando estou ouvindo alguma música agitada, principalmente se o trabalho estiver acontecendo no meio da madrugada.
a ta… diz isso pro Ben Carson então… que ouvia Clássicos!
Se for Killers, Kings Of Leon e Coldplay, eu levando ta mesa de cirurgia e vou embora,.
UEAHEUAUHEHUAHEUA
Agora, se for Sabbath…
UHAUHAAUHAUHAUHAUHAUH
responder este comentário denunciar abusoQuando o médico pede pagode ou sertanejo, um padre acompanha a cirurgia para recomendar o alma.
Killers. Meio apropriado rssrrssss..
Mto bom o post. Sou Engenheiro e desde novo estudava para as provas mais difíceis e vestibulares ouvindo um rock pesado ou heavy metal. Hoje, depois de formado e atuando com projetos complexos, o fone de ouvido se destaca nas horas de maior concentração e qdo realmente ‘não posso errar’. É isso aeh mesmo!!
Sabbath não apenas ajuda o cirurgião, Sabbath CURA o doente!
O monitor do computador está enviezado e assim poss olhar a tela e ao mesmo tempo ver pela janela o verde do jardim, árvores mesm o distantes mexendo com o vento. Assim não preciso de música, não estou numa sala de operação fechada entre quatsro paredes. Mas, no caso dos dos médicos, eu ouviria música clássica ou leve.
concordo com o Rodolfo Henrique. Sou matemática e sempre resolvo melhores os meus problemas quando ouço Rock – com música clássica também. Já meu esposo – também matemático – se sai melhor com músicas de vídeo-game.
Doutores o Rock é bom mas não deveria ser uma música mais relaxante na hora da cirurgia??
Aí chega o médico e coloca malmsteen com a música “See you in hell (don’t be late)”
kkk
Pois é, pelo que percebo alguns que leram a matéria julgam que Universidade Estadual de NY não esta capacitada para realizar o estudo e divulgar a informação. Com exceção do Rodolfo, a regra seria somente o clássico, e para os mal informados, e muito mal informados, uma grande linha de músicos do Heavy Metal e mesmo do ROCK tem formação clássica. Deu para captar ?
Quando estou estressada, nervosa me acalmo ouvindo heavy metal…
Não tenho dúvida alguma, música é muito bom, ainda mais sendo rock….falo isso, pois só consigo me concentrar com musica no fundo…
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