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A renovação da Câmara de São Paulo a partir da eleição deste domingo, 7, chega a 40%, com 22 novos vereadores eleitos. O PT foi o partido que mais elegeu representantes para a Câmara, foram 11 candidatos. Em seguida vem o PSDB com nove eleitos para o cargo de vereador e PSD com sete.

Confira a lista:

Tripoli (PV) – 132.313 votos (reeleito)

Andrea Matarazzo (PSDB) – 117.617 votos

Goulart (PSD) – 104.301 votos (reeleito)

Milton Leite (DEM) – 101.664 votos (reeleito)

Coronel Telhada (PSDB) – 89.053 votos

Antonio Carlos Rodrigues (PR) – 67.161 votos (reeleito)

Ota (PSB) – 62.693 votos

Mario Covas Neto (PSDB) – 60.697 votos

Eliseu Gabriel (PSB) – 53.634 votos (reeleito)

Celso Jatene (PTB) – 52.099 votos (reeleito)

Netinho de Paula (PC do B) – 50.968 votos (reeleito)

Toninho Paiva (PR) – 48.613 votos (reeleito)

Donato (PT) – 47.039 votos (reeleito)

Juliana Cardoso (PT) – 46.757 votos (reeleita)

Senival Moura (PT) – 46.524 votos (reeleito)

Pastor Edemilson Chaves (PP) – 45.858 votos

Sandra Tadeu (DEM) – 45.770 votos (reeleita)

Nabil Bonduki (PT) – 42.411 votos

Ricardo Young (PPS) – 42.098 votos

Marco Aurélio Cunha (PSD) – 40.130 votos (reeleito)

Adilson Amadeu (PTB) – 40.100 votos (reeleito)

Souza Santos (PSD) – 39.658 votos (reeleito)

Dalton Silvano (PV) – 39.304 votos (reeleito)

Floriano Pesaro (PSDB) – 37.780 votos (reeleito)

Claudinho (PSDB) – 37.441 votos (reeleito)

Alfredinho (PT) – 36.634 votos (reeleito)

Noemi Nonato (PSB) – 35.601 votos (reeleita)

Jean Madeira (PRB) – 35.036 votos

Patrícia Bezerra (PSDB) – 34.511 votos

Edir Sales (PSD) – 34.476 votos (reeleita)

José Américo (PT) – 34.291 votos (reeleito)

Marta Costa (PSD) – 32.914 votos (reeleita)

Aurelio Miguel (PR) – 32.520 votos (reeleito)

Atilio Francisco (PRB) – 32.513 votos (reeleito)

Arselino Tatto (PT) – 32.135 votos (reeleito)

David Soares (PSD) – 32.081 votos (reeleito)

Gilson Barreto (PSDB) – 31.995 votos (reeleito)

Conte Lopes (PTB) – 31.947 votos

Jair Tatto (PT) – 31.685 votos

Paulo Frange (PTB) – 30.891 votos (reeleito)

Ricardo Nunes (PMDB) – 30.747 votos

Ricardo Teixeira (PV) – 30.698 votos (reeleito)

Aurélio Nomura (PSDB) – 29.242 votos (reeleito)

Vava dos Transportes (PT) – 29.236 votos

Eduardo Tuma (PSDB) – 28.756 votos

Reis (PT) – 28.637 votos

Police Neto (PSD) – 28.278 votos (reeleito)

Paulo Fiorilo (PT) – 27.805

Gilberto Natalini (PV) – 26.806 votos (reeleito)

George Hato (PMDB) – 24.611 votos

Dr. Calvo (PMDB) – 24.282 votos

Ari Friedenbach (PPS) – 22.597 votos

Nelo Rodolfo (PMDB) – 18.219 votos

Laércio Benko (PHS) – 17.918 votos

Toninho Vespoli (PSOL) – 8.722 votos

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São Paulo é a maior cidade do País e está entre as maiores do mundo. A metrópole de mais de 11 milhões de habitantes reserva inúmeros desafios ao próximo prefeito em áreas como segurança, transportes, educação e infraestrutura. Com a proximidade das eleições municipais, problemas típicos de uma grande cidade passam a ganhar a atenção do público e as cobranças tornam-se cada vez mais intensas. As demandas são muitas e o eleitor vota no candidato que tem as melhores propostas para as áreas de seu interesse ou que as considera como prioridade. Qual deve ser a prioridade do novo prefeito?

Qual é a principal prioridade para o novo prefeito de São Paulo?

  • Transporte (22%, 638 Votos)
  • Educação (21%, 619 Votos)
  • Segurança (19%, 537 Votos)
  • Saúde (16%, 452 Votos)
  • Mobilidade (8%, 226 Votos)
  • Infraestrutura (7%, 213 Votos)
  • Projetos sociais (4%, 101 Votos)
  • Política para enchentes (3%, 79 Votos)
  • Indústria (0%, 19 Votos)

Total de votantes: 2.884

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A TV Estadão começou no último dia 4 de setembro  entrevistas com os candidatos à vice-prefeitos em São Paulo. Os encontros, sempre realizados às 15h, são transmitidos ao vivo pelo portal Estadão.com.br (www.estadao.com.br/aovivo/). Durante 30 minutos, os vices apresentam suas propostas e seus programas de governo e respondem às perguntas de jornalistas do Grupo Estado e de internautas.

Lucas Albano foi o entrevistada do dia 13/09: O candidato a vice da chapa de Soninha Francine (PPS) fez propostas para o transporte. Lucas Albano (PMN) propôs a participação da Prefeitura no metrô, além de um plano limitando as construções civis na região central.  ”Acho que São Paulo já saturou, não cabe mais ninguém aqui dentro, nem construções gigantescas, como shoppings”. Sobre a legalização da maconha, bandeira levantada por Soninha, Albano disse não ter opinião formada, mas que o assunto não deve envolver apenas a questão policial.

Assista ao vídeo do candidato

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O Estado de S. Paulo

Em entrevista à TV Estadão nesta quinta-feira, 13,  Lucas Albano (PMN), vice da candidata Soninha Francine (PPS) à Prefeitura de São Paulo, afirmou que votaria em José Serra (PSDB), caso a chapa não chegue ao 2ª turno. Em uma possível disputa entre Celso Russomanno (PRB) e Fernando Haddad (PT), Albano disse que escolheria o petista, apesar de  não apoiar o partido. “O Haddad, embora seja do PT, não foi respingado. Não temos um passado muito amistoso com o partido. Eles aprontaram algumas coisas com a gente (PMN)”, argumentou.

O advogado Lucas Albano é presidentes estadual do Partido da Mobilização Nacional (PMN) paulista. Ele foi candidato a senador em 2002, a deputado federal em 2006 e 2010 e a vice-prefeito em 2008.  Albano terá 30 minutos para apresentar suas propostas e responder às perguntas de jornalistas do Grupo Estado. O internauta também pode participar enviando perguntas pelo Twitter, usando a hashtag #viceSoninha, pelo Facebook ou ainda pelo e-maileleicoes2012@estadao.com.

Já foram entrevistados Alexandre Schneider (PSD), vice de José Serra (PSDB),  Nádia Campeão (PC do B), vice de Fernando Haddad (PT), Luiz Flávio D’Urso (PTB), vice do candidato Celso Russomanno (PRB),  Joaquim Grava, vice de Paulinho da Força (PDT), Marianne Pinnoti, vice de Gabriel Chalita (PMDB) e Edmilson Costa (PCB), vice de Carlos Giannazi (PSOL).

Abaixo, os melhores momentos da entrevista:

15h32 – Albano diz que resolveu entrar na política após o desastre do Plano Cruzado de Sarney.

15h31 – Albano diz que Juscelino  Kubitschek é sua inspiração política. “Ele não teve medo de mudar a capital federal, foi lá e fez”.

15h28 – Albano diz que é contra a progressão continuada. “O jovem tem que aprender, se não aprender, problema dele, faz de novo, todo mundo passa por isso”.

15h26 – Albano fala sobre a legalização da maconha, defendida por Soninha: “É um assunto que não envolve só a questão policial. Eu não tenho uma opinião formada a esse respeito”.

15h21 – “O metrô está saturado, isso seria competência do governo estadual. Acho que a Prefeitura tem que ter uma participação de investimento, porque o metrô está correndo dentro do município. Acho interessante investir no momento nos corredores de ônibus e nos expressos. Mas eu acho que SP já saturou, não cabe mais ninguém aqui dentro. Mas deveria ter um plano proibindo construções gigantescas, como shoppings, prédios resindencias”. Albano diz que teria que levar construções civis para a periferia.

15h19 – Eu como asdvogado, estou gostando muito da atuação do ministro Joaquim Barbosa no mensalão. Acho que ele está sendo muito centrado. Agora, o revisor não sei, parece que ele é ligado com um pessoal de São Bernado do Campo.

15h17 – Albano diz que votaria no Serra, caso Soninha não fosse para o 2ª turno. “O Haddad, embora seja do PT, ele não foi respingado. Entre Russomanno e Haddad, votaria no Haddad”

15h14 – O Kassab deu uma certa continuidade ao governo anteior. mas com a ideia dele fixa de transformar SP em uma cidade estilo europeu, com Cidade Limpa, ele esqueceu de cuidar da nossa periferia.

15h10 – Fomos (o PMN) procurados pelo PSDB. Na outra eleição, apoiamos o Alckmin, então, temos certa ligação com ele. O PT não, porque não temos um passado muito amistoso. Eles aprontaram algumas coisas com a gente. Persona non grata. Eles oferecem cargos no governo, e apresentamos pessoas gabaritadas, com currículo, liagadas ao serviço público, e eles simplesmente ignoraram isso. O único que entrou no governo e trabalhou no governo de Lula, foi o que adaptou a transpoição do Rio São Francisco. Depois colocaram ele no IBAMA. Ele descobriu um superfaturamento no Amazônia, ele entrou em choque quando foi questionar”.

15h07 – “Estamos trabalhando para chegar no 2ª turno. É claro que alguma coisa saiu de rota, essa pesquisa apontando Russomanno como possível eleito. Saiu de rota no sentido de que os candidatos mais experientes, como o Serra, não estivessem esperando. Talvez, ele esperasse mais o candidato do PT. Foi uma surpresa para todo mundo. Ele (Russomanno) é mais conhecido pelos programas que ele fez em defesa do consumidor. Não sei se seria o candidato ideal porque ele está sendo aparado pelas facções religiosas e não sei se depois ele vai ter algum problema de administrar esse apoio”. Albano diz que as igrejas podem querer algo em troca depois. “Obviamente se ele for eleito, vão apresentar a fatura depois”.

15h06 – Albano diz que é formado em Admistração de Empresas e também é advogado. “Minha bagagem na área empresarial me qualifica qualquer substituição a prefeita”.

15h04 – Albano diz que muitas vezes eleitor não sabe quem é o vice e quando este assume por ser alguém totalmente despreparado. ”O vice tem que ser uma pessoa conhecida do eleitor”.

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A TV Estadão começou no último dia 4 de setembro  entrevistas com os candidatos à vice-prefeitos em São Paulo. Os encontros, sempre realizados às 15h, são transmitidos ao vivo pelo portal Estadão.com.br (www.estadao.com.br/aovivo/). Durante 30 minutos, os vices apresentam suas propostas e seus programas de governo e respondem às perguntas de jornalistas do Grupo Estado e de internautas.

Alexandre Schneider foi o entrevistada do dia 12/09: O candidato a vice na chapa do tucano José Serra, Alexandre Schneider (PSD), atacou gestões rivais, em entrevista à série Entrevistas Estadão. Schneider criticou a administração do petista Fernando Haddad à frente do Ministério da Educação. ”O Haddad não avançou nas creches, fez cinco vezes menos do que fizemos em São Paulo, mesmo com um orçamento maior. É muito fácil ficar em Brasília assinando papéis e achar que o mundo vai mudar, tem que trabalhar junto”, disse. O vice acredita que a chapa é capaz de chegar ao segundo turno e disse que, se eleito, Serra permanecerá na Prefeitura durante todo o mandato. Schneider também minimizou a liderança do candidato do PRB, Celso Russomanno, nas pesquisas de intenção de voto. Segundo ele,  ”as eleições estão apenas começando”.

Assista ao vídeo do candidato:

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O Estado de S. Paulo

Em entrevista à TV Estadão nesta quarta-feira, 12, Alexandre Schneider (PSD), vice do candidato José Serra  (PSDB) à Prefeitura de São Paulo, afirmou que Fernando Haddad (PT) não repassou recursos para a capital paulista quando foi ministro da Educação e disse que o petista precisaria ficar 50 anos no cargo para construir o equivalente de creches da gestão de Kassab. “O Haddad não avançou nas creches, fez cinco vezes menos do que fizemos em São Paulo, mesmo com um orçamento maior.   É muito fácil ficar em Brasília ficar assinando papéis e achar que o mundo vai mudar, tem que trabalhar junto”.

Mestre em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas, Alexandre Schneider foi Secretário Municipal de Educação entre 2006 e 2012. O candidato terá 30 minutos para apresentar suas propostas e responder às perguntas de jornalistas do Grupo Estado. O internauta também pode participar enviando perguntas pelo Twitter, usando a hashtag #viceSerra, pelo Facebook ou ainda pelo e-maileleicoes2012@estadao.com.

Na quinta-feira, 13, será a vez de Lucas Albano (PMN), vice de Soninha Francine (PPS).

Já foram entrevistados Nádia Campeão (PC do B), vice de Fernando Haddad (PT), Luiz Flávio D’Urso (PTB), vice do candidato Celso Russomanno (PRB),  Joaquim Grava, vice de Paulinho da Força (PDT), Marianne Pinnoti, vice de Gabriel Chalita (PMDB) e Edmilson Costa (PCB), vice de Carlos Giannazi (PSOL).

Abaixo, os melhores momentos da entrevista:

15h32 – “A campanha começou a ter condutas não adequadas. A ex-prefeita Marta insultou o Serra no Twitter, falou que ele era mentiroso. Acho que o debate tem que ser político e não pessoal. Temos muita tranquilidade para falar o que oPT e o PSDB fez na cidade. E Eu soube pelo jornal sobre essa cartilha. Eu não tinha conhecimento, nem o Serra tinha”.

15h30 – “O Serra não ficou 2 anos na prefeitura, ficou 6. Como governador, ele investiu em SP como ninguém investiu. Ele foi um governador que olhou muito para SP. Ele vai ficar os 4 anos e até mais se a população quiser que ele continue”.

15h28 – “A população quer mudanças porque ela quer mais. A gestão do Kassab tem 7 anos, então, é natural que haja um desgaste, vejo isso com muita naturalidade. Na rua, o Serra é muito recebido. Eu vejo, porque acompanho. Quando a gente consegue explicar para população como recebemos a cidade e como ela mudou, ela entende. O Kassab aparece na televisão, então, ele é um aliado nosso, não temos receio de nenhum aliado nosso. Ele foi um grande prefeito, ele teve coragem de mexer na cidade”.

15h26 – Schneider diz que Kassab não largou a cidade em prol da criação do PSD. “Não tem um dia que ele não tivesse um compromisso público. As pessoas não imaginavam ao sucesso da criação do partido, talvez isso tenha levado as críticas. Mas é só observar a agenda pública do Kassab, ele não largou a cidade. A cidade não está lagarda, tem problemas, e sempre vai ter”.

15h25 – “Nossa proposta no transporte prevê forte investimento em transporte coletivo. Kassab foi o 1ª em décadas a investir fortemente em metrô. Vamos construir mais corredores e ter semáforos inteligentes.”

15h23 – “A saúde de SP tinha cerca de 500 equipamentos, hoje tem mil. Construímos 2 hospitais novos e mesmo assim a saúde sendo uma questão. Quando você melhora um serviço, mais gente o procura.A questão do transporte não vai ser resolvida só no transporte, mas também tem que levar emprego mais perto das casas das pessoas”.

15h21 – “Acho que ele tem uma carreira como comunicador que fez que ele se tornasse conhecido, em uma área que trabalhasse com os direitos. Não acho que seja um fenômeno, as eleições estão começando”.

15h20 – Shneider fala sobre padrinhos políticos: “Eu acho normal. Acho que a cidade tem que ficar preocupada porque quem governa não é o padrinho. Nosso candidato não precisa de gente do lado. Os padrinhos têm um sentido na campanha até que as pessoas passam a conhecer o candidato”.

15h18 – A Filândia, que tem a melhor educação do mundo, é progressão continuada. Não há mais falta de professor e salas de aula lotadas. Metade das escolas tinham Ideb abaixo de 4, hoje é apenas 5%. É infinitamente melhor do que estava antes.

15h15 – “O Alckmin em 6 meses passou recursos para SP para construir creches. Não veio recursos para creche, não foi construída escolas ténicas em SP quando Haddad estava como ministro. Outros ministérios do govenro Lula e Dilma colocaram recursos em SP. Não é estranho que apenas o MEC não tenha feito por SP? O que fez Haddad nas creches? 293 creches, cinco vezes menos do que aqui. É muito fácil ficar em Brasília ficar assinando papéis e achar que o mundo vai mudar, tem que trabalhar junto. Acho que um gestor público tem que ter responsabilidade pelo seu trabalho, colocar culpa nos outros sempre é mais fácil”.

15h13 – “O Haddad não avançou nas creches, fez cinco vezes menos. Ele precisaria ficar 50 anos no Ministério da Educação para fazer o que a gente fez”.

15h12 – “Isso é ilusionismo. Eu fui procurar o Haddad para buscar os recursos. Acontece que o programa que ele criou é ruim. A única creche que o Haddad inauguou foi em Angra dos Reis com a Dilma e ela fechou no dia seguinte porque não estava pronta. O Haddad fez cinco vezes menos do que aqui mesmo com orçamento maior”.

15h10 – “Kassab recuperou os espaços públicos, que eram tomados pelos privados. Segundo na educação, as crianças estudavam 4 horas e em escolas de latas. Os professores ganham mais e há mais crianças nas creches. A gente tem um grande desafio ainda nas creches, mas ninguém tinha feito”.

15h09 – “Kassab ganhou eleição de 2008 com mais de 60% dos votos contra a Marta, que é um candidata difícil de vencer. A gente pegou uma cidade que era terrra arrasada. Agora, as pessoas querem mais no final de gestão. Acho que daqui um tempo será reconhecido”.

15h07 – “A gestão do Kassab passa no momento eleitoral por um volume de críticas maior. A gestão de Kassab transformou muitas coisas nessa cidade, e ela vai ser reconhecida no momento certo”.

15h06 – Schneider fala sobre alta rejeição de Serra nas pesquisas: “Serra é o candidato mais conhecido e que passou muitos embates na vida dele. Seja como gestor ou embates políticos, então, é natural que ele tenha maior rejeição do que candidatos novos”.

15h05 – “O que a gente precisa é ter clareza nas propostas e não se preocupar com o adversário. Temos certeza que vamos chegar ao 2ª turno. Temos o melhor candidato, com experiência e com as melhores propostas”.

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A TV Estadão começou no último dia 4 de setembro  entrevistas com os candidatos à vice-prefeitos em São Paulo. Os encontros, sempre realizados às 15h, são transmitidos ao vivo pelo portal Estadão.com.br (www.estadao.com.br/aovivo/). Durante 30 minutos, os vices apresentam suas propostas e seus programas de governo e respondem às perguntas de jornalistas do Grupo Estado e de internautas.

Nádia Campeão foi a entrevistada do dia 11/09: Nádia Campeão prometeu a construção de 172 creches em quatro anos e disse que esta é medida prioritária do plano de governo do candidato petista. “Pretendemos criar creches em tempo integral. A mãe não trabalha meio período, trabalha período integral. Hoje, a demanda é de 150 mil vagas para São Paulo, e esse é nosso compromisso”, disse.

Assista ao vídeo da candidata:

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de O Estado de S. Paulo

A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) prorrogou para até o dia 21 de setembro as inscrições para o Prêmio SIP Universitários. Em sua primeira edição, o prêmio acontece na 68.ª Assembleia-Geral da SIP entre os dias 12 e 16 de outubro, em São Paulo.

Voltado para estudantes do ensino superior, a SIP premiará os melhores trabalhos nas categorias foto, texto e videojornalismo de 15 estudantes universitários que abordem o tema “Liberdade de expressão no nosso dia a dia”.

Depois da premiação e das homenagens aos estudantes vencedores, o comitê acadêmico da SIP fará ainda uma tarde de debates sobre o futuro do jornalismo, com editores-chefes dos principais órgãos da imprensa do País. . Mais informações podem ser obtidas pelo www.sipuniversitarios.com.br .

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O Estado de S. Paulo

Em entrevista à TV Estadão nesta terça-feira, 11, Nádia Campeão (PC do B), vice do candidato Fernando Haddad (PT) à Prefeitura de São Paulo, afirmou que a liderança de Celso Russomanno (PRB) nas pesquisas de intenção de voto se deve à sua atividade anterior como apresentador e a insatisfação dos eleitores com nomes já conhecidos, como de José Serra (PSDB) e do prefeito Gilberto Kassab (PSD). No entanto,  a candidata criticou campanha do postulante favorito nas pesquisas: “Acho que a campanha de Russomanno é um pouco vazia, sem propostas, há uma insuficiência administrativa e a capacidade de juntar forças políticas.”

Nádia Campeão é engenheira agrônoma e foi a primeira mulher a comandar a Secretaria de Esportes da Prefeitura de São Paulo, entre 2001 e 2004. Em 2006, Campeão foi vice da chapa de Aloizio Mercadante, então candidato a governador do Estado de São Paulo. Nádia terá 30 minutos para apresentar suas propostas e responder às perguntas de jornalistas do Grupo Estado. O internauta também pode participar enviando perguntas pelo Twitter, usando a hashtag #viceHaddad, pelo Facebook ou ainda pelo e-mail eleicoes2012@estadao.com.

Na quarta-feira, 12, será a vez de Alexandre Schneider (PSD), vice de José Serra (PSDB); e Lucas Albano (PMN), vice de Soninha Francine (PPS), na quinta-feira, 13.

Já foram entrevistados Luiz Flávio D’Urso (PTB), vice do candidato Celso Russomanno (PRB),  Joaquim Grava, vice de Paulinho da Força (PDT), Marianne Pinnoti, vice de Gabriel Chalita (PMDB) e Edmilson Costa (PCB), vice de Carlos Giannazi (PSOL).

Abaixo, os melhores momentos da entrevista:

15h27 – Nádia fala de possível indicação de Marta para Ministério da Cultura: “Eu acho que não tem nada ainda de concreto, precisa aguardar o anúncio de Dilma, também fiquei sabendo pela imprensa. Acho que a Marta tem competência e qualidades para ser ministra”.

15h25 – Nádia fala sobre presença de Marta e Dilma na campanha: “Ajuda bastante, são duas mulheres importantíssimas. A Marta por ser uma mulher guerreira e seus 4 anos de governo, com a criação dos CEUs, os corredores de ônibus, bilhete único. Ela é muito querida. E a presença da presidenta Dilma, nem se fala. É uma excelente surpresa para todos que confiaram na indicação de Lula. É claro que é um apoio importantíssimo. Vamos também fazer esforços para fazer parceria com governo estadual e também trazer o governo federal para SP”.

15h22 – “Sobre o Ministério dos Esportes, a maior parte das acusações não tinha fundamento. Foi uma denúncia falsa contra o ministro Orlando Silva. Foi arquivado o processo contra Orlando porque não havia nenhuma prova. O PCdoB não tem nenhum processo, nenhum questionamento”.

15h19 – Nádia fala da atuação de seu partido, PC do B, na área do Esporte. “Começou com o Aldo Rebelo. Ele foi muito enfático porque é uma área que a população gosta”. Nádia fala que o PCdoB atuou na pasta durante a gestão de Marta.

15h18 – “Ou nós unimos forças para realizar uma boa Copa do Mundo ou ninguém ganha”. Nádia fala em realizar a Copa com interesse suprapartidário.

15h16 – “Acho que a nota para gestão Kassab, a população já deu, que é insuficiente. Ele próprio colocou metas para realização de metas e neste ano, cumpriu 36%”.

15h14 – “Eu acho que a candidatura do Russomanno ganhou um espaço grande em função da atividade que ele teve como apresentador. As pessoas conhecem, como conhecem muitas que atuam na televisão. Acho natural que ele aparecesse já que o eleitor manifestou uma vontade de mudar por insatisfação com o Serra e Kassab. Mas acho que com o tempo da campanha vai adquirindo peso a identidade do candidato. Acho que a campanha de Russomanno é um pouco vazia, sem propostas, uma insuficiência administrativa e a capacidade de juntar forças políticas”.

15h12 – “Nós temos certeza de que SP terá 2ª turno. E a nossa candidatura vem crescendo com o início do horário eleitoral.As últimas pesquisas nos colocam no empate técnico da 2ª posição. Eu diria que nossa campanha tem pautado o debate eleitoral, o Haddad foi o que apresentou 1ª um programa”.

15h09 – “Acredito que no 2ª turno podemos agregar outras forças políticas, de outros partidos. Acho que temos que governar olhando esse conjunto de forças. Acho natural que a gente participe do governo (PCdoB), assim como outros partidos da aliança”.

15h07 – “Pretendemos trabalhar com creche em tempo integral. A mãe não trabalha meio período, trabalha período integral. Creche é creche de tempo integral, próximo onde a pessoa morar. Hoje a demanda é de 150 mil vagas para SP, esse é nosso compromisso”. Nádia promete cumprir a meta em 4 anos e construir 172 creches.  Para vice,  a medida é prioritária desde 1ª de janeiro.

15h06 – Nádia fala de possíveis problemas da foto de Haddad com Maluf: “Se houve, isso é secundário. Acho o que predomina hoje é a candidatura de Haddad e o perfil dele, a identidade do candidato. Acho que hoje isso não é de relevância”.

15h03 – Nádia fala sobre substituir Erundina como vice após aliança com Maluf: Não teve nenhum constrangimento. Temos uma grande admiração pela Erundina, é natural que tivesse a indicação dela. Substituir a Erundina, então, é de certa forma, orgulha bastante. Agora, essa aliança com o PP, eu compartilho da mesma opinião do Haddad. É preciso fazer alianças para fazer políticas eleitorais, para governar. O que predomina na nossa frente é o programa”.

15h01 – “A saúde é uma queixa em todas regiões. Outra queixa muito presente é o transporte público”.

15h – Nádia diz que o papel do vice prefeito é ajudar a formular o programa de governo e participar da campanha intensamente.

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A TV Estadão começou no último dia 4 de setembro  entrevistas com os candidatos à vice-prefeitos em São Paulo. Os encontros, sempre realizados às 15h, são transmitidos ao vivo pelo portal Estadão.com.br (www.estadao.com.br/aovivo/). Durante 30 minutos, os vices apresentam suas propostas e seus programas de governo e respondem às perguntas de jornalistas do Grupo Estado e de internautas.

Luiz Flavio D’Urso foi o entrevistada do dia 06/09: O candidato a vice na chapa de Celso Russomanno propôs investimentos para a segurança a partir de uma da Guarda Civil Metropolitana no combate às drogas e a atuação em flagrantes e apreensões, além de um convênio com a Polícia Militar e Civil. O candidato defendeu também que guardas noturnos se cadastrem a fim de aumentar a segurança. ”Não se sabe se o guarda é alguém sério ou honesto, pode ser olheiro de um bandido”, afirmou.

Assista ao vídeo do candidato:

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