Camila Brunelli, O Estado de S.Paulo
O vice-presidente da república, Michel Temer (PMDB), no começo da tarde deste domingo, 28, na Pontifícia Universidade Católica (PUC), em Perdizes, na zona oeste da capital paulista. Ele foi acompanhado do candidato derrotado Gabriel Chalita.
Temer disse que aliança do PMDB com o candidato petista Fernando Haddad é uma reprodução da aliança nacional que, segundo ele, é vitoriosa. O vice-presidente avaliou ainda a campanha de Chalita como produtiva, já que conseguiu fincar raízes do partido na capital.
Chalita foi muito assediado pelo público eleitor na PUC. Muitas pessoas o abraçaram e disseram ter votado nele no primeiro turno. “Espero que Haddad consiga unir a cidade e ter um bom diálogo com a Presidência da República e com o governo do Estado”, afirmou Chalita.
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Felipe Frazão, de O Estado de S.Paulo
O candidato do PMDB à Prefeitura de São Paulo, Gabriel Chalita, votou na manha deste domingo, 7, em Higienópolis, bairro onde mora,acompanhado pelo vice-presidente da Republica, Michel Temer, principal apoiador de sua candidatura. Chalita se disse “confiante e satisfeito” com a campanha. Em quarto lugar nas pesquisas de intenção de voto e com chances remotas de avançar ao segundo turno, ele disse que o fato de poder ter se apresentado na campanha “já e uma vitória”, mas ponderou que a decisão final é do eleitor.
“Fazer uma campanha com propostas já é uma vitória, a gente poder se apresentar, dizer quem eu era. Em nenhum lugar fui mal tratado pelo eleitor”, disse.
O peemedebista porém afirmou que mantém esperança, porque “o eleitor às vezes surpreende”. “Hoje quem tem a palavra é sua excelência o eleitor”, disse depois de votar, em menos de dez segundos na frente da urna. “As pesquisas de ontem (sábado) não nos dão uma posição favorável. Mas pesquisa é uma coisa e eleição é outra.”
Chalita afirmou que o PMDB fez uma campanha com projetos concretos para a cidade. Ele chegou para votar no colégio Sion acompanhado também pela vice Mariannne Pinotti (PMDB) e pelo ex-deputado Jose Yunes, um dos coordenadores políticos do conselho peemedebista.
Segundo turno. Michel Temer se reúne ainda neste domingo com o conselho político do partido e da campanha para traçar as estratégias de negociação de apoio no segundo turno, caso o candidato não avance. O vice da presidente Dilma Rousseff já foi sondado e quer uma decisão rápida. O PMDB deve se posicionar, no mais tardar, na terça-feira, 9. Temer deve consultar os líderes da sigla em Brasília. “Vamos ver quem vai querer fazer aliança com o Chalita”, disse Temer.
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Michel Temer, vice-presidente da República e um dos principais líderes do PMBD, defendeu na terça-feira, 8, o governador do Rio, Sérgio Cabral, no caso da CPI do Cachoeira, que envolve políticos supostamente ligados ao contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.
Temer disse ao jornal Folha de S. Paulo não ver razões para que Cabral seja convocado para depor na CPI que investiga as relações do contraventor.
Em incursões a outros países, Cabral foi fotografado e filmado com o amigo Fernando Cavendish, controlador da construtora Delta, investigada na CPI do Cachoeira. Além disso, o governador do Rio teria jantado com o colega em outra ocasião.
Para Temer, não há a necessidade que Cabral explique melhor sua relação com Cavendish dentro da CPI. “Me parece que chamar o Sérgio Cabral porque ele jantou com um empreiteiro, ou jantou com secretários ou o que seja… Só se a ilegalidade for jantar com um empreiteiro. Se isto for legal, muito bem. Não me parece”, disse o vice-presidente.
Além de Cabral, outros dois governadores podem ser chamados para depor na CPI do Cachoeira – o do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), e o de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).
ESPECIAL: Tudo sobre a CPI do Cachoeira
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Agência Brasil
O vice-presidente Michel Temer disse nesta segunda-feira, 18, que a presidenta Dilma Rousseff está tomando as medidas adequadas para resolver os problemas surgidos no Ministério dos Transportes desde que a revista Veja publicou denúncias sobre a existência de um esquema de pagamento de propina envolvendo integrantes do ministério e do Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (Dnit).
Segundo ele, as medidas adotadas são “as esperadas por aqueles que se preocupam com esse tema”.Temer fez a declaração após participar da reunião de coordenação política, comandada pela presidenta Dilma Rousseff. De acordo com Temer, o assunto não foi abordado na reunião de coordenação.
A reunião começou com um relato do ministro interino da Fazenda, Nelson Barbosa, sobre o panorama econômico internacional, com foco na Europa e nos Estados Unidos. A avaliação do governo é de que os Estados Unidos não irão entrar em uma crise econômica grave, relator Temer. Segundo ele, também não foram discutidas as medidas econômicas que o Brasil adotaria no caso de uma crise americana.
“A tendência que se discutiu lá [na reunião da coordenação política], e assim foi expressado pelo Nelson Barbosa, é de que seguramente os Estados Unidos não entrarão nessa crise. Agora, não analisamos eventuais medidas que virão se, eventualmente, houver uma crise.”
Medidas para o Plano Estratégicos de Fronteiras também foram avaliadas pelos ministros e pela presidenta Dilma Rouseeff. Participaram ainda da reunião os ministros da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, da Justiça, José Eduardo Cardozo, de Minas e Energia, Edison Lobão, da Secretaria de Comunicação, Helena Chagas, e do Planejamento, Miriam Belchior.
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Leonencio Nossa, da Agência Estado
O vice-presidente da República, Michel Temer, defendeu nesta quarta-feira, 13, que a decisão sobre a permanência ou não de Luiz Antonio Pagot na diretoria-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) seja tomada só depois do retorno de Pagot de suas férias. “É preciso esperar o fim das férias”, disse Temer após encontro na vice-presidência com os ministros Nelson Jobim (Defesa), José Eduardo Cardozo (Justiça) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente) para discutir ações do Plano Nacional de Fronteiras. Participaram também da reunião o ministro interino da Fazenda, Nelson Barbosa, e representantes da Receita Federal.
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Jair Stangler, do estadão.com.br
O vice-presidente da República, Michel Temer, afirmou nesta terça-feira, 28, considerar que a “transparência é importante para todo e qualquer setor do País”. Ele esteve no Prêmio Destaque Agência Estado Empresas 2011 no lugar da presidente da República, Dilma Rousseff, que decidiu antecipar a viagem ao Paraguai, onde participa nesta terça, 29, da reunião de Cúpula do Mercosul.
Segundo ele, essa transparência é obtida pela “mais absoluta liberdade de comunicação, liberdade de imprensa, pela liberdade relativa aos direitos individuais e aos direitos humanos. Todos esses temas são patrocinados pela presidente Dilma.”
Temer citou a presidente Dilma lembrando uma declaração sua segundo a qual “mais vale a liberdade de imprensa no regime democrático do que o silêncio das ditaduras” (na verdade, a presidente costuma dizer que “mais vale o barulho da da democracia”). O vice-presidente também destacou que as instituições vêm se fortalecendo no País e que o governo Dilma vem trabalhando para garantir isso. “As pessoas sentem que as instituições estão solidificadas. Porque se não há instituições sólidas as pessoas não investem”, argumentou.
Em sua fala, Temer afirmou ver coincidência entre a ação do governo e das empresas, “que crescem junto com a classe C” e ajudam a promover o crescimento do País e a inclusão social, segundo ele. “Outra absoluta coincidência é entre a atividade governamental e o que diz a nossa Constituição”, continuou.
Para o vice-presidente é justamente esse respeito às leis e à Constituição que garante a estabilidade econômica do País.
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Tânia Monteiro, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA – O presidente em exercício, Michel Temer, tentou nesta segunda-feira, 30, minimizar o entrevero ocorrido entre ele e o ministro chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, na semana passada, quando os dois discutiram a votação do código florestal e Palocci ameaçou demitir os ministros do PMDB caso o partido votasse contra os interesses do Planalto. Durante reunião com ministros para tratar das mortes ocorridas em conflitos no Norte do País, Temer, tentando amenizar a polêmica, disse aos ministros, segundo relato de fontes do Planalto, que o episódio “está superado” e ficou “no passado”.
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Nesta segunda-feira, Temer e a presidente Dilma Rousseff tiveram uma rápida reunião na Base Aérea, antes de ela embarcar para Montevidéu, no Uruguai, e, no sábado, os dois já tinham conversado sobre o mal estar por telefone. Pelo seu lado, o PMDB tenta contornar a história dizendo que o partido “tem compromissos com a presidente Dilma” e apoia a presidente. Lembra ainda que o PMDB hoje, ao contrário do governo anterior, quando era da base de apoio, é governo, já que tem um vice presidente eleito.
Apesar de ser o coordenador de todas as ações de governo, Palocci não esteve presente nesta reunião convocada por Temer a pedido da presidente Dilma. A coordenação do tema ficou a cargo do ministro da Secretaria Geral, Gilberto Carvalho, que tem operado como um aparador de arestas neste episódio e tem repetido que problemas entre partidos são normais. “Coisas do casamento”, tem repetido ele, esclarecendo que os problemas são contornáveis como ocorre em toda relação.
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Dilma cumprimenta Temer antes de partir rumo ao Uruguai. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A presidente Dilma apareceu em foto divulgada no Blog do Planalto ao lado de Michel Temer nesta terça-feira, pouco antes de partir rumo ao Uruguai. Na semana passada, as relações entre o vice-presidente, do PMDB, e Antonio Palocci, ministro-chefe da Casa Civil, ficaram estremecidas.
Conforme revelou a colunista do Estado Dora Kramer, o ministro ligou para Temer ameaçando o PMDB com a exoneração de ministros do partido no governo, caso os deputados da base aliada insistissem em contrariar Dilma na votação do Código Florestal – como de fato aconteceu.
Dilma já desembarcou em Montevidéu, onde visitou o Laboratório Tecnológico do Uruguai (Latu). Uruguaios e brasileiros estão desenvolvendo a adaptação para o país do sistema de TV digital nipo-brasileiro. Dilma segue para a chancelaria uruguaia, onde se encontra com o presidente José “Pepe” Mujica.
Com informações de Ariel Palacios, enviado especial a Montevidéu
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Tânia Monteiro, de O Estado de S.Paulo
O vice-presidente Michel Temer coordena, neste momento, reunião no Palácio do Planalto, para discutir os recentes conflitos agrários, que resultaram em quatro assassinatos de agricultores em menos de uma semana. O governo quer definir ações para evitar que novos conflitos aconteçam e pode decretar uma espécie de intervenção federal na tríplice divisa entre Amazonas, Acre e Rondônia.
Participam também da reunião o secretário executivo da Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto; o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho; o ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence; além de representantes do gabinete militar, do Incra e da secretaria de Direitos Humanos.
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Eduardo Bresciani, do Estadão.com.br
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), está reunido neste momento com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e líderes da base aliada no Senado. O vice-presidente Michel Temer também participa do café da manhã. Lula está em Brasília desde ontem, quando também se reuniu com a bancada do PT no Senado, em um almoço, para discutir a reforma política, mas também a crise envolvendo o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci. À noite, Lula se encontrou com a presidente Dilma Rousseff no Palácio da Alvorada.
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