Michel Temer, vice-presidente da República e um dos principais líderes do PMBD, defendeu na terça-feira, 8, o governador do Rio, Sérgio Cabral, no caso da CPI do Cachoeira, que envolve políticos supostamente ligados ao contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.
Temer disse ao jornal Folha de S. Paulo não ver razões para que Cabral seja convocado para depor na CPI que investiga as relações do contraventor.
Em incursões a outros países, Cabral foi fotografado e filmado com o amigo Fernando Cavendish, controlador da construtora Delta, investigada na CPI do Cachoeira. Além disso, o governador do Rio teria jantado com o colega em outra ocasião.
Para Temer, não há a necessidade que Cabral explique melhor sua relação com Cavendish dentro da CPI. “Me parece que chamar o Sérgio Cabral porque ele jantou com um empreiteiro, ou jantou com secretários ou o que seja… Só se a ilegalidade for jantar com um empreiteiro. Se isto for legal, muito bem. Não me parece”, disse o vice-presidente.
Além de Cabral, outros dois governadores podem ser chamados para depor na CPI do Cachoeira – o do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), e o de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).
ESPECIAL: Tudo sobre a CPI do Cachoeira
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Agência Brasil
O vice-presidente Michel Temer disse nesta segunda-feira, 18, que a presidenta Dilma Rousseff está tomando as medidas adequadas para resolver os problemas surgidos no Ministério dos Transportes desde que a revista Veja publicou denúncias sobre a existência de um esquema de pagamento de propina envolvendo integrantes do ministério e do Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (Dnit).
Segundo ele, as medidas adotadas são “as esperadas por aqueles que se preocupam com esse tema”.Temer fez a declaração após participar da reunião de coordenação política, comandada pela presidenta Dilma Rousseff. De acordo com Temer, o assunto não foi abordado na reunião de coordenação.
A reunião começou com um relato do ministro interino da Fazenda, Nelson Barbosa, sobre o panorama econômico internacional, com foco na Europa e nos Estados Unidos. A avaliação do governo é de que os Estados Unidos não irão entrar em uma crise econômica grave, relator Temer. Segundo ele, também não foram discutidas as medidas econômicas que o Brasil adotaria no caso de uma crise americana.
“A tendência que se discutiu lá [na reunião da coordenação política], e assim foi expressado pelo Nelson Barbosa, é de que seguramente os Estados Unidos não entrarão nessa crise. Agora, não analisamos eventuais medidas que virão se, eventualmente, houver uma crise.”
Medidas para o Plano Estratégicos de Fronteiras também foram avaliadas pelos ministros e pela presidenta Dilma Rouseeff. Participaram ainda da reunião os ministros da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, da Justiça, José Eduardo Cardozo, de Minas e Energia, Edison Lobão, da Secretaria de Comunicação, Helena Chagas, e do Planejamento, Miriam Belchior.
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Leonencio Nossa, da Agência Estado
O vice-presidente da República, Michel Temer, defendeu nesta quarta-feira, 13, que a decisão sobre a permanência ou não de Luiz Antonio Pagot na diretoria-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) seja tomada só depois do retorno de Pagot de suas férias. “É preciso esperar o fim das férias”, disse Temer após encontro na vice-presidência com os ministros Nelson Jobim (Defesa), José Eduardo Cardozo (Justiça) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente) para discutir ações do Plano Nacional de Fronteiras. Participaram também da reunião o ministro interino da Fazenda, Nelson Barbosa, e representantes da Receita Federal.
Tags: DNIT, Izabella Teixeira, José Eduardo Cardozo, Luiz Antonio Pagot, Michel Temer, Ministério dos Transportes, Nelson Jobim
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Jair Stangler, do estadão.com.br
O vice-presidente da República, Michel Temer, afirmou nesta terça-feira, 28, considerar que a “transparência é importante para todo e qualquer setor do País”. Ele esteve no Prêmio Destaque Agência Estado Empresas 2011 no lugar da presidente da República, Dilma Rousseff, que decidiu antecipar a viagem ao Paraguai, onde participa nesta terça, 29, da reunião de Cúpula do Mercosul.
Segundo ele, essa transparência é obtida pela “mais absoluta liberdade de comunicação, liberdade de imprensa, pela liberdade relativa aos direitos individuais e aos direitos humanos. Todos esses temas são patrocinados pela presidente Dilma.”
Temer citou a presidente Dilma lembrando uma declaração sua segundo a qual “mais vale a liberdade de imprensa no regime democrático do que o silêncio das ditaduras” (na verdade, a presidente costuma dizer que “mais vale o barulho da da democracia”). O vice-presidente também destacou que as instituições vêm se fortalecendo no País e que o governo Dilma vem trabalhando para garantir isso. “As pessoas sentem que as instituições estão solidificadas. Porque se não há instituições sólidas as pessoas não investem”, argumentou.
Em sua fala, Temer afirmou ver coincidência entre a ação do governo e das empresas, “que crescem junto com a classe C” e ajudam a promover o crescimento do País e a inclusão social, segundo ele. “Outra absoluta coincidência é entre a atividade governamental e o que diz a nossa Constituição”, continuou.
Para o vice-presidente é justamente esse respeito às leis e à Constituição que garante a estabilidade econômica do País.
Tags: Dilma Rousseff, Michel Temer, PMDB, Prêmio AE
Tânia Monteiro, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA – O presidente em exercício, Michel Temer, tentou nesta segunda-feira, 30, minimizar o entrevero ocorrido entre ele e o ministro chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, na semana passada, quando os dois discutiram a votação do código florestal e Palocci ameaçou demitir os ministros do PMDB caso o partido votasse contra os interesses do Planalto. Durante reunião com ministros para tratar das mortes ocorridas em conflitos no Norte do País, Temer, tentando amenizar a polêmica, disse aos ministros, segundo relato de fontes do Planalto, que o episódio “está superado” e ficou “no passado”.
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Nesta segunda-feira, Temer e a presidente Dilma Rousseff tiveram uma rápida reunião na Base Aérea, antes de ela embarcar para Montevidéu, no Uruguai, e, no sábado, os dois já tinham conversado sobre o mal estar por telefone. Pelo seu lado, o PMDB tenta contornar a história dizendo que o partido “tem compromissos com a presidente Dilma” e apoia a presidente. Lembra ainda que o PMDB hoje, ao contrário do governo anterior, quando era da base de apoio, é governo, já que tem um vice presidente eleito.
Apesar de ser o coordenador de todas as ações de governo, Palocci não esteve presente nesta reunião convocada por Temer a pedido da presidente Dilma. A coordenação do tema ficou a cargo do ministro da Secretaria Geral, Gilberto Carvalho, que tem operado como um aparador de arestas neste episódio e tem repetido que problemas entre partidos são normais. “Coisas do casamento”, tem repetido ele, esclarecendo que os problemas são contornáveis como ocorre em toda relação.
Tags: Antonio Palocci, governo Dilma, Michel Temer, Ministério Público Federal, PMDB, PT

Dilma cumprimenta Temer antes de partir rumo ao Uruguai. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A presidente Dilma apareceu em foto divulgada no Blog do Planalto ao lado de Michel Temer nesta terça-feira, pouco antes de partir rumo ao Uruguai. Na semana passada, as relações entre o vice-presidente, do PMDB, e Antonio Palocci, ministro-chefe da Casa Civil, ficaram estremecidas.
Conforme revelou a colunista do Estado Dora Kramer, o ministro ligou para Temer ameaçando o PMDB com a exoneração de ministros do partido no governo, caso os deputados da base aliada insistissem em contrariar Dilma na votação do Código Florestal – como de fato aconteceu.
Dilma já desembarcou em Montevidéu, onde visitou o Laboratório Tecnológico do Uruguai (Latu). Uruguaios e brasileiros estão desenvolvendo a adaptação para o país do sistema de TV digital nipo-brasileiro. Dilma segue para a chancelaria uruguaia, onde se encontra com o presidente José “Pepe” Mujica.
Com informações de Ariel Palacios, enviado especial a Montevidéu
Tags: Dilma Rousseff, Michel Temer, Uruguai
Tânia Monteiro, de O Estado de S.Paulo
O vice-presidente Michel Temer coordena, neste momento, reunião no Palácio do Planalto, para discutir os recentes conflitos agrários, que resultaram em quatro assassinatos de agricultores em menos de uma semana. O governo quer definir ações para evitar que novos conflitos aconteçam e pode decretar uma espécie de intervenção federal na tríplice divisa entre Amazonas, Acre e Rondônia.
Participam também da reunião o secretário executivo da Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto; o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho; o ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence; além de representantes do gabinete militar, do Incra e da secretaria de Direitos Humanos.
Tags: conflitos agrários, Gilberto Carvalho, Michel Temer, Palácio do Planalto
Eduardo Bresciani, do Estadão.com.br
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), está reunido neste momento com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e líderes da base aliada no Senado. O vice-presidente Michel Temer também participa do café da manhã. Lula está em Brasília desde ontem, quando também se reuniu com a bancada do PT no Senado, em um almoço, para discutir a reforma política, mas também a crise envolvendo o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci. À noite, Lula se encontrou com a presidente Dilma Rousseff no Palácio da Alvorada.
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Tânia Monteiro, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA – A reunião entre a presidente Dilma Rousseff e o vice-presidente, Michel Temer, que ocorre nesta manhã no Planalto e que constava da agenda oficial se ampliou. Estão também no encontro o líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP); o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho; o ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio; e o ministro-chefe da Casa Civil, Antônio Palocci.
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Também pode estar nessa reunião o ministro das Cidades, Mário Negromonte, que teria audiência separada com a presidente, mas deve ter se integrado à reunião ampliada. Também chegou ao Planalto e também deve estar no encontro o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.
A reunião acontece nas primeiras horas de uma semana considera decisiva para conter a crise em torno de Palocci, cobrado a explicar o aumento de seu patrimônio nos últimos anos. A base aliada governista no Congresso estabeleceu como prioridade barrar a tentativa de convocação de Palocci para depor no Senado, ação bem-sucedida na Câmara na semana passada, e impedir que a oposição avance na coleta de assinaturas para a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o caso.
Depois dessa reunião, o Planalto deve receber um grupo de ex-ministros de Meio Ambiente, além de integrantes de organizações não-governamentais da área ambientalista, que prometem fazer pressão em torno da votação do Código Florestal, prevista para ocorrer esta semana no Congresso.
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Daiene Cardoso, da Agência Estado
SÃO PAULO - O vice-presidente Michel Temer afirmou nesta sexta-feira, 13, que o governo não está contando com a aprovação do Código Florestal para a próxima semana. Ao chegar à Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde fará uma aula magna nesta manhã sobre reforma política, Temer afirmou que o governo espera um acordo entre os ambientalistas e os produtores rurais e que e que a uma solução negociada pode ajudar na repercussão internacional sobre o tema. “Eu sei que em questões ambientais é preciso tomar muito cuidado com as repercussões internacionais”, afirmou o vice-presidente.
Temer admitiu que o tema é polêmico e que a alteração do ânimos já era prevista. “O tema é polêmico, é natural que haja esta discussão e, de vez em quando, uma certa radicalização.” De acordo com o vice presidente, a expectativa é que em mais alguns dias o tema possa ser aprovado elo Congresso. “Um grande acordo é mais útil para o País, apelou Temer.
Dilma. De acordo com Temer, a presidente Dilma Rousseff, que cancelou sua viagem para o Paraguai por recomendação médica, passa bem e não há motivos para preocupação. “Eu disse a ela que ela está com uma aparência muito boa, mas que ela tem de descansar”, afirmou. Temer acredita que gripe forte que se transformou em uma pneumonia foi consequência de sua viagem à China. “Praticamente dez dias mudando de fuso horário, voltando para cá sem descansar minimamente, nem sequer um dia, acabada acontecendo isso. “É gripe forte, mas ela está muito bem.”
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