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Agência Estado

O governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), elogiou o estilo de campanha adotado pelo tucano José Serra na disputa pela prefeitura paulistana, ressaltando que “faz parte da democracia ganhar ou perder uma eleição”. “O Serra representou muito bem o PSDB e a coligação de partidos. Fez uma bela campanha. Ganhar e perder faz parte do processo democrático”, avaliou o governador.

Em tom conciliador, Alckmin cumprimentou o petista Fernando Haddad (PT) por sua vitória na capital, dizendo que é “dever da prefeitura e do governo estadual” trabalhar em conjunto. “É nosso dever trabalharmos juntos. É isso que a população espera: prefeitura e Estado na defesa dos interesses da cidade.”

Alckmin compareceu ao evento em que Serra cumprimentou Haddad pela vitória, realizado no comitê municipal do PSDB, na região central da cidade. Após o discurso de Serra, Alckmin foi indagado por jornalistas sobre a necessidade do PSDB renovar-se – ideia sugerida pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e outras lideranças tucanas – e evitou se posicionar.

 

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Bruno Boghossian, do estadão.com.br

O pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, voltou a participar de um evento oficial do Estado ao lado do governador Geraldo Alckmin (PSDB), um de seus principais cabos eleitorais na disputa municipal. Ele subiu ao palanque de uma cerimônia da rede de reabilitação Lucy Montoro nesta sexta-feira, 11, e recebeu elogios dos convidados, mas não discursou.

O sistema de atendimento a pessoas com deficiencia foi criado há quatro anos, quando Serra era governador. Durante a pré-campanha, o tucano pretende visitar obras de suas gestões à frente do governo e da Prefeitura. Em parte desses eventos, deve estar ao lado de Alckmin ou do prefeito Gilberto Kassab (PSD).

“Depende do que se trata. Esse lugar aqui é muito importante pra mim, porque foi o começo da rede Lucy Montoro. Eu insisti muito, desde o começo, que nós utilizássemos os equipamentos mais avançados do mundo, porque essa é uma área que tem um avanço tecnológico muito acentuado”, justificou Serra. “É possível reforçar parcerias. O município é mais concentrado na questão da acessibilidade e nos aspectos profissionais, e também na reabilitação. Vamos desenvolver um trabalho paralelo de apoio”, propôs.

Em seus discursos, secretários e o governador destacaram a participação de Serra na criação do sistema de atendimento. ”(O escritor José) Saramago dizia que uma grande obra é resultado do trabalho de muitas mãos, então eu queria agradecer ao José Serra, que foi nosso prefeito e governador”, disse Alckmin, antes de citar também seus secretários.

Após a cerimônia, foram apresentados os novos equipamentos de robótica usados na reabilitação de pessoas com deficiência.

Mercado. No início da tarde, Serra fez um tour pelo Mercado Municipal. Ao lado de aliados, o tucano cumprimentou lojistas, tirou fotos com eleitores e experimentou frutas exóticas – entre elas, um longan (fruto asiático semelhante à lichia) e uma granadilha da Colômbia (cujo quilo custa R$ 89).

O pré-candidato aproveitou o passeio para procurar a barraca de que seu pai foi dono. Serra costuma contar que o ajudava no trabalho quando era criança.

Apesar de Serra manter a liderança das últimas pesquisas de intenção de votos e ser um dos nomes mais conhecidos na corrida eleitoral, muitos frequentadores não sabiam de sua pré-candidatura à Prefeitura de São Paulo – alguns sequer o reconheceram. “Ele vai ser governador?”, perguntou a funcionária de uma lanchonete. “Ih, olha lá o Maluf”, apontou um idoso que passou ao lado do tucano.

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Julia Duailibi, de O Estado de S.Paulo

Mensagem enviada por integrante do PSDB aos militantes do partido conclama os tucanos a “defenderem o governador” Geraldo Alckmin e fala em “bateu, levou”. O texto, enviado por email a cerca de 850 pessoas da legenda, fala ainda: “Colocou a mão, a cobra vai piar e a pêa (pau) vai descer”.

A mensagem foi escrita pelo tucano Edson Marques, que é jornalista e mantém um blog com informações para a militância do partido. De acordo com Marques, tucanos do Jardim Helena, extremo leste da capital paulista, souberam que integrantes do PSOL, PSTU e PT da região programaram uma manifestação contra a ação da Polícia Militar no Pinheirinho durante agenda do governador no sábado, 4, de manhã, no Parque Ecológico do Tietê.

Marques resolveu, então, convocar a militância para “defender” Alckmin de eventuais ataques. “Vamos todos pra lá tucanada. Bateu, levou. Não tem conversa”, diz a mensagem. Nos últimos dez dias, secretário estadual Andrea Matarazzo (Cultura) e o prefeito Gilberto Kassab foram alvos de protestos durante eventos oficiais do governo.

O presidente municipal do PSDB, Julio Semeghini, disse que o email não é uma mensagem oficial do partido e que discorda do teor do texto.

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Daiene Cardoso, de Agência Estado

O governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), se encontrou na manhã desta sexta-feira, 27, com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Hospital Sírio-Libanês, na região central da capital paulista. De acordo com a assessoria de imprensa do ex-presidente, Alckmin pediu na quinta um encontro com Lula. Os dois conversaram por aproximadamente 20 minutos, mas o tema da conversa não foi divulgado.

Mais cedo, Lula se encontrou com o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, que veio ao Brasil para realizar um check-up médico no mesmo hospital. Lula e Lugo, de acordo com a assessoria do ex-presidente brasileiro, tiveram uma conversa “rápida e fraternal”. Em seguida, Alckmin se juntou aos dois e eles conversaram rapidamente.

Lula chegou ao hospital por volta das 10h30 e deixou o Sírio-Libanês às 13h. Nesta sexta, ele foi submetido à 17.ª sessão de radioterapia. Segundo o cardiologista Roberto Kalil, da equipe médica que trata o câncer de laringe do ex-presidente, Lula vem reagindo muito bem ao tratamento. “Ele está melhor do que eu”, brincou Kalil. O especialista contou que Lula vem apresentando os efeitos colaterais de praxe, como mucosite e dificuldade para comer, mas nada que preocupe a equipe médica.

 

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Bruno Siffredi, do estadão.com.br, e Gustavo Uribe, da Agência Estado

O ex-governador de São Paulo José Serra comentou nesta terça-feira, 24, a declaração do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que apontou o senador mineiro Aécio Neves como “candidato óbvio” do PSDB à Presidência em 2014. “São opiniões dele. Não estou de acordo com algumas delas, mas não vou polemizar com um amigo”, disse.

Fernando Henrique manifestou a preferência por Aécio em entrevista concedida para a revista inglesa The Economist. O ex-presidente ainda previu uma “luta interna muito forte” entre o senador mineiro e o ex-governador paulista pela indicação do partido nas eleições nacionais.

Na semana passada, Serra anunciou aos aliados que não pretende entrar na disputa pela Prefeitura de São Paulo e disse que pretende focar nas questões nacionais, visando o projeto de disputar, pela terceira vez, a Presidência da República.

Em nota divulgada nesta terça, Aécio agradeceu a iniciativa de Fernando Henrique e disse que caberá ao partido escolher “o melhor nome” para 2014. “Agradeço a referência do presidente Fernando Henrique. O partido saberá definir o melhor nome, entre os vários de que dispõe, no momento certo, que, acredito, será após as eleições municipais.”

O mineiro acrescentou que o partido deve trabalhar para se fortalecer “para além do alcance do discurso”. “No momento certo, independentemente de quem será o nome, o PSDB estará em condições de apresentar um projeto ao país que faça o contraponto ao modelo de governança representado hoje pelo PT”, concluiu.

Sem pressa. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, também comentou a declaração de Fernando Henrique nesta terça-feira. Ele disse que existem “grandes nomes” no PSDB, mas o tema precisa “ser amadurecido e não há razão para essa discussão” a dois anos da eleição presidencial.

Alckmin respondeu com bom humor quando foi perguntado se a previsão de Fernando Henrique estava correta sobre o seu distanciamento da corrida presidencial. “A minha modéstia não permite (comentar)”, disse.

O governador participou nesta terça-feira de cerimônia de assinatura de decreto que regulamenta o Programa Paulista da Agricultura de Interesse Social (PPAIS), iniciativa que deve beneficiar cerca de 150 mil famílias de agricultores familiares, estimulando a produção e garantindo a comercialização dos produtos.

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Julia Duailibi, de O Estado de S.Paulo

A cúpula do PSB se reúne neste sábado, 29, em São Paulo para o congresso estadual do partido. Em ato na Assembleia, as principais lideranças da legenda, como o presidente do PSB, governador Eduardo Campos (PE), vão discutir os rumos da sigla na eleição de 2012.

O partido é alvo de investidas do PSDB, do governador Geraldo Alckmin, e do PSD, do prefeito Gilberto Kassab. Ambos cortejam o PSB para uma aliança em torno do candidato que disputará a Prefeitura de São Paulo no ano que vem. Tanto Alckmin quanto Kassab confirmaram presença no encontro.

Campos mantém conversas com o governador e com o prefeito. A ambos deu sinais de que pretende fazer uma aliança na eleição do ano que vem.

O discurso dele no congresso poderá ajudar a decifrar qual rumo o PSB pretende seguir em São Paulo.

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Wladimir D’Andrade, da Agência Estado

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) negou nesta terça-feria, 20, que a eventual parceria com o ministro da Educação, o petista Fernando Haddad – um dos pré-candidatos petistas à sucessão municipal do ano que vem na Capital – para a instalação de um campus universitário federal em Franco da Rocha, na região metropolitana de São Paulo, tenha algum cunho eleitoral. O tucano também descartou que tal parceria, se for concretizada, possa irritar a ala de sua legenda que está preocupada com a sua aproximação com o governo federal e com a possibilidade de tal obra alavancar o nome de Haddad na corrida pela Prefeitura de São Paulo.

“Não é porque o ministro da Educação possa vir a ser candidato que vamos deixar de somar esforços em benefício da população”, afirmou Alckmin, em entrevista coletiva, na manhã de hoje (20), após cerimônia de posse do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de São Paulo. O campus seria montado no local onde hoje está desativado um hospital psiquiátrico. De acordo com Alckmin, o governo do Estado já avaliava a hipótese de instalar um parque tecnológico no local. “A possibilidade de um campus universitário só ajuda”, emendou.

Ao descartar cunho eleitoral neste projeto, o governador lembrou algumas das parcerias que sua administração já fechou com o governo da presidente Dilma Rousseff (PT). E listou os acordos fechados na semana passada para as obras na hidrovia Tietê-Paraná e para o Rodoanel Mário Covas. Ele e a presidente Dilma anunciaram investimentos conjuntos de R$ 1,5 bilhão para a hidrovia e de R$ 6,51 bilhões para o eixo norte do Rodoanel (nesta obra entram ainda recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento). “Nós fizemos parceria na Tietê-Paraná e no Rodoanel, e o Ministério dos Transportes não tem nada a ver com questão eleitoral, da mesma forma, isso acontece na área social”, exemplificou.

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Estadão.com.br

No evento desta terça-feira, 13, além de várias personalidades política, uma chamou a atenção: o ex-candidato à Presidência José Serra. Desde que não conseguiu êxito na sua empreitada pela Presidência da República, o tucano andava recluso e não participa com tanto empenho da vida política. Batalhou pela presidência do partido, depois pela presidência do Instituto Teotônio Vilela, até que aceitou presidir o Conselho Político, criado pela Executiva Nacional do partido. Atualmente, Serra dedica-se a seu site e ao twitter.

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Jair Stangler, do Estadão.com.br

A presidente Dilma Rousseff (PT) e o governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciaram nesta terça-feira, 13, em São Paulo, investimento de R$ 6,51 bilhões no eixo norte do Rodoanel – R$ 1,72 bilhão da União, R$ 2,79 bilhões do governo do Estado e R$ 2 bilhões do Banco Interamericando de Desenvolvimento.

 

No evento para assinatura do convênio, Alckmin e Dilma trocaram afagos. Enquanto Alckmin agradeceu à presidente pela parceria no Rodoanel e em outras áreas, esta retribuiu. “Unindo esforços para a necessidade do Brasil nós conseguimos fazer, ultrapassando outras considerações que não sejam o bem público”, declarou. Alckmin também aproveitou para anunciar que o edital para o trecho Norte do Rodoanel sai já na quarta-feira, 14, e que haverá uma concorrência internacional para obter o menor preço.

Logo ao abrir sua fala, Dilma definiu Alckmin como parceiro de seu governo. Dilma citou em seus cumprimentos ainda o ex-governador de São Paulo, José Serra, presente ao evento. Depois, Dilma lembrou quando esteve em São Paulo em agosto para o lançamento do programa Brasil sem Miséria para o Sudeste e afirmou que ali foi selada uma cooperação entre os governos em benefício da população.

“Unindo os esforços, reportando-se às necessidades do Brasil, à importância da sua população e ao interesse maior daqueles que nos elegeram, nós conseguimos fazer tudo isso. Eu fico muito feliz de poder estar aqui participando”, afirmou Dilma.

A parceria no projeto, que vai até 2015, foi assinada em 1999, quando o presidente da República era o tucano Fernando Henrique Cardoso. As desapropriações estão previstas para janeiro de 2012 e as obras devem ter início em março de 2012. A previsão para conclusão é de 32 meses. Somando tudo, o valor total do investimento chega a R$ 12,845 bilhões – R$ 3.384 bilhões da União e R$ 9.038 bilhões do Estado.

Também participaram do evento o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, a ministra da Comunicação Social, a senadora Marta Suplicy (PT), o secretário estadual dos Transportes, Saulo de Castro Abreu, o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, Barros Munhoz, e o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

Outras parcerias. Além do Rodoanel, Estado e União trabalham juntos para tirar do papel a Hidrovia Tietê-Paraná, orçada em R$ 1,5 bilhão, e o trecho norte do Ferroanel, estimado em R$ 1,2 bilhão. Na parte da manhã, Dilma foi com o governador de SP ao evento de lançamento da pedra fundamental do estaleiro Rio Tietê, em Araçatuba (SP). Na ocasião, a presidente afirmou que o Brasil não é responsável pela crise internacional, mas precisa ter condições de enfrentá-la.

“Estamos dando um passo para tornar o Brasil mais forte para enfrentar a crise, pela qual não somos responsáveis e a qual temos condições de enfrentar”, disse. “Porque fazemos, enquanto eles discutem como fica a crise das dívidas dos seus bancos”, completou a presidente.

O governo paulista também quer de Dilma a autorização para ampliar o limite de endividamento em R$ 17 bilhões até 2013. O assunto é prioritário na agenda de Alckmin, que tratou do tema com o ministro Guido Mantega (Fazenda) na semana passada.

Depois de anunciar a unificação do programa social do Estado com o Bolsa-Família, o tucano e a petista farão ainda parceria na área de habitação. Será anunciado até o fim de setembro uma complementação de até R$ 20 mil por parte do Estado ao teto de financiamento do Minha Casa, Minha Vida, que hoje é de R$ 65 mil. A ação pode alcançar, pelo menos, 70 mil famílias.

É a segunda vez em menos de um mês que Dilma visitou o Palácio dos Bandeirantes. O encontro desperta polêmica em setores do PSDB e do PT.

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