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Gustavo Porto e Daiene Cardoso, da Agência Estado

SÃO PAULO – O deputado federal Gabriel Chalita (PMDB) disse na tarde deste domingo, 28, que a vitória do candidato petista Fernando Haddad e a consequente derrota do tucano José Serra significam “o final de uma época e de um jeito de fazer política”.

Segundo ele, o PSDB errou ao investir sempre no mesmo nome – Serra – como candidato a prefeito. “Quem perde é a democracia. Houve um equívoco do PSDB”, disse Chalita ao chegar no hotel na capital paulista onde o PT organiza a festa para a vitória de Haddad. Ainda segundo o deputado, a eleição de Haddad “é a vitória do povo de São Paulo, de propostas, de projetos e de um jeito novo de fazer política”.

Chalita evitou comentar sobre a participação do PMDB no governo de Haddad e afirmou que o até então candidato tem de ter serenidade para buscar as pessoas mais competentes para os cargos. “Chegou o momento em que a política não deve encher de amiguinhos”, disse Chalita.

Ele ratificou ainda que em nenhum momento o PMDB discutiu cargos com o PT, após sua derrota no primeiro turno e o anúncio de apoio a Haddad, concluiu.

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Camila Brunelli, O Estado de S.Paulo

O vice-presidente da república, Michel Temer (PMDB), no começo da tarde deste domingo, 28, na Pontifícia Universidade Católica (PUC), em Perdizes, na zona oeste da capital paulista. Ele foi acompanhado do candidato derrotado Gabriel Chalita.

Temer disse que aliança do PMDB com o candidato petista Fernando Haddad é uma reprodução da aliança nacional que, segundo ele, é vitoriosa. O vice-presidente avaliou ainda a campanha de Chalita como produtiva, já que conseguiu fincar raízes do partido na capital.

Chalita foi muito assediado pelo público eleitor na PUC. Muitas pessoas o abraçaram e disseram ter votado nele no primeiro turno. “Espero que Haddad consiga unir a cidade e ter um bom diálogo com a Presidência da República e com o governo do Estado”, afirmou Chalita.

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Bruno Lupion, de O Estado de S.Paulo

O candidato derrotado do PMDB, Gabriel Chalita, que apoiou o petista Fernando Haddad no segundo turno das eleições paulistanas, afirmou neste domingo, 28, que seu adversário tucano, José Serra, sai deste pleito “menor do que ele entrou”.

Para Chalita, ex-secretário estadual de Educação de 2003 a 2007 na gestão de Geraldo Alckmin (PSDB), Serra fez uma campanha “muito agressiva”, semelhante à empreendida contra a presidente Dilma Rousseff nas eleições de 2010. “Serra veio, de novo, com a história de pegar um tema que não é referente à grande questão da cidade. Na eleição presidencial, ele pegou o aborto, na eleição local, ele pegou o kit gay. Sai menor do que entrou”, disse.

Já o prefeito Gilberto Kassab (PSD), na opinião de Chalita, ficará marcado como um político “muito esperto”, por ter conseguido montar um partido “que vai de um lado, vai do outro lado”. Contudo, segundo o peemedebista, também será lembrado como um mau administrador, “que perdeu uma grande oportunidade de cuidar de São Paulo”.

“Eles (Serra e Kassab) não conseguiram usar esse orçamento fantástico e deixaram a maior parte da população de São Paulo na miséria, são 3 milhões de pessoas morando em favelas e áreas irregulares”, disse. Chalita está no Hotel Intercontinental, na região da Avenida Paulista, onde petistas e aliados acompanham o dia da votação do segundo turno.

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Isadora Peron, de O Estado de S.Paulo

Ao chegar para votar no prédio da Pontifícia Universidade Católica (PUC) em Perdizes, a candidata pelo PPS à Prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, encontrou o adversário Gabriel Chalita (PMDB), que estava de saída do local, na manhã deste domingo, 7. O candidato acompanhava o vice-presidente Michel Temer, também do PMDB.

Os dois candidatos se cumprimentaram e posaram para fotos. A candidata do PPS lembrou que no primeiro dia de campanha, em caminhado pelo centro, se encontrou com Celso Russomanno (PRB), também por coincidência. Mal colocada nas pesquisas de intenções de voto, Soninha não quis falar sobre quem apoiaria no segundo turno. “Essa será uma decisão que o partido vai tomar conjuntamente.”

Sem citar nomes, ela disse, no entanto, que dos três primeiros colocados da disputa – Russomanno, José Serra (PSDB) e Fernando Haddad (PT), ela tem “divergências mais claras” com um deles e “afinidades mais claras” com outros.

Em outras oportunidades, a candidata já declarou que não apoiaria Russomanno por questões ideológicas. Já o candidato de quem ela seria mais próxima é José Serra. Em 2010, ela participou da campanha do tucano à Presidência da República.

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Felipe Frazão, de O Estado de S.Paulo

O candidato do PMDB à Prefeitura de São Paulo, Gabriel Chalita, votou na manha deste domingo, 7, em Higienópolis, bairro onde mora,acompanhado pelo vice-presidente da Republica, Michel Temer, principal apoiador de sua candidatura. Chalita se disse “confiante e satisfeito” com a campanha. Em quarto lugar nas pesquisas de intenção de voto e com chances remotas de avançar ao segundo turno, ele disse que o fato de poder ter se apresentado na campanha “já e uma vitória”, mas ponderou que a decisão final é do eleitor.

“Fazer uma campanha com propostas já é uma vitória, a gente poder se apresentar, dizer quem eu era. Em nenhum lugar fui mal tratado pelo eleitor”, disse.

O peemedebista porém afirmou que mantém esperança, porque “o eleitor às vezes surpreende”. “Hoje quem tem a palavra é sua excelência o eleitor”, disse depois de votar, em menos de dez segundos na frente da urna. “As pesquisas de ontem (sábado) não nos dão uma posição favorável. Mas pesquisa é uma coisa e eleição é outra.”

Chalita afirmou que o PMDB fez uma campanha com projetos concretos para a cidade. Ele chegou para votar no colégio Sion acompanhado também pela vice Mariannne Pinotti (PMDB) e pelo ex-deputado Jose Yunes, um dos coordenadores políticos do conselho peemedebista.

Segundo turno. Michel Temer se reúne ainda neste domingo com o conselho político do partido e da campanha para traçar as estratégias de negociação de apoio no segundo turno, caso o candidato não avance. O vice da presidente Dilma Rousseff já foi sondado e quer uma decisão rápida. O PMDB deve se posicionar, no mais tardar, na terça-feira, 9. Temer deve consultar os líderes da sigla em Brasília. “Vamos ver quem vai querer fazer aliança com o Chalita”, disse Temer.

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A TV Estadão começou no último dia 4 de setembro  entrevistas com os candidatos à vice-prefeitos em São Paulo. Os encontros, sempre realizados às 15h, são transmitidos ao vivo pelo portal Estadão.com.br (www.estadao.com.br/aovivo/). Durante 30 minutos, os vices apresentam suas propostas e seus programas de governo e respondem às perguntas de jornalistas do Grupo Estado e de internautas.

Marianne Pinnoti foi a entrevistada do dia 05/09: A médica Marianne Pinnoti defendeu melhorias no sistema de saúde da cidade de São Paulo, questão que a candidata classifica como em estado de “caos” na capital paulista. Pinotti disse que, se Chalita for eleito, sua primeira ação seria um choque na administração do sistema de saúde. Na avaliação dela, “faltam hospitais, leitos, mas o pior problema é na gestão. Falta comunicação, os pacientes se perdem nas redes de saúde em São Paulo”. A candidata propôs também melhorias no trabalho de prevenção do sistema público de saúde, além de uma ação entre as secretarias de Saúde, Educação e Assistência Social no combate às drogas. “Tem que passar os dependentes por uma internação longa, reinserção na sociedade e até no mercado de trabalho. Precisamos de um forte esforço de prevenção. Estamos perdendo nossos jovens para as drogas”, afirmou.

Assista ao vídeo da candidata:

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O Estado de S. Paulo

Em entrevista para a TV Estadão nesta quarta-feira, 5, a médica Marianne Pinotti, vice do candidato Gabriel Chalita (PMDB) à Prefeitura de São Paulo, disse que sua motivação para entrar na política é a saúde pública e a chapa tem um projeto para a construção de 4 novos hospitais. A candidata garantiu que Chalita resolverá o problema de falta de vagas em creches e irá implantar o ensino público em tempo integral: “Talvez demore 2 governos para colocar todas crianças em tempo integral, mas é preciso começar”.

Biografia. Também do PMDB, Marianne Pinotti é médica e contou com o apoio do vice-presidente da República, Michel Temer, na sua indicação para a vice. O fato de ser mulher e ter atuado na área da saúde também contaram ao seu favor. Marianne terá 30 minutos para apresentar suas propostas e responder às perguntas de jornalistas do Grupo Estado. O internauta também pode participar enviando perguntas pelo Twitter, usando a hashtag #viceChalita, pelo Facebook ou ainda pelo e-mail eleicoes2012@estadao.com.

Nessa terça-feira, Joaquim Grava, vice de Paulinho da Força (PDT), abriu a série Entrevistas Estadão com os postulantes a vice no pleito de São Paulo. Ainda nessa semana será entrevistado Edmilson Costa (PCB), vice de Carlos Giannazi (PSOL), na quinta-feira, 6. Na próxima semana, na segunda-feira, 10, será a vez de Luiz Flávio D’Urso, vice de Celso Russomanno (PRB); na terça, 11, Nádia Campeão (PC do B), vice de Fernando Haddad (PT); na quarta, 12, Alexandre Schneider (PSD), vice de José Serra (PSDB); e Lucas Albano (PMN), vice de Soninha Francine (PPS), na quinta, 13.

Abaixo, os melhores momentos da entrevista:

15h34 – “Minha visão da ação da cracolândia é muito ruim, essas pessoas foram apenas espalhadas pelas ruas”.

15h33 – Marianne diz que a chapa tem um projeto para dependentes químicos e propõe a união da Secretária da Saúde com a Educação para prevenção. “Isso vai ser uma guerra para a gente resolver”.

15h30 – Marianne diz que sua paixão é a saúde pública, mas quanto à política, caso Chalita não vença, não tem um projeto político para seguir.

15h27 – “Na verdade, SP tem grande cocnentração de hospitais no centro e falta na periferia. Nossa população dependente do SUS tem carência de leitos. Nosso projeto conta com a construção de 4 hospitais”. Marianne fala da importância de organizar a gestão dos hospitais.

15h26 – Pai de Marianne foi secretário da Educação por 1 ano e meio na gestão de Serra. “Ele acabou com as escolas de lata e com o período da fome. Ele começou a construir as escolas de tempo integral e fazer projetos culturais para crianças”.

15h25 – Na educação, vice diz que Chalita vai resolver o problema das creches e fazer escolas em tempo integral. “Talvez demore 2 governos para colocar todas crianças em tempo integral, mas é preciso começar”.

15h24 – Marianne fala sobre padrinhos políticos: que Michel Temer tem ajudado bastante na campanha e começará a aparecer mais na TV. “É importante que a população veja que quem vai governar não é o padrinho, mas o candidato”.

15h23 – “Eu tenho  certeza que a população de SP vai ver que ele tem propostas pé no chão e consegue trabalhar junto com governo estadual e federal”.

15h22 – “A campanha é muito tranquila. O Chalita não tem rejeição nenhuma, um moço jovem, bom, bonito, as pessoas querem estar perto. O que eu sinto é que s pessoas reconhecem mais o candidato”.

15h21 –  Marianne fala sobre liderança de Russomanno nas pesquisas: “O Russomanno era um candidatos mais conhecidos, tinha um programa bastante conhecido e visto. Acho que ele é mais uma 2ª alternativa para quem não queria votar no outro candidato mais conhecido”.

15h20 – “Acho que a pesquisa é uma fotografia do momento e nós temos muito tempo. Ainda tem grande parte de pessoas indecisas”.

15h19 – Marianne diz que Chalita está ficando mais conhecido pela população e que “a partir daí nós vamos crescer. Estamos esperando quem vai conosco para o 2ª turno”.

15h18 – Marianne diz que o “prefeito precisa dar as mãos para o governador e atuar na segurança. A gente precisa de iluminação, bandido gosta de escuro, uma melhora é iluminar ruas e calçadas”.

15h17 – Vice diz que tem acompanhado Chalita nas caminhadas pela periferia. “Choca ver as desigualdades que existem dentro de uma cidade tão rica, com pessoas vivendo em situações tão precárias. Esse é o grande desafio para o prefeito de SP”.

15h16 – Vice fala que solução do trânsito é investir em transporte público de qualidade.

15h15 – Vice diz que é preciso melhorar o transporte público e não implantar pedágio urbano.

15h14 – “Sou contra o aborto, sou a favor da vida. Sobre a legalização do aborto é um ponto que não vamos mexer na Prefeitura, é uma missão do nosso Legislativo”.

15h13 – Marianne fala que é contra o aborto. “Qualquer cidadão em sã consciência é contra o aborto”. Vice fala que é preciso ligar saúde com educação para evitar gravidez precoce na adolescência”.

15h11 – Marianne ressalta a importância de atendimento 24 horas.  ”Construir  rede de tendimentos 24 horas seria importante”.

15h10 – “Hoje uma coisa que não temos é a visão de prevenção, exames de prevenção de doenças”. Marianne diz que sua primeira ação seria um choque de gestão básica na saúde.

15h09 – “Terei um papel na construção da saúde no programa do Chalita. Existe um caos na saúde paulistana, de gestão e de inteligência, precisa de uma reorganização imediata. Faltam equipamentos e leitos hospitalares. Mas acho que o pior problema hoje é a gestão”.

15h08 – Marianne diz que sua motivação para entrar na política é atuar na saúde pública.

15h07 – Vice de Chalita diz que candidato não pretende abandonar o mandato e deve ficar 4 anos, e 8 se for reeleito a prefeito. Marianne diz que Chalita terá atenção especial com as mulheres.

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A TV Estadão começou no último dia 16 de agosto uma série de entrevistas com os candidatos à Prefeitura de São Paulo. Os encontros, sempre realizados às 15h, são transmitidos ao vivo pelo portal Estadão.com.br (www.estadao.com.br/aovivo/). Durante uma hora, os candidatos apresentam suas propostas e seus programas de governo e respondem às perguntas de três jornalistas do Grupo Estado e de internautas.

Gabriel Chalita foi o entrevistado do dia 27/08. O candidato afirmou que faz campanha pagando “fiado” e que essa é uma prática comum entre os postulantes ao cargo. Em outra declaração, o peemedebista disse que, embora tenha um bom relacionamento com a presidente Dilma Rousseff, conseguiu na Justiça uma liminar para poder usar a sua imagem na campanha em São Paulo. Chalita avaliou que o petista Fernando Haddad ainda pode crescer nas pesquisas por causa da participação do ex-presidente Lula em sua campanha, mas que não considera esse um fator determinante para a vitória petista.

Veja os vídeos do candidato:

Chalita voltará a exibir foto com Dilma na TV

Chalita: “Seria importante receber doações pela internet”

Chalita avalia governo Kassab com nota abaixo de três

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O Estado de S.Paulo

Em entrevista ao ‘Estado’, nesta segunda-feira, 27, o candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PMDB, Gabriel Chalita, afirmou que embora tenha um bom relacionamento com a presidente Dilma Rousseff, conseguiu na Justiça uma liminar para poder usar a sua imagem na campanha em SP. “Conseguimos uma liminar da Justiça e vamos usar a imagem da Dilma hoje”. Chalita disse ainda ter uma “relação fantástica” com o governador Geraldo Alckmin.

A Justiça havia suspendido a permissão das imagens do candidato com a presidente a pedido dos advogados da campanha de Fernando Haddad (PT), alegando que Dilma não integra coligação de Chalita. O peemedebista exibia na propaganda peças em que mostrava sua amizade com a presidente e a participação do seu partido no governo federal.

Para o peemedebista, Gilberto Kassab, ao lado de Paulo Maluf e Celso Pitta, foi um dos piores prefeitos da capital paulista. Segundo ele, Kassab teve dinheiro disponível para fazer uma boa gestão, mas não soube aplicar na sua administração. O candidato elogiou realizações de Luiza Erundina e Marta Suplicy.

Questionado sobre as pesquisas de intenção de votos, Chalita disse que José Serra (PSDB) e Celso Russomanno (PRB) estão na liderança porque são os mais conhecidos pelo público. “O público que rejeita o Serra foi para o Russomanno porque ele é mais conhecido. O Serra tem qualidades, fez coisas importantes, mas ele não passa para a população que quer ser prefeito, ele quer ser Presidente da República”.

O candidato avalia que o petista Fernando Haddad ainda pode crescer nas pesquisas por causa da participação de Lula na campanha, porém, a presença do ex-presidente não seria um fator decisivo em sua opinião: “Eu acho que o Haddad vai crescer ainda nas pesquisas por causa da participação do Lula. Ele ajuda muito o Haddad, o Lula tem muito respeito. Ajuda, mas não decide”.

O peemedebista comentou que com o ínicio da propaganda eleitoral no rádio e na TV, houve crescimento de sua popularidade entre os eleitores, mas lamentou a dificuldade para conseguir financiamento privado para a campanha. “Seria muito bom que pudesse haver doações pela internet, seria muito mais democrático, mas existe muita burocracia”.

Nesta terça, 28, será a vez de Soninha Francine (PPS) responder às perguntas dos jornalistas do Grupo Estado e apresentar seu programa de governo. Na quarta, 29, será Celso Russomanno (PRB), seguido de Fernando Haddad (PT), na quinta, 3. O candidato José Serra (PSDB) foi convidado para a sexta-feira, 31, mas ainda não confirmou presença.

A série ‘Entrevistas Estadão’ já teve a participação dos candidatos José Maria Eymael (PSDC), Anaí Caproni (PCO), Ana Luiza (PSTU), Miguel Manso (PPL), Paulinho da Força (PDT), Carlos Giannazi (PSOL) e Levy Fidelix (PRTB).

Abaixo, os melhores momentos da entrevista:

16h08 - Candidato fala que os piores prefeitos de SP foram Maluf, Pitta e Kassab. Chalita diz que Kassab teve dinheiro para fazer as coisas, mas não soube usar.

16h07 - ”Tem vários prefeitos que mudaram estruturalmente a cidade, como o Prestes Maia, que melhorou o trânsito, mas os prefeitos seguintes não deram continuidade”. Chalita elogia realizações de Erundina e Marta.

16h06 - Chalita diz que a população está descrente na política e com razão. “Tem muita gente que olha com descrença mas quem escolher para governar 4 anos a cidade de SP, vai escolher o melhor”.

16h04 - Chalita diz que é preciso valorizar a cultura de cada bairro de SP. Chalita diz que gostaria transformar o Bixiga em pólo gastronômico e a zona leste em pólo de cinema.

16h - Chalita diz que a campanha dele ainda está fraca na zona leste e afirma que vê mais cavaletes do Haddad nas ruas.

15h59 - ”Eu acho que o Haddad vai crescer ainda por causa da participação do Lula, mas isso não decide. O Serra tem qualidades, fez coisas importantes, mas ele não passa para a população que quer ser prefeito, ele quer ser Presidente da República. E o Kassab colocou o foco dele no partido”.

15h58 - ”A pesquisa mede o momento”. Chalita diz que Russomanno e o Serra são mais conhecidos, por isso que estão na frente, mas ainda vai mudar muito. “O público que rejeita o Serra foi para o Russomanno porque ele é conhecido”.

15h57 - ”Eu acho que esse maniqueísmo dos ambientalistas com ruralistas não é saudável para o Brasil. Há coisas muito positivas no Código Florestal, mas existe coisas que não concordo e a Dilma vetou depois”.

15h56 - Chalita diz que o bilhete único mensal de Haddad não é “uma proposta consistente de melhoria do transporte público” de SP.

15h55 - Chalita diz que vai continuar o projeto “Cidade Limpa” e limpar a cidade. “A população gostou e tem que respeitar isso. Foi uma coisa que deu certo”, mas afirma que ainda precisar limpar de fato a cidade.

15h53 - Chalita diz que faria o projeto semelhante do Porto Maravilha que Eduardo Paes fez no Rio, aqui em São Paulo no centro.

15h51 - ”A Av. Rio Branco (centro) pode ser hoje o que é a Berrini”, diz Chalita.

15h50 – Chalita diz que o projeto da Nova Luz desconsidera os comerciantes da Santa Efigênia.

15h48 – Chalita diz que pretende enterrar os fios de São Paulo como existe na Oscar Freire e diz que em 4 anos é possível fazer pelo menos 25%.

15H47 - Chalita diz que manteria a Virada Cultural de Serra em SP, mas mudando: “Faria uma Virada Cultural por semana em bairros diferentes. Trocaria a Virada de hoje por Viradas semanais”.

15h45 - Chalita diz que pretende urbanizar as favelas e criar áreas verdes.

15h44 - Chalita diz que falta transparência na gestão de Kassab.

15h43 - Chalita diz que não é favorável ao calote da dívida da prefeitura.

15h42 - Chalita diz que é difícil chegar um salário ideal ao professor e diz que hoje um técnico ganha mais do que um professor. “Se investir 10% do PIB na educação, é possível ter um acréscimo maior”.

15h40 - ”Como secretário da educação, consegui aumentar quase 50% o salários dos professores e o Serra não deu nenhum. Pra mim, o professor é o líder do processo educativo”.

15h37 - ”Na minha época, nunca uma avaliação da educação caiu em SP”. Chalita diz que Serra fechou escolas em tempo integral.

15h35 - Chalita avalia que gestão de Schneider (vice de Serra) não foi boa.

15h34 - ”Eu acho que o Lula ajuda muito o Haddad, o Lula tem muito respeito. Ajuda, mas não decide”.

15h33 - ”Derrubamos liminar da justiça e vamos usar a imagem da Dilma hoje”. Chalita afirma que imagem da presidente será usada na sua campanha.

15h32 - ”A gente (PMDB) tem uma militância razoável em SP, mas a contamos muito com os candidatos a vereador. Não sinto que nossa campanha esteja frágil nos bairros, com o rádio e a TV melhorou muito. Algumas partes de SP, não me conheciam, mas com a campanha na TV, percebo que melhorou”.

15h30 - ”Seria muito bem que pudesse haver doações pela internet, seria muito mais democrático, com mais gente doando e com menores quantias”.

15h27 - Chalita diz que Paulo Skaf está ajudando para atrair doações de empresas.

15h24 - Chalita fala que está difícil conseguir financiamento privado para a campanha e diz que gostaria de fazer arrecadação por internet, mas existe muita burocracia.

15h20 - Chalita propõe um corredor expresso-leste de ônibus que não param: “Itaquera direto para a Sé, Brás direto para Sé…”. Chalita explica que são corredores com semáforos inteligentes.

15h15 -  Chalita diz que tem uma “relação fantástica com Alckmin” e tem condições perfeitas para trabalhar com o governador. “O Alckmin é uma pessoa madura, ele não é de picuinha, só porque sou do PMDB”.

15h12 - ”Eu sou contra o pedágio urbano. Se usar carro fosse um luxo e o transporte público, tudo bem, mas não é o caso de SP”. Chalita propõe agilizar a aprovação das plantas de metrô.

15h10 - Chalita propõe reformular o funcionamento da inspeção do Controlar.

15h08 - ”Eu acho que o Serra foi incorreto com a Marta, ele quis destruir a imagem dela. Eu não faria isso”. Chalita comenta a devassa que Serra realizou dos contratos da gestão de Marta.

15h06 - ”Eu não coloco a culpa nos shopppings, a culpa é da prefeitura”, Chalita comenta o caso de irregularidades dos shopping centers. “Kassab foi um prefeito ausente”.

15h05 - Chalita propõe o poupatempo da área jurídica, para agilizar aprovamento de empreendimentos.Chalita propõe o poupatempo da área jurídica, para agilizar aprovamento de empreendimentos.

15h03 –  Chalita diz que tem a ousadia necessária para governar São Paulo. “Eu vejo os candidatos dizendo as mesmas coisas do passado, os mesmos projetinho midiáticos”. Candidato diz que hoje a administração está “capenga”.

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Bruno Boghossian, do estadão.com.br

O candidato do PMDB à Prefeitura de São Paulo, Gabriel Chalita, decidiu priorizar os bairros da periferia no início da campanha eleitoral e disse que a capital paulista tem “cidades invisíveis”, sem atenção do poder público.

“Precisamos conscientizar a população que essa metrópole rica tem uma população muito carente, que sofre muito”, afirmou o candidato, em caminhada no Grajaú, na zona sul.

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Em investida eleitoral nas áreas mais afastadas do centro, Chalita tenta conquistar votos em redutos tradicionalmente petistas e ligados a vereadores de outros partidos.

O candidato participou de uma missa em uma igreja católica e caminhou ao lado de um padre. Conhecido como escritor e apresentador de programas religiosos na TV, Chalita autografou livros e posou para fotos ao lado de fiéis e moradores do bairro.

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