O Estado de S. Paulo
A presidente Dilma Rousseff abriu nesta segunda-feira, 28, um encontro em Brasília com mais de 5 mil prefeitos eleitos no ano passado, com um pronunciamento de cerca de uma hora, no qual anunciou recursos federais para obras e serviços nos municípios.
“Estamos em momento de construir nova agenda para cidades e mostrar resultados”, disse a presidente, logo no início do discurso. Ela ressaltou também que todos os prefeitos encontrarão no governo federal um “parceiro comprometido” e que o encontro que está sendo realizado em Brasília “é um momento especial, uma oportunidade para fortalecermos nosso diálogo”.
A presidente também afirmou que “vivemos momento de consolidação de novo patamar das relações federativas”. Ressaltou, ainda, que “queremos que prefeitos tenham acesso aos recursos da união e aos financiamentos”, lembrando que há uma fatia de R$ 35,5 bilhões de recursos novos para obras de saneamento, pavimentação e mobilidade urbana selecionadas no final de 2012. “Vocês terão em torno de R$ 66,8 bilhões de recursos novos para investimentos em diferentes áreas”, afirmou.
Tragédia. “O trabalho de cada um de nós é acima de tudo cuidar da nossa gente e também e sobretudo garantir a eles e a elas oportunidades de melhores de vida e de viver bem em segurança”, afirmou a presidente, para lembrar, logo em seguida, da tragédia em Santa Maria (RS), que provocou a morte de 231 pessoas neste último final de semana. “Podiam ser nossos futuros prefeitos e prefeitas, futuros presidentes e presidentas. Eles, infelizmente, não tiveram a oportunidade de cumprir os seus sonhos”, lamentou. A presidente relembrou que esteve ontem em Santa Maria. “A dor que eu presenciei é indescritível. “Falo dessa dor para falar da responsabilidade de que todos nós do (Poder) Executivo tem. Falo dessa dor para que ela jamais se repita”, disse a presidente.
Acompanhe abaixo os principais trechos do pronunciamento:
18h58 – Dilma encerra sua fala.
18h55 – “Temos que trabalhar mais, e mais juntos”, afirma Dilma, pedindo que os entes federados se relacionem de forma republicana. “Não admitimos discriminação de municípios com base em convicções partidárias”.
18h52 – Citando a redução da tarifa de energia elétrica, a presidente afirma que a medida amplia a competitividade das indústrias no mercado internacional e favorece o emprego.
18h50 – Dilma lembra ainda que a redução da taxa Selic e das taxas de juros no Brasil favorece a ampliação do investimento e do consumo.
18h46 – A presidente diz que o Brasil alcançou uma das mais baixas taxas de desemprego dos últimos anos – 4,9% – o que equivaleria ao pleno emprego, mas afirma que é preciso melhorar a produtividade do trabalho, citando a necessidade de ampliar o ensino profissionalizante.
18h42 – Dilma cita os royalties do petróleo e afirma que o País precisa ter visão de médio prazo e longo prazo. “Temos obrigação de dar importância a investir em educação”, diz.
18h37 – Em relação aos municípios afetados pela seca, Dilma diz que o governo está investindo R$ 20 bilhões em “obras estruturantes” para minorar os efeitos da estiagem na região.
18h35 – A presidente afirma que governo federal pagará, em parcelas, a dívidas de 833 municípios com o INSS. Até dezembro, segundo a presidente, 796 municípios terão quitadas totalmente as suas dívidas.
18h32 – Dilma afirma que não há contingenciamento de recursos no PAC e que não há restrições para que “todas as obras” do programa sejam concluídas.
18h30 – A presidente também anuncia verbas para construir 300 centros de iniciação ao esporte.
18h29 – Dilma lembra que o governo federal está entregando uma retroescavadeira para todos os municípios com menos de 50 mil habitantes, e anuncia que o governo também entregará uma motoniveladora para cada uma dessas cidades.
18h28 – Dilma também promete R$ 5 bilhões para pavimentação e R$ 12 bilhões para saneamento básico.
18h27 – No tocante à Saúde, a presidente anuncia recursos para construir 5.900 novas Unidades Básicas de Saúde e cerca de R$ 1,2 bilhão para novos equipamentos nas UBS.
18h25 – Dilma também apresenta novos recursos para o setor da educação, abrindo novos processos de seleção para construção de creches e quadras poliesportivas. Em relação às creches, Dilma afirma que o governo federal financiará a construção e, também, o custeio das unidades, até que os recursos do Fundeb comecem a chegar ao município. Também afirma que o governo financiará a construção de 2.927 novas quadras poliesportivas nas escolas.
18h20 – Em relação ao Minha Casa, Minha Vida, Dilma diz que, em 2013 e 2014, serão construídas mais 1 milhão e 100 mil moradias, e anuncia uma nova seleção pública para municípios menores. Os recursos para construir as moradias serão fornecidos pelo governo federal. Os terrenos devem ser indicados pelos municípios.
18h15 - Dilma afirma que o País vive um “novo patamar” das relações federativas e que é preciso promover um novo diálogo entre os poderes, anunciando novos recursos à disposição dos prefeitos
18h12 – “Eles eram jovens, eles tinham sonhos, podiam ser nossos futuros prefeitos ou prefeitas, nossos futuros presidentes ou presidentas, futuros cientista, agrônomos o juízes”, afirma Dilma, que pede o compromisso dos novos prefeitos para que essa tragédia jamais se repita.
18h05 – Dilma assume a palavra e pede que, de pé, todos façam um minuto de silêncio em respeito às vítimas e familiares de vítimas do incêndio ocorrido na madrugada de domingo, 27, em Santa Maria (RS), que deixou 231 mortos.
18h – Com uma hora de atraso, é iniciada a cerimônia de abertura do encontro.
Tags: Dilma Rousseff, encontro, prefeitos
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O Estado de S. Paulo
Em seu segundo compromisso na agenda especial para o aniversário de São Paulo, a presidente Dilma Rousseff alfinetou nesta sexta-feira, 25, governos da oposição por terem sido sempre críticos aos programas assistencialistas e de moradia popular defendidos pelo PT na Presidência. Dilma afirmou que essas políticas eram vistas como absurdas e irresponsáveis. A presidente participou da cerimônia de entrega de 300 casas do programa Minha Casa, Minha Vida na zona leste da capital.
“Era considerado um absurdo. Coisa que só passava na cabeça de gente que não tinha responsabilidade. Queria dizer que é ao contrário: gente com responsabilidade tem que ver que sua população não pode morar em favelas”, disse.
O governo federal elaborou agendas para mostrar estreitamento de parcerias entre governo federal e a Prefeitura.
A cerimônia também foi marcada pela assinatura de um ofício no qual o prefeito Fernando Haddad (PT) autoriza a concessão de terrenos na zona leste para a construção do Instituto Federal de Educação e de mais um campus da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O texto será encaminhado para análise da Câmara.
Acompanhe os principais trechos do evento:
18h12: Finalizando sua fala, Dilma prometeu mais crescimento para o País e citou a redução das taxas de energia elétrica como um passo de desenvolvimento. ”Nós abaixamos a conta de Luz porque podíamos. E isso vai ser uma coisa boa para o Brasil continuar crescendo”.
18h11: Dilma alfinetou a oposição. Disse que governos anteriores viam com maus olhos políticas assistencialistas e programas de moradia popular – bandeiras da gestão do PT na Presidência. “Era considerado um absurdo. Coisa que só passava na cabeça de gente que não tinha responsabilidade. Queria dizer que é ao contrário: gente com responsabilidade tem que ver que sua população não pode morar em favelas”, disse.
18h07: “Um País como o Brasil não pode abrir mão de assegurar para sua população condições adequadas de vida. Teve uma época em nosso País que falar em moradia popular era muito mal visto”, afirmou a presidente.
18h02: Dilma afirmou que, no que depender de seu governo, todos os brasileiros que não têm casa própria vão ter uma.
17h58: A presidente Dilma Rousseff toma a palavra e faz elogios ao prefeito Fernando Haddad (PT). “Queria cumprimentar esse prefeito que foi meu companheiro de governo na gestão do presidente Lula e que depois foi meu ministro. E que fez um grande trabalho à frente do Ministério de Educação (MEC).
17h42: Discursa o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro (PP).
17h36: “Esse é o primeiro passo nessa parceria”, disse Padilha em referência ao trabalho conjunto que a União e a Prefeitura pretendem firmar durante a gestão do PT em SP.
17h29: Fala o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Ele destaca a importância dos investimentos no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
17h27: O ministro de Educação, Aloizio Mercadante, tomou a palavra.
17h26: O prefeito assinou um ofício que encaminhará para a Câmara concedendo terrenos municipais na zona leste da capital para a construção de mais um campus do Instituto Federal de Educação e de outro campus da Universidade Federal de São Paulo.
17h20: Haddad elogiou o pronunciamento da presidente Dilma feito na última quarta-feira para anunciar a redução das taxas de energia elétrica. Na avaliação da oposição, Dilma fez uso político do discurso que fez em cadeia nacional de rádio e TV para defender sua reeleição.
17h19: O prefeito Fernando Haddad (PT) iniciou o discurso para anunciar a entrega de 300 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida.
Tags: Dilma Rousseff, Fernando Haddad, PT, São Paulo
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Tânia Monteiro, de O Estado de S.Paulo
A presidente Dilma Rousseff recebeu na manhã desta segunda-feira, 12, o ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, que assumirá a presidência da Corte na próxima quinta-feira, 22. Barbosa foi ao Planalto convidar pessoalmente a presidente Dilma para a solenidade de sua posse. A previsão é que Dilma participe da cerimônia.
Barbosa, relator do processo do mensalão, em julgamento no tribunal, cumprirá dois anos de mandato como presidente do STF. O atual presidente da Corte é o ministro Carlos Ayres Britto, que se aposentará compulsoriamente na próxima semana, quando completa 70 anos.
Tags: Dilma Rousseff, Joaquim Barbosa, STF
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Wilson Tosta/Belo Horizonte
O prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB), candidato à reeleição com o apoio do senador Aécio Neves (PSDB), afirmou há pouco que acredita ter muitas chances de se eleger no primeiro turno. Pesquisa do Datafolha divulgada ontem indicou que o prefeito teria 50% dos votos válidos e o oponente Patrus Ananias (PT), 43% – o que mostra ser incerta a possibilidade de a eleição ser definida hoje. Sondagem do Ibope apontou que Lacerda teria 55% dos votos válidos e Patrus, 40%, o que daria a Lacerda a vitória ainda hoje.
Lacerda não descartou a possibilidade de a guerra de declarações entre Aécio e a presidente Dilma Rousseff ter influenciado no fim da campanha eleitoral. “Não sei dizer. Teria que ter uma pesquisa dirigida a isso para dizer”. O prefeito disse estar “calmo e tranquilo” e contou ter dormido muito bem à noite, por 9 horas. Negou estar ansioso.
Anastasia, antes de votar, disse acreditar firmemente na vitória de Lacerda no primeiro turno, “até porque o prefeito tem uma avaliação muito positiva”, justificou. “Ele apresentou propostas excelentes e fez uma campanha de alto nível. Estou muito confiante.”
Segundo ele, candidatos a prefeito de partidos da base estadual deverão vencer em 85% a 90% dos 853 municípios de Minas Gerais. Depois de votar, o governador vai acompanhar Lacerda, que votará na Escola Estadual Governador Nilton Campos, no bairro Lourdes, onde também vota Aécio. Inicialmente, a programação previa que Aécio acompanharia o voto de Anastasia, mas ele não compareceu.
Tags: Aécio Neves, Dilma Rousseff, eleições 2012, Marcio Lacerda, Patrus Ananias
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Lisandra Paraguassu, enviada especial
A presidente Dilma Rousseff votou por volta das 9h em Porto Alegre declarou que, se votasse em São Paulo, votaria no candidato petista Fernando Haddad. Na capital gaúcha, Dilma não quis declarar seu voto. Como todos os candidatos integram a base de seu governo, a presidente ficou distante da disputa eleitoral.
“Vamos combinar, o voto é secreto. Eu sou presidente, mas aqui estou exercendo a minha condição de cidadã. Vocês têm de entender uma coisa: aqui os três candidatos são da minha base. Em São Paulo eu não votei mas votaria no Haddad”, afirmou, ao sair da escola Santos Dumont.
Dilma chegou acompanhada do governador Tarso Genro. Na escola já esperavam por ela o ex-ministro Olívio Dutra e o ex-prefeito Rail Pont. A presidente entrou por um portão lateral no pátio e, dentro da escola, foi recebida por vários eleitores que pediram autógrafos, beijos e abraços.
Ao terminar de votar, decidiu falar o que chamou de “uma mensagem ao Brasil”: “Eu queria registrar uma coisa. Eu sou de uma geração que não votou e é importante, mesmo quando a memória individual das pessoas vai se dissolvendo, porque muita gente no Brasil já nasceu na democracia, mas há uma quantidade de brasileiros que ainda se lembra do que é não ter o direito ao exercício do voto”, afirmou. “Eu queria dizer que hoje é um momento muito especial para o Brasil. Nós reiteramos que esse país é uma democracia estável, com regras e respeito aos direitos das pessoas, especialmente com essa imensa festa que é escolher quem vai dirigir a sua própria cidade”
Dilma saiu da escola direto para o aeroporto, de onde embarca para Brasília.
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Lisandra Paraguassu, enviada especial
PORTO ALEGRE – A segurança da presidente Dilma Rousseff mandou fechar, na última hora, todas as quadras da escola Santos Dumont, onde vota, em Porto Alegre, frustrando eleitores que a esperavam para tirar fotos na manhã deste domingo, 7.
Dilma deve entrar de carro na escola, acompanhada do governador Tarso Genro, por uma rua lateral. Todos os pedestres que passavam pelo local foram retirados. Em 2010, quando era candidata, Dilma entrou pela frente da escola e tirou fotos com eleitores. Vários voltaram ao local para esperá-la e tentar novamente fotos, e ficaram indignados com a expulsão pela segurança.
Dilma deve votar em torno de 9h30. O ex-ministro Olívio Dutra e o ex-prefeito de Porto Alegre Raul Pont já esperam pela presidente na escola. Dilma deve embarcar em seguida de volta a Brasília.
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Agência Estado
A presidente da República, Dilma Rousseff, está em Porto Alegre (RS), onde deve votar já pela manhã neste domingo, 7. Como na capital gaúcha há três candidatos a prefeito que são da base aliada do governo federal, Dilma não participou da campanha na cidade, mesmo com um nome do PT na disputa.
Depois de votar, a presidente deve embarcar para Brasília às 10 horas, partindo do Aeroporto Salgado Filho. A chegada dela à capital federal está prevista para as 12h10, na Base Aérea de Brasília.
As pesquisas de intenções de voto em Porto Alegre colocam o atual prefeito José Fortunati (PDT) na liderança. Estão na disputa também deputada federal Manuela D’Ávila (PC do B), que chegou a ficar empatada tecnicamente com Fortunati nas pesquisas até o final do mês de agosto. Outros concorrentes são Adão Villaverde (PT), Roberto Robaina (PSOL), Wambert di Lorenzo (PSDB), Érico Correa (PSTU) e Jocelin Azambuja (PSL)./Colaborou Tássia Kastner, especial para O Estado
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A presidente Dilma Rousseff pediu que sua equipe de ministros não acompanhe o julgamento do mensalão e que continue trabalhando normalmente, segundo informou nesta terça-feira, 7, Gilberto Carvalho, ministro da Secretaria-Geral da Presidência.
“A ordem da presidenta Dilma é para que ninguém perca um minuto do seu trabalho vendo ou acompanhando o processo. Que se informe naturalmente nas horas vagas, mas que siga trabalhando com maior rigor, como é praxe da presidenta Dilma e do nosso governo”, disse Carvalho. A declaração foi dada após um evento da Secretaria de Políticas para as Mulheres, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo.
Segundo o ministro, Dilma seguiu a orientação do ex-presidente Lula à sua equipe em 2005, quando o escândalo veio à tona. Na ocasião, o petista também solicitou aos ministros que dessem continuidade ao trabalho. “Seguiremos trabalhando porque temos certeza de que o que interessa ao povo brasileiro neste momento é exatamente a continuidade desse processo”, disse Carvalho.
O julgamento do mensalão, um dos maiores escândalos de corrupção do País, teve início na última quinta-feira, 2. Na ocasião, o ex-presidente Lula, sob cujo mandato o esquema foi descoberto, disse ter “mais o que fazer” que acompanhar o processo.
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estadão.com.br
O deputado Paulo Maluf (PP) beija a mão da presidente Dilma Rousseff,durante a cerimônia de lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2012/2013, no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira, 4. O deputado recentemente declarou o seu apoio ao candidato petista em São Paulo Fernando Haddad. A foto feita no dia do anúncio da aliança gerou polêmica entre a militância e nas redes sociais. Lula ironizou o fato: ”É uma foto ambientalmente correta”, afirmou Lula aos profissionais de imprensa e fotógrafos que aguardavam a saída da dupla. Dilma repetiu a frase do antecessor e acrescentou: “É uma foto simpática que nós estamos tirando para vocês”.
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Guilherme Waltenberg, da Agência Estado – atualizada às 21h30
O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva assistiu nesta terça-feira, 3, a pré-estreia do documentário “Pela primeira vez” que narra os últimos dias do seu governo e a passagem de poder para a presidente Dilma Rousseff. O filme foi exibido no Centro de Formação de Profissionais da Educação (Cenforpe) Ruth Cardoso, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, onde cerca de 200 pessoas acompanharam a exibição do filme dirigido por Ricardo Stuckert, ex-fotógrafo de Lula na Presidência da República.
Ainda com a voz fraca devido ao tratamento de um câncer na laringe, Lula evitou contato com a imprensa. No final da sessão, ele fez apenas um breve comentário sobre o filme. “É um retrato fiel da passagem de poder para a primeira mulher (presidente) no Brasil”, afirmou o ex-presidente. Ao lado de sua esposa Marisa Letícia, Lula respondeu com o sinal de positivo que irá participar das campanhas municipais neste ano na capital paulistana e nas cidades do ABC.
Na saída, estava programado um passeio do ex-presidente pela exibição de fotos sobre os oito anos de seu governo. Devido ao grande assédio dos jornalistas, Lula preferiu ir embora. O prefeito de São Bernardo do Campo e seu vice, respectivamente, Luiz Marinho (PT) e Frank Aguiar (PTB), prestigiaram a exibição do filme.
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