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Bruno Siffredi, estadão.com.br

O senador mineiro afirmou, em entrevista realizada nesta quinta-feira, 1º, que a decisão de José Serra de disputar as prévias do partido na capital paulista “vem na direção das expectativas que o PSDB” e destacou importância da eleição para o cenário nacional.

“A candidatura do companheiro José Serra é um gesto de desprendimento, é um gesto de grandeza política, e vem na direção das expectativas que o PSDB tinha”, disse o tucano, entrevistado pela Rádio Itatiaia.

Aécio reconheceu que a importância da disputa paulistana extrapola os limites da política regional e se mostrou favorável ao discurso adotado por Serra em sua primeira coletiva como pré-candidato, na quarta-feira, 29.

“A eleição em São Paulo é uma eleição de repercussão nacional. Obviamente, ali serão debatidos temas de interesse nacional, e como o próprio Serra tem dito: estarão ali em confronto dois modelos, duas visões distintas de país”, observou Aécio.

O senador mineiro indicou que pretende ajudar os candidatos tucanos no seu Estado e em outras regiões do País . “Estarei a disposição dos meus companheiros em Minas, em primeiro lugar, mas também nas outras capitais, nas outras principais cidades do País, para que nós possamos, vencendo as eleições, construir um projeto alternativo de poder a esse que aí está.”

Apontado pelo ex-presidente Fernando Herinque Cardoso como candidatos “óbvio” do PSDB à Presidência em 2014, Aécio revelou que pretende iniciar no final deste mês uma série de viagens pelo País para fomentar “discussões profundas sobre os problemas do Brasil”.

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Agência Brasil

O ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso (FHC), disse, nesta segunda-feira, 7, que não se surpreendeu com a denúncia sobre cobranças de propinas no Ministério do Trabalho. “Espero que a Dilma (Rousseff) continue limpando (o governo), porque está muito ruim. Mas não me surpreende porque toda a política está metida de tal maneira nesse jogo de favorecimentos e benesses, que é uma pena”, disse o ex-presidente.

A declaração foi dada logo depois que FHC deixou o encontro organizado pelo Instituto Teotônio Vilela, onde a cúpula do PSDB se reuniu para discutir propostas para uma agenda para os próximos 20 anos.

Aécio. Durante o evento, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse que o partido tem o dever de denunciar, mas também propor soluções para o país. O senador lamentou a acusação de que 75% dos cargos de livre provimento no Ministério dos Esportes tenham sido ocupados por “militantes do partido e não por pessoas que tenham qualquer familiaridade com o tema”. Aécio Neves defendeu um “choque de profissionalização” na Administração Pública Federal e uma nova postura do governo.

“É preciso que o governo pare de reagir apenas às denúncias da imprensa e passe a agir internamente e dê demonstrações claras de que quer enxugar a máquina pública, quer diminuir os gastos correntes e investir, efetivamente, em gestão pública de qualidade que não vemos no Brasil nos últimos anos”, disse o senador tucano.

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Jair Stangler, do Estadão.com.br

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) comentou nesta sexta-feira, 26, a sucessão de escândalos que atinge o governo Dilma Rousseff. “Está difícil acompanhar” os escândalos, afirmou. A resposta foi dada quando o tucano foi questionado sobre a denúncia do Estado desta sexta, de que o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT), usou avião de empresa para ir a reunião do PT. Mesmo afirmando não conhecer o caso mencionado, ele avalia que o PT confundiu o público e o privado na política nacional.

Segundo o senador, “o que nós temos observado ao longo dos últimos anos é que PT institucionalizou uma prática, eu não conheço esse caso específico, mas eu falo de um modo geral que o público e o privado se confundiram. Não há um discernimento claro do que é público e do que é privado e eu acho que essa é a razão pela qual nós estamos assistindo essa série de problemas e de escândalos.” Ainda de acordo com ele, mais do que a “faxina”, é preciso que aqueles velhos valores retomem ao convívio, não apenas do PT, mas de todos os partidos.”

Questionado sobre por que a oposição não leva adiante as denúncias, Aécio afirmou que a oposição age dentro do possível, mas que é minoritária. “Nós temos um limite para nossa ação”, declarou. “Temos buscado em todos os momentos os instrumentos institucionais que a sociedade nos oferece, Procuradoria-Geral, TCU em muitos casos, quando se trata de investimentos, alertá-los. Estamos novamente indo à PGR sobre a questão relativa à ministra-chefe da Casa Civil. É preciso que haja também mobilização por parte da sociedade.  É preciso que os órgãos que tem a função de investigar atuem com vigor. É preciso que a sociedade acompanhe isso mais de perto. O que estamos vendo é que o escândalo de hoje faz com que se esqueça o escândalo de ontem e o de amanhã faz com que se esqueça o de hoje”, acrescentou.

Refutou a tese de que basta derrubar o ministro para que o escândalo acabe. “Claro que não. É preciso que todas essas investigações tenham sequencia”, afirmou. “O simples afastamento de um titular é muito pouca coisa, é preciso que se puna quem efetivamente fez uso indevido do dinheiro público”, disse.

 

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Jair Stangler, do Estadão.com.br

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou nesta sexta-feira, 26, que irá procurar o PMDB de Minas Gerais para discutir uma possível aliança. Na quinta-feira, 26, o PMDB mineiro anunciou o fim da parceria com o PT. Lideranças do PMDB mineiro afirmaram que o partido está sendo excluído das discussões para a sucessão do prefeito Marcio Lacerda, que é do PSB e foi eleito com o apoio do PT e do PSDB. Apesar disso, Aécio avaliou que o PMDB deve ter ficado incomodado com a maneira como o PT faz oposição ao governador Antonio Anastasia (PSDB).

Aécio particpou nesta sexta em São Paulo de seminário sobre a Frente Parlamentar de Adoção, na FMU, em São Paulo. Também estiveram presentes o senador Lindberg Farias (PT-RJ) e o deputado federal Gabriel Chalita (PMDB-SP).

“Nós temos uma relação histórica com muitos setores do PMDB. O que nós percebemos é que o PMDB estava incomodado com a forma como o PT fazia oposição em Minas Gerais. O governador Anastasia conduz o Estado na nossa sucessão, de forma extraordinariamente correta, com altíssimos níveis de aprovação, e nós vamos incorporar os setores do PMDB que queiram participar desse grande esforço em Minas Gerais que vem ocorrendo no nosso governo”, afirmou.

Questionado ainda sobre uma possível candidatura de José Serra (PSDB) à Prefeitura de São Paulo, o senador esquivou-se: “Eu sou mineiro, eu tenho juízo.”

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Alfredo Junqueira, de O Estado de S.Paulo

RIO – O ex-jogador de futebol e deputado federal Romário (PSB-RJ) teve a carteira de habilitação apreendida por uma blitz da Operação Lei Seca, no início da madrugada deste domingo, 10. Ele se recusou a fazer o teste do bafômetro e teve que entregar o documentos aos fiscais da Secretaria de Estado de Governo que conduziam a operação.

 Romário passava pela Avenida Armando Lombardi, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, quando foi parado pela blitz. Como não havia irregularidades na documentação de sua Land Rover, o carro não foi apreendido.

De acordo com a assessoria de imprensa do Governo do Rio, o deputado estava acompanhado de uma pessoa habilitada a dirigir e que não havia ingerido bebida alcoólica. Foi essa pessoa, que não teve a identidade revelada, que levou o carro do ex-jogador.

O parlamentar e ex-atacante do Flamengo, Vasco, Fluminense, Seleção Brasileira, além de times estrangeiros, vai responder a um processo administrativo no Departamento Estadual de Trânsito do Rio (Detran-RJ) e terá que pagar uma multa de R$ 957,70. Sua carteira de habilitação ficará retida por cinco dias.

Em junho, também no Rio, o ex-deputado Índio da Costa também se recusou a fazer o teste do bafômetro e teve a habilitação recolhida. Já em abril, quem passou pela mesma situação no Rio de Janeiro, foi o senador e ex-governador de Minas, Aécio Neves (PSDB). Seu caso, no entanto, foi mais grave, pois a CNH estava vencida.

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Depois de sofrer derrota para o grupo de Aécio Neves na convenção do PSDB no último sábado, tendo sido convencido a desistir da presidência do Instituto Teotônio Vilela (ITV), José Serra foi ao Twitter negar que haja um racha no partido.

“O esmagamento de grupos do PSDB por outros grupos do PSDB só existe no mundo virtual. Se não fosse virtual, seria vitória de Pirro”, escreveu o ex-governador de São Paulo. Candidato derrotado à presidência em 2010, Serra teria ambição de candidatar-se de novo nas próximas eleições, o que já gera desconforto entre tucanos, especialmente para Aécio.

O ex-governador, no entanto, busca dissipar a discórdia antecipada: “Tenho insistido muito nisso: é um erro grave trazer as eventuais disputas de 2014 para 2011. Para a oposição, é o popular ‘tiro no pé’”.

Serra completou ainda no Twitter: “Não podemos deixar a mentira e a intriga prosperarem, nos dividirem. Quem faz isso trabalha pelos adversários”. Em seu blog, publicou trechos de falas que reproduzem o seu discurso durante a convenção tucana, que aconteceu em Brasília e na qual Serra, após muita discussão, aceitou presidir o Conselho Político do PSDB e deixar o ITV nas mãos de Tasso Jereissati.

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Gustavo Uribe, da Agência Estado

SÃO PAULO  - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse nesta terça-feira, 17, que acredita num acordo rápido para a composição da Executiva Nacional do PSDB e se prontificou a trabalhar diretamente para um entendimento. “O que eu puder fazer para ajudar a amalgamar, unir todo mundo a ter um bom entendimento, eu vou fazer”, disse, após participar de comemoração dos 10 anos de operação da Fábrica de Caminhões da Ford, em São Bernardo do Campo (SP).

Veja Também:

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linkAécio tenta costurar aliança com Alckmin

O governador avaliou que o PSDB tem “ótimos nomes” para a secretária-geral do partido. Ao ser perguntado sobre a possível escolha do ex-governador Alberto Goldman, respondeu que considera o nome “excepcional”. Nesta segunda, 16, em evento na capital paulista, o governador elogiou o nome do tucano para o posto, estratégico na condução da sigla à sucessão presidencial de 2014.

Os tucanos vão para a convenção nacional da legenda, marcada para o dia 28 de maio, com uma chapa única para a composição do Diretório Nacional do PSDB. Os integrantes da legenda, contudo, ainda costuram um entendimento sobre a formação da Executiva Nacional, que deverá ser comandada pelo atual presidente do PSDB, Sérgio Guerra. A legenda quer evitar uma disputa pela secretária-geral. Os aliados do ex-governador José Serra tem encampado o nome de Alberto Goldman, como forma de equilibrar as forças na instância partidária. A avaliação deles é de que o atual presidente do PSDB seria mais próximo de tucanos ligados ao senador Aécio Neves (MG).

Além do ex-governador, outro nome cotado para o posto é do atual secretário-geral, o deputado federal Rodrigo de Castro (MG). O parlamentar teria o aval de Aécio. Nesta segunda, o senador mineiro encontrou-se com o governador de São Paulo, no Palácio dos Bandeirantes, para tentar costurar um acordo para a composição da Executiva. Os tucanos que defendem a recondução do atual secretário-geral propõem que Goldman seja indicado para a 1ª vice-presidência, alternativa que não foi bem recebida pelo PSDB de São Paulo.

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Eduardo Bresciani, do Estadão.com.br

BRASÍLIA - O senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou nesta tarde que a oposição precisa ter serenidade e firmeza nos pedidos de esclarecimentos ao ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, que multiplicou seu patrimônio 20 vezes entre 2006 e 2010. O ministro atribuiu a evolução a consultorias econômico-financeiras prestadas no período. Para Aécio, não há interesse em “desestabilizar o governo”.

“É preciso, e eu acho que o próprio ministro tem interesse nisso, que se saiba quais serviços foram prestados, quais empresas fizeram a contratação. Mas vamos aguardar com serenidade. Não é do nosso interesse criar um movimento de desestabilização do governo”, afirmou Aécio.

O tucano afirmou ter “muito respeito” por Palocci e destacou que não há vedação legal de que ele atuasse como consultor enquanto era deputado federal. Questionado se o PSDB não estava num tom mais baixo que o restante da oposição, Aécio disse se tratar de uma questão de perfil. “Cada um tem seu estilo”.

Aécio participou de uma reunião da bancada do PSDB na qual o partido decidiu subscrever uma representação para que Palocci seja investigado pela Procuradoria-Geral da República. O pedido terá as assinaturas também de DEM e PPS.

Dias. O líder tucano no Senado, Alvaro Dias (PR), voltou a defender que Palocci abra seu sigilo fiscal para esclarecer o caso. Atribuiu ainda à opinião pública a pressão sobre o ministro e afirmou que a oposição precisa ser responsável. “Evidente que há um movimento da opinião pública no sentido da suspeição absoluta e só esclarecimentos cabais podem acabar com essa suspeição”.

Alckmin. No evento, o governador evitou responder a perguntas sobre a evolução patrimonial do ministro-chefe da Casa Civil, Antônio Palocci, nos últimos anos. “Eu não vou me manifestar sobre isso”, disse. “Eu acho que cabe a ele explicar”, acrescentou.

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Julia Duailibi, de O Estado de S.Paulo

Os principais líderes do PSDB se encontram daqui a pouco em Curitiba para participar do casamento de André, filho do governador do Paraná, Beto Richa. Além do presidente nacional do partido, Sérgio Guerra, são esperados o ex-governador José Serra e o senador mineiro Aécio Neves. A cerimônia será na Igreja de Santa Teresinha e a festa no Castelo do Batel.

Piada que circula entre tucanos: Richa mandou suspender hoje todas as blitz da lei seca em Curitiba.

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Eduardo Bresciani, do Estadão.com.br

O senador José Pimentel (PT-CE) apresentou nesta quarta-feira, 4, um voto em separado rejeitando as medidas apresentadas por Aécio Neves (PSDB-MG) à proposta em discussão na Casa que altera o trâmite de Medidas Provisórias. Pimentel propõe que seja mantido o texto original do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), que apenas visa reservar um prazo exclusivo para que o Senado analise as propostas do Executivo. O relatório do petista é apoiado pelo governo. A votação sobre o tema na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) foi adiada para a próxima quarta-feira.

A proposta original de Sarney prevê apenas que Câmara e Senado terão 55 dias para analisar as MPs e que a Câmara terá mais dez dias se o Senado incluir alguma emenda no texto.

A ação de Pimentel visa evitar que ganhasse força o substitutivo de Aécio, o relator da matéria. O senador tucano propõe uma mudança mais profunda. Seu texto sugere que as Medidas Provisórias só entrem em vigor após terem sua admissibilidade aprovada pelo Congresso em uma comissão mista de deputados e senadores. Com isso, estes projetos deixariam de ter eficácia imediata, como acontece atualmente.

Em seu voto em separado, o senador petista argumenta que não é possível retirar a eficácia imediata das MPs. Ele cita como exemplo uma medida provisória de 1995 que tratava da emissão de moedas de acordo com a paridade com o dólar. Pimentel lembra que se naquela ocasião existisse o prazo de três dias o país poderia ter problemas.

“Simplesmente não teria sido possível a implantação do novo sistema nacional. O país teria quebrado antes”, argumenta Pimentel.

O petista atacou Aécio ainda citando o uso pelo tucano do instrumento de leis delegadas quando este foi governador de Minas Gerais. Pimentel destacou que no caso dessas leis sequer havia análise pela Assembleia após a edição das medidas. Aécio reagiu dizendo que as leis delegadas são constitucionais e que havia sempre autorização prévia da Assembleia para a edição de leis e que estas deveriam estar restritas aos assuntos aprovados pelos deputados estaduais.

Diante da controvérsia do tema, o presidente da CCJ, Eunício Oliveira (PMDB-CE), adiou novamente a votação. Por acordo entre os líderes na comissão, ficou decidido que o tema será o único item da pauta da próxima quarta-feira, quando deverá ser finalmente votado.

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