O Estado de S.Paulo
O senador Aécio Neves (PSDB-MG), em entrevista por telefone à TV Estadão, comentou os resultados preliminares do segundo turno das eleições 2012 e as perspectivas para 2014.
Aécio afirmou ainda que o PSDB busca a renovação no Brasil inteiro. “O aspecto que mais me chamou a atenção foi a renovação que assistimos nas candidaturas tucanas em grande parte do País”. Como exemplo, Neves citou os candidatos jovens do partido em Pelotas, Blumenau e Maceió. Segundo ele, o PSDB sai mais nacional e fortalecido das eleições.
“Me chamou a atenção a reinserção do PSDB nos Estados no Norte e Nordeste, onde só tínhamos uma capital nas outras eleições e hoje disputamos o segundo turnos em várias e vencemos”, afirmou o senador mineiro. “É uma eleição emblemática. Nossa posição é mais cômoda que de outros partidos, porque somos oposição. Nosso dever é construir essa posição. O PSDB sai muito sólido e com força”.
Para Aécio, São Paulo representou a principal baixa do partido em 2012. “Pela dimensão do Estado, essa derrota terá uma repercussão maior”. O senador disse que Serra lutou com vigor e coragem nas eleições. “Sua candidatura foi um gesto partidário, seu nome tinhas as melhores condições de disputar e isso não pode ser esquecido. Não diminui seu papel. Serra terá sempre uma importância muito grande nas decisões que o PSDB terá que tomar”.
Já sobre a principal vitória do partido, Aécio destacou o resultado em Manaus, onde Artur Neto, do PSBD, foi eleito em segundo turno.
2014. Aécio desviou ao responder uma pergunta sobre a força de seu nome para as eleições nacionais de 2014 e disse que o PSDB terá uma candidatura sólida e alternativa ao governo. “Quem vai ser o candidato? O PSDB vai definir no momento certo, no início de 2014″, afirmou, depois de repetir que o PSDB saiu fortalecido do pleito de 2012, como o segundo partido que mais elegeu prefeitos.
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O Estado de S.Paulo
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) minimizou a derrota do candidato José Serra na cidade de São Paulo e destacou as vitórias do partido nas regiões Norte e Nordeste do País. O tucano concedeu entrevista por telefone à TV Estadão no final da tarde deste domingo, 28.
“A derrota em São Paulo, pela dimensão do Estado, tem repercussão maior, mas quero registrar que o Serra lutou com vigor e coragem. A sua candidatura foi um gesto partidário e isso não pode ser esquecido.” Ao ser questionado sobre a renovação do partido, contudo, ele destacou que “sem dúvida” é chegado o momento de renovar.
O senador ressaltou ainda a reinserção do PSDB no Nordeste e Norte. “Estávamos ausentes nessas regiões, mas agora vencemos na maioria das cidades que disputamos o segundo turno”, afirmou.
Apesar da derrota na capital paulista, antigo reduto do PSDB, Aécio diz que o partido sai mais nacional dessas eleições e diz que o objetivo agora é construir alianças amplas para ter uma candidatura competitiva em 2014. Ao ser questionado se seria candidato à Presidência na ocasião, desconversou: “O partido decidirá o candidato na hora oportuna”.

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Marcelo Portela, especial para O Estado de S. Paulo
BELO HORIZONTE – O prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB), foi reeleito neste domingo em primeiro turno. Com 97,8% das seções apuradas, o socialista tinha 52,63% dos votos válidos, contra 40,88% do ex-ministro Patrus Ananias (PT). O resultado da nacionalizada eleição da capital representa uma vitória do senador Aécio Neves (PSDB-MG), que bancou o racha do prefeito com os petistas, além da saída do PT do Executivo municipal após 20 anos.
Desde o fim da aliança, Aécio e o governo federal atuaram diretamente na articulação para a formação das chapas e das coligações na capital. A nacionalização do pleito levou Dilma, Lula e Aécio a protagonizaram uma série de trocas de ataques durante a campanha. Os mais recentes ocorreram ao longo da semana, quando o tucano, em referência à presidente, afirmou que o eleitorado da capital sabe “muito melhor do que qualquer estrangeiro que vem aqui às vésperas da eleição dizer vote nesta ou naquela direção”.
Dois dias depois, Dilma, que é natural de Belo Horizonte mas fez carreira no Rio Grande do Sul, participou de comício na capital mineira e fez vários ataques ao tucano, chegando a dizer que saiu da cidade “para lutar contra a ditadura, não para passear, para ir à praia”, em referência à residência que Aécio mantém no Rio de Janeiro.
Interior
O petista Professor Helvécio venceu as eleições para a prefeitura de São João Del Rei, terra da família do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e principal reduto eleitoral do senador em Minas. Com 99,06% das urnas apuradas, Helvécio tinha 56,34% dos votos válidos no município no Campo das Vertentes, enquanto o candidato Nivaldo Andrade (PMDB), que tinha o partido do senador em sua coligação, tinha 40% dos votos.
Helvécio teve como principal cabo eleitoral o deputado federal Reginaldo Lopes (MG), presidente do PT mineiro e que também tem forte base eleitoral em São João Del Rei. Apesar de o partido de Aécio compor a coligação de Nivaldo, o senador tucano se manteve afastado da disputa municipal.
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Wilson Tosta, especial para o Estado
BELO HORIZONTE – Um dos protagonistas do processo de nacionalização da campanha eleitoral na capital mineira, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) procurou desvincular o resultado da eleição local da política nacional e de uma eventual candidatura sua à Presidência em 2014.
Apoiador da reeleição do prefeito Marcio Lacerda (PSB), em oposição ao ex-prefeito Patrus Ananias (PT), candidato da presidente Dilma Rousseff, o parlamentar ressaltou neste domingo, 7, o caráter municipal da disputa em entrevista após votar. Na véspera, uma pesquisa do Ibope apontou a reeleição do socialista, com 55% dos votos válidos contra 40% do petista, mas outra sondagem, do DataFolha, apontou apenas 50% para o concorrente do PSB, contra 43% do oponente, o que indica a possibilidade de realização de segundo turno e seria uma derrota para o senador. Em tom moderado, porém, ele destacou que “estamos em 2012″.
“Todos aqui, ou pelo menos a grande maioria, somos mineiros. E eu digo sempre: mineiro não coloca o carro na frente dos bois. Estamos em 2012. Vamos ter uma extraordinária vitória do PSDB em Minas Gerais, o PSDB e seus aliados, entre os quais, obviamente, aqui o PSB participa com destaque”, declarou Aécio, após votar na Escola Estadual Governador Milton Campos, na mesma seção que Lacerda, a 111ª da 33ª Zona Eleitoral, no bairro Lourdes.
Bem-humorado, o senador não repetiu os ataques que fizera a Dilma, a quem, inicialmente, acusara de ser uma “estrangeira” que estaria se intrometendo indevidamente na campanha da cidade – a presidente, depois de deixar a prisão política, em 1973, radicou-se no Rio Grande do Sul.
Na quarta-feira, em comício de Patrus, a presidente reafirmou sua condição de belo-horizontina, disse que em sua “veia corre o sangue de Minas Gerais” e afirmou que deixou a cidade por ser perseguida politicamente, não para ir à praia, em clara alusão às constantes viagens de Aécio ao Rio de Janeiro.
Na sexta, o senador voltou a atacar a presidente, acusando-a de prejudicar Minas e perguntando, em tom de ironia, ter curiosidade de saber onde votaria a “mineira Dilma Rousseff”, cujo domicílio eleitoral fica em Porto Alegre. No sábado, porém, o senador afirmou ter “respeito pessoal” pela presidente e disse que só respondera àquilo que achara impróprio no discurso de Dilma.
O governador Antonio Anastasia (PSDB), que acompanhou Lacerda e Aécio na votação, avaliou que os partidos ligados à base do governo de Minas Gerais elegeriam o prefeito em 85% a 90% dos 853 municípios do Estado. “Acredito firmemente na vitória do prefeito Marcio Lacerda no primeiro turno”, declarou.
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Wilson Tosta/Belo Horizonte
O prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB), candidato à reeleição com o apoio do senador Aécio Neves (PSDB), afirmou há pouco que acredita ter muitas chances de se eleger no primeiro turno. Pesquisa do Datafolha divulgada ontem indicou que o prefeito teria 50% dos votos válidos e o oponente Patrus Ananias (PT), 43% – o que mostra ser incerta a possibilidade de a eleição ser definida hoje. Sondagem do Ibope apontou que Lacerda teria 55% dos votos válidos e Patrus, 40%, o que daria a Lacerda a vitória ainda hoje.
Lacerda não descartou a possibilidade de a guerra de declarações entre Aécio e a presidente Dilma Rousseff ter influenciado no fim da campanha eleitoral. “Não sei dizer. Teria que ter uma pesquisa dirigida a isso para dizer”. O prefeito disse estar “calmo e tranquilo” e contou ter dormido muito bem à noite, por 9 horas. Negou estar ansioso.
Anastasia, antes de votar, disse acreditar firmemente na vitória de Lacerda no primeiro turno, “até porque o prefeito tem uma avaliação muito positiva”, justificou. “Ele apresentou propostas excelentes e fez uma campanha de alto nível. Estou muito confiante.”
Segundo ele, candidatos a prefeito de partidos da base estadual deverão vencer em 85% a 90% dos 853 municípios de Minas Gerais. Depois de votar, o governador vai acompanhar Lacerda, que votará na Escola Estadual Governador Nilton Campos, no bairro Lourdes, onde também vota Aécio. Inicialmente, a programação previa que Aécio acompanharia o voto de Anastasia, mas ele não compareceu.
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Bruno Siffredi, estadão.com.br
O senador mineiro afirmou, em entrevista realizada nesta quinta-feira, 1º, que a decisão de José Serra de disputar as prévias do partido na capital paulista “vem na direção das expectativas que o PSDB” e destacou importância da eleição para o cenário nacional.
“A candidatura do companheiro José Serra é um gesto de desprendimento, é um gesto de grandeza política, e vem na direção das expectativas que o PSDB tinha”, disse o tucano, entrevistado pela Rádio Itatiaia.
Aécio reconheceu que a importância da disputa paulistana extrapola os limites da política regional e se mostrou favorável ao discurso adotado por Serra em sua primeira coletiva como pré-candidato, na quarta-feira, 29.
“A eleição em São Paulo é uma eleição de repercussão nacional. Obviamente, ali serão debatidos temas de interesse nacional, e como o próprio Serra tem dito: estarão ali em confronto dois modelos, duas visões distintas de país”, observou Aécio.
O senador mineiro indicou que pretende ajudar os candidatos tucanos no seu Estado e em outras regiões do País . “Estarei a disposição dos meus companheiros em Minas, em primeiro lugar, mas também nas outras capitais, nas outras principais cidades do País, para que nós possamos, vencendo as eleições, construir um projeto alternativo de poder a esse que aí está.”
Apontado pelo ex-presidente Fernando Herinque Cardoso como candidatos “óbvio” do PSDB à Presidência em 2014, Aécio revelou que pretende iniciar no final deste mês uma série de viagens pelo País para fomentar “discussões profundas sobre os problemas do Brasil”.
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Agência Brasil
O ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso (FHC), disse, nesta segunda-feira, 7, que não se surpreendeu com a denúncia sobre cobranças de propinas no Ministério do Trabalho. “Espero que a Dilma (Rousseff) continue limpando (o governo), porque está muito ruim. Mas não me surpreende porque toda a política está metida de tal maneira nesse jogo de favorecimentos e benesses, que é uma pena”, disse o ex-presidente.
A declaração foi dada logo depois que FHC deixou o encontro organizado pelo Instituto Teotônio Vilela, onde a cúpula do PSDB se reuniu para discutir propostas para uma agenda para os próximos 20 anos.
Aécio. Durante o evento, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse que o partido tem o dever de denunciar, mas também propor soluções para o país. O senador lamentou a acusação de que 75% dos cargos de livre provimento no Ministério dos Esportes tenham sido ocupados por “militantes do partido e não por pessoas que tenham qualquer familiaridade com o tema”. Aécio Neves defendeu um “choque de profissionalização” na Administração Pública Federal e uma nova postura do governo.
“É preciso que o governo pare de reagir apenas às denúncias da imprensa e passe a agir internamente e dê demonstrações claras de que quer enxugar a máquina pública, quer diminuir os gastos correntes e investir, efetivamente, em gestão pública de qualidade que não vemos no Brasil nos últimos anos”, disse o senador tucano.
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Jair Stangler, do Estadão.com.br
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) comentou nesta sexta-feira, 26, a sucessão de escândalos que atinge o governo Dilma Rousseff. “Está difícil acompanhar” os escândalos, afirmou. A resposta foi dada quando o tucano foi questionado sobre a denúncia do Estado desta sexta, de que o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT), usou avião de empresa para ir a reunião do PT. Mesmo afirmando não conhecer o caso mencionado, ele avalia que o PT confundiu o público e o privado na política nacional.
Segundo o senador, “o que nós temos observado ao longo dos últimos anos é que PT institucionalizou uma prática, eu não conheço esse caso específico, mas eu falo de um modo geral que o público e o privado se confundiram. Não há um discernimento claro do que é público e do que é privado e eu acho que essa é a razão pela qual nós estamos assistindo essa série de problemas e de escândalos.” Ainda de acordo com ele, mais do que a “faxina”, é preciso que aqueles velhos valores retomem ao convívio, não apenas do PT, mas de todos os partidos.”
Questionado sobre por que a oposição não leva adiante as denúncias, Aécio afirmou que a oposição age dentro do possível, mas que é minoritária. “Nós temos um limite para nossa ação”, declarou. “Temos buscado em todos os momentos os instrumentos institucionais que a sociedade nos oferece, Procuradoria-Geral, TCU em muitos casos, quando se trata de investimentos, alertá-los. Estamos novamente indo à PGR sobre a questão relativa à ministra-chefe da Casa Civil. É preciso que haja também mobilização por parte da sociedade. É preciso que os órgãos que tem a função de investigar atuem com vigor. É preciso que a sociedade acompanhe isso mais de perto. O que estamos vendo é que o escândalo de hoje faz com que se esqueça o escândalo de ontem e o de amanhã faz com que se esqueça o de hoje”, acrescentou.
Refutou a tese de que basta derrubar o ministro para que o escândalo acabe. “Claro que não. É preciso que todas essas investigações tenham sequencia”, afirmou. “O simples afastamento de um titular é muito pouca coisa, é preciso que se puna quem efetivamente fez uso indevido do dinheiro público”, disse.
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Jair Stangler, do Estadão.com.br
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou nesta sexta-feira, 26, que irá procurar o PMDB de Minas Gerais para discutir uma possível aliança. Na quinta-feira, 26, o PMDB mineiro anunciou o fim da parceria com o PT. Lideranças do PMDB mineiro afirmaram que o partido está sendo excluído das discussões para a sucessão do prefeito Marcio Lacerda, que é do PSB e foi eleito com o apoio do PT e do PSDB. Apesar disso, Aécio avaliou que o PMDB deve ter ficado incomodado com a maneira como o PT faz oposição ao governador Antonio Anastasia (PSDB).
Aécio particpou nesta sexta em São Paulo de seminário sobre a Frente Parlamentar de Adoção, na FMU, em São Paulo. Também estiveram presentes o senador Lindberg Farias (PT-RJ) e o deputado federal Gabriel Chalita (PMDB-SP).
“Nós temos uma relação histórica com muitos setores do PMDB. O que nós percebemos é que o PMDB estava incomodado com a forma como o PT fazia oposição em Minas Gerais. O governador Anastasia conduz o Estado na nossa sucessão, de forma extraordinariamente correta, com altíssimos níveis de aprovação, e nós vamos incorporar os setores do PMDB que queiram participar desse grande esforço em Minas Gerais que vem ocorrendo no nosso governo”, afirmou.
Questionado ainda sobre uma possível candidatura de José Serra (PSDB) à Prefeitura de São Paulo, o senador esquivou-se: “Eu sou mineiro, eu tenho juízo.”
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Alfredo Junqueira, de O Estado de S.Paulo
RIO – O ex-jogador de futebol e deputado federal Romário (PSB-RJ) teve a carteira de habilitação apreendida por uma blitz da Operação Lei Seca, no início da madrugada deste domingo, 10. Ele se recusou a fazer o teste do bafômetro e teve que entregar o documentos aos fiscais da Secretaria de Estado de Governo que conduziam a operação.
Romário passava pela Avenida Armando Lombardi, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, quando foi parado pela blitz. Como não havia irregularidades na documentação de sua Land Rover, o carro não foi apreendido.
De acordo com a assessoria de imprensa do Governo do Rio, o deputado estava acompanhado de uma pessoa habilitada a dirigir e que não havia ingerido bebida alcoólica. Foi essa pessoa, que não teve a identidade revelada, que levou o carro do ex-jogador.
O parlamentar e ex-atacante do Flamengo, Vasco, Fluminense, Seleção Brasileira, além de times estrangeiros, vai responder a um processo administrativo no Departamento Estadual de Trânsito do Rio (Detran-RJ) e terá que pagar uma multa de R$ 957,70. Sua carteira de habilitação ficará retida por cinco dias.
Em junho, também no Rio, o ex-deputado Índio da Costa também se recusou a fazer o teste do bafômetro e teve a habilitação recolhida. Já em abril, quem passou pela mesma situação no Rio de Janeiro, foi o senador e ex-governador de Minas, Aécio Neves (PSDB). Seu caso, no entanto, foi mais grave, pois a CNH estava vencida.
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