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A direção municipal do PSB de São Paulo divulgou nota nesta quarta-feira, 23, negando que tenha chegado a uma definição sobre coligações para as eleições para prefeito e vereadores neste ano e fechado apoio em torno do pré-candidato petista Fernando Haddad.
A direção nacional da legenda, liderada pelo governador Eduardo Campos (PE), pretende apoiar o PT, mas a ala paulistana do PSB, alinhada ao prefeito Gilberto Kassab (PSD), tenta evitar a aliança.
Na nota, assinada pelo presidente municipal da sigla, vereador Eliseu Gabriel, o partido afirma que há “um debate interno sobre pontos programáticos e avaliação de cenários possíveis”, e que a possibilidade de lançamento de candidatura própria em São Paulo “tem ganhado corpo”.
A executiva municipal do PSB pretende se reunir nesta sexta-feira para discutir a situação do partido na eleição de São Paulo, quando será colocada na mesa a questão da candidatura própria.
Segundo estimativas de pessebistas, Eliseu Gabriel teria 42 dos 45 votos da executiva do PSB paulistano, caso coloque a questão da candidatura própria em votação. Restaria, então, ao diretório nacional intervir em São Paulo, caso insistisse no apoio a Haddad.
Ninguém, no entanto, acredita que a divergência chegará a esse ponto. Campos estaria esperando ação do PT em Recife a favor do seu pré-candidato, Maurício Rands (PT). Se isso ocorrer, fica muito difícil evitar a coligação com Haddad. E os pessebistas paulistanos admitem disso.
(Com Julia Duailibi, de O Estado de S. Paulo)
Tags: eleições 2012, Eliseu Gabriel, Fernando Haddad, PSB, PT
Isadora Peron, de O Estado de S.Paulo
O diretor executivo da Transparência Brasil, Cláudio Abramo, classificou nesta quarta-feira, 23, como “picaretagem” a decisão da Câmara dos Deputados de aprovar, na noite de terça-feira, 22, um projeto que libera a candidatura de políticos que tiveram as contas de campanhas rejeitadas pela Justiça Eleitoral. Em março passado, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) havia baixado uma resolução tornando inelegível quem estivesse nessa situação. Com essa decisão, 21 mil políticos “contas-sujas” estariam fora da disputa este ano. “Eles (os deputados) decretaram, em seu próprio benefício, que uma regra não vale. Isso aí se chama picaretagem”, disse. E completou: “Uma coisa dessa estimula os políticos a não cuidarem direito das suas contas”.
O texto apresentado pelo deputado Roberto Balestra (PP-GO) determina que o candidato fique sujeito apenas ao pagamento de multa. Para a diretora do movimento Voto Consciente, Sonia Barboza, é preciso haver uma punição maior do que essa para que os candidatos não relaxem na hora de relatar os seus gastos. Sonia é categórica: “Se os políticos não se preocuparam em prestar contas direito, eles não servem para serem representantes da população, porque são eles quem vão mexer com o nosso dinheiro”.
O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), rede de organizações sociais responsável pela conquista da Lei da Ficha Limpa, chegou a emitir uma nota de repúdio contra a decisão. “(Esse projeto) atenta contra tudo o que deseja a sociedade brasileira, que se encontra mobilizada em favor dos valores da ética e da moral.” O movimento espera, de acordo com o nota, que a proposta seja rejeitada quando entrar em votação no Senado.
Tags: Contas-sujas, corrupção, Lei da Ficha Limpa, Transparência Brasil
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O depoimento de Carlinhos Cachoeira à CPI que investiga suas relações com agentes públicos e privados, nesta terça-feira, 21, não foi a sua primeira participação em comissões parlamentares no Congresso Nacional.
Em julho de 2005, Cachoeira, convocado para depor na CPI dos Bingos na condição de investigado, também ficou em silêncio durante as perguntas dos parlamentares.
Nesses sete anos, Cachoeira passou por algumas mudanças físicas. Acompanhe abaixo na sequência de imagens.
Em 2005:
Em 2012:
Em 2005:
Em 2012:
atualizado às 16h44
estadão.com.br e Ricardo Britto, da Agência Estado
A sessão da CPI em que era aguardado o depoimento do contraventor Carlinhos Cachoeira durou 2h30 e terminou sem que o contraventor respondesse a qualquer uma das perguntas feitas pelos parlamentares. Cachoeira entrou na sala do Senado às 14h13 sem algemas. Conforme adiantou o seu advogado Márcio Thomaz Bastos, ele ficou em silêncio para não produzir provas contra si mesmo. “Direito constitucional de ficar calado”, repetiu seguidas vezes durante a sessão.
Já na sua primeira fala à CPI, Cachoeira anunciou que só prestaria esclarecimentos após comparecer a duas audiências na Justiça Federal em Goiânia, marcadas para os dias 31 de maio e 1º de junho. “Não falarei nada aqui”, disse. Diante do comportamento de Cachoeira, parlamentares, irritados, pediram o fim do depoimento e o agendamento de nova sessão após a ida do contraventor à Justiça, quando ele se dispôs a contribuir com a CPI.
Os parlamentares, porém, não conseguiram votar a reconvocação do contraventor porque a sessão de votação do plenário do Senado já teve início e, regimentalmente, não é possível ter votações em comissões ao mesmo tempo do plenário da Casa.
O deputado Silvio Costa (PTB-PE) sugeriu que os integrantes da CPI do Cachoeira não fizessem perguntas ao contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, para que ele não se beneficiesse quando fosse convocado novamente pela comissão. Costa disse que, ao expor os questionamentos, o contraventor pode tirar benefícios quando depuser.
Cachoeira afirmou que só vai se pronunciar na CPI depois de ser ouvido em uma audiência a que foi convocado pela Justiça, marcada para junho. O presidente da comissão, Vital do Rêgo (PMDB-PB), concordou com a avaliação de Silvio Costa, chegando a dizer que seria de “bom alvitre” antecipar o encerramento do encontro.
Os líderes do PSDB no Senado e na Câmara, respectivamente, Alvaro Dias (PR) e Bruno Araújo (PE), deixaram de fazer perguntas ao contraventor. “Que imagem que nós estamos passando”, afirmou Alvaro Dias, para quem Cachoeira está depondo na CPI com “arrogância diante dos livres”. Bruno Araújo pediu a reconvocação imediata do contraventor.
A senadora Kátia Abreu (PSD-TO) fez o mais duro questionamento à sessão. “Estamos fazendo um papel de ridículo diante deste cidadão”, afirmou, para quem estava perguntando “para uma múmia”. “Um cidadão que não quer responder. Não vou ficar aqui dando ouro para bandido”, disse. “A gente vai ser ridicularizado ao cubo”, criticou Silvio Costa, que, assim como Kátia Abreu, também não quis fazer perguntas.
Contudo, os parlamentares ignoraram o pedido. O líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), fez perguntas, sem respostas, sobre a relação do contraventor com o governador de Goiás, o tucano Marconi Perillo.
O relator, deputado Odair Cunha (PT-MG), sugeriu aos parlamentares votar um pedido para convocá-lo após as duas audiências na Justiça, marcadas para os dias 31 de maio e 1º de junho. “Temos uma longa travessia”, afirmou ele, sugerindo antecipar o fim da sessão.
No Senado, a sala e o corredor onde foram realizados o depoimento ficaram com acesso controlado pela Polícia Legislativa. Apenas servidores identificados e jornalistas com credenciais especiais foram liberados para acompanhar o depoimento, para não superlotar a sala. A mulher de Cachoeira, Andressa Mendonça, acompanhou a sessão.
Abaixo, os principais momentos:
16h31 – Com maioria de votos, o relator da CPI, deputado Odair Cunha (PT) declarou encerrada e marcou nova reunião para a próxima quinta-feira, 31.
16h30 – Relator fez votação do requerimento para encerrar a sessão e solicitar volta do contraventor Carlinhos Cachoeira após prestar depoimento à Justiça.
16h22 – O senador Cassio Cunha Lima (PSDB-PB) defendeu o fim da sessão para que a CPI pudesse se dedicar as provas técnicas. Já a senadora Vanessa Grazziotin (PC do B-AM) defendeu a continuidade da sessão em respeito aos parlamentares inscritos para fazer perguntas.
16h16 – Relator da CPI informa que está na mesa o requerimento da senadora Kátia Abreu (PSD), com apoio de outros partidos, que pede fim da sessão. Há, porém, 39 pedidos de participação ainda na sessão. Dois parlamentares irão se pronunciar agora, um favoravelmente e outro contrário ao requerimento proposto.
16h10 - Deputado Domingos Sávio (PSDB-MG) perguntou novamente se o contraventor Carlinhos Cachoeira se comprometeria a ajudar a CPI caso tivesse o benefício da delação premiada. Como vem respondendo desde o início da sessão, às 14h, Cachoeira se valeu do direito constitucional de ficar em silêncio.
16h05 - Senador José Pimentel (PT-CE) não fez perguntas e defendeu que a CPI avance no sentido de “desmontar” as “organizações criminosas” que foram trazidas à tona pelas investigações da Polícia Federal.
15h57 - Deputado Ronaldo Fonseca (PR-DF) questiona novamente sobre os contratos da Delta no governo do DF e as supostas tentativas de contato com o governador Agnelo Queiroz (PT). “Com todo respeito à vossa excelência não vou responder. Vou usar meu direito constitucional”, respondeu Cachoeira.
15h54 - Deputadao Íris de Araújo (PMDB-GO): Essa CPMI não pode ser partidarizada, mas também não pode ser CPMI em que caiba ou até que se sugestione qualquer tipo de acordo. Tenho trabalhado, estudado para fazer aqui dentro o papel que me cabe como juíza. Mas me recuso e subscrevo também o documento da senadora Kátia Abreu (PSD) de vir aqui fazer perguntas para que nosso depoente não as responda. Me coloco junto àqueles que acham e que defendem que os trabalhos sejam encerrados e transformados em um trabalho adminsitrativo para que corra celeremente.
15h47 - Senador Fernando Collor (PTB-AL) formula perguntas sobre as relações entre Cachoeira e o jornalista da revista Veja, Policarpo Júnior.
15h37 - Deputado Chico Alencar (PSOL-RJ): “Essa sessão não foi inútil. Cachoeira acaba de declarar seu silêncio cínico e respeitoso. Agregou provas às provas. O senhor reiterou tudo isso que nós estamos investigando.”
15h31 - Deputado Maurício Quintella (PR-AL): “Estamos aqui fazendo o papel do advogado, preparando o depoente. Isso não faz sentido. O PR vai apoiar o requerimento que encerra essa sessão.”
15h25 - Senador Silvio Costa (PTB-PE) também defendeu o fim da sessão “para que não continue com esse espetáculo ridículo, penoso, embora constitucional”, afirmou exaltado. “Essa CPI corre grande risco de ser amanhã muito mal interpretada pela opinião pública”, disse. O relator da CPI, deputado Odair Cunha (PT) também se disse favorável a encerrar a sessão e marcar uma oitiva após a ida de Cachoeira à Justiça.
15h20 - Senadora Katia Abreu (PSD-TO) sugeriu terminar a sessão. “Esta sessão está sendo ridícula”. “(Cachoeira) está nos manipulando. Se estamos aqui perguntando pra uma múmia, o que as pessoas vão pensar de nós. Não vou ficar aqui dando ouro para bandido”, disse irritada.
15h08 - Deputado Bruno Araujo (PSDB) sugeriu apresentar requerimento para que seja marcado nova audiência com Carlinhos Cachoeira, após sua ida à Justiça. O documento, sugeriu ele, deve pedir que a Justiça encaminhe à CPI todo o material desse depoimento.
15h02 - Senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) pede para o contraventor detalhar relação com governos de Goiás e do Distrito Federal, além de encontros com o ex-presidente da construtora Delta Fernando Cavendisch. A todas as perguntas, Cachoeira respondeu: “Calado, senhor”.
14h49 - Cachoeira: “Direito constitucional de ficar calado, ao ser questionado pelo deputado Rubens Bueno (PPS-PR) sobre sua relação com Henrique Meirelles.
14h45 - Deputado Felipe de Almeida Pereira (PSC-RJ) também se queixou-se do silêncio do contraventor. Cachoeira, ao final das perguntas do deputado, voltou a dizer: “Posso muito ajudar. Mas depois.”
14h40 - Exaltado, o deputado Fernando Francischini criticou a postura de Carlinhos Cachoeira e cobrou de seu advogado, Márcio Thomaz Bastos, colaboração: “Peço que o senhor o oriente (Cachoeira). Não brinque com essa CPMI.”
14h30 - Os primeiros deputados a fazer perguntas são do PSDB, Carlos Sampaio (SP) e Fernando Francischini (PR). Ambos questionam a relação de Cachoeira com Dadá (interceptado em gravações telefônicas feitas pela PF) e sobre contratos firmados com o governo do DF por meio da Delta Construções. “O senhor aceitaria a proposta de delação premiada (…) para ajudar a passar a vassoura nesse Congresso Nacional e nos Estados?”, perguntou Francischini.
14h20 - Parlamentares se quixaram das respostas de Cachoeira e pediram respeito do contraventor durante a sessão. O relator da CPI perguntou se em uma sessão secreta ele se disporia a falar. Cachoeira insistiu que só falará após audiência, conforme orientação de seus advogados. Diante do posicionamento do contraventor, o relator abriu mão da palavra. Agora, os parlamentares terão direito a fazer perguntas.
14h19 - O relator da CPI, deputado Odair Cunha (PT), perguntou: “O senhor se definiria como no seu ramo de atividade?” Cachoeira se negou a responder: “Ficarei calado, como manda a Constituição.” “Tenho muito a dizer depois da minha audiência. Pode me convocar”, emendou.
14h14 - Cachoeira se disse disposto a ajudar, mas que não falaria na sessão.
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O depoimento mais aguardado da chamada CPI do Cachoeira pode não trazer grandes revelações. O contraventor Carlos Cachoeira comparecerá à sessão marcada para às 14hs desta terça-feira, 22, mas, conforme adiantou o seu advogado Márcio Thomaz Bastos, ele deverá recorrer ao direito de ficar calado para não produzir provas contra si mesmo. Isso só é possível porque Cachoeira comparecerá à CPI, que investiga as relações do contraventor com agentes públuicos e privados, na condição de investigado.
O contraventor não estará algemado durante a sessão, que somente dos senadores tem previstas 150 perguntas. Os senadores querem saber, por exemplo, quem são as pessoas das empresas cooptadas para os negócios de Cachoeira. Preso desde 18 de abril, Cachoeira fará o trajeto e 20 km até o Congresso Nacional escoltado por uma viatura da Polícia Federal. Quando chegar ao Senado, a escolta fica por conta da Polícia Legislativa do Senado.
Outros três convocados encaminharam à CPI pedido para adiar seus depoimentos por pelo menos três semanas. O comparecimento de Jairo Martins de Souza, Idalberto Matias de Araújo (o Dadá) e José Olimpio de Queiroga Neto à comissão parlamentar de inquérito estava marcado para esta quinta-feira, 24. Eles são suspeitos de pertencer à organização criminosa que Cachoeira é acusado de comandar.
O tempo pedido pelo advogado dos depoentes, Leonardo Picoli Gagno, é o mesmo requerido pela defesa de Cachoeira. A argumentação é de que não houve tempo hábil para analisar as mais de 20 mil páginas que compõem os autos. Gagno também solicita mais cópias dos processos para que os defensores possam manusear o conteúdo no escritório.
Outra questão levantada pelo advogado é a condição dos três depoentes frente à CPI: se são investigados ou testemunhas. A definição é necessária porque o acusado tem direito de ficar em silêncio para não se incriminar. No caso das testemunhas, ainda há controvérsia quanto ao direito ao silêncio, motivo pelo qual foram concedidos habeas corpus preventivos em CPIs anteriores.
O advogado requer, caso os três sejam considerados acusados, o direito de que tenham os defensores presentes nas audiências. Se a CPI considerar que são testemunhas, o requerimento é para que não tenham de assinar termo de compromisso para dizer a verdade e que tenham o direito de permanecer calados.
Decisão. O Supremo Tribunal Federal (STF) negou nesta segunda-feira, 22, o pedido de adiamento do depoimento do contraventor, feito pela defesa de Cachoeira. O ministro Celso de Mello criticou a estratégia adotada pelos advogados de Cachoeira para tentar adiar o seu depoimento na CPM. Em pedido encaminhado ao ministro na última quinta-feira (17), a defesa do bicheiro pedia mais tempo para analisar as provas e documentos da CPMI liberados dois dias antes. Os advogados pediam pelo menos mais três semanas, argumentando que havia muito material e que o acesso aos documentos era restrito à sala cofre da CPMI.
Na sua decisão, Mello desqualificou o argumento lembrando que a defesa não mostrou interesse em acessar as provas. “Se propiciou, aos ora impetrantes, mesmo nesse fim de semana (sábado e domingo), amplo acesso a todos os elementos e documentos probatórios existentes (…), não havendo notícia, contudo, de que tenham eles se utilizado de tal faculdade”./Com informações da Agência Brasil e Agência Senado
Tags: cpi do cachoeira, Delta Construções, STF
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Maria Eduarda, 20, a coautora do hit “Ai, Se Eu te Pego”, cantado por Michel Teló, é contratada como funcionária do gabinete em Brasília do senador e presidente da CPI do Cachoeira Vital do Rêgo (PMDB-PB). Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, Eduarda foi contratada em fevereiro de 2011 como assistente parlamentar pelo pai, o jornalista Adelson Barbosa, para realizar trabalhos que ele e outros dois jornalistas deveriam executar: publicar reportagens favorável ao senador na imprensa local. Segundo Barbosa, a o próprio senador teria feito a sugestão de contratação. Vital do Rêgo negou as denúncias e disse não saber quem é Eduarda. Sobre as demais nomeações, o senador disse que não há influência política.
Barbosa trabalha no “Correio da Paraíba” e afirmou que o senador não poderia nomear três pessoas ao convidar ele e mais dois jornalistas para o trabalho. “Ele sugeriu colocar uma pessoa e a gente divide o valor”, explicou. “Poderia ser no meu nome, ou no de um dos outros dois. Só que eu não podia, porque o Senado exigia não ter outro vínculo (de trabalho). Minha filha é estudante e sugeri que fosse no nome dela.”
Além de Eduarda, que recebe salário de R$ 3.450 e é dispensada de comprovar presença, o senador emprega em seu gabinete fa ilha do ex-governador peemedebista José Maranhão, a mãe do deputado federal Hugo Motta (PMDB-PB), uma prima do ex-senador Ney Suassuna e uma cunhada de seu primeiro-suplente, Raimundo Lira, com salários que variam de R$ 2 mil a R$ 12,8 mil. O senador emprega ainda a mulher de Carlos Magno, coordenador de comunicação de sua campanha em 2010.
Tags: funcionária fantasma, improbidade administrativa, Vita do Rêgo
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Ao receber nesta segunda-feira, 21, o título de cidadão paulistano, na Câmara Municipal de São Paulo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se referiu ao mensalão como “uma tentativade golpe no País”. Para Lula, o “PT era mais atacado do que hoje por grande parte dos políticos da oposição e por uma parte da imprensa brasileira”.
Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, Lula disse que o apoio popular que recebeu na época intimidou a oposição e, em seu discurso, chegou a se comparar aos ex-presidentes Getúlio Vargas e João Goulart, que não completaram seus mandatos. “Não vou me matar como Getúlio (Vargas) e não vou fugir obrigado como o João Goulart. Só tem um jeito de eles me pegarem aqui: é eles enfrentarem o povo nas ruas deste País”, afirmou.
Ricardo Chapola, do estadão.com.br
Apesar de de se declarar são-paulino, o pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, fez questão de tirar fotos da vista do estádio do Itaquerão – futuro estádio do Corinthians – na zona Leste da capital, pelo próprio celular, para publicá-las em seu perfil do Instagram. Ele fez os registros de um mirante localizado na região da Penha, local onde esteve nesta segunda-feira, 21, para cumprir agenda pública, que também previa visita à comunidades locais.
O ex-ministro é o menos atuante nas mídias sociais: não possui conta no Twitter, nem no Facebook. O petista já negou ser dono de perfis já existentes na rede e garantiu lançar um oficial no início da campanha, marcado para julho.
Tags: eleições 2012, Fernando Haddad, PT
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Durante o deslocamento da comitiva da presidente Dilma Rousseff do Aeroporto Salgado Filho para o centro de Porto Alegre, nesta segunda-feira, 21, uma das motocicletas da escolta de Dilma chocou-se com um automóvel. A colisão deixou o piloto e o motorista do carro feridos. Eles foram socorridos por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A comitiva seguiu seu trajeto normalmente. A primeira visita de Dilma foi ao ex-marido Carlos Araújo, na zona sul de Porto Alegre.
A presidente desembarcou em Porto Alegre no final da tarde desta segunda-feira e deve passar a noite e parte da manhã desta terça-feira na capital gaúcha. A curta visita inclui somente compromissos de caráter particular, como visitas a familiares, e por isso não foi divulgada na agenda oficial. Antes de viajar para o Rio Grande do Sul, Dilma assinou a ordem de serviço para a construção de uma ponte sobre a lagoa Imaruí, na BR-101, no sul de Santa Catarina. (Elder Ogliari)
Tags: Dilma Rousseff
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SÃO PAULO – O pré-candidato do PRB à Prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno, afirmou nesta segunda-feira, 21, que mantém as conversas com o vereador Netinho de Paula, pré-candidato do PC do B, em busca de uma aliança para as eleições deste ano. Russomanno deu a declaração em sabatina promovida em conjunto pelo portal Terra e pelo SBT.
Russomanno e Netinho vêm defendendo uma candidatura única de terceira via para contrapor a polarização entre o PT de Fernando Haddad e o PSDB de José Serra.
o pré-candidato do PRB ficou em segundo lugar na última pesquisa Ibope, divulgada em 9 de maio, com 16%, atrás apenas de José Serra, com 31% das preferências.
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