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André Figueiredo (CE) foi eleito nesta terça-feira, 31, o novo líder da bancada do PDT na Câmara. Figueiredo estava temporariamente à frente da presidência do PDT enquanto Carlos Lupi (ex-ministro do Trabalho) estava fora do cargo e vai substituir o deputado Giovanni Queiroz (PA) na liderança do partido. A votação que elegeu o deputado quase que por unanimidade teve a participação de parlamentares e integrantes da executiva nacional do partido.
Figueiredo, que disputou a liderança da legenda com o deputado pernambucano Paulo Rubem Santiago, apresentou uma proposta de reestruturação administrativa da assessoria interna do partido e defendeu a permanência do PDT na base do governo da presidente Dilma, “sempre respeitando os ideais pedetistas”.
* Com informações da Agência Câmara
Tags: Carlos Lupi, liderança nacional, PDT
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O ex-ministro do Trabalho Carlos Lupi retomou nesta segunda-feira, 9, a presidência do PDT, cerca de um mês após sua saída do Ministério em meio à denúncias, e disse que não será candidato nas próximas eleições.
“Não sou candidato a nada. Vou ficar na presidência do partido mesmo, o que já é uma tarefa muito grande”, disse o ex-ministro ao site G1. Ele afirmou que sua prioridade é preparar o PDT para as eleições municipais de outubro.
Ele afirmou que o PDT deve continuar se coligando com partidos da base governista. “As decisões sobre coligações são pulverizadas, mas a prioridade é em torno da base de sustentação da presidenta”, indicou o ex-ministro ao G1.
Hoje, o PDT governa três capitais: Manaus, Macapá e Porto Alegre. Outro objetivo da legenda é aumentar esse número.
A sigla já tem pré-candidatos para pelo menos 15 prefeituras, entre as quais Manaus (AM), Curitiba (PR), Maceió (AL), Campo Grande (MS) e Palmas (TO). “Estamos começando a organizar o partido para as eleições deste ano. Vamos traçar as estratégias”, disse Lupi.
Organização. Lupi comanda nesta segunda-feira a reunião da executiva do partido na sede da Fundação Leonel Brizola-Alberto Pasqualini, no Centro do Rio de Janeiro.
Licenciado do comando do PDT desde 2008, quando assumiu o Ministério do Trabalho, Lupi foi reeleito no ano passado e seu mandato atual termina em março de 2013.
Tags: Carlos Lupi, Ministério do Trabalho, PDT
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Eduardo Bresciani, do Estadão.com.br
O PDT vai realizar sua convenção no próximo dia 25 de março para reconduzir o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, à presidência do partido. Segundo o presidente em exercício, Manoel Dias, está sendo construída uma chapa única para a eleição, mas ainda não foi definido quem ficará com a primeira vice-presidência e assumirá a função de Lupi se ele renovar sua licença.
Dias minimizou ainda os problemas que o partido enfrentou junto ao governo por ter tido dissidências na votação do salário mínimo. Ele reafirmou que o partido continuará aliado ao governo Dilma e destacou que na votação sobre a tabela do Imposto de Renda o alinhamento ao planalto deverá ser maior. “Não é uma questão programática”, disse.
Tags: Carlos Lupi; PDT; convenção;
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Célia Froufe
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, minimizou hoje a divisão dos votos dos parlamentares do PDT, partido que preside, na votação do aumento do salário mínimo para R$ 545. “O PDT tem o D de Democracia: 16 votaram pelo governo e nove preferiram votar por R$ 560, mas não se pode dizer que alguém saiu vitorioso, pois temos de ter a grandeza de entender que deputados também têm seus direitos”, disse hoje.
Lupi salientou que apesar da correção do mínimo este ano ser menor, pois o cálculo de reajuste conta com a inflação do ano anterior e o PIB de dois anos atrás, os trabalhadores poderão contar com reajustes maiores nos próximos anos. Isso porque a expectativa é a de que o crescimento da atividade econômica em 2010 tenha sido elevada – não só por causa da recuperação após a crise financeira internacional, mas até por conta da base fraca de comparação.
“Temos a garantia de que o trabalhador terá aumento real de salário nos próximos três anos”, disse o ministro. “Assim, o empregador e o trabalhador já podem fazer o cálculo desde já, não tem desculpa”, ressaltou.
Tags: Carlos Lupi, PDT, salário mínimo
Eduardo Bresciani
Pressionado pelo governo federal, o PDT reúne sua bancada nesta quarta-feira, 16, para definir a posição oficial do partido na questão do salário mínimo. Apesar de o partido ter sido o primeiro a propor o valor de R$ 560,00, a tendência é de liberação da bancada para a votação desta tarde.
O governo enquadrou o presidente do partido e ministro do Trabalho, Carlos Lupi, e ele vem procurando deputados pedindo votos para a proposta do governo de um mínimo de R$ 545,00. Aliados afirmam que se o PDT não encampar a posição do governo seria justo Lupi perder o cargo que ocupa no governo federal.
Diante da pressão, o partido deve abandonar, pelo menos institucionalmente, a defesa do valor de R$ 560,00. A decisão de liberar a bancada enfraquece o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, que é um dos articuladores do valor maior. Com a bancada liberada, o PDT deve dar alguns dos seus 27 votos para a proposta de R$ 545,00.
A reunião acontece na liderança do PDT na Câmara, onde uma bandeira da Força Sindical foi afixada defendendo o valor de R$ 560,00.
Tags: Câmara, Carlos Lupi, Paulinho da Força, PDT, salário mínimo
Marcelo Auler / RIO
Nome: Wagner Montes dos Santos
Idade: 56 anos
Profissão: Apresentador de TV
Trajetória: Bacharel em Direito, começou a fazer sucesso na televisão em 1980. Estreou na política em 2006, pelo PDT, e recebeu 111.802 votos para deputado estadual. Foi o mais votado na capital fluminense e o terceiro no Estado.
O apresentador Wagner Montes (PDT-RJ) reelegeu-se deputado estadual com a maior votação absoluta no País: 528.628 votos, mais que o dobro dos 239 mil do tucano Bruno Covas, o mais votado de São Paulo. O sucesso tem relação com o programa policial Balanço Geral, que Montes apresenta na hora do almoço, de segunda a sexta-feira, na TV Record. A fórmula para chegar aos 6,38% dos votos – maior proporção em todas as 27 unidades da Federação – deve-se principalmente ao bordão “Escraaaacha!”, usado tanto para elogiar ações policiais como para ameaçar exibir o rosto dos marginais na tela.
O deputado prefere creditar a votação maciça à maneira “séria” como exerceu seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa (Alerj). “Atribuo à conscientização do povo do Rio de que não entrei para a política para brincar. Em três anos e oito meses, nunca tive uma falta sequer e participei de todas as votações importantes, mesmo fazendo um programa ao vivo de duas horas. Saía da TV e ficava na Assembleia, das 15h às 20h30”, explicou.
Montes, de 56 anos, trabalha desde os 20 em programas populares na televisão e nos rádios. Participou de fotonovelas e de filmes pornôs, como A Pantera Nua, ao lado da atriz de pornochanchadas Rossana Ghessa. Seu primeiro sucesso foi no programa O Povo na TV, em 1980, na TVS, hoje SBT, com o advogado recém formado Roberto Jefferson – o atendimento gratuito aos telespectadores ajudou o ex-deputado, cassado em 2005, a se eleger seis vezes seguidas desde 1983. Na época, Montes deixou de concorrer à Assembleia porque se adaptava às limitações da amputação da perna direita, consequência de um acidente com triciclo motorizado.
Montes diz querer reestruturar o PDT no Rio, promessa típica de quem pretende alçar voos mais altos. Há dois anos, ele cogitou disputar a prefeitura do Rio, mas abriu mão para não atrapalhar o senador Marcelo Crivella, pastor licenciado e sobrinho de Edir Macedo, da Igreja Universal, dona da TV Record. Com a votação recorde de ontem, não será surpresa se o “Escraaaacha!” voltar à campanha eleitoral de 2012.
Tags: Assembleia do Rio, PDT, Rio, Wagner Montes
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Leandro Colon / BRASÍLIA
Nome: José Antônio Reguffe
Idade: 38 anos
Profissão: Jornalista
Trajetória: Tentou, sem sucesso, uma vaga na Câmara Distrital em 1998 e 2002. Conseguiu vencer pela primeira vez em 2006, com 25 mil votos. Vai estrear como o deputado federal mais bem votado proporcionalmente em todo o País.
Um em cada cinco eleitores de Brasília votou em José Antônio Reguffe (PDT) para deputado federal, proporção recorde no País – com 1,3 milhão de votos, o palhaço Tiririca (PR) ficou com 6%, bem abaixo dos 19% do pedetista. Em 2006, quem conseguiu o feito de Reguffe foi Ciro Gomes (PSB), eleito deputado no Ceará, com 16%.
Celebridade nas ruas de Brasília, Reguffe deixa agora de ser uma figura da arranhada política local – é deputado distrital em primeiro mandato – para tentar ocupar a “bancada dos éticos” da Câmara dos Deputados. Com o discurso da moralidade em meio ao escândalo de corrupção no Distrito Federal, conseguiu 266 mil votos no domingo. Se estivesse em São Paulo, estaria entre os cinco mais votados do maior colégio eleitoral do País.
Ontem, em meio à euforia do resultado, já fez anúncio como deputado eleito: vai abrir mão da verba indenizatória mensal de R$ 15 mil, do auxílio moradia de R$ 3 mil e dos salários extras e promete reduzir o uso de assessores. “Esse foi o meu compromisso com os eleitores e vou cumpri-lo”, disse. São atitudes semelhantes às tomadas como deputado distrital, que lhe renderam provocações dos adversários e acusações de ser demagogo.
Carioca de 38 anos e filho de um almirante da Marinha, Reguffe ficou conhecido no fim dos anos 90 por fazer campanha na porta de colégios, faculdades, bares e restaurantes de Brasília. Não obteve sucesso em 1998 e 2002, mas chegou à Câmara Distrital em 2006, com 25 mil votos.
Depois, comprou briga com os colegas, que o criticam por abrir mão das benesses da Casa. Diz ter economizado R$ 3 milhões aos cofres públicos. É uma figura isolada: mantém relação apenas cordial com os petistas. Embora seja do PDT, aliado do PT no plano nacional, não votou em Dilma Rousseff. “Votei na Marina Silva.” Reguffe chega à Câmara com a segunda maior votação da história do DF para deputado federal. Só perde para o ex-governador José Roberto Arruda, eleito em 2002 com 324 mil votos (26%). Formado em Economia e Jornalismo, é solteiro e mora com a mãe numa casa no Lago Sul, seu comitê de campanha. Ele garante que gastou R$ 143 mil para se eleger. E avisa: quer brigar por uma reforma política na Câmara.
Tags: Antônio Reguffe, Câmara, DF, PDT
Por Eugênia Lopes
A candidatura do senador Álvaro Dias (PSDB-PR) como vice na chapa do presidenciável tucano José Serra corria o risco nesta terça-feira, 29, à noite de não se concretizar. O motivo para o recuo do PSDB era a decisão do senador Osmar Dias (PDT-PR), irmão de Álvaro, de se candidatar ao governo do Paraná, numa aliança com o PMDB e o PT do Estado. A candidatura de Osmar pegou de surpresa a cúpula tucana, que nesta terça à noite se dizia estarrecida com a notícia.
A indicação de Álvaro como vice-presidente de Serra foi negociada com Osmar que, em troca, havia concordado com a retirada de sua candidatura ao governo do Paraná. A ideia era que Osmar disputasse a reeleição para o Senado.
A avaliação dos tucanos é que com a candidatura de Osmar ao governo do Paraná não há sentido na permanência de Álvaro na chapa de Serra. Afinal, Osmar vai disputar o governo paranaense com o tucano Beto Richa, além de dar palanque para a presidenciável petista Dilma Rousseff.
Osmar Dias teria mudado de ideia e resolvido concorrer ao governo depois de uma visita na terça ao Paraná do ministro e presidente do PDT, CArlos Lupi. No encontro teria ficado acertado ainda a aliança com o PMDB do atual governador Orlando Pessuti. Pelo acordo caberá a Pessuti indicar o vice na chapa de Osmar. Álvaro Dias garantiu a interlocutores que o irmão não o comunicou oficialmente da decisão de disputar o governo do Paraná.
Com a candidatura de Osmar Dias, o DEM vai pressionar ainda mais os tucanos para a retirada do nome de Álvaro da chapa presidencial. O DEM, que faz sua convenção nesta quarta-feira, 30, resiste a aceitar o nome de Álvaro Dias. Os democratas chegaram inclusive a ameaçar sair da aliança sob o argumento de que a vaga de vice era do partido.Para os tucanos, a decisão de Osmar Dias era “inacreditável”. Até a meia noite de terça, integrantes da campanha de Serra não haviam conseguido falar com Osmar Dias.
Por Jair Stangler e Rodrigo Martins
O senador Osmar Dias será candidato ao governo do Paraná, informaram há pouco o deputado federal Brizola Neto e o prefeito de Cascavel Edgar Bueno, ambos do PDT.
A informação foi lançada no Twitter pelo prefeito Edgar Bueno e também no blog Tijolaço, de Brizola Neto. Brizola Neto disse em seu blog ter recebido um telefonema do ministro Carlos Lupi que informou ter ouvido do senador Osmar Dias que ele “será o candidato da frente de partidos pró-Dilma ao governo do Paraná, ocorra o que ocorrer com a indicação de seu irmão ao lugar de vice de José Serra”.
O irmão de Osmar Dias, o tucano Álvaro Dias (PSDB-PR), é o nome preferido dos tucanos para compor a chapa com José Serra (PSDB) para a disputa da Presidência da República – o partido negocia a indicação com o DEM, que deseja ver um nome seu ocupando a vice. Osmar Dias havia se comprometido a apoiar a chapa de Beto Richa (PSDB) no Paraná e disputar a reeleição ao Senado se Álvaro Dias fosse candidato a vice.
Por Jair Stangler
O PDT realizou na manhã deste sábado, 12, em São Paulo, sua Convenção Nacional. O evento formalizou o apoio da leganda à candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff.
Em seu discurso, Dilma lembrou sua militância dentro do PDT e também fez referência à história do trabalhismo, citando as trajetórias de Getúlio Vargas, João Goulart e Leonel Brizola, fundador do PDT. ”Nós podemos dizer hoje que somos a continuidade desse processo”, afirmou. Os discursos de Dilma e de Mercadante foram breves. A comitiva do PT deixou logo o Espaço das Américas, onde aconteceu o evento. Dilma participa ainda hoje da convenção nacional do PMDB, em Brasília.
Além da convenção, foram celebrados os 30 anos de fundação do PDT. Dilma esteve presente ao evento ao lado do candidato petista ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, de Marta Suplicy (PT) e Netinho de Paula (PCdoB), que disputarão as vagas paulistas no Senado. Também estiveram presentes lideranças do PDT, como o deputado federal Paulo Pereira, o ministro do Trabalho Carlos Lupi, que comandou a festa do PDT, e os senadores Cristovam Buarque (DF) e Osmar Dias (PR).
13h07 – Carlos Lupi, ao final do evento, em rápida coletiva, comentando o caso do suposto dossie contra Serra: “Ninguém é bobo. Dossiê é para quem não tem voto, não sabe fazer campanha. Nós nunca trabalhamos assim, o PDT não faz isso.”
12h35 - Membros do diretório nacional do PDT fazem votação simbólica aprovando o apoio à candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff.
Aloizio Mercadante
12h30 - Mercadante faz o discurso mais inflamado: “No meu governo professor não vai ser com cassetete e bala de borracha. Vai ser tratado com respeito”.
12h27 – “Esse momento da história resgata a história de Getúlio Vargas. A história de João Goulart, que combateu a ditadura no exílio. Figuras como Darcy Ribeiro, como Leonel Brizola. Esse momento da história, onde o presidente Lula se despede do povo brasileiro, vai voltar a São Bernardo onde nasceu como líder sindical. Esse momento não vai terminar, porque a ministra Dilma vai dar continuidade a esse momento.”
12h26 – O candidato do PT ao governo do Estado, Aloizio Mercadante, fala agora.
12h25 – Lupi puxou, desafinado, o Hino da Independência do Brasil: “Ou ficar a pátria livre, ou morrer pelo Brasil”
12h23 – Dilma encerra seu discurso. Logo mais, Mercadante fala.
Dilma Rousseff
12h20 – “Na campanha eleitoral, a gente mostra projeto, na campanha eleitoral, a gente diverge, mas na hora de governar, nós governamos para todos os brasileiros. Os verdadeiros democratas somos nós.”
12h18 – Dilma chega a Brizola: “Ele sempre defendeu os interesses nacionais. Sempre defendeu a causa da educação. E nós podemos dizer hoje que somos a continuidade desse processo.”
12h17 – “O Brasil caminha aceleradamente para se tornar um dos mais desenvolvidos do mundo, mas só conseguiremos isso se melhorarmos as condições do nosso povo.”
12h15 – Dilma passa em revista toda a história do trabalhismo. Homenageia agora o ex-presidente João Goulart, que queria promover “progresso com Justiça, desenvolvimento com distribuição de renda, que é o nosso modelo, e que foi afastado do poder”.
12h13 – Dilma agora cita Getúlio Vargas, “presente na memória do trabalhismo brasileiro”. “Muitos disseram que era preciso virar a página do getulismo. Não podemos virar a página de quem nos deixou a Petrobrás, o BNDES”.
12h10 – Dilma lembra Darci Ribeiro, que foi secretário de educação de Leonel Brizola. Citou o educador: “Tive mais vitórias que fracassos em minhas causas. Mas isso não importa. Horrível seria para mim ficar ao lado dos que me venceram nessas lutas.”
12h08 – “De um lado a gente tem a tradição dos movimentos sociais e sindicais do PT. De outro a gente tem a tradição de luta pela democracia e pela educação levada pelo PDT.”
12h06 – “Tenho que vencer a emoção para dizer o que tenho que dizer. Militei muitos anos no PDT, encontrei hoje muitas pessoas que não via há muitos anos. Pude participar desse momento fantástico da história desse País, que foi o governo Lula”.
12h03 – “Eu estou aqui com o candidato governador, o meu querido Aloizio Mercadante, e os candidatos ao Senado, a minha querida Marta Suplicy e o meu negão, nosso querido Netinho”
12h01 – Dilma Rousseff fala agora.
11h58 – Após breve discurso do ministro do Trabalho Carlos Lupi, presidente nacional do PDT, telões do Espaço das Américas exibe imagens históricas de Leonel Brizola, fundador do partido.
11h49 – Marta Suplicy: “O Brizola deve estar vibrando lá de cima. Porque o Brasil está no caminho certo!”
11h48 – Oradores se seguem rapidamente agora, pois Dilma deve ir a Brasília para participar ainda hoje da convenção do PMDB, que irá ungir Dilma candidata e o deputado Michel Temer como seu vice.
11h44 – Paulinho fala e volta ao tema: “Faço um apelo ao presidente Lula que não vete o aumento para os aposentados”.
11h42 – Brizola Neto: “Acho que temos de nos acostumar a chamá-la de presidenta Dilma”.
11h34 - Dilma sobe ao palco acompanhada de Marta Suplicy e Aloizio Mercadante. A impressão que dá é que não cabe mais ninguém no palco. O apresentador puxa o coro novamente: ‘Olê, Olê, Olê, Olá, Dilma, Dilma”
11h27 - Showmício pode? Netinho, o mano senador, improvisou, a pedidos: ‘É o brilho do seu olhaaar!’
11h23 – Dilma chega para a convenção e o apresentador puxa o coro: ‘Olê, olê, olê, olá, Dilma, Dilma!’
11h06 – Lideranças do PDT se revezam no palco da Convenção. Já falaram o deputado Paulinho da Força, o ministro Carlos Lupi e os senadores Cristovam Buarque e Osmar Dias, entre outros. Se fizessem uma nuvem de tags aqui, a palavra em destaque seria, sem dúvida, “Brizola”. Acho que talvez ficasse maior que “Dilma” e “Lula”.
10h40 – Antes de entrar, chamou minha atenção que tanta gente com camisas do PDT estivesse comendo lanche ao lado do Espaço das Américas, onde acontece o evento. Perguntei a um militante e ele confirmou que o PDT estava distribuindo lanches. A outro grupo perguntei se haveria tanta gente se não fosse pelo lanche. Disseram que foi dito que poderiam ganhar dinheiro mais tarde, com distribuição de panfletos e outras tarefas de campanha.

Foto: Jair Stangler/estadão.com.br
10h35 – Militância do PDT está animada e presente em peso na convenção do partido.
10h32 – Lideranças do PDT discursam neste momento.
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