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Daniel Barbalho aprontou tanto na posse do pai que suas caretas viraram piada na internet. Depois de ser fotografado mostrando a língua na entrevista coletiva do senador Jader Barbalho, o menino de 9 anos se transformou em protagonista de um site criado com montagens dos principais fatos do ano.

Daniel aparece em cena de novela, ao lado de Neymar, na bancada do Jornal Nacional e com a Banda Mais Bonita da Cidade.

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Agência Senado

A Mesa do Senado reúne-se nesta quarta-feira, 28, em sessão extraordinária, com o mínimo de quatro senadores, quando deverá dar posse a Jader Barbalho (PMDB-PA) para o mandato atualmente exercido por Marinor Brito (PSOL-PA). A senadora, que alega não ter exercido plenamente seu direito de defesa nesse processo, impetrou mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal, invocando esse direito.

Beneficiado pela interpretação dada pelo STF à Lei da Ficha Limpa, Jader assume um mandato de sete anos e um mês. Onze meses desse mandato foram exercidos por Marinor, beneficiária da primeira interpretação dada à lei e que sustenta estar sendo vítima de um processo diferenciado nesse rito de posse.

Seu advogado, André Maimoni, estará presente à cerimônia a ser conduzida pela Mesa do Senado, a fim de pleitear o atendimento de requerimentos que, se deferidos adiarão essa solenidade. “Em nenhum momento tive o direito de ser ouvida pelo Supremo Tribunal Federal nesse processo que agora beneficia o ex-deputado Jader Barbalho. O advogado dele foi ouvido no processo em vários momentos. O meu advogado não teve o direito de manifestar-se em momento algum. Como se meus votos limpos tivessem algum questionamento jurídico, como se eu não tivesse sido diplomada, empossada e exercido com dedicação esses onze meses de mandato”, disse Marinor.

Posse. A cerimônia de posse deve ser discreta e sem a presença de figurões do PMDB. O presidente da Casa, o senador José Sarney (AP) já comunicou que não estará presente em razão de um compromisso fora de Brasília. Jader também adiantou que a posse será “uma formalidade”. “Eu não gostaria que os companheiros do PMDB que reservaram esse final de ano para estarem com suas famílias viessem para Brasília apenas para participar de uma formalidade. Não vai ter discurso, não vai ter nada. Minha rentrée no Senado será em fevereiro, da tribuna”, disse ao Estado. / Colaborou Carlos Mendes, especial para O Estado

Atualizado às 19h19

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Andrea Jubé Vianna, de O Estado de S.Paulo

Liberado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para tomar posse no Senado, o ex-governador do Pará Jader Barbalho compareceu na noite dessa quarta-feira, 14,ao jantar dos senadores escoltado pelo líder do PMDB, Renan Calheiros (PA). “Estou muito satisfeito, o STF confirmou a decisão democrática do povo do meu Estado”, declarou o peemedebista ao chegar à concorrida festa na casa do presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Eunício Oliveira (PMDB-CE). Foi a primeira aparição pública de Jader, desde o julgamento concluído na tarde de quarta pelo Supremo.

“Jader é uma força importante para a bancada. Ele briga como um urso, de pé”, comparou o presidente do PMDB, senador Valdir Raupp (RO). Mas Jader – que no passado, travou embates históricos com o ex-presidente do Senado, o falecido Antonio Carlos Magalhães – rejeitou a comparação de Raupp. “Eu não chego para brigar, eu venho para colaborar. Venho em missão de paz”, arrematou. A confraternização de fim de ano dos senadores acabou se transformando numa comemoração particular do PMDB, pela futura posse de Jader. A chegada do ex-presidente do Senado traz um reforço de peso ao time de Renan na bancada do PMDB, dividida pelo grupo de oito senadores – o chamado “G8″ – que contesta a liderança do alagoano.

Jader não tomou posse porque foi barrado pela Justiça Eleitoral e pelo próprio Supremo por ter renunciado em 2003 ao mandato para evitar um processo de cassação por quebra de decoro. Como o STF definiu este ano que a Ficha Limpa só poderia ser aplicada para as eleições de 2012, a defesa do senador cobrou o direito ao cargo. Decisão semelhante já havia beneficiado João Capiberibe (PSB-AP) e Cássio Cunha Lima (PSDB-PB).

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