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O presidente da Agência Goiana de Comunicação (Agecom), Marcos Vinícius de Faria Felipe, foi autuado na madrugada deste domingo, 31, acusado de boca de urna e desacato a autoridade no Setor Oeste, bairro nobre da capital goiana. O presidente estava acompanhado de Leila Cristina de Assis.

Os dois foram abordados pela Polícia Militar de Goiás, logo após jogarem santinhos em frente ao Colégio Ateneu Dom Bosco, um dos maiores colégios eleitorais de Goiânia.

Dentro do Honda Civic que o casal estava foram apreendidos aproximadamente 1.200 panfletos e um rolo de adesivos de 25 centímetros de largura da coligação Goiás Rumo ao Futuro (PMDB, PT e PCdoB), do candidato a governador Íris Rezende e da candidata a presidência Dilma Rousseff.

Segundo o termo de ocorrência, o presidente, que tem status de secretário de estado, não quis se identificar ao policial e disse que “Aqui não vai prender c…. nenhum”. Por isso, o presidente foi levado à delegacia por desacato a autoridade, mas não está preso porque o delegado entendeu que se trata de um crime de “menor potencial ofensivo”, como explica o procurador Regional Eleitoral Alexandre Moreira Tavares dos Santos.

Após a ocorrência e a assinatura do Termo de Compromisso de Comparecimento às audiências perante a Justiça Eleitoral ambos foram liberados.

O flagrante foi fruto de uma operação conjunta feita pelo Ministério Público Eleitoral e pela Polícia Militar. “Colocamos policiais à paisana nos principais colégios eleitores de Goiânia para evitar a chuva de santinhos, que, além de ser um crime eleitoral, suja a cidade”, diz o procurador Alexandre.

Não é a primeira vez nesta campanha eleitoral que a Agecom está envolvida em escândalos. No dia 21 de outubro, o jornalista Paulo Bering, da TV Pública do estado, ligada à Agecom, pediu demissão no ar alegando que estava sendo censurado, uma vez que a direção da emissora tinha o impedido de entrevistar o outro candidato ao governo de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).

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Rubens Santos, de Goiânia

O candidato tucano Marconi Perillo disse neste domingo, 31, após votar em sua cidade-natal, Palmeiras de Goiás (GO), que vai apaziguar as bases políticas, na hipótese de ser eleito governador em Goiás.

Cercado por crianças o senador, que disputa o segundo turno contra Íris Rezende (PMDB), viajou para a cidade de Pirenópolis (GO), com a mulher Valéria e as filhas, onde vai aguardar o resultado final das eleições, numa chácara da família.

O candidato dará entrevista coletiva, após a totalização dos votos, prevista para 22 horas de hoje pelo TRE de Goiás.

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Rubens Santos, de Goiânia

Na porta de sua casa, e momentos antes de votar, o candidato Íris Rezende (PMDB), que disputa o segundo turno em Goiás com o tucano Marconi Perillo, se mostrou animado: “Estou convicto da vitória”, disse.

Íris, que votou no Colégio Marista (zona 132), está em segundo na pesquisa Ibope de intenção de votos. Após votar, o candidato retornou para sua casa, no Setor Oeste de Goiânia.

“As pesquisas vêm errando, sistematicamente, nos últimos anos”, disse Maguito Vilela, prefeito de Aparecida de Goiânia (GO), que acompanhou Íris Rezende juntamente com Paulo Garcia (PT), prefeito de Goiânia.

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Ocorrências policiais, substituição de urnas e falta de energia em algumas cidades estão movimentando as eleições do segundo turno em Goiás, na manhã deste domingo, 31.

Onze urnas já foram trocadas por pequenos problemas técnicos, alguns causados pela forte chuva da madrugada. Além disso, a cidade de Rio Verde, no sudoeste goiano, está sem energia e as urnas estão funcionando por baterias. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Goiás, a falta de energia não está atrapalhando o ritmo da votação na cidade.

Já na capital do estado, duas pessoas foram autuadas na madrugada  pela Polícia Federal por jogarem panfletos de candidatos a governador e a presidente da república nas ruas do Setor Oeste, zona nobre da capital goiana. Os envolvidos estavam com grande quantidade de panfletos e adesivos de candidatos. Os materiais foram apreendidos pela PF.

Além do crime eleitoral, um dos envolvidos também responderá por desacato, já que pronunciou palavras de baixo calão aos policiais e se negou a apresentar documentos de identificação pessoal.

Após a ocorrência e à assinatura do Termo de Compromisso de Comparecimento às audiências perante a Justiça Eleitoral ambos foram liberados.

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