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Uma fraude em pagamentos de precatórios teria bancado diárias de até 11 mil euros em hoteis de luxo em Paris, compra de seis carros avaliados em R$ 1 milhão e a construção de uma pousada à beira-mar. O esquema, segundo investigação do Ministério Público, foi organizado dentro do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte.
Os gastos teriam sido feito pelo casal Carla Ubarana, 41, e pelo marido George Leal, 45. Carla foi chefe por cinco anos da divisão responsável pelos pagamentos dos precatórios. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, o casal disse em depoimento que os desembargadores Osvaldo Cruz e Rafael Godeiro ficaram com a maior parte dos desvios e eles ficaram somente com 30%.
O casal negociou delação premiada e disse que gastos com diárias nas viagens internacionais chegaram a R$ 1,2 milhão. Além disso, o casal comprou cinco terrenos avaliados em R$ 3 milhões em Baía Formosa (97km de Natal), onde contruiu uma pousada.
O esquema teria lucrado em cima de rendimentos de contas que recebiam os recursos provenientes de dívidas de precatórios devidos pelo Estado e pela capital. Os primeiros da lista, que tem 1800 pessoas, aguardam há pelo menos 12 anos.
O casal está em prisão domiciliar na casa de luxo em que mora em um bairro nobre de Natal.
Tags: desvio de dinheiro, fraude, precatórios, RN
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do estadão.com.br
O ator Pedro Urizzi, de 25 anos, preso durante a a Marcha da Corrupção na Avenida Paulista, no último sábado, 21, publicou em seu perfil no Facebook vídeo com imagens do momento da sua prisão. O ator alega ter sido detido sem motivo e negou ter cometido desacato.
Pedro Urizzi foi solto depois de depôr na 8ªDP ainda na noite de sábado. O ator contou que estava a caminho de um jantar quando passou pela Paulista. No momento do tumulto ele disse ter tentado impedir que um policial lançasse bombas de efeito moral. “Eu gritei: ‘não joga bomba porque tem criança!’, afirmou. Após isso ele foi abordado e levado para a delegacia. As imagens mostram Pedro Urizzi deitado no chão e sendo colocado na viatura.
A Polícia Militar esclareceu que foi coerente na atuação e que apurará qualquer eventual abuso. O caso teve repercussão na internet. A foto colocada pelo ator sem seu perfil no Facebook já recebeu 14,8 mil compartilhamentos. O ato anticorrupção reuniu cerca de 1.500 pessoas, de acordo com a estimativa da PM.
Tags: Marcha da Corrupção, Pedro Urizzi
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Isadora Peron, de O Estado de S. Paulo

ATENÇÃO: “Você foi eleito graças a algumas manobras eleitoreiras, como pagar churrascos e fazer showmícios nas favelas, onde você prometeu um monte de coisas, que não são nem da sua alçada. Mas… E daí? Você tá de olho é no salário, nos cargos e, principalmente, nos contratos”.
O aviso, nu e cru, aparece assim que você começa a jogar o “Roba Roba“, game lançado nesta quinta-feira,19, no Facebook pela empresa PlayerUm. A ideia é mostrar a carreira de um político corrupto. Na primeira fase, você é um vereador. Na segunda, deputado estadual. E assim sucessivamente até chegar ao ápice: a cadeira da presidência do Senado.
Para passar de fase, e, consequentemente, subir na vida, é simples. O jogador precisa “desviar” dinheiro e fugir dos “inimigos” que irão tentar detê-lo: a imprensa, a Justiça, o povo e a temida Polícia Federal.
O design do jogo lembra o antigo Pac-Man. Quanto mais dinheiro o jogador embolsar, mais antitroféus vai ganhar: menos hospitais, menos escolas, menos estrada, isto é, cada vez menos investimentos na cidade porque os recursos estão todos com destino certo, a corrupção.
O Roba Roba não é o primeiro jogo de cunho político que a empresa lança. Durante o segundo turno das eleições de 2010, eles criaram o “Tamatocracia”. O objetivo era acertar tomates nos então candidatos à Presidência: a petista Dilma Rousseff e o tucano José Serra. Foram mais de 1 milhão. No ano passado, após inúmeros bueiros explodirem no Rio, eles criaram o “Desafio Rio Boom-eiro”, cujo objetivo era caminhar pela cidade maravilhosa sem ser acertado.
Segundo um dos sócios da PlayerUm, Rubens Blajberg, a empresa costuma aproveitar fatos que estão em evidência para fazer games que satirizam a realidade. Desta vez, no entanto, foi diferente: “Infelizmente, a corrupção está sempre acontecendo. Então a gente nem precisou esperar pelo timing, foi só ter a ideia e montar o jogo. E aí coincidiu com o escândalo do Cachoeira agora, mas poderia ter sido com qualquer outro”, afirmou Blajberg, fazendo referência ao caso do contraventor Carlinhos Cachoeira, cuja CPI foi criada nesta quinta no Congresso.
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O caso Demóstenes vai prejudicar o DEM nas eleições de 2012?
Total de votantes: 1.431
Tags: Carlinhos Cachoeira, corrupção, Demóstenes Torres, Senado
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Texto atualizado às 18h43
O envolvimento irregular entre o contraventor Carlos Augusto Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, e parlamentares, e que desencadeou em investigações da Polícia Federal resultou também numa troca de provocações entre deputados de Goiás, via Twitter. A discussão envolveu o deputado Armando Vergílio (PSD) e o deputado Ronaldo Caiado (DEM), após Caiado ter cobrado provas do Ministério Público e da Polícia Federal sobre a denúncia feita pela revista Veja de que Cachoeirinha financiava campanhas políticas com fundos vindos da exploração ilegal de jogos em Goiás, entre as quais a do senador Demóstenes Torres (DEM-GO).
‘Não se deixe levar pelas provocações dos desafetos q vc constrói com seu estilo ‘BOI SELVAGEM’ no comando do DEM’, disparou Vergílio.
Caiado deu como resposta: ‘Prefiro fazer política ao estilo boi selvagem que ao seu estilo boi de canga’, replicou ao se manifestar também contrário à instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), proposta pelo deputado Protógenes (PCdoB) exclusiva para o caso. Segundo Caiado, já existem provas e investigações suficientes do MP e da PF. ‘CPI é para algo novo, sem investigação, como a corrupção que toma conta dos ministérios. Por que não assinaram a CPI da Corrupção?’, tuitou.
Vergílio reagiu à discordância do colega e ironizou Caiado. ‘Porém sendo a CPI instalada me disponho a participar ativamente dela ativamente, e vc???’, escreveu.
‘Mostre q ñ tem canga. Faça parte da CPI. Quero te encontrar lá. Quem ñ deve, ñ teme, quem ñ teme ñ treme’, postou Vergílio.
O deputado do PSD ainda cobrou de Caiado ‘a verdadeira opinião’ que ele tinha sobre os deputados de sua sigla envolvidos no caso. O deputado do DEM disse que esperará para ver todos os documentos da operação antes de formular qualquer juízo de valor dos partidos. Vergílio rebateu, afirmando que fará também o juízo de todos, ‘especialmente daqueles que são (ou se consideram os paladinos da moralidade’, referindo-se aos correligionários de Caiado.
Mais tarde, o deputado do DEM voltou a tuitar sobre o caso, escrevendo que não poupará culpados do caso, independente de partido, cargo ou governo.
Registros revelam gravações feitas pela PF de diálogos entre o senador e Cachoeira, em que Demóstenes pediria o pagamento de uma despesa de táxi-aéreo de R$ 3 mil. Em outra gravação, o senador teria revelado ao empresário detalhes de reuniões reservadas da qual participou no Congresso.
O relatório, segundo a reportagem, foi enviado à Procuradoria Geral da República em 2009, mas não teve encaminhamento. O documento aponta o envolvimento de outros deputados.
Carlinhos Cachoeira foi preso no final de fevereiro na Operação Monte Carlo, deflagrada pela Polícia Federal e que levou cerca de 30 pessoas à prisão. Na semana passada, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, disse que vai analisar os diálogos. Nessa terça-feira, 20, o deputado Protógenes Queiroz (PC do B-SP) entregou pedido de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a relação de parlamentares com o empresário.
Tags: Cachoeira, CPI, DEM, Demóstenes, Deputados, Protógenes, PSD
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Três empresas flagradas em reportagem do programa ‘Fantástico’, da TV Globo, oferecendo propina para fraudar licitação no hospital Clementino Fraga, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, também prestaram serviços para o governo federal. Segundo reportagem do site Contas Abertas, o valor dos contratos com a administração federal direta soma R$ 152,3 milhões entre o início de 2010 e março deste ano.
A maior beneficiária dos contratos é a Rufolo – Empresa de Serviços Técnicos e Construções Ltda, que foi chamada para a licitação de contratação de mão-de-obra para jardinagem, limpeza, vigilância e outros serviços, que recebeu R$ 73,1 milhões.
Em seguida, vêm a Locanty Soluções (coleta de lixo) e a Toesa Service (locadores de veículos), que receberam R$ 70,1 milhões e R$ 9,1 milhões, respectivamente. A empresa Bella Vista Refeições Industriais, também envolvida nas denúncias veiculadas pela TV Globo, não celebrou contratos a nível federal.
Nesta terça-feira, 20, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assinou portaria suspendendo os contratos com as quatro empresas flagradas. Paralelamente, a Polícia Federal, a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU) iniciaram uma devassa nas compras de produtos e serviços em hospitais públicos no Estado, ante suspeitas de fraudes generalizadas.
Todos os contratos dessas empresas – não só com o hospital fluminense, mas com a saúde pública em todo o País – passarão pelo pente fino do Ministério, que acionou o Departamento Nacional de Auditoria do SUS para atuar em parceria com a CGU na devassa.
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Preso há 12 anos e condenado a mais de 110 anos de prisão, o ex-deputado federal e ex-coronel da Polícia Militar Hildebrando Pascoal – o “homem da motosserra” – enviou duas cartas de ameaça e extorsão a autoridades do Judiciário do Acre. O material integra um inquérito sigiloso em tramitação no Ministério Público do Estado. Leia a íntegra a seguir:
“Procuradora de Justiça Vanda Denir Milani Nogueira
Desde os primeiros dias de minha prisão, você, com medo dos opressores, foi a pessoa que mais me abandonou. O que mais senti foi, para agradar os tiranos, o seu julgamento, coisa que você não tem moral de fazê-lo, pois a maioria dos problemas criados teve você como pano de fundo, ou seja, você como protagonista, principalmente aquele da Secretaria de Segurança Pública, quando você era delegada de polícia, que você hoje finge até para si própria que não tem nada a ver, esquecendo-se que pessoas que se encontram na minha situação, o que mais tem é MEMÓRIA.
Nas poucas vezes que precisei de você e de sua família, para não dizer a única, tive minhas mãos vazias.
Hoje encontro-me em uma situação, que sei, que cheguei a ela levada pelo descaso, pela falta de força de vontade, pelo descaso dos meus irmãos e da minha família e, que muitas vezes, ainda chegam aos meus ouvidos que eu teria sido o responsável por ter destruído a família.
Vanda, você sabe como ninguém que nossos problemas eram únicos e de todos, inclusive, indo à minha casa fazendo cobranças.
Durante meus julgamentos não delatei ninguém, dei meu próprio sangue e dos meus filhos e netas, e o que eu recebi foi o desprezo e o descaso.
O Des. Gercino pediu ao governador Orleir Cameli para que me persuadisse a participar de uma reunião com ele, para acabarmos com as desavenças. Orleir fez o pedido e eu o aceitei.
A reunião fora marcada para quarta-feira entre Gercino e eu, sendo mediada pelo governador. Ingenuinamente comentei com você, Vanda, da reunião que seria realizada entre Gercino e eu com a mediação de Orleir. Estranhamente a reunião não fora realizada.
Você, Vanda, sabendo da reunião porque eu havia lhe falado, movida pelo ódio e pela vingança por não ter sido escolhida por mim como candidata a deputada estadual, falou para o então governador que eu iria matá-lo, razão pela qual a reunião não se realizara.
Após minha cassação e prisão, o dr. Ery Varela, advogado do então governador Orleir Cameli, me falara desses absurdos, dessa mentira cometida por você.
O Des. Gercino entrou em desespero e passou a utilizar-se de todos os meios repugnáveis ao Estado Democrático de Direito para me destruir, como destruiu-me com o apoio de Jorge Viana.
Vanda, não tenho mais nada a perder. O que vai me segurar, no momento, é o objetivo de manter-me e manter minha família.
Você conseguiu com sua turma tirar a minha patente e o meu salário, posição que conquistei, com honra.
O Ministério Público e o Poder Judiciário acreano nunca teve e não tem autoridade moral para me denunciar e condenar-me.
Sinto muito, mas vou tomar atitudes que até hoje evitei, mesmo sendo muito massacrado, portanto, vou tornar público todas as mazelas do Ministério Público e do Poder Judiciário, fornecendo detalhes.
Não tenho mais nada a perder. O que vai me segurar, no momento, é o objetivo de manter minha família.
Diante do exposto, solicito que me encaminhe, mensalmente, a importância de R$ 6.000,00 (seis mil reais) para me manter e manter minha família (filhos e netas).
Caso não me atenda, tenha a gentileza de encaminhar esta carta para os órgãos competentes, pois caso contrário eu a encaminharei e apresentarei esclarecimentos provando os fatos.
Unidade Penitenciária 2/AC, 27 de setembro de 2011.
Hildebrando Pascoal
P.S. Vanda, Ainda tem as aposentadorias dos soldados da borracha para serem esclarecidas, ou seja, tornar público as podridões. Quando eu for ouvido pelos Conselhos Nacional de Justiça e do Min. Público as pensões dos soldados da borracha serão esclarecidas também.”
“Senhora Desembargadora Eva Evangelista,
Trinta dias, aproximadamente, antes da realização do concurso público para provimento de cargos de Promotor de Justiça do Estado do Acre, a senhora e o seu marido Menandro passaram a frequentar todas as noites a casa da procuradora de Justiça Vanda Denir Milani Nogueira, minha cunhada.
E como todas as noites nós nos encontrávamos lá para longas conversas, informações e recebimento de documentos sigilosos do Poder Judiciário, em momentos agradáveis regados a jantares, não é justo que só eu faça parte de uma colheita tão amarga: ver meus filhos e netos passarem necessidades por uma atitude de comum acordo que tomei com a senhora e outros amigos de seu quilate que não vem ao caso citá-los, a não ser em hora oportuna.
Diante de tanta amizade, de tantos envolvimentos, não cabia a senhora se aliar aos meus algozes Jorge Viana e Tião Viana condenando-me à desonra e à execração pública.
A senhora bem sabe que não é detentora de princípios éticos e morais para julgar-me como ser humano, nem tão pouco como Oficial honrado que fui.
Você Eva, sabe muito bem que eu presenciei a Procuradora de Justiça Vanda Milani Nogueira, minha cunhada, entregando-lhe, em mãos, o gabarito das provas do concurso público do Ministério Público Estadual para ser repassado para sua filha, Gilcely Evangelista, hoje Procuradora de Justiça.
Em outra oportunidade presenciei também, a minha cunhada Vanda entregando em mãos para o seu esposo Menandro que se encontrava em sua companhia o gabarito das provas do concurso público do Ministério Público do Estado do Acre.
Desta vez, o concurso fora anulado em face da evidência da incapacidade de seu marido e outro. O escândalo veio à tona.
Atendendo pedido verbal da minha cunhada Vanda e da senhora, fui ao jornal A Tribuna e pedi ao proprietário do jornal, empresário Ely Assem de Carvalho, que abafasse o escândalo referente ao concurso público do Ministério Público do Estado do Acre. Pedido semelhante fiz ao jornalista Silvio Martinelo, proprietário do jornal A Gazeta. Paguei muito caro por esse pedido feito ao Silvio.
Valter Montila era o Procurador-Geral de Justiça, de direito, mas de fato era a Vanda.
Depois a Vanda fora nomeada Procuradora-Geral de Justça.
A única arma que eu tenho e que não gostaria de usá-la é a caneta, associada aos conhecimentos que tenho sobre sua conduta nada recomendável para uma pessoa da sua importância social, portanto irei usá-la com a consciência tranquila.
Encaminharei a cópia desta carta para os Conselhos Nacional de Justiça e do Ministério Público para conhecimento e providências, bem como após encaminhamento a postarei na internet.
Tenho plena certeza que serei ouvido pelos Conselhos e prestarei todos os esclarecimentos.
Infelizmente em certos momentos de nossas vidas, nos encontramos em posições em que nos deparamos com pessoas erradas, nos lugares errados e em situações mais erradas ainda, onde traímos os nossos ideais e nossas convicções.
Este é o desabafo de um homem que sempre, indiscutivelmente, colocou em primeiro lugar a ética e a honra.
Unidade de Regime Fechado 2/AC, 3/11/11″
Tags: Acre, Hildebrando Pascoal
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Isadora Peron, de O Estado de S.Paulo
O movimento anticorrupção 31 de Julho encerrou no domingo, dia 15 de janeiro, a votação no Facebook para escolher os políticos que mais abusam dos “malfeitos” no País.
Quem venceu a competição – com folga – foi o presidente do Senado, José Sarney (PMDB), que recebeu 59,5% dos quase 7 mil votos. Em seguida veio o ex-ministro José Dirceu (PT), com 18,8%, e a deputada Jaqueline Roriz (PMN), com 8,4%.
Os três “competiram” com os seis ministros do governo Dilma demitidos ano passado após denúncias de irregularidades. Os critérios para a escolha dos candidatos foram definidos pelos organizadores do concurso.
A entrega do Troféu Algemas de Ouro está marcada para quinta-feira, dia 19, no baile pré-carnavalesco batizado de “Pega Ladrão”. A festa a fantasia acontece no Clube dos Democráticos, no tradicional bairro carioca da Lapa.
Segundo os organizadores do evento, a ideia do concurso surgiu para dar prosseguimento, de uma maneira mais leve e bem-humorada, às manifestações contra a corrupção que começaram ano passado.
Confira o resultado final da enquete no Facebook:
1º Lugar – Algemas de Ouro – José Sarney
2º Lugar – Algemas de Prata – José Dirceu
3º Lugar – Algemas de Bronze – Jaqueline Roriz
Tags: corrupção
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Imagens gravadas em novembro mostram o ex-vereador Joaquim Teixeira Barbosa (PSC), de Boa Vista do Ramos (AM), guardando maços de dinheiro na cueca. As notas são entregues pelo prefeito da cidade, Elmir Lima Mota (PSD). O vídeo será periciado pela Polícia Federal a pedido da Procuradoria-Geral de Justiça do Estado do Amazonas, segundo reportagem da Folha de S.Paulo.
O caso também é investigado em comissão da Câmara Municipal de Boa Vista do Ramos. O vídeo foi entregue ao Ministério Público pelo vereador Júnior Andrade (PT) que informou ter recebido as imagens de servidores públicos insatisfeitos com a administração do prefeito.
O Ministério Público vai investigar a origem do dinheiro e a suspeita de que a quantia seja para Joaquim Teixeira Barbosa deixar o cargo. O vereador foi eleito em 2010 e renunciou no dia 9 de novembro, dois dias antes da gravação das imagens. Em seu lugar teria assumido um aliado do prefeito.
Elmir Lima Mota, que já foi afastado do cargo por suspeitas de irregularidades, afirmou ser vítima de extorsão. O vereador, por sua vez, nega ter tentado extorquir o prefeito e que renunciou por acordo com seu partido. O dinheiro (R$ 25 mil) das imagens, segundo ele, era referente a uma dívida.
Outro caso. Em 2009, durante as investigações sobre o mensaldão do DEM, teve repercussão também um vídeo em que o empresário Alcy Collaço aparece escondendo maços de notas de R$ 100 na cueca. Dono de um pequeno jornal em Brasília, ele foi apontado no inquérito como responsável por receber propina para o PPS.
Tags: dinheiro cueca, Elmir Lima Mota, Joaquim Teixeira Barbosa, vereador AM
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O 1º Congresso Contra Corrupção, que ocorre nesta sexta-feira, à partir das 18h, terá transmissão pela internet. O evento que reúne especialistas sobre o tema para um debate, foi promovido pelo movimento NASRUAS, com apoio do movimento Mudança Já, da AMARRIBO, do Movimento 31 de Julho, dos Maçons Contra a Corrupção e do Ministério Público.
Acompanhe a transmissão neste link

Tags: Congresso Contra Corrupção, debate, NASRUAS
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