Como seriam os diálogos entre os personagens da história se existisse o Facebook na época em que foi feita a Independência do Brasil? O pessoal do site youpix.com.br resolveu encarar a brincadeira e criou este uma página com esses diálogos. Estão lá nomes como Napoleão Bonaparte, D. João VI, Dom Pedro I e José Bonifácio, em meio a celebridades da internet, como a Xuxa Verde e o Garoto Mamilo, entre outros.
A linguagem imita a que encontramos em muitas páginas do Facebook, usando inclusive algumas gírias que se tornaram populares a partir da internet.
Logo no primeiro post, Napoleão Bonaparte avisa Dom João VI:
“Ae seu arregão, agora tá tudo fechado aqui na Europa. #todoschora”
Dom João VI responde, como faria um jovem de hoje em dia: “vixi, não tá fácio”.
E assim segue a história, passando pelos momentos marcantes do processo da Independência – no Dia do Fico, José Bonifácio pede para D. Pedro I: “Fica, vai ter Bolo”.
Segundo explicou Bia Granja, uma das criadoras da pérola, o Youpix é um site que acompanha a cultura de internet “e de vez em quando a gente faz alguma coisa de humor com as redes sociais.”
Vale a pena dar uma conferida:
Tags: Facebook, Independência do Brasil, Internet
Estadão.com.br
Depois de incentivar milhares de pessoas a aproveitar o Dia da Independência para protestar, os organizadores da Marcha Nacional Contra a Corrupção querem agora fazer pressão por mudanças efetivas. Segundo Luciana Kalil, uma das organizadoras da marcha, o próximo alvo do grupo será colher assinaturas para apresentar projetos de lei de iniciativa popular com o objetivo de, por exemplo, extinguir o voto secreto na Câmara dos Deputados e no Senado.
Para José Jance Marques, que ajudou na divulgação da marcha, eles vão esperar a reação dos políticos, “que devem ter entendido o recado”, para então planejar os próximos protestos. A página da marcha no site de relacionamentos Facebook continuará ativa, segundo ele.
De acordo com Luciana, a manifestação teve um caráter genérico contra a corrupção e, por isso, não cabia criticar alguém em particular. “Fomos procurados por alguns partidos e políticos que queriam que levantássemos bandeiras específicas, contra alguém em particular, mas nunca aceitamos isso. Conseguimos realizar uma marcha apartidária.”
O apartidarismo levou Luciana e outros organizadores a ouvir acusações de não terem “formação política”, fato que ela admite e não vê como algo negativo. “Eu realmente não tenho muito conhecimento sobre os partidos políticos e nunca havia participado de manifestações. Fizemos a coisa toda de forma amadora e não sabíamos nem o que fazer quando vimos tanta gente reunida. Só que, além da indignação, foi justamente o caráter apartidário da marcha que motivou tanta gente a participar. Ninguém ali queria empunhar a bandeira de qualquer partido, mas sim, a do Brasil.”

Promovida em várias cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, a marcha levou, somente em Brasília, entre 25 mil e 30 mil pessoas à Esplanada dos Ministérios. Precisar o número exato de participantes é quase impossível já que, na capital federal, muita gente que assistia ao desfile oficial de 7 de Setembro aderiu ao protesto.
* Com informações da Agência Brasil
Tags: Facebook, Marcha da Corrupção, voto secreto
Manifestantes participaram do Grito dos Excluídos, cujo lema este ano é “Pela vida grita a Terra… Por direitos, todos nós”, na manhã desta quarta-feira, 7, na avenida Paulista em São Paulo. O ato é organizado pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil e conta com apoio de outras entidades.
Também na avenida Paulista, cerca de 500 pessoas aderiram ao Caras Pintadas contra a Corrupção, de acordo com estimativas da Polícia Militar. O ato foi um dos vários marcados por meio das redes sociais previstos para esta quarta. A manifestação foi pacífica e não houve registro de incidentes. Em Brasília, 25 mil participaram da Marcha Contra a Corrupção. / Com informações da rádio Estadão ESPN
Agência Brasil e estadão.com.br
Com a expectativa de reunir até 30 mil pessoas, a Marcha Contra a Corrupção atraía cerca de mil manifestantes na Praça do Museu da República, em Brasília, por volta das 10h da manhã desta quarta-feira, 7. O movimento foi organizado pelo Facebook e outros atos parecidos são esperados em ao menos 35 cidades. Ao final do ato, cerca de 25 mil participaram da marcha.
Em Brasília, o grupo sairá em caminhada do Museu Nacional de Brasília em direção ao Congresso Nacional. Muitos usam camisetas prestas e faixas com mensagens pelo fim da corrupção. De acordo com organizadores, o ato não deve se dirigir ao palanque da presidente Dilma Rousseff, que acompanha o desfile de 7 de setembro.
Tags: 7 setembro, marcha corrupção
Tânia Monteiro e Denise Madueño, de O Estado de S.Paulo
No primeiro desfile pelo Dia da Pátria sob comando da primeira mulher a chegar à Presidência da República, Dilma Rousseff, nesta quarta-feira, 7, foram notadas duas diferenças em relação aos últimos anos. A primeira saltava aos olhos: o palanque presidencial reuniu quase todo o ministério do governo Dilma. A segunda alteração foi a ausência do vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB-SP), que foi passar o feriado do Sete de Setembro em Natal (RN). O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), também marcou presença.
Os ministros fizeram questão de ficar na cidade. Ao todo, com meia hora de desfile, estavam no palanque pelo menos 32 ministros – o governo tem atualmente 38 autoridades com status ministerial. No palanque, os ministros das Relações Exteriores, Antonio de Aguiar Patriota), e da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, ficam mais próximos da presidente por serem os dois ministérios mais antigos. Quando a presidente Dilma chegou ao palanque, já estavam lá:
- Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia)
- Ana de Hollanda (Cultura)
- Orlando Silva (Esporte)
- Edison Lobão (Minas e Energia)
- Miriam Belchior (Planejamento)
- Fernando Bezerra (Integração Nacional)
- Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral)
- Garibaldi Alves (Previdência)
- Ideli Salvatti (Relações Institucionais)
- Celso Amorim (Defesa)
- Luiz Sérgio (Pesca)
- Paulo Sérgio Passos (Transporte)
- Antonio Patriota (Relações Exteriores)
- Paulo Bernardo (Comunicações)
- Gleisi Hoffmann (Casa Civil)
- Fernando Haddad (Educação)
- Moreira Franco (Assuntos Estratégicos)
- Mendes Ribeiro (Agricultura)
- Mário Negromonte (Cidades)
- José Eduardo Martins Cardozo (Justiça)
- Pedro Novais (Turismo)
- Jorge Hage (Controladoria Geral da União)
- Alexandre Tombini (Banco Central)
- Izabella Teixeira (Meio Ambiente)
- Helena Chagas (Comunicação da Presidência)
- Alexandre Padilha (Saúde)
- Afonso Florence (Desenvolvimento Agrário)
Tânia Monteiro, de O Estado de S.Paulo
Sem atrasos, a presidente Dilma Rousseff deu início às comemorações ao dia da Pátria, na manhã desta quarta-feira, 7. Previsto para começar às 9h, Dilma chegou em carro aberto e foi recebida pelo governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), e pelo ministro da Defesa, Celso Amorim. Neste ano, a estrutura de segurança em volta do palanque presidencial foi reforçada.
Em anos anteriores, artistas e atletas que participavam do desfile podiam, eventualmente, estender a mão ao presidente que, da beirada do palanque, os cumprimentavam. Nesta quarta, porém, a grade montada na pista afasta do palanque quem passa no desfile. Estão mais altas também as grades na lateral do palanque presidencial e há mais segurança nos espaços reservados para a imprensa.
Segundo a Polícia Militar, cerca de 40 mil pessoas assistem à cerimônia, acompanhada também por quase todos os ministros do governo Dilma, que neste ano lotaram o palanque presidencial. O vice-presidente Michel Temer não compareceu. Os nadadores Cesar Cielo e Ana Marcela Cunha participaram da abertura do desfile, na passagem do fogo simbólico da Pátria. A cerimônia acabou por volta das 11h30, com a apresentação da Esquadrilha da Fumaça, com manobras de aeronaves da Força Aérea.
Manifestação. Com manifestações previstas para ocorrer no mesmo dia do desfile, o primeiro ato veio de familiares e ex-militares. Ainda na madrugada, por volta das 4h, cerca de mil pessoas ocuparam uma arquibancada quase em frente ao palanque presidencial, reservada para autoridades e pessoas com convite especial. O grupo, vindo de 14 Estados, é formado familiares e ex-militares que integram a Associação Nacional de Ex-Soldados Especializados da Aeronáutica (Anese) e reivindica a reintegração ao Comando da Aeronáutica.
Segundo Marcelo Lopes, representante da Anese em Brasília, os ex-soldados prestaram concurso para a Força Aérea e, no entendimento deles, deveriam continuar na carreira até o posto de suboficial. Em 2001, no entanto, 12,4 mil concursados foram dispensados. De lá para cá, os ex-soldados pressionam o governo pela reintegração.
Apesar da pressão dos seguranças, o grupo não deixou o local, mas negociou a permanência e assegurou que não haveria manifestação ofensiva. A documentação com a reivindicação está com Gilberto Carvalho, ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República.
Atualizado às 11h38
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