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Pesquisa Datafolha mostra crescimento de Dilma e estabilidade de Aécio e Campos

Lilian Venturini

quarta-feira 02/07/14

Levantamento divulgado nesta quarta mostra crescimento de 4 pontos procentuais da presidente enquanto rivais oscilam dentro da margem de erro

Pesquisa do instituto Datafolha sobre a sucessão presidencial divulgada na noite desta quarta-feira, 2, mostra que a presidente Dilma Rousseff (PT) cresceu quatro pontos porcentuais em relação ao último levantamento, feito no início de junho.

A petista foi de 34% das intenções de voto para 38%, enquanto seus principais adversários, Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), oscilaram dentro da margem de erro – de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

No mesmo período, Aécio passou de 19% para 20% e Campos de 7% para 9%.

Foto: Roberto Stuckert Filho/Divulgação

Foi a primeira pesquisa Datafolha após o início da Copa do Mundo. Foram entrevistados 2.857 eleitores em 177 municípios ontem e anteontem. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (BR-00194/2014).

Esta é a primeira vez, desde fevereiro, que o Datafolha registra crescimento nas intenções de votos da Dilma. Naquele mês, a candidata à reeleição estava com 44%. No mês seguinte, ela perdeu seis pontos porcentuais e ficou com 38%. Em maio, oscilou um ponto dentro da margem de erro e registrou 37%. Em junho, antes da Copa, estava com 34%.

Aécio tem mantido o patamar de 20% de intenções de votos desde maio. Campos tem oscilado dentro da margem de erro desde fevereiro.

No levantamento, Pastor Everaldo (PSC) aparece com 4% das intenções de voto; José Maria (PSTU), tem 2%; Eduardo Jorge (PV), Luciana Genro (PSOL), e Mauro Iasi (PCB) têm 1% cada. O índice de brancos e nulos foi de 13% – em junho era de 17% – e não sabem 11%.

Os números do Datafolha se assemelham aos da mais recente pesquisa Ibope, divulgada em 19 de junho, na qual Dilma oscilou dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais – de 38% para 39% em relação o levantamento anterior, divulgado em 10 de junho. Aécio Neves oscilou de 22% para 21% no mesmo período e Campos passou de 13% das intenções de voto para 10%.