
Eduardo Bresciani, do estadão.com.br
A cerimônia de transmissão de cargo de Orlando Silva para Aldo Rebelo no Ministério do Esporte acabou se transformando em uma clara demonstração de que o PC do B pretende continuar dando as cartas na pasta. O presidente da legenda, Renato Rabelo, não só estava presente como discursou, algo incomum neste tipo de cerimônia.
Rabelo foi o primeiro a falar. Disse que o partido foi vítima de uma campanha “vil e sórdida” e não vai aceitar as denúncias imputadas. “O PC do B levará até o fim a apuração dessa tentativa de nos denegrir”. Fez diversas menções ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que colocou o partido a frente do Esporte ainda em 2003. Elogiou Orlando Silva e disse que o PC do B sente orgulho dele.
O ex-ministro focou seu discurso na defesa do seu trabalho e dos servidores do ministério, principalmente os do programa Segundo Tempo, alvo de sucessivas irregularidades. “Queria cumprimentar os servidores, em especial do Segundo Tempo, imagino como devem ter ficado quando a dedicação de vocês foi tratada de maneira tão vil e desonesta nos últimos dias”. Orlando teve tempo ainda de defender Waldemar de Souza, secretário-executivo da pasta, que deve ser um dos primeiros a ser trocado por Aldo. “Waldemar de Souza foi um leão na condução do ministério”, disse Orlando.
A fala de Aldo foi semelhante à feita na cerimônia de posse, no Palácio do Planalto, na qual fez elogios ao trabalho de Orlando. Em entrevista após a transmissão de cargo, o ministro afirmou que pretende montar a equipe fazendo um equilíbrio entre servidores que já trabalham no ministério e pessoas de fora. Destacou que o fato de ser ou não do PC do B não será importante para suas decisões e prometeu tomar com rapidez decisões sobre as possíveis substituições. Ele procurou ainda minimizar a presença de Rabelo e o discurso de Orlando tratando ambas as ações como praxe.
Tags: Aldo Rebelo, ministério do esporte, Orlando Silva, PC do B
Realmente o Ministro foi de menos importancia neste caso. Quem deveria estar sob inquerito é o PC do B, que tomou conta de um Ministerio da Republica para montar um esquema de quadrilha para usar recursos publicos para fazer caixa 2. Alias este tipo de atuação não é visto como crime pelos politicos desde que o Mensalão do PT foi definido como”recursos não contabilizados”. Infelizmente é um esquema seguido por outros partidos: O PR nos Transportes, o PMDM no Turismo e Agricultura etc etc etc. Quando a nova classe media acordar para o fato de que trabalham 1/3 do ano para pagar impostos que são usados desta fora por politicos sem escrupulos talvez se consiga algum avanço na democracia. Até lá vai acontecer a mesma coisa ad eternum…
Que fotografia interessante. Um Rei do futebol, dois marginais se confraternizando e um canalha vagabundo velhaco sózinho e sorrindo, provavelmente da cara do povo.
E,assim caminha a democracia do faz-de-conta,ora designada por corruPTocracia,comandada pelos socialistas das esquerdas corruPTas.Acorda,Brasil e submeta essa corja ao isento Tribunal Penal Internacional.
Não foi o que li em outras midias. Mas é de se esperar manchetes desse tipo vindo do Estado. Enganar leitores via manchetes ja é tradição…mas fazer o que certo?
Sem dúvida, o sistema democrático é o melhor dos mundos. Agora, sem ferir a democracia, há necessidade de busca de outros modelos de gestão do país. Vejam o caso do Brasil. Os políticos usurparam a democracia para através dela buscar unicamente seus próprios interesses.
Porque não tentamos outro modelo de gestão. Algo hibrido entre o modelo de representação partidária e administração profissional. Elegeríamos os membros do parlamento e buscaríamos no mercado profissionais competentes para gerir as mais diversas áreas de responsabilidade de ministros e secretários.
Para início de sondagem e conhecimento de um modelo alternativo, poderíamos introduzir em nossa constituição que os estados e/ou municípios poderiam, através de referendo, escolher o modelo de administração que mais lhes parecesse adequado. Poderíamos começar com os municípios. Elegeríamos só os vereadores e buscaríamos profissionais para gerirem município. Estes profissionais seriam avaliados pelos vereadores eleitos pelo povo. Vale a pena tentar algo novo pois do jeito que estão só buscam seu interesses e a nação vai afundando a cada dia em descaso e corrupção. Para discussão.
Onde se ler PC do B, leia-se PC do Bolso.
Roberto Freire e a turma do PSOL devem estar com a consciência tranquila, pois foram os primeiros a abandonar essa barca furada.
E la nave va.
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