Agência Brasil
Centenas de pessoas participam nesta quarta-feira, 27 , em frente ao Fórum João Mendes, no centro de São Paulo, de um ato para lembrar as vítimas da ditadura militar. Com faixas e fotos de militantes desaparecidos e mortos, elas pedem justiça e cadeia para os torturadores que agiram durante a ditadura militar. Dentro do prédio, a juíza Claudia de Lima Menge ouve testemunhas de acusação arroladas pelos advogados da família do jornalista Luiz Eduardo Merlino, torturado e morto em 1971, aos 23 anos. Os parentes do jornalista acusam o coronel reformado do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra como autor da morte de Merlino. Ustra não compareceu à audiência.
Ustra foi comandante do Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operação de Defesa Interna (Doi-Codi) do 2º Exército, em São Paulo. Ele já foi condenado em primeira instância e declarado torturador em uma ação movida pela família do jornalista em 2007. No ano seguinte, por 2 votos a 1, os desembargadores acataram o recurso dos advogados de Ustra e extinguiram o processo.
Essa segunda ação se refere a danos morais e foi movida pela irmã de Merlino, Regina Merlino Dias de Almeida, e pela ex-companheira do jornalista, Angela Mendes de Almeida. “É uma luta que estamos travando há muito tempo. Chegar até aqui é uma vitória”, disse Angela.
Maria Amélia de Almeida Telles, que entrou com a primeira ação declaratória contra o coronel Ustra, na qual ele foi considerado torturador, também achou a audiência importante. “Hoje é um momento histórico. Fico emocionada de saber que chegamos, com tanta dificuldade, mas que vamos colocar pela segunda vez, no banco dos réus, esse homem [o coronel Ustra].”
Segundo o Tribunal de Justiça, serão ouvidas as testemunhas de acusação Otacílio Cecchini, Eleonora Menicucci de Oliveira e Leane de Almeida, ex-militantes do Partido Operário Comunista (POC). Além deles, também testemunhará o ex-ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos Paulo de Tarso Vannuchi. As outras duas testemunhas, o historiador e escritor Joel Rufino dos Santos e Laurindo Junqueira Filho, deverão prestar depoimento por carta precatória.
Entre as testemunhas de defesa arroladas por Ustra estão o atual presidente do Senado, José Sarney, o ex-ministro Jarbas Passarinho, um coronel e três generais da reserva do Exército brasileiro. Eles também devem prestar depoimento por carta precatória.
Tags: Coronel Ustra, Direitos Humanos, ditadura militar, José Sarney, Luiz Eduardo Merlino, tortura
E os terrorista, não serão punidos?
E os terroristas – que hoje estão se escondendo no PT, PCdoB, outros -, que executaram inúmeros cidadãos sem nenhum envolvimento com a guerrilha ou com o DOPS, OBAN e outros, não irão a julgamento?Porque esta moeda só tem um lado?
E aqueles que mataram e torturaram – TERRORISTAS, e hoje já receberam milhões de reais não serão punidos?Porque mesta moeda só tem um lado?
Os TERRORISTAS OFICIAIS com ligações no (des)Gov.Lula e atual, continuarão soltos e sem julgamento?
Porque o ESTADÃO não publica minha escrita ou minha opinião sobre o assunto?
Porque os que mataram e agiram contra a lei – na época, não são julgados e devidamente condenados?
Os terroristas?… Além de não serem punidos, hoje fazem parte do governo, são presidentes, governadores, senadores, deputados federais e estaduais, vereadores, lobistas, assessores e funcionários de confiança etc… Estão todos muito bem colocados, com seus belos salários e roubando, fraudando, enriquecendo… e rindo, rindo muito do pobre povo que um dia lutou pela anistia política…
Cadê o meu comentário?
O que foi feito na ditadura deve ser esquecido, por que tanto guerrilheiros como militares mataram e morreram então ambos foram perdoados se mexermos na anistia esses pontos devem ser considerados http://goo.gl/h0P6j
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