Luciana Nunes Leal, de O Estado de S.Paulo
Homenageada nesta segunda-feira, 23, pela deputada estadual Aspásia Camargo (PV-RJ) na Assembleia Legislativa do Rio, a líder comunista e feminista Zuleika Alambert, santista de 88 anos que se estabeleceu no Rio depois de dez anos de exílio, entre 1969 e 1979, não mostrou entusiasmo com a primeira presidente brasileira.
Até criticou Dilma Rousseff pelo que considerou uma posição vacilante em relação à legalização do aborto, durante a campanha eleitoral. Questionada se uma mulher na presidência da República pode fazer diferença na luta feminista, respondeu: “Depende da mulher”. Sobre Dilma, comentou: “Uma pessoa que aceita falar do aborto, depois diz que é contra o aborto… A gente tem que ter uma posição firme. Eu não sou deste tipo!”
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pois ue concordo com a posição da presidente , pois se todos tem o direito de ir e vir, então o certo é ouvi-los , e ai pdera ter um debate de frente a frente com os em legaliza-los o aborto, só ai conhece os legitimos defenssores.
Dizem que se uma pessoa não foi comunista aos dezoito anos de idade, não tem coração.
Dizem também que se uma pessoa de quarenta anos de idade continua comunista, não tem cérebro.
Então, o que dizer do fóssil aí em cima?
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