O Estado de S.Paulo
Um grupo de ex-soldados concursados da Aeronáutica realizou protesto nesta segunda, 25, em frente ao Palácio do Planalto para reivindicar a reintegração na Força Aérea Brasileira (FAB). Os ex-soldados fizeram um enterro simbólico usando um caixão para chamar a atenção das autoridades.
Os integrantes da Associação Nacional de Ex-Soldados Especializados da Aeronáutica (Anese), munidos com faixas, cartazes e vuvuzelas, provocaram um grande tumulto na via de acesso à Presidência da Republica, em Brasília.
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kd o respeito ao próximo? aeronáutica: dê aos jovens o que é de direito. Tb Saito não feche os olhos! Presidenta Dilma: Cumpra seu papel, lute contra a ditadura da FAB.
Este movimento luta contra um ato de alguém que se achou no direito de botar 12 mil soudados especializados na rua sem nenhum motivo, lembrando que este cargo foi assumido por concurso publico e que no edital do concurso dizia que só poderiam fazer este concurso quem estivese quites com suas obrigações militares e no maximo com 23 anos de idade. O que houve foi um ato arbitrario de algum Ten.Brigadeiro que se achou na época DEUS e com uma canetada fez está lambança, vale lembra que até hoje esses militares constam como funcionários publicos federais; quem será que esta recebendo os proventos dos mesmos até hoje.
Este assunto tinha que ser externado ao publico pela mídia falada, escrita e televisiva; pois se trata de um escandalo, caixa dois, uma dais maiores fraudes que ja se foi feita pela Aeronautica. Pais sem justiça o nosso onde impera os desmandos e a corrupição!
Cabe alguns esclarecimentos
1) Não existe militar aposentado.
2) O militar pode ser da reserva(remunerada) ou (não remunerada, caso destes manifestantes), ambos sujeitos à mobilização.
3) O militar pode ser reformado(não mais mobilizável) por doença ou por idade. Neste caso, o militar será remunerado na inatividade.
4) Os manifestantes em questão , quando entraram na Força Armada, já sabiam que após o tempo acordado, ficariam na reserva não remunerada.
5) Não existe “Previdência social para militares”. O militar desconta do seus vencimentos 11% para a Pensão Militar, da qual só inicia o pagamento após sua morte.
Se no edital não havia qualquer menção a temporariedade de 6 anos no cargo como é que vc afirma que todos já sabiam?
Cara não sou da causa mas pare pra pensar antes de falar.
responder este comentário denunciar abusoSr. Ernesto.
Não diga tamanha bobagem, o senhor não sabe da missa a metade, se intere sobre o assunto antes de falar besteira. Esses rapazes estão lutando por um direito adquirido, passaram em concurso público federal. e mesmo se eles soubessem sobre o tempo, pelo o que eu vi e constatei no edital não há em linha e nem em parágrafo algum especificado o tempo de permanência destes militares.
Apoio esses ex-militares, e peço a Deus que eles consigam êxito.
senhor Carlos Sousa
obrigado pelo apoio que deste acerca do senhor Ernesto, as pessoas acham que estamos brincando com as autoridade deste pais, mas nao estamos correndo atras dos nosso direitos. que Deus possa continuar te abençoando e contamos com as vossas oraçoes a favor deste ato legal. que todos possa ver que nao é so nos ex-militares e sim nossa familias tambem que estao nesta luta tambem.
Atenção imprensa! tem muita coisa ainda escondida embaixo dos tapetes suntuosos da caserna de asas.
Vale o que esta escrito no edital, não existe temporariedade, e pelo contrario quem quiser é só procurar pela internet que encontra um edital no qual estará dizendo que o cargo é de carreira, podendo chegar até sub-oficial, se não fosse valido não precisaria está escrito no edital (Editais de 1994 a 2001). Qualquer pessoa leiga em direito pode constatar que é muito simples, é só interpretação de texto. O erro é tanto que a partir de 2001 o edital foi corrigido e logo após foi cancelado os concursos e agora é apenas internamente. Agradecemos todo apoio, que Deus abençoe todos.
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