Eduardo Bresciani
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), afirmou nesta segunda-feira, 14, que irá propor um projeto de resolução para que a Casa passe a dar a palavra final sobre os chamados “contrabandos” em Medidas Provisórias. Os “contrabandos” são temas estranhos a MPs incluídos no Congresso. Pelo trâmite atual, se o Senado derrubar alguma dessas emendas o projeto retorna à Câmara, que pode incluir novamente o tema. A proposta do Sarney é que se o Senado recusar alguma proposta da Câmara a MP não precise voltar.
“Tomei a decisão de o Senado adquirir (o poder) de não votando a emenda ela não volte para a Câmara. A palavra final é do Senado. Hoje a Câmara introduz elementos estranhos e se derrubarmos eles tem que voltar para lá. É uma anomalia”, disse o presidente do Senado.
Sarney deve apresentar o projeto em reunião da Mesa Diretora nesta semana. Após isto, a proposta vai ao plenário da Casa. Aprovada pelo Senado, a mudança já entra em vigor quando publicada, não passando por qualquer votação na Câmara.
O tema ganhou força após a Medida Provisória que criou a Autoridade Pública Olímpica (APO). A Câmara incluiu nesta MP uma emenda, de autoria do presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), prorrogando sem licitação contratos de 6,4 mil concessionários de aeroportos operados pela Infraero. Os senadores, inclusive da base aliada, queriam retirar a emenda, mas como isso a MP teria de voltar à Câmara e perderia a validade. Com isso, o Senado acabou aprovando o “contrabando” e os líderes aliados ficaram de solicitar à presidente Dilma Rousseff que vete a emenda.
O presidente do Senado comentou também a ameaça de acidentes nucleares no Japão após terremotos e um tsunami que atingiram o país asiático nos últimos dias. Sarney defendeu a geração de energia nuclear, mas afirmou que o problema no Japão traz a necessidade de revisão de projetos para garantir mais segurança. Ele incluiu Angra 3 entre as áreas que precisam ser melhor avaliadas antes de entrar em funcionamento.
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Ta certo Sarney, mas e Jaqueline Roriz deve ser condenada por ter sido apanhada recebendo propina de R$ 50 mil? Se considerarmos que Lula disse ao sair da presidencia, a resposta será: claro que não, afinal, Lula disse que o Mensalão não existiu, que o petista preso com cueca cheia de dólares foi invenção da oposição; que zé dirceu tramando maracutaias na casa civil, na sala ao lado da de Lula (?), foi invenção da mídia, que inventou, também, que Erenice extorquia milhões de reais de empresários na mesma sala antes ocupada por Zé Dirceu. Portanto, jaqueline roriz, silvinho land rover, zé dirceu e delubio soares e outros, são farinha do mesmo saco. Ou seja, se o Mensalão não existiu como afirma Lula não há porque se perseguir esta inocente deputada que recebeu um bolo de dinheiro contendo R$ 50 mil, curiosamente, o mesmo valor que os deputados petistas mandavam as esposas receberem mensalmente no valerioduto, conforme denunciou Roberto Jefferson. E o mais curioso disso tudo, é que o processo do Mensalão está debaixo da bunda de um ministro indicado por Lula, ou seja, o crime vai caducar por prazo e nenhum dos 40 será castigado ou preso.
Eta paisinho corrupto.
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